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26 Capítulo 26 - Após o passeio. / Cada vez mais próximos
Notas iniciais
Saído do campinho, Agnes foi até na mansão da sua amiga Penha, pois tinha algum importante pra informa para a francesa. Assim que chega, ela entrou dentro da residência após ser recebida pela empregada e fica esperando a amiga sentada no sofá da grande sala principal, até que finalmente a Penha aparece descendo da grande escadaria recebendo a visita da loira.
—Agnes, o que você quer?! —A morena pronunciou perguntando sem mais rodeios querendo ir logo ao assunto.
—Oi Penha, vim te contar algum do seu interesse que eu soube. —Agnes cumprimentou respondendo com um sorriso cínico convencido.
—Algum do meu interresse?! O que você quer... Ah clarro, agorra entendo. É sobre a tal vadia que quer rouba o Cebola de mim?! —Penha deduziu já desconfiada arqueando uma sobrancelha e com dedo indicador próximo ao seu lábio em cima do queixo.
—Sim, é isso mesmo e... —Agnes confirmou, só que foi interrompida pela impaciência da Penha antes que pudesse terminar de contar.
—Então desembucha logo tudo de uma vez, chère. —Penha apressou amiga com muita ansiedade pra saber.
—Eu estava andado no campinho até que eu vi o Cebola junto de uma garota, ela não era da nossa escola, nunca vi no bairro do Limoeiro e nem da Pitangueira, nem sei se ela é mesmo dessa cidade. —A loira explicou até onde ela sabia.
—Então quer dizer que tinha mesma uma garrota. Que ódio! —Penha queixou pra si mesma, cheia de raiva e cerrando o punho.
—Tem mais! Ela não é igual a todas as garotas. —A Agnes acrescentou mencionando enquanto olhava diretamente para a garota francesa.
—Como não? —Penha indagou sem entender, encarando a amiga com uma expressão curiosa.
—Essa garota estava numa cadeira de rodas, eu fiquei escutando escondida o papinho dela com a aquela turminha e ouvi que ela perdeu a capacidade de andar num acidente de carro quando criança e o Cebola esta cuidado dela agora, acho que deve ser a punição dele depois que foi pego usado drogas. Ah o nome dela é Mônica, eu ouvi eles chamarem assim, então deve ser esse o nome. Ela é bem bonitinha mesmo estando numa cadeira de roda, tanto que os outros garotos da turma pareciam interessados nela. —A loirinha do olhos verdes informou o restante, já a Penha ouvia tudo com toda atenção do mundo ficando cada vez mais intrigada.
—Cadeirra de rodas é... Mônica... Bonitinha... Hum, isso é bem interressante. —A francesa comentou com um sorriso insano formado em seu rosto.
—Penha, você acha que o Cebola ia gostar de uma garota desse jeito? —Agnes interrogou achando essa possibilidade meio estranho de acontecer.
—Humpf! Minha carra Agnes ai é que você se engana. Se eu conheço bem o Cebola e os homens qualquer um ficarria derretido com uma garrota frágil e meiga. Já vi que vai ser bem mais difícil que eu pensei, mas tudo bem, pois pra mim quanto mais difícil for o problema melhor serrá pra se livra dele. Eu sem duvidas vou tirra essa santinha alegada do caminho meu do Cebola, custe o que custa. —A francesa decretou convicta e em seguida um sorriso maléfico se formou em sua feição.
—Er... Mas como fará isso? —Agnes questionou estando muito curiosa enquanto sorria de modo cínico.
—Ainda não faço a menor ideia, também nem sei onde ela morra. Ia ser mais fácil se ela estudasse a nossa escola. Mas tudo bem darrei o meu jeito. E você continue de olho no Cebola, na turma e principalmente nessa tal de Mônica. —A morena ordenou com autoridade, apontado o dedo indicado para a garota.
—Esta bem Penha! Pode ter certeza que sim. —Agnes aceitou estando confiante de conseguir concluir sua tarefa ordenada pela sua amiga, com um sorriso maligno estampado em sua face.
[...]
Mônica continuava conversando com os seus novos amigos enquanto o Cebola estava sentando num banco de praça feito de madeira um pouco afastado do local onde o grupo de amigos conversavam, só esperando por ela. Até que o jovem delinquente olha o seu relógio de pulso e ver que já estava ficando tarde e tinha que levar a Mônica de volta pra casa dela, então ele se levanta do banco, vai até aonde a dentuça se encontrava junto dos seus amigos e a chama pra leva-la de volta pra casa antes que ficasse tarde e a mãe dela brigasse com os dois dando bronca. Dessa forma Mônica concorda com ele pra retornar pra sua casa sem hesitar.
Ao chegar eles são recebidos por dona Luísa que ficou feliz e aliviada de ter a filha de volta ao lar e principalmente por ver que a jovem de fato se divertiu no passeio. Cebola se ofereceu ajudar a mulher para poder levar sua filha pro quarto ao subir na escada. Entrando no quarto ele tira a Mônica da cadeira de roda a pegando no colo e a colocou sentada na cama logo em seguida. Achando melhor, Luísa sai do quarto pra que os jovens amigos pudesse se despedi mais a vontade.
—Sabe Cebola, até que eu curti o passeio. —Mônica proclamou tentando puxar conversa com aquele garoto que estava dentro do seu quarto.
—Ah, é mesmo é!? —Cebola exclamou de modo retorico.
—É! Você tinha razão numa coisa, eu deveria ter que saber enfrentar os meus medos do que conviver com eles. E também acho que se você não estivesse lá por perto de mim, eu não ia conseguir ir a diante. —A garota dos dentes avantajado revelou um pouco corada com um sorriso tímido fitando o Cebola.
—Pera ai! Tá falando serio mesmo?! —O rapaz assimilou estando surpreso, não esperava essas palavras vindo justamente da Mônica.
—Claro que sim! Por que não estaria!? Acho que eu deveria agradecer pelo dia de hoje. Obrigada Cebola, obrigada mesmo pelo passeio tão incrível. —Mônica agradeceu sorrindo feliz direcionado para o Cebola, aquele era um sorriso que demonstrava gratidão.
—Agora sim que eu não estou entendendo mais nada. Você Mônica, justamente você me agradecendo. —O troca-letras ironizou sendo debochado com um sorriso cínico travesso sublinhado em seu rosto.
—Cebola será que da pra parar com o deboche. Já faz tempo que eu não fico pegando no seu pé. Até que a gente esta se entendendo e por isso não tem problema de eu agradecer você peles seus bons gestos. —Mônica repreendeu com justificava estando abismada.
—Hahaha... Claro que sim, você esta completamente certa. Eu também devo agradecer por você ter confiado em mim pelo menos uma vez. —Cebola declarou de um jeito meio tímido com um pequeno sorriso alegre por ver que os dois estavam se entendendo.
—Quem disse que essa foi a primeira vez que eu confiei em você?! —A morena confessou de forma tímida sentido sem graça.
—Hahaha... Nossa isso ainda é tão estranho pra mim. Eu nunca poderia imaginar que nós acabaríamos nos entendendo algum dia sem brigas e zoação. Mas quer saber?! Eu prefiro assim! —O garoto admitiu com um lindo sorriso amigável contornado em seu belo rosto fitando a Mônica.
—Eu também prefiro assim Cê... Ah é... —A dentuça fica constrangida e bastante corada por sem querer chama-lo assim, ela achava que ainda não tivesse essa "intimidade" toda com o Cebola e por isso o rapaz poderia não gostar.
—Tudo bem, acho que não tem problema de me chamar de Cê. —Ele permitiu com um sorriso amistoso posicionado para a Mônica.
Na verdade, o Cebola havia amado ouvir a Mônica ter o chamado pela abreviação do seu apelido, era infinitamente melhor ouvir a Mônica chamá-lo de "Cê" do que as suas antigas ficantes.
—Serio?! Tá bom! E você também pode me chamar de Mô. —Mônica concedeu toda alegre de saber que o Cebola não se importava, que parecia até que ele estava gostando.
—Tá bom Mô! —Ex cinco-fios concordou com um sorriso animado moldado em sua face.
—Hahahaha... —A dentucinha deu uma curta gargalhada sentido feliz por ver que ela e o Cebola estavam finalmente assumido amizade deles. —"Ai o que esta acontecendo comigo?! O sorriso dele esta me fazendo o meu coração disparar, e ele tem um olhar tão lindo." —Ela pensou estando envergonhada enquanto fitava os olhos cor de chocolate do Cebola e admirando o sorriso encantador do mesmo.
—... —Cebola não disse nada só ficou admirando ao notar o sorriso da Mônica e fica fitando os belos castanhos dos olhos dela. —"O que esta rolando comigo, sinto que estou perdendo a razão perto dela?! O que são esses fortes batimentos no meu peito?" —Ele pensou sentido todo encabulado. —O que você achou da turma? —O troca-letras perguntou querendo corta aquele estranho clima que havia se formado ali entre eles dois.
—Ah isso! Eu gostei muito de todos eles. Todos são tão divertidos e muito parceiros. Só achei um pouco entranho a maneira como eles me trataram com tanto carinho, eu me senti como bichinho de estimação ou um bebê. —Mônica comunicou brincado com as suas palavras ao se lembrar da forma como os seus novos amigos ficaram tratando ela.
Não que a Mônica não tivesse gostando deles, na verdade ela adorou cada um daqueles jovens adolescentes, só que era um pouco estranho pra ela ter tanta atenção assim como eles lhe deram.
—Hahahahaha... Isso é normal. Como você era novidade pra turma não seria surpresa se eles te tratarem como o novo brinquedinho deles. Mas não se esquenta que depois eles param com isso quando enjoar de você ou encontrar outra coisa melhor. —O moreno esclareceu fazendo graça de brincadeira com a suas palavras de jeito descontraído.
—Hahahaha... Nossa serio?! Hahaha... —A jovem ressaltou entre os risos, sem deixar de rir bastante achando engraçado o que o Cebola dizia.
—Pior que é! Hahaha... —Cebola garantiu sendo contagiado pelos risos da Mônica.
—Ai ai Cê! Você tem sorte de ter eles como amigos. —Mônica mencionou com um sorriso amigável fitando o Cebola.
—Ham... Er... Amigos! Humpf! —O garoto rebelde murmurou com desanimo sentido algum o incomodando.
Desde quando o Cebola começou se afundar com o seu antigo vicio por drogas e se tornando cada vez mais revoltado e distante com as pessoas, seus antigos amigos que eram tão queridos foram cada um se afastando aos poucos dele por terem um certo medo do garoto te ser tornado desse jeito agressivo e frio com todos em sua volta, até mesmo com a sua própria família. Todos dessa turma de amizade tinham receio de estar perto do Cebola e também tinha apreensão do mesmo pudesse os influenciar de algum modo a seguirem esse caminho errado a qual estava levando, por mais que eles gostassem do amigo troca-letras e quisessem o seu bem, todos viram que era melhor assim do que acabarem no mesmo caminho do Cebolo ou então o garoto pudesse os machucarem de alguma maneira. Bom, nem todos pensavam assim, o Cascão — e também a Magali, — por mais que tivesse algum receio de estar perto do Cebola, ele não conseguia querer se afastar por conta da sua amizade que era grande demais e também ele tinha esperança do melhor amigo tomasse juízo algum momento e assim voltasse ser a pessoa gentil como era antes. Já o Cebola por sua vez, ao ver seus amigos se afarem dele isso realmente o magoava, mais pro outro lado ele viu que era melhor assim, pois não podia obrigar seus amigos continuarem porte dele e também dessa forma os deixariam seguro de qualquer coisa ruim os mantendo longe de si.
—Hum?! Cebola uma coisa eu fiquei bem intrigada é que... Por que você se afastou da gente naquela hora? Você parecia que não estava gostando de ficar junto dos seus amigos. Afinal, eles não são os seus amigos? Não entendo. —A morena considerou franzindo o cenho estando confusa sem entender.
—Ah Mônica não foi nada. Só foi impressão sua. —O ex cinco-fios discordou tentando disfarçar, virando o pescoço pro lado pra não encara-la.
—Impressão minha?! Acha que eu vou mesmo cair nessa. Cê, pode me contar, somos amigos. Se não me contar vou começar achar que você estava com ciúmes de mim. —Mônica provocou de brincadeira, arqueando a sobrancelha com um sorriso travesso e com os braços cruzados.
Mesmo com ela dizendo isso na brincadeira, mas no fundo já desconfiava que o Cebola estava com ciúme naquela hora.
—E-eu?! C-Com c-ciúmes de você?! Da onde você tila essas ideias? — Cebola negou ficando corado e bem nervoso de vergonha após ter ouvido essas palavras, ele jamais teria essa coragem em admitir o que sentiu naquela hora.
—Da onde?! Humpf! Se eu já suspeitava antes, imagina agora. —A dentucinha insinuou ficando cada vez mais desconfiada.
—Mônica para! Não é ciúme, é outro motivo. —O troca-letras justificou ficando serio com uma expressão em sua feição entristecido.
—Então me conta. —Mônica incentivou o encarando de modo serio.
—Tá, já vi que não tem jeito mesmo de discutir com sua teimosinha do caralho. —O garoto reclamou inconformado, o que fez a Mônica dar um sorrisinho de vitória. —É que eu desde que comecei a me meter com drogas eu meio que me afastei dos meus amigos e eles também se afastaram de mim. Acho que eles tinha medo de mim talvez, eu não sei! —Ele contou e em seguida abaixou a cabeça se sentindo meio triste por não querer ter perdido os amigos e muito menos ter entrado no mundo das drogas.
—Mas Cebola agora é diferente porque você largou as drogas. Por que você não tenta se aproximar deles? Tenho certeza que eles vão te receber de braços abertos. —Mônica aconselhou ao amigo com um sorriso atencioso e reconfortante destinado pra ele.
—É talvez você esteja certa! —Cebola afirmou meio incerto com uma expressão amargurado modulado em sua semblante.
—Não sei por que eu ainda acho que você estava com ciúmes de mim por eles estarem roubado a minha atenção de você?! —A linda dentuça constatou desconfiada ainda convencida que o Cebola estava mesmo com ciúme dela.
—Pronto começou você de novo com essa historia tosca de ciúmes! —O jovem resmungou revirando os olhos indignado, começando se irritar mantendo os braços cruzando.
—Por que não?! Se existe ciúmes entre amigos. —A garota dos dentes proeminente argumentou achando normal na sua opinião.
—É, porque não teria já que eles estavam rodeando você feitos urubus atrás de carniça. —Cebola zombou insinuando com sarcasmo.
—Então você admite que estava?! —Mônica indagou ficando cada vez mais interessada de saber se o Cebola estava ou não estava com ciúmes, sem saber o porque queria que ele tivesse ciúme dela.
—Pala Mônica! Já chega, mas que pola! —O moreno protestou já completamente corado e ansioso sem saber o que dizer, o seu rosto se formou uma expressão que era uma mistura de raiva com constrangimento.
—Hahahahaha... Você fica tão fofinho xingando com L ao leveis do R. Hahahaha... —A morena comentou em seguida acabou gargalhando por achar engraçado e também fofo aquele jeito do Cebola constrangido e trocando as letras que ela não conhecia antes.
—Selio Mônica da pla palar!? —O garoto reprimiu de forma cauteloso, ainda estando com as bochechas coradas e começando a se chatear com a amiga.
—Tá bom eu parei! Foi mal! —Ela se desculpou vendo que o Cebola não estava gostando da brincadeira.
No fundo a Mônica estava adorando ver o Cebola assim porque ele ficava mais lindo ainda com uma carinha de chateado, constrangido e principalmente trocando R pelo L.
—Mônica, o que eles ficaram falando com você? To perguntado isso, mas não é por nada não, é só pra saber mesmo de curiosidade. —Cebola interrogou curioso pra saber já que ele não estava lá pra ouvir o resto da conversa.
—Hum...! Bom nós falamos de varias coisas, sobre mim e a minha vida e eles falaram um pouco deles também. Eles até disseram que ficariam feliz se eu estudasse na mesma escola deles. —A morena respondeu estando empolgada por lembrar da ótima conversa que teve com os seus novos amigos.
—Também concordo com eles. Acho que seria um máximo se você estudasse feito uma adolescente normal que você é e de preferência na minha escola. Mônica, você não acha que estar na hora de você começar a sua vida pra valer. Nem adianta dizer que não, porque o primeiro passo você já deu de passear comigo e até fez novas amizades. Por que não uma escola?! —Cebola sugeriu esperançoso que a Mônica dissesse que sim, mesmo sabendo que ela é teimosa e não ia aceitar logo de primeira.
—Ah não Cebola, tudo menos isso. Escola e passeios são duas coisas bem diferente. —Mônica recusou estando receosa em ter que frequentar uma escola.
—Eu não acho, só o fato de você sair de casa e curtir a vida normalmente não é muita diferença. —O troca-letras insistiu com persistência.
—Mas o meu medo é se eu... Se eu não adaptar a escola er...? E se as pessoas não gostarem de mim...? Eu tenho tantas duvidas, tanto medo. Eu não sei, Cebola. —A dentucinha contestou cheia de receio com a cabeça baixada olhando para baixo com os olhos começando a marejar.
—Eu entendo que esteja confusa e não vou forçar a barra sobre isso. Só to falando se você estivesse numa escola seria melhor pra você e pro seu futuro. Mas isso é você que tem que se decidir e não eu. Vou dar um tempo pra pensar sobre frequentar a escola. Tenho certeza que se você estivesse numa escola Mônica, você ia se adaptar rapidinho, apesar que acho escola é o verdadeiro inferno na terra (Nha isso não importa). —Cebola opinou sendo bem sensato ao mesmo tempo divertido. —E me responda, quem não ia gostar de você?! Tem mais, você não precisa se preocupar com nada, pois eu vou estar sempre ao seu lado pra cuidar de você e ninguém da escola não ia ter fazer mal. Então o que me diz? —Ele encorajou com um sorriso amigável a fitando para dar mais confiança.
—Puxa Cê, a cada hora que eu passo junto de você mais surpresa eu fico. —Mônica elogiou com um sorriso amistoso, encantada com a atitude do jovem que cada vez a deixava mais impressionada. —Er... Eu não sei o que dizer, mas tudo bem, eu vou pensar sobre o assunto. —Ela consentiu ainda confusa e preocupada com a sua decisão, depois amostrou um fraco sorriso pro garoto a qual conversava.
—Vai mesmo?! —Cebola exclamou meio entusiasmado com um sorriso de alegria formulado em sua face.
—Vou sim! E amanhã eu te dou a minha resposta. —A garota dos dentes salientes aprovou com um sorriso mais animado só de ver a reação alegre do Cebola.
—Tá beleza, vou estar esperando ansioso. —O rapaz assinalou sorrindo muito contente e satisfeito.
—É, mas eu tenho que falar com minha mãe pra saber o que ela acha. —Mônica avisou o lembrado do detalhe com um pequeno sorriso sutil modelado em sua semblante.
—Algum me diz que a dona Luísa vai gostar de ter uma filha que vai a escola. —O troca-letras cogitou com um sorriso brincalhão montado em sua faceta.
—Você acha mesmo, Cê? —A dentuça questionou meio sem entender.
—Óbvio, todas as mães ficam arrancado os cabelos pra ter o filho dentro da sala da aula. Minha mãe é um bom exemplo. —Cebola debochou levando para o lado da brincadeira e em seguida sorriu de modo divertido.
—Hahaha... Ér, da pra perceber. Hahahaha... —Mônica assumiu não resistindo acaba saltando altas e boas gargalhadas que logo depois foram seguida pelo Cebola que gargalhava junto com ela.
—Crianças desculpa atrapalhar a conversa de vocês, mas Cebola você tem que ir pra casa agora. Mônica teve um dia muito cansativo precisa descansar. —Dona Luísa anunciou no momento que entrou no quarto conseguindo atenção do casal de amigos que a olharam pra ela na mesma hora.
—Falou dona Luísa! Já esta na minha hora de qualquer maneira. Tchau Mônica, amanhã a gente se ver e eu quero saber a sua resposta. —Cebola pediu com um sorriso torto pra Mônica e depois foi caminhando até a porta do quarto da dentuça.
—Tá bom, pode deixar! —Mônica assegurou estando ainda apreensiva. —Tchau Cebola até amanhã. —Ela se despediu com um sorriso gentil e delicado desenhado em seu rosto direcionado para o Cebola acenado com uma mão.
—Do que vocês estão falando? —Luísa perguntou estando intrigada arqueando a sobrancelha.
—Depois eu te explico mãe. —A dentucinha propôs não querendo entrar em detalhes naquele estante, pois sabia que era uma longa historia de ser explicar no momento.
—Tá né! —Luísa alegou vendo que não tinha outro jeito em aceitar, ao mesmo dando com os ombros.
—Tchau dona Luísa! —Cebola se despediu da Luísa em frente a porta com um leve sorriso.
—Tchau meu filho! Até amanhã! —Luísa se despediu retribuído o mesmo sorriso para o jovem rapaz.
Depois que o Cebola se despediu da dona Luísa e da Mônica, ele foi embora retornando de volta pra sua casa.
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