Destinos

22 Capítulo 22 - Finalmente aconteceu... O primeiro beijo do ca


Notas iniciais
Oi queridos e amados leitores, aqui tá mais um capitulo que eu fiz pra alegria de vcs, só espero que não tenha demorado muito dessa vez (tbm nem lembro direito quando foi a ultima vez que atualizei essa fic, mas deixa quieto XP). Bem né pessoal pelo que o titulo já diz o que se trata o capitulo de hoje, hihihi acho que muitas pessoas vão ter bons motivos pra gosta do capi, afinal vcs estão esperando por esse momento(histórico) faz tempo né?! Uffa e finalmente ele chegou. 0/ Chega não vou falar mais nada, não quero atrapalhar a leitura de vcs, mas espero mesmo que gostem e comentem o capi. quando acabarem ler, ok!? Uma ÓTIMA leitura!!!!!!!!!!!!!!!!!! ^^

Logo após o Cebola e a Mônica ter se despedido dos seus amigos, ambos notaram que estavam sozinhos dentro da casa e permaneceram alguns segundos em total silencio, até que Mônica começa pronunciar quebrando aquele silencio.

—Cebola me diz, o que você quer tanto fazer eu sair de casa? O que você vai ganhar com isso? —Ela perguntou estando intrigada, o encarando de um jeito serio.

—O que vou ganhar?! Pergunta mais óbvia. Claro que é a aposta que ainda esta em pé, esqueceu?! —Cebola contou sendo debochado como se fosse a coisa mais obvia, com um leve sorriso cínico moldado em seus lábios.

—Não! Não esqueci. Então, você só esta fazendo isso pela aposta? —Mônica interrogou sentido chateada com a resposta do garoto, afinal ela estava começando achar que o Cebola quisesse ser o seu amigo.

—O que mais você achou que poderia ser?! —O ex troca-letras questionou sendo retorico, cruzando os braço e arqueando sobrancelha ao mesmo tempo sorria de canto.

Não é que ele estivesse falando toda a verdade, o que o Cebola estava realmente querendo era ver qual seria a reação da Mônica, se ela se importaria ou não.

—Er... Tem razão. O que mais poderia ser?! —A dentucinha insinuou sendo irônica com um tom de voz frio enquanto franzia o cenho, ela estava um tanto enfezada e desapontada, pois não era essa resposta que queria ter ouvido.

—Hahaha... —Cebola riu achando graça no estranho comportamento da jovem. —Também... —Ele iniciou.

—Ham! —Mônica exclamou estando curiosa e surpresa.

—Também faço isso por... Por você! —O garoto completou de modo tímido estando encabulado. —Eu quero muito poder ter ajudar, acho que isso estar nas minhas obrigações e me sinto bem em te ajudar. Por isso não vou desistir dessa aposta e nem de você. Vou fazer de qualquer jeito pra você sair de casa no domingo comigo queira ou não e vai se diverti muito. —Ele garantiu tendo muita determinação e com um lindo sorriso torto convencido montado em sua feição.

—Ham... Cebola eu não sabia... —Mônica assimilou estando incrédula, não esperava essa tal atitude vindo justamente daquele garoto a qual achava que não se importava nem um pouco com ela, ao mesmo tempo se sentia feliz por ver que o Cebola parecia dar índice de querer ter uma amizade.

—Não sabia o que? Que eu pudesse ter um lado bonzinho. Hahaha! Mônica, tá na hora de você me conhecer melhor. Não acha?! —O ex cinco-fios mencionou sendo sarcástico debochado lavando apenas para a brincadeira.

—Tá! Pela primeira vez eu admito. Estava errada sobre o seu respeito só... Não fica ai se achando. Você tem muito que melhorar nessa sua personalidade de Bad Boy cheio de marra. Então não me amola. —Mônica admitiu estando inconformada e também irritada, já sem tanta paciência com os joguinhos de provocação do moreno.

—Hahahahaha... Okay, tá bom! Hahaha... —Cebola aceitou não se contendo em achar graça na Mônica e dando boas gargalhadas, o que fez a mesma revirar os olhos estando sem paciência com ele.

—Mas Cebola, se eu me sentir mal na rua com aqueles mesmos pensamentos invadirem a minha cabeça?! É por isso que hesito de querer sair com você no domingo. —A morena insistiu se sentido bastante apreensiva com receio.

—Isso não vai acontecer, sabe por que?! Porque estarei do seu lado o tempo todo. Não vou deixar ninguém falar de você. Agora só basta você confiar em mim. —Cebola a encorajou com um leve sorriso amigável, tentado passar toda segurança para Mônica.

—Eu... Eu confio em você, Cebola. —A dentuça aprovou sorrindo de modo doce estando feliz de ter o Cebola ao seu lado apoiando de todas as formas.

—Huhuhu... Que bom ouvir isso. —Cebola afirmou retribuído um sorriso amistoso olhando em direção para a garota.

—Sabe, agora estou aqui reparando uma coisa. —Mônica pronunciou demostrando esta estranhado algum.

—E o que é? —O ex troca-letras estimulou a garota continuar.

—Bom, é que você passou o dia todo sem fumar hoje. Por isso queria saber que milagre foi é esse, hein!? —A morena debochou de forma levando para a brincadeira.

—Hahahaha... Para Mônica, também não é bem assim. —Cebola protestou sendo amigável se sentido um pouco ofendido.

—Como não, se você vivia fumando feito uma chaminé. Agora tá ai de boas sem fumar nadinha de nada. —A garota dos dentes proeminente supôs estando desconfiada o encarando de forma serio.

—Er... Se eu te disser que estou tentando lagar o cigarro e é por isso que você não me viu fumar hoje. —O rapaz revelou estando receoso se sentido sem graça naquele momento.

—Serio isso?! —Mônica comemorou estando animada.

—Uhum, é! —Cebola confirmou de um jeito tímido estando um pouco encabulado.

—Cebola, você não faz ideia como é bom saber disso. Você tá mesmo deixando os seus vícios pra trás e se tornando alguém melhor. —A jovem comentou se sentido realmente feliz por seu amigo estar vencendo essa conquista.

—Hehe! Bem... Mais ou menos, né. É como eu disse que "estou tentando", ainda sinto falta do cigarro e do uso de drogas. —O garoto assumiu com receio sentido o ressentimento por ter entrado para o mundo das drogas.

—Não tem essa de "mais ou menos", pois estou vendo que aos poucos você esta conseguindo superar sua dependência pelo uso das drogas. Sei que em breve você ficara livre totalmente dos seus vícios e eu fico mesmo feliz por isso, afinal tenho que confessar que estou orgulhosa de você. —A menina incentivou com um pequeno meigo sorriso formulado em seu rosto que era posicionado para o rapaz a qual estava conversando.

—Valeu Mônica, pelo seu apoio. —Cebola agradeceu se sentido alegre pela a garota que estava se tornado aos poucos sua amiga por pensar dessa forma, com um sorriso amistoso sublinhado em seus lábios direcionado para ela.

—Hahaha! De nada, não tem que agradecer. —A dentucinha disse de modo atencioso retribuído o sorriso. —Alias, será que isso é sinal que eu estou ganhando a nossa aposta?! Hahaha... —Ela provocou de brincadeira não resistindo de se aproveitar da oportunidade com um sorriso debochado modulado em sua face.

—Ei! Então todo esse papo de "estou feliz por você" é por causa dessa merda de aposta. —O moreno queixou sentido indignado começando se enfezar.

—Hahahaha... É sim, isso mesmo! O que mais você achou que poderia ser?! —Mônica declarou com cinismo com um sorriso travesso desenhado em sua feição.

—O que?! —Cebola exclamou estando descrente com o que ouviu, sentido magoado por se iludir ao pensar que aquela garota parentava ser sua amiga.

—Hahahaha... Estou zoando contigo, seu bobo. Hahaha... Claro que estou feliz por você, de verdade. Eu só disse isso para te dar o troco naquela hora. —Mônica confessou com um sorriso divertido modelado em sua semblante.

—Hã?! Que? —O garoto que trocava as letras na infância indagou estando pasmo e ao mesmo tempo furioso por causa dessa "brincadeira" da dentucinha.

—Hahahaha... Tinha que ver sua cara. Hahahaha... —A moça insultou de brincadeira, em seguida soltou altas e boas gargalhadas.

—Ha-ha-ha! Que engraçadinha, me matou agora de tanto rir. —Cebola resmungou sendo irônico debochado, ainda sentido irritado por tal brincadeira de mau gosto da amiga.

—Não precisa ficar desse jeito, foi só brincadeira. —A garota dos dentes salientes contestou procurando redenção, em seu rosto se formou um sorriso amigável destinado para o antigo troca-letras.

—Tá bom, que seja! —O jovem proclamou com indiferença fingindo não se importar, mantendo os dois braços cruzados e uma expressão de enfurecido em sua face.

—Hahahaha... Bem que dizem que pimenta nos olhos dos outros é refresco. Hahahaha... —Mônica opinou de maneira brincalhona com um sorriso alegre estampado em sua faceta, em seguida começou a rir bastante pelo rumo da conversa se estendeu.

—Ah com certeza, agora vejo isso é mesmo. Hahahahaha... —Cebola apoiou entrando na brincadeira da Mônica acompanhando os risos dela.

—Hahahaha... —A dentuça continuava rindo se sentido contente por esta cada vez se entendendo melhor com o jovem que era o seu cuidador. —Haah! —Ela começou a gemer em protesto ao se sentir mal, com uma das suas mãos alisando a sua testa mantendo a cabeça abaixada e os olhos fechados.

—M-Mônica?! O que foi? —Cebola constatou estando preocupado com a garota estranhando esse comportamento repentino dela.

—Não sei! De repente veio uma dor de cabeça e também estou tendo tontura. Acho que eu não to me sentido muito bem! —Mônica informou com uma voz cautelosa e um pouco fraca, fitando o lindo moreno com uma expressão abatida.

—Deixa eu ver! —Cebola se ofereceu e depois foi até aonde estava a Mônica, ficando ao lado dela e coloca a sua mão em cima da testa da mesma e com a outra mão em sua própria testa para comparar as temperaturas. —MÔNICA! Você esta pelando de tão quente. Acho que você deve estar com febre! —Ele alertou estando nervoso começando ficar muito preocupado com ela.

—Ham... —Mônica grunhiu de um jeito exausto e fraco parecendo pensativa.

—Puta que pariu esqueci de te dar a porra daquele remédio. Que merda! —Cebola reclamou com raiva de si mesmo, reprimindo a ele próprio com uma mão tampando a metade do seu rosto.

—Cebola não fica xigan... —Mesmo se sentindo fraca Mônica repreendeu o jovem por odiar vê-lo xingando, só que acabou sendo interrompida antes.

—Shhh! Fica quieta assim poupa sua energia. —Cebola restringiu ordenando sendo autoritário, ainda continuando sentir apreensivo com a saúde da garota. Por ultimo deu um breve suspiro pensativo para se acalmar. —Agora o que eu tenho que fazer é e colocar você na sua cama e cuidar de você até fica boa. —Ele decretou convicto estando decidido a fazer de tudo para que Mônica melhorasse o mais rápido possível.

Em seguida o Cebola pega com toda cautela a jovem que estava sentada na cadeira de rodas, colocando no colo dos seus braços e a levando de volta até o quarto dela. Ao chegarem no quarto da garota, ele a coloca deitada na cama e cobrindo com o cobertor até o pescoço da Mônica, que não parecia estar bem, suando muito e com a respiração ofegante.

—A culpa não é sua... Eu fico... —Com dificuldade Mônica tranquilizou tentando confortar a consciência do Cebola enquanto o fitava, só que o próprio a impede antes de terminar.

—Shhh! O que eu disse sobre você falar?! —Cebola advertiu com autoridade não querendo que a menina fizesse esforço que pudesse comprometer sua saúde.

—MAS EU PRECISO! —A dentucinha discordou gritando estando impaciente, ao conseguir ter juntado as suas forças guardadas cheia de determinação, ela havia ficado estressada por ser interrompida. Por fim se acalmou com um suspiro pra poder continuar. —Cebola, a culpa não é sua.... Por eu ficar doente... Eu sempre adoeço à toa... Mesmo com ou sem o remédio. —Ela explicou já mais calma ofegando com um tom de voz sereno, baixo e um pouco grave de cansaço.

—Mesmo assim me sinto um pouco de culpa. Era minha obrigação cuidar de você, talvez você já estava adoecida quando eu cheguei e nem quis saber de olhar você. —O garoto argumentou sentindo arrependido, depois virou a cabeça pro lado olhando para baixo.

—Aiih! —Mônica gemeu de um jeito fraco e ao mesmo tempo urgente, com a mão estando em cima do pescoço segurado, sinalizando que havia algum de errado com ela.

—O que foi agora? —Cebola perguntou no estante que percebeu o sinal da garota ficando mais preocupado enquanto a fitava.

—Estou sentindo tontura, minha cabeça tá latejando de dor e a minha garganta estar muito seca. —Ela respondeu com uma voz rouca que demonstrava cansaço.

—Pode ficar tranquila. Eu vou trazer água e o remédio. Só espera um pouco, okay?! —Cebola avisou de modo cauteloso com um pequeno sorriso amistoso que se criou em sua semblante.

—Uhum! —Mônica concordou assentindo com a seu pescoço.

Com isso o Cebola sai do quarto com objetivo de ir até a cozinha para pegar um copo com água morna e um comprimido correto, que faz baixar a febre, depois retorna para o quarto da Mônica. Sem perde tempo coloca o comprimido na boca da jovem e entrega o copo na mão dela, que engole o comprimido junto com a agua que facilitou na hora de engolir.

—Pronto! Agora você vai ficar boa. Não se preocupa. —Cebola consolou de forma atencioso cariciando as bochechas quentes da dentucinha.

Mônica por sua vez, havia ficado abismada com esse súbito comportamento carinhoso do Cebola, que era desconhecido por ela até então, encarando o garoto estando confusa e corada de constrangimento por esse gesto repentino, apesar que a mesma tenha gostado, — e muito — , do carinho recebido.

—Hum... Acho melhor eu ligar pra sua mãe, ela vai saber cuidar melhor de você. —Cebola considerou sem deixar de estar preocupado com a suade da sua protegida.

—Não! Por favor! Não faça isso. —A menina dos dentes avantajado pediu quase implorando estando apreensiva.

—Por que não? —Ele interrogou sem conseguir entender qual era a razão.

—Eu não quero atrapalhar o trabalho da mamãe. Isso pode prejudicar o emprego dela de tanto que ela sai do hospital toda vez quando estou com problemas. Veja, eu já estou melhorando, é serio. —Mônica justificou de maneira sensata estando decidida tentar convence-lo desistir.

—Por enquanto não vou ligar. Mas caso você piore não terei outra alternativa. —O moreno assegurou sendo tolerante compreendendo os motivos da amiga.

—Esta bem! Obrigada... —A dentucinha agradeceu já se sentido aliviada, dando um leve sorriso de gratidão pra ele. —Uah! Que sono! —Ela comunicou enquanto bocejava utilizando uma das mãos para tampar a boca e sentindo muito cansada.

—Descansa Mônica! Isso vai te fazer bem. —O ex troca-letras aconselhou ao mesmo tempo fitava a bela morena começando a fechar os olhos e abraçando no seu coelhinho azul que estava o tempo todo ao lado dela em cima da cama.

—Hum...! —Mônica grunhiu ao começar a dormir profundamente.

—"Humpf! Até que ela é bonitinha quando dorme!" —Cebola pensou estando parado ali por alguns segundos admirando a Mônica que repousava tão linda deitada na cama. —É melhor eu sair, não quero atrapalha o sono dela. —Ele disse sussurrando só para si mesmo ouvir enquanto se virava e depois começa andar com intenção de ir em direção a saída do quarto.

—Fica! —A garota murmurou de repente continuando dormir, segurando braço do Cebola o impedindo de poder sair do quarto.

—Hã? —Cebola exclamou surpreso ao ponto que seus olhos arregalaram.

—Fica! Não vá embora! —Mônica suplicou voltando a murmurar em seu estado de sono.

—"Acho que ela deve estar delirando de febre. Isso é bom, quer dizer que o remédio tá reagindo." —O rapaz deduziu em pensamento.

—Fica comigo meu anjo... Não me deixe... Eu preciso de você... Cebola! —A jovem menina sussurrou com uma voz suave e fraco ainda estando dormindo tranquilamente em sua cama.

—Ham...! —Cebola ficou perplexo ao ouvir o que a Mônica tinha dito, com isso por alguma razão a qual não fazia menor ideia sentia como se o seu coração havia se alegrado ao ver o quanto é "importante" pra ela. —Não se preocupe Mônica, eu estou aqui com você e não vou te deixar sozinha. Nunca! —Ele prometeu em um tom de voz doce com ternura estando no lado da cama bem perto da Mônica ao mesmo tempo acariciando o topo da cabeça dela de modo sutil e amoroso.

Nesse momento Cebola se aproxima da dentucinha ficando com o seu rosto cada vez mais perto do dela, começando a sentir sua respiração se misturar com a da Mônica, aproximando cada vez mais os seus lábios até encontrar os lábios avermelhados da dentuça e quando se encontram selando um selinho um pouco demorado e depois ele se afasta a sua boca da dela, mas continua com o seu rosto próximo de frente pro rosto da garota.

Até que ele sentiu duas mãos quentes e macias envolvendo cada lado da sua face que trazia involuntariamente devagar o seu rosto até o encontro do rosto dela e com isso novamente os seus lábios se uniram selando um novo beijo. Como agora a boca da Mônica estava aberta dando passagem pra língua do Cebola poder entrar na boca dela e o mesmo concede com a língua por não resistir o desejo que estava sentido de querer beija-la a bom tempo. Os dois começam a compartilhar um beijo mais do que intenso, carinhoso, prazeroso e cheio de sentimentos, com as suas línguas saboreando e explorando cada canto da boca um do outro. Isso já estava deixando o Cebola louco de desejo querendo fazer mais coisas além de só beijar a Mônica, sentindo o calor do corpo dela vibrar com o calor do seu corpo quente e ouvindo as fortes batidas do seu coração batendo no mesmo ritmo rápido igual ao dela.

Os dois param de se beijar quando chegou a falta de ar para o Cebola, sendo assim ele se afastou o quanto antes da jovem que permanecia inconsciente dormindo.

—Calma Cebola! Calma! Você tem que se controlar. A Mônica esta inocentemente dormindo, não sabe nem o que esta fazendo. Você não pode fazer coisas estranhas com corpo dela enquanto ela dorme. Certamente a Mônica nunca fez essas coisas antes e pode sofrer muito quando acordar e também irar te odiar pro resto da vida. Então se controla. —Cebola tentava convencer a si mesmo ainda sentindo as sensações do beijo e o seu corpo agitado querendo "mais". —"Mas que droga! O que foi esse beijo? Meu coração não para de bater acelerado, parece uma bomba relógio preste a explodir. E eu nunca imaginei que pudesse amar tanto um beijo e deseja-lo ter mais que tudo no mundo o beijo da Mônica. Eu nunca me sentir assim por ninguém. Eu não posso esta apaixonando por ela! No máximo deve ser uma atração. É isso, vamos dizer que é uma atração. Afinal Mônica é tão linda e dormindo desse jeito tão frágil e inocente só me deixa mais louco e o meu coração acelerado." —Ele pensava procurando algum argumento que explicasse o que estava sentido naquele estante.

—Cê...! Cebo... la! —Mônica o chamou murmurando em sussurros continuando a dormir.

—"Hã! Será que ela tá sonhando comigo?" —O ex cinco-fios indagou pensando estando todo animado e contente com um sorriso bobo no rosto, depois ele balançou a cabeça negando pra tirar essa ideia do seu pensamento. —"Não! Melhor eu parar de pensar nisso. Acho melhor é eu tomar um banho, e bem gelado, pra acalmar o meu corpo e a minha mente." —Ele sugeriu para si mesmo pensando.

Deixando os seus devaneios de lado, ele vai até o chuveiro que havia dentro do banheiro que ficava no corredor na casa da Mônica, que era localizado ao lado de uma banheira, Cebola já sem roupa nenhuma entra no box e abre o fecho do chuveiro permitindo a água gelada caísse no seu corpo que aos poucos ia relaxando o mesmo.

Terminando o banho que foi rápido, ele veste as suas roupas após ter se secado com a toalha de banho que havia encontrado no banheiro e volta para o quarto notando que a Mônica ainda continuava dormindo. Cebola se aproxima dela coloca sua mão em cima da testa da garota dentuça e ver que a Mônica já estava menos quente sinal que sua febre estava abaixando. Depois o Cebola sem conseguir resistir se aproxima mais o seu rosto com o da Mônica e dar um leve beijo em cima da testa dela, finalizando ele volta a se erguer seu corpo ficando em pé a fitando com um sorriso doce contornado em sua faceta.

O jovem rapaz estavam tão distraído ao observar a bela morena que repousava na cama, que nem notou que já estava de noite e a dona Luísa acabava de chegar em casa chamando pelos os nomes dos dois adolescentes sem receber nenhuma resposta de volta. Luísa começou a ficar preocupada achando que eles finalmente conseguiram "se matarem" um ao outro, ela sobe a escadas às pressas e indo em direção para o quarto logo em seguida. Quando ela entrou dentro do quarto ficou aliviada de ver o Cebola sentado na poltrona que havia lá dentro e a sua filha dormindo suavemente na cama abraçada com o Sansão.

—Boa noite, Cebola! —Luísa o cumprimentou o garoto educadamente.

—Ah! Boa noite, dona Luísa! —Cebola também a cumprimentou, se levantando da poltrona.

—A Mônica já esta dormindo?! Tão cedo?! —A adulta estranhou estando surpresa vendo a sua filha estava dormindo tranquilamente na sua própria cama.

—É que ela teve febre alta, mas fica de boa que eu cuidei dela e a febre já abaixou. —O moreno confortou querendo despreocupar a mulher.

—Ai fico aliviada! Obrigada Cebola, de verdade. Não sei como te agradecer. —Luísa agradeceu estando grata e aliviada, com um sorriso gentil direcionado pro jovem.

—Ah não precisa agradecer, eu fiz mais que a minha obrigação. —Cebola alegou estando um pouco elogiando.

—Mesmo assim agradeço. Só tenho uma coisa que quero perguntar. Por que você não me ligou, eu viria na mesma hora pra cuidar da Mônica? —Luísa questionou sem conseguir compreender.

—Eu ia fazer isso, mas sabe como é sua filha. Ela não deixou ligar pra você pra não atrapalhar o seu trabalho. —O garoto esclareceu brincando com as suas palavras, por fim sorriu de lado de um jeito cínico bobo por pensar o quanto a Mônica é sempre mandona e teimosa.

—Hum! Eu sei! É bem a cara dela mesmo. Haha! —A mulher zombou sendo sarcástica levando apenas para o lado da brincadeira enquanto sorria de forma alegre por se lembrar da sua amada filha de comportamento forte.

—Er! Agora tenho que ir! Já está na minha hora. —Cebola anunciou avisando, em seguida foi caminhando até a porta do quarto.

—Ah claro! Tchau Cebola! Obrigada novamente. —Luísa se despediu agradecida com um sutil sorriso simpático formado em seu rosto.

—Humpf! De nada! Tchau dona Luísa! —O ex cinco-fios se despediu retribuído um pequeno sorriso e por ultimo atravessou a porta do quarto.

Após o Cebola ter se despedido, ele havia indo embora para a sua casa, com isso deixando a Mônica nos cuidados da mãe dela. Durante todo o caminho até chegar em sua casa, o rapaz ainda continuava lembrando de cada detalhe do beijo e principalmente não conseguia tirar a Mônica do seu pensamento.

Notas finais
E ai, o que me dizem?! Gostaram do capitulo? Amaram? Odiaram? Detestaram? Vomitaram arco-íris de alegria na hora do beijo (:P)? É só comentar e dizer tudo o que acharam do capi! Por favor leitores façam uma autora de fanfic feliz comentando (mesmo que a fic estejam uma bosta U-U' ), triste mesmo é escrever para as paredes (=/). Fica a dica!!!! ;) Finalmente consegui fazer esse "primeiro beijo" da MoCe acontecer em "Destino", só fico me perguntando se esse beijo ficou bom, e nem sei porque quis que fosse um beijo assim onde Monica não estivesse tão "consciente". Agora resta é saber se ela vai saber sobre esse beijo e o que ela ira fazer com o Cebola se descobrir. Curiosos?! Então continue acompanhando essa emocionante historia que ainda tem muita coisa pra acontecer vcs se surpreenderem (ou talvez nem tanto assim né, sei lá. O.O'). Bjs gente, espero encontra vcs em brevê obviamente no próximo capi! Bye Bye!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! ^^