Notas iniciais
Olá!

A morte é o fim, mais que isso, é a única certeza de toda a humanidade. Qual o sentido de sofrer? Afinal, todos são avisados desde muito pequenos...

Ao passo que olhou para a sua avó em frente aquele caixão, tão vulnerável, com os olhos vermelhos, e lágrimas secas impregnadas na pele enrugada de sua face, Santana aproximou-se dela, pegando em sua mão, lançando-a um olhar reconfortante.

Não era preciso dizer nada...

Aquela morte não tinha sido chocante para ninguém presente no enterro, nem mesmo para o falecido, que em vida: apresentava problemas cardíacos. Ele era rabugento demais quando o assunto envolvia hospitais, médicos e cirurgias. Por fim, as pessoas aceitaram a vontade grosseira do homem de não se tratar e morrer.

Santana nunca simpatizou com a ideia de sentir “tristeza”, não era algo normal para ela. Todavia, ela passava longe de ser um poço de otimismo também. Bem longe mesmo. Pessoas otimistas são irritantes e lunáticas. A morena era mais o tipo realista, ou seja, dentre muitas outras coisas, ela se conformava facilmente com a morte das pessoas.

Como mencionado antes, da morte ninguém podia ou pode fugir, é lei da natureza, e Antônio Lopez, avô de Santana, o falecido dentro do caixão, pensava o mesmo. E essa foi à única coisa na vida, em que os dois, avô e neta, concordaram.

A questão é que, para a adolescente, ver Alma Lopez, sua avó e detentora do cargo de “Mulher mais forte do mundo”, daquela forma, despedaçada, no enterro do homem, foi um tanto quanto incomodo e triste. Mas, Santana não estava triste por causa do velório, nunca se deu bem com o avô, ele era um velho chatíssimo, uma versão pior de seu pai, Cesar. Santana, na realidade, estava triste de ver Alma chateada, e também porque não encontrava sentido para tal coisa, já que: Antônio e Alma viviam discutindo, e isso não mudou quando os problemas do velho vieram à tona.

Claro que é uma situação triste perder o marido, mas caramba precisava de tanta tristeza? Era só o que Santana conseguia pensar, e também na ousadia do homem de conseguir incomodar as pessoas mesmo depois de morto. Quando ele negou tratamento, era óbvio que a qualquer momento ele enfartaria.

Ao final do funeral de Antônio, as pessoas foram se dispersando pelo cemitério. Os pais de Santana já estavam fora do terreno, ela foi à última a sair de lá, foi quando Brittany a viu, no período em que a loira estava de castigo voltando de ônibus do colégio, antes do verão. Então sim, aquilo não havia sido uma estranheza, pena que a latina não a viu também...

Santana e sua família chegaram à casa de Alma, e o clima parecia estar bem mais leve do que o de horas antes.

— Você está melhor abuela? – Perguntou a adolescente sentando-se ao sofá vermelho, a velha assentiu, mas Santana não se convenceu. – Olha pelo lado bom, pelo menos você vai se mudar daqui...

— Eu não vou me mudar Santana. Você vai.

— Que? – Santana riu. – Não vou não, abuela.

— Seus pais não te avisaram ainda, niña? Eles falaram que iam avisar. – A mulher bufou meio irritada. – Maribel! Cesar!

A mãe de Santana apareceu na porta da cozinha, com uma colher de madeira em mãos, além disso, ela usava um avental branco e estava meio descabelada.

— Aconteceu algo, Alma? – Maribel perguntou preocupada. – Estou preparando o jantar. E o Cesar está no quintal...

— Contem logo para ela, sobre a mudança. – Alma disse, antes de deixar o cômodo e ir para seu quarto.

— Nós vamos nos mudar é? – Santana levantou do sofá para chegar perto de Maribel. – Pra onde, mãe?

— Pra cá. Rosefield...

— Mentira. – A morena falou de braços cruzados, analisando o olhar da mãe. – Diz que é mentira.

— Não é. Você sabe o quão bem faz uma cidade tranquila como essa? Além do mais, estão precisando de médicos na cidade, seu pai recebeu uma grande oferta.

Santana ficou parada olhando para a mãe, um pouco chocada.

— Vocês... Argh! Gente louca! – Ela se aborreceu, deu às costas a mãe, abriu a porta e foi para o quintal.

Logo a adolescente achou o pai, ele estava em completo silêncio.

– Todo esse teatrinho de dizer que meus avós iam se mudar, quando na realidade é a gente que vai! E pra piorar, logo pra esse buraco! Menor e pior que Lima! – As palavras saíram carregadas de irritação. – Parabéns, vocês são ótimos atores mesmo, eu nem desconfiei!

Santana bateu palmas e Cesar continuou fumando de costas para a filha, seus olhos estavam perdidos na rua escura. Seu pai tinha morrido, ele nunca achou que isso iria acontecer realmente, era difícil aceitar. A vida é uma coisa engraçada...

— Vocês precisavam mentir pra mim, pai?! – Questionou Santana, com a voz mais alta do que antes. – Me responde!

— Abaixe esse tom. – Disse o homem, enquanto jogava a bituca de cigarro no chão e pisava nas cinzas. – Não te falei antes porque sabia da reação que ia ter Santana, e eu queria ver o meu pai em paz, sem ter que ouvir você reclamando. Você não cansa? Porque eu estou cansado!

— Ah claro! Eu sou a errada da história! Você podia falar comigo sabia, Cesar?! Tenho certeza que faria um esforço pra te ouvir!

— Falar com você?! Você não escuta ninguém Santana, é um caso perdido!

— Cala a boca... – Santana murmurou enquanto apertava os punhos.

— Calar a boca?! Eu sou o seu pai, garota! – Berrou Cesar irado, andando em direção à Santana, mas quando percebeu o que estava prestes a fazer (Dar um tapa no rosto da filha) andou para trás. – Só... Volte pra dentro da casa. Agora, Santana.

(...)

Depois de saber que ia se mudar para Rosefield, Santana foi mandada, por Cesar e Maribel, para um acampamento/reformatório de verão, onde foi obrigada a ficar até o finalzinho das férias, para dessa forma: começar o terceiro ano como uma adolescente “mansinha” na nova cidade. Bom, pelo menos, foi isso que seus pais acharam que iria acontecer.

Voltando a Setembro, o presente, o novo ano letivo...

Santana estava preferindo dormir, na casa de sua avó, do que em sua nova residência, onde os seus pais loucos estavam. A casa de Alma Lopez era próxima ao restaurante Breadsticks, onde a morena acabou salvando Brittany, novamente, de um tombo, mas esse seria com danos bem sutis, enfim...

Ela salvou mesmo assim.

No dia seguinte, a Lopez chegou ao McKinley, e seguiu sua grade de aulas. A última aula era educação física, mas ninguém iria treinar, porque, pelo que ela tinha sido avisada: os testes para líder de torcida continuariam rolando no ginásio. Portanto, Santana não precisava comparecer a aula, já que as únicas convocadas foram a capitã e a co-capitã das Cheerios.

Mas, ela não dava a mínima para isso.

Como a morena não viu Brittany o dia inteiro, nem em aula, nem no intervalo para o almoço, decidiu espiar um pouco os testes e ver se as garotas loiras, Fabray e Pierce, abririam a boca para dizer algo ou se apenas Roz Washington iria comprovar, mais uma vez, que: era a única que possuía voz em meio às duas garotas, que supostamente deviam liderar toda uma equipe.

— Próxima! – Gritou a treinadora.

Santana empurrou a porta do ginásio e andou tranquilamente, enquanto alguém fazia o teste, chegando assim, ao seu destino.

— Oi gente. – A morena acenou, parando ao lado da mesa vermelha para observar as audições.

Brittany e Roz cumprimentaram Santana. Quinn, que estava na outra ponta da mesa, ergueu o pescoço rapidamente.

— Você não precisava ficar aqui hoje, ainda estamos assistindo a testes. Achei que você tinha me escutado...

Quinn e Santana haviam tido duas aulas juntas, e seria assim para o resto do ano, mas, Fabray já parecia odiar.

— E escutei. Mas, quero me divertir com vocês: assistindo os showzinhos. Algum problema, Fabray?

— Não... – Quinn respondeu com os olhos cerrados. – Problema nenhum Lopez.

Em determinado momento, Santana se inclinou ao lado da loira de franja.

— E ai, tudo bem só Brittany?

— Tudo. – Ela sorriu. – E com você Santana?

— Eu estou ótima, mas tem uma coisa me incomodando... Vocês não vão abrir a boca de novo? Que passividade.

— Ah, é... É que eu não sei o que falar. – Brittany admitiu em sussurros.

— Ué, fala o que vier na sua cabeça. – A latina cruzou os braços e esperou que outra pessoa aparecesse frente a elas. – Olha só, vou te mostrar.

Rachel Berry foi a pessoa que surgiu, ela realmente estava disposta a tentar entrar nas Cheerios, e desta vez ela havia vestido o uniforme das animadoras, assim, passou a cantar em frente às quatro mulheres.

Santana abriu um sorriso diabólico, mal conhecia Berry, mas a garota estava frequentando a maior parte de suas aulas, já a considerava um pé no saco, ela tinha uma voz irritante e falava demais, parecia que fôlego era uma coisa que a baixinha tinha de sobra.

— Epa! – Santana pronunciou durante a cantoria e riu. – Acho que você está no lugar errado, minha querida.

— Como assim? Eu...

— Pode parando por ai, aqui não é o palco da Broadway. Não sei se notou...

— A Santana tem razão, narigudinha! – Concordou Roz com um sorriso gigantesco. – Próxima!

Rachel fuzilou Santana com os olhos.

— O que foi Berry? Não é porque somos parceiras de Química que vou falar bem de você fora da sala de aula, além disso, você é uma miniatura humana, só serviria para ser carregada. Mas, eu duvido que vão querer te colocar no topo... Bom, se você cala-se a boca de vez em quando talvez colocassem... – Ela inclinou o rosto para enxergar as três loiras. – O que vocês acham?

— Acho que você tem pontos de vistas interessantes, Lopez. – A treinadora disse.

Brittany riu do discurso de Santana, mas logo parou ao ver Rachel com a expressão um pouco triste.

— Não fica assim, Rachel. – A loira pediu.

— Eu acho que você foi muito grossa, Santana. – Quinn disse com firmeza entortando o nariz.

— Pelo menos você acha alguma coisa agora, né? – Santana piscou para ela e a loira bufou. – Mas, e sobre a Berry, o que tem a dizer?

— Eu acho que ela tem a voz legal. – Fabray admitiu dando de ombros. – Nada de mais.

— “Legal”? Minha voz não é “legal”. Nem “nada de mais”... – Explicou Rachel. – É arte!

— Mais ou menos. – Santana balançou a mão, e voltou a olhar para o lado. – E o que você acha Brittany?

— Eu gosto da voz da Rachel...

— Obrigada, Brittany. – A baixinha fez uma pequena reverência. – E então, eu passei?

— Você só cantou, não consigo ver utilidade nisso. – Roz confessou.

— Mas lideres de torcida cantam! – Ela se defendeu. – Eu posso compor outros gritos e...

— Só que precisamos de muito mais que isso. – Brittany falou, finalmente, o que pensava. – Se você puder mostrar outra coisa, seria muito bom.

— Ah, quer saber? Eu desisto, eu mereço mais que isso! – Rachel esperneou batendo os pés, dando as costas para as animadoras.

— Até amanhã Berry! – Santana despediu-se, lhe enviando um aceno provocativo. – Te adoro!

A garota não respondeu. Roz começou a rir, Quinn se enrijeceu e Brittany sentia-se melhor por ter expressado finalmente, alguma coisa, em relação a todos aqueles testes.

— Lopez, você não pode mais agir assim. – Quinn ordenou sem olhar para a outra. – Desse jeito, ninguém mais vai querer entrar no time. Sabia?

Os olhos verdes encontraram os castanhos, em chamas.

— Esse time precisa de pessoas atléticas, não de cantores, Fabray. Desculpa se eu feri os seus sentimentos falando da Berry.

— O que você falou?!

— Silêncio garotas! – Roz disse levantando de sua cadeira. – Estão dispensadas, acabaram os testes. Venham preparadas para o treino amanhã, fracotes!

As três líderes assentiram e a mulher saiu dali. Quinn levantou de sua cadeira, revirando os olhos.

— Vamos Britt?

— Sim. – Brittany acenou para Santana, se despedindo. – Tchau.

— Espera ai, eu quero falar com você. – A latina avisou a segurando pelo braço. – Ela já tá indo, Fabray. Dois minutos, ok?

— Ok, né. – A loira de olhos verdes saiu de lá desconfiada.

— Ah, não! Por que você fez isso?! – Indagou Brittany meio desesperada, se afastando da outra. – Agora a Quinn vai achar estranho!

— Era sobre isso mesmo que eu queria falar com você, miss sem sobrenome.

— O que? Sobre a Quinn?

— Sim! Você podia começar explicando por que mentiu pra sua amiga sobre nós. Eu não entendi...

— Porque... Porque... É complicado Santana, não vamos falar sobre isso, ok?

— É assim que me agradece por salvar a sua vida? – A Lopez brincou, mas a outra não parecia achar graça. – Às vezes eu acho que você não tem senso de humor...

— Me desculpa, mas, eu tenho que alcançar a Quinn agora, tá? – Brittany correu para longe dali.

A Pierce não queria ficar sozinha com Santana, de novo. As poucas vezes em que isso ocorreu, a loira sentiu-se uma completa tonta. Logo, as quatro mulheres foram embora do McKinley.

Uma semana depois...

A Lopez achava que ela e Brittany só tinham aula de educação física em comum, entretanto, ela estava muito enganada. As duas mal conversavam durante os treinos das Cheerios, parecia que a loira estava fugindo. E estava mesmo.

E então houve um dia, não muito distante, que Santana descobriu que Brittany estava deixando de ir às aulas de Espanhol, antes pensou que havia sido apenas uma piada que Rachel a contou, só que ai Brittany brotou na sala de aula e se encolheu no canto do local, parecia não querer ser vista por ninguém. Uma reação um tanto quanto estranha, não?

— Senhorita Pierce, vejo que resolveu comparecer as aulas. Já estava começando a achar que você era um fantasma! Seja bem-vinda.

Santana procurou a tal “Pierce” que o Will Schuester estava se referindo e então, subitamente, a sua ficha caiu. Claro! Era de Brittany que ele estava falando.

— Oi senhor Schuester. – Cumprimentou a menina, cabisbaixa.

Ah bom, então Pierce era o sobrenome da loira? Interessante. Agora tudo fazia sentido para a morena, aquele nome, a esquisitice de Brittany, é... Tudo se ligava de uma certa maneira. Aparentava até que, uma luz divina, havia passado a iluminar a mente da Lopez.

— Vamos começar, abram o livro na página...

(...)

Ao fim da aula, a loira praticamente voou para o corredor, Santana caminhou normalmente, até chegar perto da garota. Brittany deixou seu material dentro do armário, pausadamente, foi quando sentiu a presença de alguém atrás dela, seu corpo se endureceu.

— Quem vê, acha até que você tá fugindo de mim Brittany. – A morena riu de forma medonha, antes de continuar. – Não sei por que, eu não mordo...

— Claro que não Santana! Que besteira...

— Tá... Então, quer dizer que, o seu “tão misterioso sobrenome” é Pierce? – Ouviu Santana perguntar, agora do seu lado.

— Sim. – Brittany revelou, e suspirou. – É sim.

Santana alisou os próprios cabelos e seguidamente colocou as mãos no quadril, apenas observando o incômodo presente na outra garota.

— Sabe... Quando você se recusou a dizer ele pra mim, achei que fosse constrangedor... O que tem demais no “Pierce”? É algo obsceno em outra língua? – Santana indagou enquanto ria, fazendo-se de ingênua. – Porque eu tenho quase certeza que eu saberia!

Ela não sabe? Não, ela não sabe, ela não sabe!

Os olhos azuis de Brittany brilharam radiantes, ela fechou o armário rapidamente e encontrou os olhos curiosos de Santana.

— Você não sabe?

— Saber o que Brittany?

Que ela era rica, é claro.

— Nada, nada. – A loira disfarçou, ou melhor, tentou disfarçar. – E-Eu só... Só não queria dizer o meu nome inteiro pra uma desconhecida no penhasco.

— Sei...

Santana gargalhou debochadamente, fim de jogo. O que poucos sabiam sobre ela é que: A garota possuía um alter-ego chamada "Auntie Snixx", e quando este ser sobrenatural baixava no corpo de Santana, ela podia ser bem pior que o normal.

— O que tem de tão “interessante” assim nele mesmo, Brittany? No sobrenome... Ah, já sei! Por acaso, é porque você é burguesinha?

Que droga, Santana sabia sim, ela sabia, como não saber daquilo dentro daquele colégio? As paredes falavam por lá.

— Quem te disse isso?!

— Desde que eu cheguei comecei a ouvir pessoas comentando sobre uma riquinha Pierce pra todos os cantos, só não achei que fosse você Brittany. Mas, até que faz sentido! Não é mesmo? Me diz, é por isso que tá toda estranha assim?

A loira se incomodou com os comentários da latina, e franziu a testa, negando.

— Eu não tô estranha, Santana... – Ela desviou os olhos azuis por um segundo. – Engano seu.

— Aham, tá bom. Vejo você depois... – Santana enviou-lhe uma piscada e um sorriso malicioso. – Pierce.

Brittany sentiu um arrepio de irritação lhe subir a coluna. Ela queria pegar a outra pelo pescoço.

— Eu não gosto de ser chamada por Pierce, Santana.

— Ah, é esse o seu problema? Eu, realmente, não ligo. – Ela riu da loira e se afastou. – Até mais Piercezinha.

— O que? Mas... Santana! – A loira correu atrás da outra. – Você não pode me chamar assim! É sério!

— Na verdade, eu posso sim.

— Não, você não pode. – Ela continuou a segui-la. – Hey! Para de andar!

Santana revirou os olhos e parou.

— Que foi? Tenho que ir pra aula. Prometo que você nem vai ter tempo de sentir saudades, tá pertinho da última já. Ai a gente vai poder se ver o quanto você quiser! – Disse a morena, em tom sarcástico. – Fechado?

— Saudades? Que saudades Santana? Eu hein! Bem que a Quinn disse que você era doida...

— E você escuta absolutamente tudo o que a Barbie 1 diz, Barbie 2? Porque claramente ela é um caso que chamamos de: estressadinha, já você é riquinha mimada. Clichês da vida real... Dá sono!

— Que? Por que você tem essa mania horrível de arrumar apelido pra todo mundo?!

— Porque é mais fácil ligar os apelidos nos rostos, Brittany. Achei que fosse óbvio, mas, você é lerda.

— É melhor você parar, porque eu não tô gostando!

— Oh, "suprema Pierce" só vou te falar uma vez... Eu. Não. Vou. Parar. – Santana provocou e saiu andando, olhou para trás uma última vez, vitoriosa e sorriu. – Lide com isso!

Brittany quis explodir de tanta raiva, aquela mulher era abusada demais, agora ela entendia os chiliques que Quinn vinha dando nos últimos dias. Pobre Fabray.

Notas finais
Esse sim é um capítulo cheio de informação, e como sempre nesta minha vida miserável, eu joguei a fanfic para a zona das brigas, porque eu não resisto. Enfim, pra quem gosta de comédia: Procurem os videos de "crack" de glee do canal crack it up (youtube), melhor coisa da vida, sou viciada kkk Até mais ♥