Notas iniciais
Aqui está outro capitulo [{"( perfeito)"}]entre cochete chavez aspas e parenteses AHSUASHA' brink's fiz o melhor que pude espero que gostem, Primeiramente quero agradescer a minha beta Raquel ( quequel pro mais intimos) e também há um amigo que praticamente me obrigou a postar o meu primeiro capitulo !!! Júnior é vc rsrsr, vlw por me (obrigar a postar o meu primeiro capitulo obs: sem ser betado rsr')....... Aaaahhh ia esquecendo tbm Marcos obrigado por tirar algumas duvidas algumas? boas duvidas minhas rsrsr vlw amigo!! obrigado a todos...... PS: Capitulo foi reescrito tem algumas modificações, qualquer erro me falem que eu vou matar minha beta!!

[POV. Mary]

- Srtª Mary, o que houve no ônibus? Todos ficaram assustados com a sua atitude, você foi sempre tão quieta. — Professor Jack fala preocupado comigo, mesmo preocupada com tudo estava com uma impressão de que poderia estar errada sobre o acidente.

-Professor, o senhor precisa acreditar em mim e tirar todo mundo daquele ônibus, ainda há tempo. — Dizia eu aflita e com medo de que o pior pudesse acontecer.

-Calma Mary. Os meus pais já estão vindo nos buscar, fique tranquila, e se você quiser pode dormir alguns dias em casa, eu falo com os seus pais. — Pelo menos isso, tinha minha amiga Beck do meu lado, isso importava muito, uma pessoa estava do meu lado naquele momento difícil.

-Obrigada Beck, você esta sendo uma grande amiga.

-Que nada, aposto como você faria a mesma coisa por mim.

É, agora parece que eu estou mais calma, mas tudo aquilo que vi foi real? Bom, espero estar enganada, pois muita gente ainda ficou naquele ônibus, sinceramente eu não sei o que houve comigo naquele exato momento, isso nunca tinha acontecido antes. Até parece aqueles filmes de terror.

-Aaaahh... Éhh... Mary, certo? — Dizia uma pessoa que eu não esperava que falasse comigo nunca. Era Thomas, com aqueles olhos verdes, cabelo bem curto e com um corpo perfeito... Será possível? Estou apaixonada por uma pessoa que eu nunca falei, apenas em sonho.

-Sim. — Disse eu automaticamente.

-Você está mais calma agora? Parecia estar bem nervosa lá no ônibus.

-Sim, obrigada, eu sei que nunca tivemos intimidade nenhuma, mas posso te fazer uma pergunta?

-Lógico que sim. — Disse ele com entusiasmo e curiosidade.

-Por que você saiu do ônibus? E deixou sua namorada? Acreditou mesmo em mim? — Fui bem direta, afinal precisava saber a verdade, por que um garoto que nunca falou com você na sua vida acreditaria em você enquanto todo mundo não acreditava?

-Sim, eu acreditei em você, nunca se deve brincar com isso, e eu saí do ônibus porque essa viagem não ia ser nada legal. Eu deixei a Kelly no ônibus porque...

- Ah Thomas, você está aí. Não achou que eu ia sozinha naquela viagem? E você garota? Eu mal saio e você já dá em cima do meu namorado, garota espertinha você, hein? –

Novamente aquela voz irritante interrompia aquele momento, o que será que ele iria falar? Será que realmente estava apaixonado por mim? Ou eu estava viajando geral naquilo? Provavelmente era a segunda hipótese, é impossível um garoto perfeito se apaixonar por uma garota sem graça como eu.

- Escute aqui! Primeiro, eu não sou seu namorado, e sim ex-namorado. Segundo, eu não estou nem aí se você vai ou não viajar sozinha, e terceiro, não fale com a Mary assim, porque ela não é nenhuma das suas amiguinhas, não! – Uau! Quem diria, ele me protegendo, não tive reações naquele exato momento, só no que eu pensava era no grande fora que ela havia levado.

-Hã? Como? Como você ousa falar comigo assim?

-Desculpe, mas a boca é minha e eu falo do jeito que eu bem quero! Vem Mary, vamos voltar para dentro do restaurante, você ainda não comeu nada.

-Aaaahh... Mas se você pensa que isso vai ficar assim, mas não vai mesmo. Vem aqui sua vagabunda!

-Uhhh! Legal, briga! Jennifer venha ver! — Grita Carry em busca de sua amiga.

-Ei! Solte meu cabelo agora! Olha aqui, eu não sou de bater em ninguém, mas você bem que tá merecendo! Toma! — Pela primeira vez eu estava brigando. Eu odeio brigas, mas naquele momento aquela garota idiota estava merecendo.

- Hã?Como ousa tocar no meu lindo rostinho? Hein, sua safada!

- Parem já com isso senhoritas! Comportem-se! Ajude-me aqui, rapaz. — Dizia o professor Jack e ao mesmo tempo me tirando de cima de Kelly.

-Mary, você esta bem? — Disse Thomas com sua voz encantadora, o impressionante é que ele só se preocupou comigo, não quis nem saber de Kelly. Minhas esperanças aumentavam cada vez mais de um dia poder ficar ao lado dele.

- Sim, estou. Pode me soltar Thomas. — Logo falei entusiasmada para Thomas, mesmo com muita dor, pois estava com a metade dos meus cabelos na mão daquela cretina.

-Me solta professor! Deixe-me terminar de bater naquela garota.

- Papai! O que houve ali? Por que tanta fumaça? — Logo diz Jennifer com uma expressão que dizia “meu Deus! Será que é isso?”

- Oh meu Deus! Eu espero que não seja o que estou pensando. — Disse o professor com uma cara assustadíssima.

-Táxi! Vá para aquele lugar onde está aquela nuvem de fumaça, rápido.

-Espere! Nós queremos ir com vocês!

-Não, fiquem aí! Venha você Sr. Clarck! — Por mais que todos nós quiséssemos ir com ele, ele só chamou Thomas.

-Ok, professor. — Disse eu com uma cara meio desanimada e preocupada.

-Vamos motorista, rápido!

-O que será que houve, hein Mary? — Pergunta Beck a mim, como se eu tivesse obrigação de saber alguma coisa. Ela só pode estar pensando que sou algum tipo de bruxa que mexo com magia. Mesmo com esses pensamentos, me contive e disse:

-Não sei, mas espero que não seja o que estou pensando.

-Não se preocupe, deve ter acontecido algum incêndio ou coisa parecida, nada grave.

-Logo eles estarão voltando com ótimas notícias. Você vai ver.

-Carry vem cá, rápido! — Disse Jennifer puxando Carry para a o banheiro. O que elas conversavam não sei, mas tinha certeza que provavelmente era sobre mim.

-O que foi Jennifer? Por que estamos longe dos outros?

-Você acha que essa Mary é algum tipo de vidente ou coisa assim?

-Quê isso Jenny? Você tá é viajando geral. Ela só ficou nervosa com a viagem e teve aquele sonho, foi só isso.

-Espere um pouco, Carry.

-Ei! Você vai aonde Kelly?

-Não é da sua conta, ô garota enxerida.

-Mas meu pai falou que deveríamos ficar aqui.

-Ninguém pediu sua opinião, só vou me sentar em qualquer mesa dessa espelunca para comer alguma coisa, esse banheiro tá imundo! Deixe-me em paz.

-Nossa, que grossa.

-Jenny, ela tem razão pelo menos em uma coisa, esse banheiro tá imundo, vamos sair daqui?

Mesmo inquieta e preocupada com o pior, eu não consigo esquecer Thomas e no que ele poderia ter falado se nós não fôssemos interrompidos. Parece que o momento de saber o que realmente houve chegou, já dava para vê o professor Jack e Thomas descendo do táxi, ao mesmo tempo em que Jennifer e sua amiga saíam do banheiro.

-Oh graças, eles chegaram. — Dizia eu esperando uma noticia ótima. Logo Jennifer e Carry passam correndo pela mesa onde Kelly estava, e se reunindo onde eu, Beck, professor Jack e Thomas estavam, e logo pergunta antes de mim:

-Papai, o que era aquilo? Não era nada sério, não é verdade?

-Por que vocês estão com essas caras? — Logo eu falo tendo uma grande certeza de que o pior tinha acontecido.

-Mary tinha razão, o ônibus em que todos estavam se chocou com outro veículo e ficou pendurado entre um penhasco. E logo outro carro que vinha em alta velocidade bateu no ônibus que caiu penhasco abaixo. Nós chegamos ao exato momento em que o carro colidia com o nosso ônibus, nós não pudemos fazer nada.

-Oh meu deus! O que eu sou? Como isso pode estar acontecendo comigo? Por que comigo? — Logo dizia eu com uma voz desesperada, não tinha a mínima idéia do por que aquilo ter acontecido comigo, todos me olharam com uma cara de como se eu tivesse culpa do que tinha acontecido, até mesmo Beck me olhou com uma cara estranha. Todos se afastaram de mim, exceto Beck que estava ao meu lado me abraçando.

-Calma Mary, eu estou aqui com você! — Disse ela tentando me consolar, essas foram as últimas palavras que eu ouvi, pois minha visão estava meio embaçada e aos poucos foi escurecendo. Logo desmaiei.

[POV. Autor]

-Mary? Acorde! Oh meu Deus, gente ela desmaiou! Thomas me ajude aqui com ela, por favor. — Disse Beck com um tom de preocupação.

-Droga. Vamos levá-la para o hospital, Thomas carregue-a enquanto eu chamo um táxi. Você vai comigo, Beck cuide de Jennifer e Carry, por favor. — Disse Professor Jack já entrando no táxi.

-O que significa isso? Por que essa vadiazinha está nos braços do meu namorado? — Gritou Kelly, se levantando de sua mesa e correndo para onde todos estavam.

-Ô garota, agora não é hora não, tá? Dê graças a Deus a essa “vadiazinha”, porque foi ela quem salvou sua vida, se você não tivesse saído do ônibus estaria morta como todos agora. — Disse Jennifer em um tom zangado com Kelly.

-O quê? Beck, o que essa garota está dizendo? – Indagou Kelly a Beck.

-É isso mesmo que você ouviu. Depois que você saiu, o ônibus se chocou com o outro veículo ficando assim na beira de um precipício, alguns minutos depois um carro em alta velocidade bateu no nosso ônibus, e foi então que ele o derrubou do penhasco matando todos que estavam lá. Ao ouvir isso, a Mary desmaiou, e foi levada pelo professor Jack e o Thomas ao hospital e nós vamos aguardá-los com notícias da Mary. Agora senta aí e cala essa sua boca!

-Essa garota me deu medo, Carry. — Disse Jennifer em um tom meio brincalhão.

-Ela só estava protegendo sua amiga, ela não vai nos tratar assim, pelo menos eu acho.

-Vocês estão precisando de alguma coisa? Ééh... Jennifer e Carry, não é?

-É, mas nós estamos bem, obrigada.

-Estou ficando preocupada com Mary, será que ela está bem? Vou ligar pro Thomas para saber como Mary está. Nossa, não tenho o número de Thomas, terei que pedir para Kelly Aff! Kelly!Por acaso você tem o número do Thomas, para eu poder ligar para ele, pra saber como estão as coisas?

-Lógico que eu tenho! Você é tão idiota, eu sou namorada dele, dãã. Toma, liga do meu celular.

-Quer dizer ex-namorada, haha! — Disse Beck um pouco baixo para que Kelly não há escute.

- O que você disse? — Disse Kelly com uma cara de desconfiada, prestes a não emprestar seu celular para Beck.

-Éeeh... Nada não. – Diz Beck com um tom irônico.

-Toma logo! Liga para ele antes que eu me arrependa.

-Obrigada, não vou demorar.

-Alô? Thomas? Oi, sou eu Beck, estou ligando para saber como Mary está?

-Até agora ela não acordou, e nós não chegamos ao hospital, estamos a caminho ainda, mas não se preocupe, cuidarei dela.

-Ok, depois eu ligo novamente para saber mais.

-Ah, o professor quer falar com a filha dele um momento.

-Sim, vou passar para ela.

-Jennifer, o seu pai quer falar com você.

-Oh, sim. Alô, pai?

-Olá querida, estamos a caminho do hospital. Logo voltaremos. Cuidado aí, não se afaste de Beck. Beijos, tchau!

-Certo, beijos, tchau.

-Tá bom, né? Meu celular não é orelhão não, me dá esse telefone aqui que eu quero falar com Thomas.

-Alô, amor?

-Pronto, tome rapaz, o seu celular, parece que sua garota quer falar com você.

-Opa, desliguei sem querer! Haha... -Diz Thomas com uma risada irônica.

-Ah, uma pergunta, como você aguenta a senhorita Kelly? – Diz o professor com uma expressão confusa no rosto.

-Nem eu sei responder, só sei que estou agora de olho em outra pessoa. – Diz Thomas olhando para Mary.

-E por acaso essa pessoa seria a senhorita Mary?

-Oh... Err... Não, o senhor está enganado. – Diz o garoto tentando disfarçar sua expressão preocupada.

- Oh meu jovem, eu nunca me engano, por que você acha que saí do ônibus? Porque acreditei nessa menina, ela parecia estar tão desesperada, e, além disso, ela é minha aluna preferida, sempre foi exemplar e me respeita muito.

-É, eu também acreditei.

-Pronto senhores, chegamos ao hospital. – Diz o taxista.

-Tome aqui o seu dinheiro, e muito obrigado! – Diz o professor Jack, agradecendo ao taxista com um aperto de mão.

-Vamos Thomas, Mary ainda está desacordada, estou ficando preocupado, ela está assim há muito tempo. Suba devagar e cuidado com a escada.

-Err... Boa tarde enfermeira, é que essa mocinha desmaiou há algum tempo, e até agora não acordou. – Diz Jack a enfermeira que estava ao lado de uma senhora.

-Só um momento. Vou reservar um quarto para que ela fique em observação.

-Estou ficando muito preocupado com Mary. — Diz Thomas ao professor.

-Calma meu jovem, ela ficará bem. — Responde o professor.

-Pronto, tragam-na para cá, ela ficará sob observação, agora será preciso que vocês saiam para que o doutor possa examiná-la. Sentem-se e não se preocupem, pois o doutor cuidará dela.

-Aqui Thomas. – Diz o professor Jack, apontando para uma cadeira.

-Sim.

-Você quer alguma coisa? Vou à uma lanchonete que vi aqui em frente.

-Não obrigado, pode ir, eu fico aguardando notícias de Mary, não estou com cabeça para comer agora.

- Tudo bem então, já volto. – Diz o professor, descendo as escadas à caminho da lanchonete.

-Ei rapaz, você é um dos caras que trouxe aquela garota?

-Sim, sou eu sim, o meu professor foi comer algo agora a pouco, mas pode falar comigo.

-Olhe, a sua namorada, ela ainda está desacordada, mas o médico já a medicou. Ela já está no quarto número 42, é só você subir as escadas e dobrar a direita.

-Muito obrigado enfermeira, já estou subindo. Só uma coisa, se você vir o meu professor aqui, fale que já estou no quarto com ela, ok?

-Sim, pode deixar.

* TOC – TOC *

-Você pode entrar meu jovem, só estou dando uma checada para ver se está tudo regulado aqui com ela. Mas já vou sair, e irei deixar vocês a sós.

-Ok, vou me sentar aqui e esperar ela acordar.

-Pronto, acabei. Agora estou indo, tenho que dar uma olhadinha no paciente do quarto 52, tchau.

-Tchau.

-Oh Mary, como queria que você acordasse, para dizer tudo o que estou sentindo, nunca me senti assim.

-Onde estou? O que houve? Onde está Beck e os outros? – Falei com muita dor de cabeça, e curiosa para saber o que Thomas falava enquanto eu dormia.

-Nossa, palavras têm poder! – Diz o jovem brincando.

-Não achei graça! – Disse a garota com a cara fechada.

-Você é sempre tão mal-humorada quando acorda?

- Não, desculpe-me.

-Mary, que bom que você acordou, estava preocupado. Já estava desacordada há muito tempo.

-Tudo o que aconteceu foi real?

-Sim, felizmente acreditamos em você e saímos do ônibus, obrigado por salvar minha vida.

-DOUTORA MADYSSON! VENHA AQUI RÁPIDO, NO QUARTO 79, ESTE PACIENTE PRECISA IR PARA SALA DE CIRURGIA IMEDIATAMENTE.

-Nossa, não precisa ela gritar tanto assim, tem outros pacientes no hospital tentando descansar. – Fala o jovem irritado.

-Espere um momento, meu celular está tocando. Alô, oi Beck, sim a Mary acordou ainda pouco, sim ela está bem, sim, só um pouco cansada, pois fazia algum tempo que ela não comia nada, sim pode deixar que eu falo... Tá bom beijos, tchau.

-Beck, mandou um beijo pra você, ela estava muito preocupada.

-Concerteza, ela deve mesmo.

-Meninas, eles chegaram ao hospital e a Mary já está acordada. — Diz Beck aliviada.

-Sério? Que bom, não é Jenny? – Diz Carry a Jenny.

-Sim, esta é uma ótima notícia... Gente, espera aí, cadê a Kelly? Ela estava aqui ao meu lado agora a pouco.

-Era só o que faltava mesmo, olha lá! Ela está subindo naquele táxi. Droga!

HÁHÁ! Tive que sair dali, não aguentava mais nenhum minuto ao lado daquelas garotas idiotas. Vou para casa.

-Taxista, leve-me ao aeroporto mais próximo. Vou comprar uma passagem e irei o mais rápido possível para minha casa, não vejo a hora de tirar essas roupas e ficar a noite toda na minha banheira. Humm... Não vejo a hora de chegar logo. E, além disso, tenho que recuperar meu namorado, aquela desgraçada não vai se dar bem nessa, ah, mas não vai mesmo!

-Senhorita, chegamos ao aeroporto.

-Tome aqui o seu dinheiro, ah, pode ficar com o troco, está precisando.

-Obrigado. E boa viagem.

-Ta, ta, tchau!

-Droga! Não tenho dinheiro suficiente para pagar um voo de primeira classe, terei que ir com aquele povinho pobre.

-O que deseja senhorita? – Diz a atendente do aeroporto.

-Isso aqui é um aeroporto, não é?

-Sim.

-Então, é lógico que eu quero uma passagem! Dãã!

-Você vai viajar sozinha?

-Está vendo alguém mais aqui comigo? E, além disso, eu pedi só uma passagem, e não duas passagens. Nossa, como você é burra!

-Desculpe-me. Seu voo já está saindo, tenha uma boa viagem.

-Tá, tchau! – Disse a garota com desprezo e seguindo para o avião.

-Passageiros, por favor. Todos coloquem o sinto de segurança, pois o avião vai já decolar.

Já era tempo, não aguento ficar mais um minuto aqui. Espero que essa viagem seja rápida.

-Espere... Por que está tendo tanta turbulência assim?

-Calma senhorita, isso sempre acontece. – Fala um senhor, ao lado de Kelly.

-As malas sempre caem assim também? — Diz a jovem em desespero.

-PASSAGEIROS, SEGUREM-SE! ESTAMOS PASSANDO POR UMA FORTE TURBULÊNCIA! LOGO TUDO VOLTARÁ AO NORMAL! -

-Eu acabo de escapar de um acidente para acontecer outro. Sinceramente, hoje não é meu dia de sorte! – Diz a garota desesperada, que logo após, é atingida na cabeça por uma pancada bem forte, vindo de uma mala, e em seguida, desmaia.

O auge do desespero dos passageiros foi maior, quando se ouve gritos dizendo:

-AAAAAAAAAAAAAAAHH! O AVIÃO TÁ PEGANDO FOGO...!

Notas finais
Nota da beta: Betando pelo celular meu pai do céu. Adorei o capitulo deixem bastante comentários por que ele merece.by: raquel lopes.
Verdade ia me esquecendo essa história foi betada pelo celular maior trabalho isso deu viu gente tenham dó de mim na hora dos reviews!! rsrs brink's quero opiniões sinceras !!! continuem lendo e verão se a patrcinha da kely morrerá mesmo.