Destino Mortal

3 Enganando a morte?


Notas iniciais
Gente aqui tá outro capitulo fresquinho rsr, desculpem a demora é que eu estave empolgado fazendo outras fics e outras coisas, espero que gostem boa leitura!!! capitulo tbm reescrito com pequenas modificações !!!

[POV. Mary]

-Mary, que bom que você acordou, estava preocupado. Já estava desacordada há muito tempo.

-OH MEU DEUS, NÃO! DE NOVO NÃO! — Isso não podia estar acontecendo de novo, que tipo de aberração eu sou? Desde quando tenho poder de prever a morte dos meus amigos? E o que faço nesse quarto?... AFF! Provavelmente já dei um dos meus chilicks, mas pelo menos estou olhando para uma das coisas mais lindas que já vi em minha vida. Thomas Clarck, um garoto que jamais falou uma palavra comigo, acreditou em mim e, além disso, está no quarto de um hospital esperando que eu acordasse.

-O que foi? Por que você está com essa cara? — Disse ele olhando para mim em um tom de voz preocupado.

-Eu tive outra visão! – Falei a ele com uma voz desesperada.

-O quê? Oh droga, o que vai acontecer dessa vez? – Perguntou ele a mim com uma expressão preocupada em seu rosto.

-Aah... Kelly vai sofrer um acidente de avião. – Por mais que eu a odiasse e depois do que aconteceu, mesmo assim eu não iria deixar ela morrer, se bem que eu queria... Háhá...

-Mas como? Ela está no restaurante onde a deixamos. – Disse ele me contrariando.

-DOUTORA MADYSSON! VENHA AQUI RÁPIDO, NO QUARTO 79, ESTE PACIENTE PRECISA IR PARA SALA DE CIRURGIA IMEDIATAMENTE.

Novamente eu escuto aquela voz. Não poderia estar errada, tenho certeza de que o que vi foi real, assim como minha primeira visão, só que dessa vez, será mais fácil acreditar em mim, se eles viram que eu estava certa na primeira vez, provavelmente não vão me contrariar.

-Nossa, não precisa ela gritar tanto assim, têm outros pacientes no hospital tentando descansar. – Disse ele irritado.

-O seu celular... Ele vai tocar agora, e é Beck para perguntar se estou bem. – Falei a ele gaguejando.

-Oh meu deus! Você tem razão, meu celular está tocando!

-Oi, alô, é você Beck?

-Oi, é... Como você sabia que era eu, se você não tem o número do meu celular? – Falou Beck meio confusa.

-Escute, por favor, não me interrompa, apenas me escute, onde está Kelly?

-Ah, ela esta aqui, quer dizer ela estava aqui... Gente, alguém viu a Kelly? Ela não estava atrás de você Jenny? – Indagou Beck a garota.

-Sim, mas ela sumiu.

-A Mary teve outra visão e a Kelly vai morrer em um acidente de avião, você precisa impedi-la. – Diz ele em um tom preocupado.

-Droga! Tarde demais, ela acabou de entrar no táxi. Olha lá gente, o que eu faço?

-Não sei, mas precisa fazer alguma coisa. – Disse Thomas.

-Mas e as meninas? Vou deixá-las sozinhas?

-Sim, eu digo para o professor ir em seguida a encontro delas. Agora vá rápido, antes que seja tarde demais.

-Ok, tchau!

-ESPERE KELLY!!! Droga, eu vou tentar salvar a vida dela e ela me faz comer poeira.

-HÁHÁHÁ! Comeu poeira! – Disse Kelly rindo da cara de Beck.

-Para onde senhorita? – Perguntou o taxista.

-Para o aeroporto mais próximo. Aaaahh, era só o que me faltava, a imbecil da Beck está me ligando, não vou atender!

-Droga, ela não atende! Táxi, por favor, siga aquele outro táxi. Meninas, fiquem aqui, o professor já está vindo buscar vocês. – Falou ela de dentro do táxi.

-Vamos meu senhor, rápido, por favor!

-Senhorita, estou indo o mais rápido que posso, se quiser ir mais rápido, pegue outro táxi! – disse o taxista meio irritado.

-Desculpe senhor. – Falou a jovem, sem graça.

-Aquela garota vai me pagar assim que eu pegá-la. Levei uma dessa na cara para tentar salvar uma pessoa que me odeia. Nossa, que legal! – Sussurrou Beck enquanto encostava sua cabeça no vidro do carro.

-Eles pararam na frente do aeroporto, você vai descer aqui?

-Sim, obrigada e tome seu dinheiro.

-Droga, aquela patricinha já comprou as passagens, não vou conseguir chegar a tempo.

-O que deseja senhorita? – Diz a atendente do aeroporto.

-Isso aqui é um aeroporto não é? – Indagou Kelly.

-Sim.

-Então, é lógico que eu quero uma passagem! Dãã! – Falou a jovem irritada.

-Você vai viajar sozinha? – Perguntou a moça.

-Está vendo alguém mais aqui comigo? E, além disso, eu pedi só “uma passagem”, e não “duas passagens”. Nossa, como você é burra!

-Desculpe-me. Seu voo já está saindo, tenha uma boa viagem.

-Tá, tchau! – Disse a garota com desprezo e seguindo para o avião

-Eeeeeeii!... Espere Kelly! – Gritou Beck.

-Aaaahh não, aqui não. Segurança, não deixe essa garota passar, ela é louca. Aaaaii solte meu cabelo!

-Isso foi pela Mary! Você não pode ir nesse avião, de acordo com a Mary você vai morrer nesse avião.

-Que morrer nada, eu não vou morrer tão cedo, tá? Agora me deixa!

-Então, como você explica o que houve lá no ônibus?

-Aaaaaah, aquilo foi pura sorte, qualquer um poderia ter feito isso.

- E por que você não fez nada, então? Se não fosse por ela você não estaria aqui nesse exato momento, estaria morta como todos lá do ônibus.

-Olha o que você fez agora! Tem uma multidão olhando nossa discussão.

- O VOO 91 ESTÁ SAINDO AGORA, POR FAVOR, PASSAGEIROS ENTREM NO AVIÃO.

-Ah, mas você não vai mesmo nesse avião!

-Ei! Cuidado para não pisar no meu sapato, isso foi caro tá.

-Kelly, o Thomas está no telefone, acho que ele quer voltar com você, parece estar muito preocupado.

-Aaaaaah, o quê? Me dá esse celular aqui! Oi amor...

-Háháháhá! Te enganei idiota!

-Aaaaiiii, não empurra. – Falou Beck enquanto caia dentro do avião.

-Bem feito, caiu agora fica no chão que é o seu lugar. – Disse a garota quando a porta se fechou.

-NÃÃÃÃO! Abram a porta desse avião! Aquela maluca ficou dentro dele com as minhas passagens! Era esse o planinho dela, vim com aquela história de outra visão. Droga! Agora tenho que voltar para aquele maldito restaurante, só tenho dinheiro suficiente para o táxi.

-Suas passagens, por favor, senhorita.

-Não, vocês precisam abrir esse avião, eu não sou daqui, eu entrei aqui sem querer.

-E essas passagens em sua mão? Me dê elas aqui e sente-se.

-NÃO!

-Sente-se, ou terei que tomar medidas drásticas.

-Eu preciso voltar, gente esse avião vai cair!

-Por favor, chamem um dos nossos funcionários. Essa senhorita precisa de um calmante, não se preocupe senhorita, muita gente tem esse seu problema, é só uma picadinha.

-Aplique nela, por favor.

-Não! – Gritou a jovem.

-Agora a senhorita vai descansar, pois ficará um pouco tonta. Sente-se aqui nesse acento. — Diz o paramédico.

-Oh droga, se a Mary tiver razão, eu vou morrer aqui ao invés de Kelly. – Fala a jovem meio tonta, e aos poucos cai na inconsciência.

Notas finais
E ai mereço reviews??? rsrs
agradeço a leitura ahh o capitulo 4 vai demorar um pouquinho pra sair férias acabando e tenhu uma prova de biologia de dar medo naum sei quando rsr!!! agradeço a leitura abraços!!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.