Destino Das Fadas

46 Capitulo 44 — Troca de olhares


Notas iniciais
Oi amores, como estão? *000*
Bom, antes de mais nada tenho que explicar minha situação. Resumidamente: Comecei a trabalhar. Ou seja, ainda menos tempo. Estou tendo que escrever no horário de almoço, no tempo que volto para casa para tomar banho e ir para a aula, e depois que volto da aula. O que quero dizer é, não irei parar de postar, mas espero que entendam que não poderei postar com tanta frequencia. Pretendo usar os fins de semana e feriados para isso. E tentarei postar pelo menos um capitulo por semana ou até dois quando possível. Mas nada garantido ok? :/
Estamos na reta final, então vamos conseguir certo? *000*
Entããããaao... voltando para a parte alegre e feliz. Obrigada meus anjos por comentarem ♥
Agradeço também com todo coração e lágrimas nos olhos, as recomendações da Ge, minha linda ♥ E da minha nova leitora NaLuCupcake ♥ Obrigada meninas! Fiquei muuuito feliz!
Sabe o que me faz ficar ainda mais incentiva a continuar a fic a todo custo? Esse carinho de vocês comigo! ♥ Sério. Essa amizade e esse laço meio invisivel mas tão bem cuidado que temos. Obrigada ♥
Ficou um pouco curto, mas no fim de semana tento postar outro mais cumprido tá bom?
Boa leitura ♥

Capitulo 44 — Troca de olhares

A sexta-feira estava nublada, as nuvens se espalhavam por todo o céu impedindo que os raios de sol iluminassem o dia das pessoas em Magnólia. Odeio dias nublados, eles parecem pegar meu bom humor e jogar diretamente em uma lata de lixo. Esses dias escuros parecem não passar, você olha para o céu e ele parece continuar igual desde a hora que você acorda até a hora de dormir. Mas hoje em especial, o céu não era o que me desanimava.

Fechei a última mala com uma angústia sem fim. Isso estava mesmo acontecendo? Estou mesmo aqui arrumando minhas malas para ir à um pousada esperar “alegremente” para que os dias passem e... ver Natsu se casar? Por mais estranho e surreal que seja eu estava me conformando. Não era uma conformidade que me faça ser feliz, mas era uma conformidade que me fazia refletir como a vida era passageira. E tudo passa. Essa dor também vai passar.

Há um dia, quando Natsu quase me beijou, foi a última vez que me senti tão viva. Depois disso, meus dias foram morrendo aos poucos. Conversei com vários advogados, a maioria recusou ir compra a empresa de meu pai. Meu desespero foi se tornando tão palpável que fui capaz de me humilhar perante o meu pai mais uma vez.

Flashback on

O que estou fazendo aqui mesmo? Questionava-me enquanto olhava aquele grandioso prédio mais uma vez. Não imaginaria ter que aparecer aqui novamente, não com as motivações que me moveram até aqui. Respirei fundo e entrei. Alguns sócios ali presentes e todos os outros pararam de falar exatamente na hora em que passei pelas portas de vidro. Adoro ser observada. Esperava até que me vaiassem, mas não foi o que aconteceu.

— Senhorita Heartfilia, que prazer revê-la — o senhor Morita – um dos sócios – veio me cumprimentar com um sorriso formal.

Logo atrás dele alguns outros sócios apareceram, e eu fiquei totalmente boquiaberta e sem reação. Todos me perguntando como eu estava me sentindo, dizendo estar preocupados. Pude ouvir até um “Você faz falta nessa empresa” e “Sinto falta de seu sorriso radiante por aqui”. Minha alegria foi extrema. Aqueles empresários reconhecidos e importantes que eu apenas tratava de negócios sentiam minha falta? Surpresa maior não poderia haver.

Cumprimentei a todos com um sorriso de lado a lado do meu rosto. Perguntei de suas famílias e como estavam os negócios. Recebi vários sorrisos em troca e agradecimentos pelo tempo de serviço conjunto. Passei por eles e encontrei a pessoa que mais me fazia falta.

— LUCY! — Biska gritou sem se conter. Saiu de trás do balcão e veio em minha direção com os braços abertos — Que saudade de você querida, está se sentindo melhor?

Eu a adoro. Sua simpatia era uma das coisas que me segurava aqui. De secretária ela passou a ser minha amiga. Ela me ligou alguns dias atrás perguntando sobre o desmaio e saber o que ocorreu. Ocultei a parte de estar grávida. Eu gosto muito dela e realmente queria contar, mas caso meu pai fique sabendo sem querer seria um tanto problemático

— Oi Biska. Estou bem e você? — respondi após ser esmagada por seus braços.

— Também estou bem. Por favor, me diga que veio aqui porque vai voltar a trabalhar conosco — disse com seus olhos brilhantes em expectativas.

Eu realmente queria que isso fosse verdade também.

— Hoje não Biska — falei com um sorriso sem demonstrar minha frustração — Meu pai está?

— Está sim, em seu escritório como sempre — especulou. Mas não demonstrava nenhuma ironia ou qualquer sinal que fosse uma ofensa.

— Irei encontrá-lo, tudo bem? Avise que estou subindo, por favor — pedi e ela assentiu com gosto.

Biska disse mais algumas vezes que estava com saudades e que devíamos combinar de sair. Após algum tempo de conversa ela voltou para o balcão e eu fui para o elevador. Meu coração voltou a saltar. Agora que as coisas ficariam feias. Lembre-se Lucy. Auto controle, sem brigas, apenas conversar. Sem gritar, você está aqui para conseguir o que quer.

A porta se abriu e meu coração acelerou desesperadamente. Isso não faz bem, estou ansiosa demais. A última vez que encontrei meu pai foi quando o expulsei de casa. Não é uma boa memória para quem quer pedir favores. Enxerguei sua sala e andei até ela. Fiquei na frente da porta, hesitante. Eu consigo. Eu consigo. Repeti a mim mesma.

— Vai ficar aí quanto tempo? — Ouvi sua voz grossa de dentro da sala.

Respirei fundo e abri a porta. Lá estava ele, do mesmo jeito. Nada mudara, nem a posição em que ficava na cadeira quando as pessoas entravam em seu escritório. Então porque ele mudaria de opinião quanto ao processo? Milagre? Piedade da filha que odeia? Acho que não. Mas agora não tenho para onde fugir.

— Boa tarde Jude — falei com a voz firme, apesar de minhas mãos estarem trêmulas. Dei mais alguns passos até ficar uns três metros de sua mesa.

— O que a traz aqui? — disse ríspido. Sem prestar atenção em mim como sempre e mexendo em alguns contratos.

Não sei. Na verdade acho que estou bêbada ou drogada. E uma enorme onda de aflição começa a tomar posse de meu corpo. Engoli a seco pelo nervosismo. Por causa de meu silêncio sem motivo, ele desviou o olhar para mim. Então comecei a falar antes que me faltassem forças e eu desmaiasse novamente.

— Sei que não estou na posição de te pedir favores — comecei.

— Não mesmo — me cortou logo de cara.

Isso com certeza me fez ficar quieta e repensar em como falar. Se devo falar. Já era difícil criar coragem, mas ser observada com um olhar rígido e ser cortada com uma voz grave tornavam as coisas um pouco piores. Respirei fundo mais uma vez.

— Bom... serei direta, aposto que o senhor não está com muito tempo.

— Fico feliz que saiba — cortou-me novamente.

O que diabos tem de errado com esse cara? Eu já queria gritar e escandalizar como ele era um homem ridículo e um péssimo pai, mas então me lembrei. Auto controle. Inspira, expira, inspira, expira. Comecei a pensar em tudo que me fez ir até ali. Fiquei mais calma e com a cabeça baixa comecei a dizer:

— Natsu irá se casar daqui a alguns dias — falei com uma pausa apenas para respirar e pensar no que dizer — Por causa do processo, ele vai se casar. Eu demorei para admitir isso para mim mesma, mas eu realmente, de todo meu coração... — expressei-me com uma voz firme, porém triste — ...não quero que ele se case.

Meu pai se virou para mim, como se prestasse mais atenção e estava prestes a fazer algum comentário que sem sombras de dúvida me colocaria no chão, mas então eu prossegui sem lhe deixar essa brecha.

— Eu sei que você no fundo me entende — olhei para ele e minha vontade de chorar era grande — Por mais que tenhamos nossas diferenças, e que você não tenha tido conhecimento para cuidar de mim, nunca duvidei do que você sentia pela mamãe. Você sorria sempre que a via, e eu conseguia ver a felicidade expressa em seus olhos só por tê-la ao seu lado — continuei falando. Ele parou de falar e me olhava de maneira diferente — Não é diferente para mim pai. Somos diferentes, temos idades diferentes, vivemos situações diferentes, mas... o amor não muda sua forma. E eu amo o Natsu... — uma lágrima escorreu pelo meu rosto. Confessar isso após tanto tempo, doía — Eu... o amo...

Repeti como se fosse para mim mesma.

— Então... se algum dia tudo o que você viveu com a mamãe e se todo o amor que você aparentava sentir era verdadeiro, por favor, me deixa viver isso também. Eu quero ter ele ao meu lado. Você entende... como é ficar sem a pessoa que amamos, não entende? Quando a mamãe se foi, você se transformou para esse alguém que é hoje, apenas dinheiro e trabalho. Mesmo assim você soube como é viver o amor. E eu quero saber também. Quero ter minhas experiências. Não quero conhecer o pior de mim. E você é a prova viva que só despertamos o nosso melhor quando estamos com quem amamos.

As lágrimas caiam desesperadamente e sem controle. Só dessa vez eu não ligava de chorar na frente dele. Porque eu tirei um peso que estava a muito tempo me impedindo de lutar e seguir em frente.

— Pai, eu imploro, se...

— Chega — disse com sua voz pesada. Seu olhar carregava dor e por um momento tive medo — Vá embora.

— Pai, eu estou implorando — falei com a voz chorosa — Por favor, me deixa...

— Não vou retirar o processo. SAIA! — gritou alterado.

Flashback off

Depois disso, minhas chances acabaram. Natsu já aceitou esse casamento, apenas posso aceitar também e desejar que ele seja feliz. E talvez daqui a alguns anos possamos nos encontrar e ver como tudo mudou. E todo esse sofrimento de agora vai ser apenas... motivos de risadas. Vamos nos olhar e dizer “Como éramos idiotas”, “Foi apenas um amor de crianças”. Olhei para a aliança entre meus dedos. E talvez um dia eu mostre isso para nosso filho e digo que foi apenas uma lembrança...

— Está pronta? — Ouvi os passos de Sting se aproximando de meu quarto. Acordei de meus pensamentos, joguei a aliança no bolso da minha jaqueta e limpei o rosto para não demonstrar o choro.

— Estou — gritei de volta.

Ele apareceu na porta do meu quarto e ficou ali apenas me olhando com um sorriso, mas assim que me viu o desmanchou.

— Você estava chorando — afirmou.

Nunca consigo enganá-lo. Apenas desviei o olhar para pegar minhas malas. Logo senti seus braços em volta de mim e seus lábios em meu cabelo.

— Se for para você se sentir melhor, não vamos.

— Eu sou a madrinha, não posso dar pra trás agora — respondi ao seu sussurro. Peguei as malas e me virei mais determinada — Além disso, devo isso ao Natsu e à Yukino.

Sting arqueou as sobrancelhas sem tirar seus braços de mim.

— Deve isso a eles? — perguntou sarcasticamente — Você não deve nada a ninguém, só está sofrendo com isso.

— Você não entenderia Sting. Obrigada por se preocupar, mas vamos — sorri e ele relaxou os ombros se dando por vencido.

Sting pegou minhas malas e começou a levar até o carro onde Taurus nos aguardava. Por sorte ele continuou trabalhando para mim apesar de tudo. Coloquei ração para o Plue, dei um abraço em Virgo e sai. Ao passar pelo quintal olhei para casa ao lado. Lembrei de Natsu brincando com as crianças e me pego pensando nele novamente. Nós dois... nós três.

Entrei no carro e partimos. Eu ia de metrô como muito de nossos amigos, mas achei melhor não. Taurus se prontificou a me levar e eu aceitei. Também levaria Gajeel e Levy. Grávida ajudando grávida. A única diferença é que o pai do filho dela está com ela. E isso é muito bom. Não tem como não ficar feliz por ela. Ela merece isso e muito mais por tudo que já fez por mim.

— Oi Lu-chan, como está? — Levy disse ao chegarmos na frente da Fairy Hills.

— Oi Levy-chan, quer mesmo uma resposta?

Ela entendeu. Digamos que perguntar “como está?” para uma pessoa que está indo em direção ao casamento de quem acreditava ser o amor de sua vida, chega a ser contraditório. Mas eu não diria isso em voz alta. Mesmo assim Levy entendeu. Sempre entendia. Esse é o papel das melhores amigas, te entender. E quando elas não entendem, entendem mesmo assim.

—♥—

Após algumas horas de viagem com conversas, silêncio, e conversas desconfortáveis — como o casamento —, chegamos a um porto de barcos, que nos levariam até a ilha. Para que um casamento tão complicado? Pegamos nossas malas e começamos a levar para um dos barcos. Assim que descarregamos tudo, falei para Taurus voltar dali a cindo dias.

Olhei ao redor. Praia, mar, sol, vento, montanhas, árvores, pessoas sorridentes. Ao longe uma ilha, a ilha dos meus pesadelos. Olhando mais um pouco vejo estacionado não muito longe, o carro de Natsu. Sabia que era dele. Pela placa, pela cor e pelo chaveiro de dragão pendurado no retrovisor dianteiro. Podia até mesmo sentir seu cheiro vindo de lá.

Isso quer dizer que ele já está lá na ilha. Curtindo com a noiva dele.

Sting pegou em minha mão e fomos para o barco. O caminho não seria longo. Fiquei na beirada do barco olhando o mar rebelde espirrando gotas em mim. Adoro o cheiro salgado e natural do mar, também adoro a brisa que se origina dele. A tranqüilidade, paz e calmaria que eu preciso. Mas que logo irá por água abaixo.

Levy veio ao meu lado e ficou dizendo as mesmas coisas de sempre como “Você deveria contar”, “Se você não fosse melhor amiga e eu não te amasse tanto, teria te dedurado faz tempo”, “Você é boba Lucy, ele adoraria ser pai, ainda mais de uma filho seu”, “Você vai mesmo deixar ele casar?”, “Será que vou ter que entrar no fale agora ou cale-se para sempre no seu lugar?”... Brigou, insistiu e reclamou até chegarmos num pequeno e velho porto da ilha. Descemos nossas malas e começamos a caminhar em direção a pousada.

O lugar era mesmo incrível. Além da praia, do céu que de noite deve ser ainda mais perfeito, a calma e tudo o que uma ilha no meio do mar pode nos oferecer, estava tudo bem enfeitado. Enfeitado com as flores que eu queria e com algumas decorações que Natsu escolheu. Engraçado como nossas escolhas se cruzam num casamento que não é nosso. Olhei tudo com calma. As árvores tinham luzes em formas de estrelas, faixas longas e elegantes se estendiam de um local a outro. Tochas para a noite. Plantas bem posicionadas. Tudo sendo ajeitado para que daqui a cinco dias o “melhor” casamento de todos ocorra. Que sensação estranha.

Na frente da pousada já havia algumas pessoas, as que reconheci foram: Natsu, Yukino, Igneel, Wendy, primos do Natsu, tios do Natsu e um casal que provavelmente seja os pais de Yukino. Yukino abriu um sorriso ao me ver.

— Olha quem chegou, minha madrinha favorita! — gritou e me abraçou assim que me aproximei.

— Oi Yukino, como está? — perguntei com um sorriso. Confesso, um sorriso bem falso. Ela estava perfeita, era a noiva perfeita, doce e meiga. Usando um vestido de cetim branco, parecia um anjo — Você está linda.

Dessa vez sorri verdadeiramente. Minha mente sempre se conturbava com as divagações sobre ela. Por um lado ela era mesmo uma boa amiga, fofa, simpática e tudo o mais. Por outro... ela é a noiva do Natsu, e isso é um peso bem grande. Ela passou a cumprimentar os outros depois de me responder um “Obrigada” radiante.

— Oi Natsu — cumprimentei um pouco sem graça. Ele também estava lindo, sempre está. Sua camisa lhe caía super bem, com as mangas dobradas. Mostrava seus ombros firmes e o peitoral rijo. As calças estavam perfeitas também, ele estava de jeans, mesmo assim parecia bem formal e... perfeito.

— Oi Lucy — sorriu fracamente — Está melhor? — se aproximou e tocou em meu ombro. Má ideia. Meu corpo parecia se convulsionar só com isso.

— Estou sim, obrigada pelo outro dia — sorri de volta.

— Sempre ao seu dispor, senhorita — galanteou brincando.

Logo, ele cumprimentou Levy, Gajeel e Sting. Ao cumprimentar Sting foi o mais estranho, ambos se olharam estranho e depois apertaram as mãos como se fosse uma guerra de braço. Ouvi passos apressados em nossa direção e logo vi os gêmeos fofíssimos aparecerem.

— PRINCESAAAAAA, VOCÊ VOLTOU! — gritou um deles. Tenho que perguntar seus nomes uma hora dessas.

— MINHA DEUSA! FUJA DO CASAMENTO ENQUANTO PODE! — o outro gritou e eu não entendi.

— Porque ela fugiria do casamento, Jiro? — Yukino pergunto com um sorriso.

— Porque ela tem que casar comigo, não com o Natsu!

Todos olharam para ele. Cada um com um tipo de expressão. No meu caso com desespero, divertimento e aflição. Como assim? Vi a expressão de Natsu confuso e reprovando a fala inadequada dos meninos. Yukino olhava com um jeito estranho. Eu tinha que concerta isso.

— Vocês devem ter se confundido, essa linda aqui que é a noiva! — falei com a voz trêmula, mas com um sorriso. Fingindo entrar na brincadeira deles.

Levy segurava sua risada e Gajeel ignorava toda cena. Sting estava apreensivo.

— Não princesa — disse o da fala inadequada me deixando ainda mais petrificada e sem ação. E ainda completou: — nossa mãe disse que o Natsu vai casar com você!

Silêncio, confusão, hesitação. Tudo junto e misturado. Por um momento todos continuaram olhando para os garotos. Depois olhei para Natsu e seu olhar encontrou o meu, o que fez meu corpo amolecer e meu coração acelerar. Aquela rápida e significativa troca de olhar, troca de palavras ocultas e de sentimentos esquecidos. Yukino olhou para Natsu e eu olhei para sua tia ao longe. E ela também me olhava. Ela apenas sorriu. E eu não entendi mais nada.

Notas finais
É isso meus amores. Algo me diz que esses momentos pré-casamento irão pegar fofo haha ♥
♦ Alguns leitores estão em dando ideia de fazer uma terceira temporada. Eu ainda não sei. Tenho medo de ficar longa demais e extensa. O maior motivo desse pedido é: querer mais momentos do Natsu e Lucy juntos. Enfim, quero opiniões ♥
Chegamos a 24 recomendações! Só tenho a agradecer telo tamanho de carinho que vocês demonstram, pelas noites sem dormir, pelas risadas, pelos choros e tudo o mais que está por vir! Amo vocês ♥
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