Destino Das Fadas

23 Capítulo 23 — Derretendo [ESPECIAL GRUVIA]p.1


Notas iniciais
Oi amores! Aqui estou eu com o especial *00*
Agradeço a todos os comentários que me incentivaram a chegar até aqui *000* E... mais DUAS lindas recomendações para me alegrar *000* Vocês me deixam sem palavras! Obrigada Karen e Mello Shiro, AMEI cada palavra que vocês escreveram sobre a fanfic! ♥
Boa leitura ♥
Ps. a linguagem tá meio tensa nesse capitulo, então quem não gosta muito, não vai fazer diferença para a história okay? Já, vocês minhas pervertidas de plantão, alegrem-se haha

Capitulo 23 — Derretendo

Narradora

Na noite em que três garotas resolveram ficar conversando até as duas da manhã, Juvia voltou para seu quarto, angustiada, pensando em tudo que haviam conversado. A verdade é que tinha muito medo de perder Gray por ficar se fazendo de difícil. Não era nem por querer, mas queria se sentir realmente pronta para sua primeira relação sexual. Então começou a pensar que se Gray não tivesse impedido nem seria mais virgem, será que ele pensa nisso também? Essa era uma questão que nunca saía de seus pensamentos. Não tinha como negar que seu namorado, antes de ter esse titulo, era um completo pervertido, dormindo com garotas diferentes toda semana.

Jogou-se em sua própria cama suspirando. “Porque sou tão medrosa?”, se perguntava. Ela tinha toda certeza de que Gray era o amor de sua vida, mesmo assim seu corpo tremia só de pensar em sua primeira vez. Começou a refletir de todas as vezes que as coisas entre os dois esquentavam, ela dava um jeito de se esquivar, dizia para ir com calma, que não era a hora e milhares de outras desculpas. Não foram poucas vezes que isso aconteceu, mas Gray sempre lhe dizia que estava tudo bem, que não tinha pressa. Não sabia se podia acreditar nisso ou não. Ainda mais com tantas garotas que ainda se jogavam para cima de seu namorado. Nem a própria Juvia conseguia acreditar no que suportava.

Porém após pensar em tudo isso, sua imaginação começou a ir longe. “E se ele estiver me traindo? Não é possível ele estar agüentando tanto é?”, “Ai Kami-sama será que ele faria isso?”, “Ele com certeza deve estar transando com alguma garotinha ridícula”, “Juvia no que está pensando, seu namorado não te trairia... não mesmo né?”. E por aí a azulada começara a se preocupar imensamente com o rumo de seu relacionamento. Levou um susto quando escutou seu celular vibrar, aliás já eram quase três horas da manhã, quem poderia ser? Pegou seu celular e viu que era uma mensagem. “Só pensar nele demais que ele até me manda mensagem”. Abriu para ler.

“Oi Juvia, tudo bem? Então, só para te avisar que eu fui em um barzinho com o Natsu, desculpe não dizer antes, estou voltando. Beijos” — Amorzinho.

Leu aquela mensagem incrédula. “COMO É QUE É?” pensava. Nunca havia se sentindo assim, estava muito irritada. Já estava morrendo de preocupação com seu namoro e seu namorado vai a um barzinho? Sem ela? E nem avisou antes? Tudo o que pensava eram cenas de Gray beijando diversas garotas em um bar qualquer. Seu sangue começava a ferver e a vontade de chorar veio à tona. Seguindo sua irracionalidade, pegou sua bolsa e se direcionou para a casa de seu amado. Tinha uma idéia de onde seria o barzinho que ele foi, então deixou o dormitório e foi para as ruas, a procura de Gray.

—♥—


A madrugada era gelada e a escuridão tomava conta de tudo. Não se ouvia nada, as portas e janelas estavam fechadas de luzes apagadas. Juvia não sabia o que queria com tudo isso, mas sentia que tinha que vê-lo e tinha que ser agora. Seu corpo tremia, não sabia se era pela ansiedade, de medo de estar sozinha, ou se era o vento frio que estava forte naquela madrugada. Esfregava uma mão na outra tentando se aquecer e sentou-se em um murinho que ficava no caminho do bar para a casa de Gray. E não deu para menos, logo dois vultos começaram a aparecer, era Gray e Natsu. Conversavam animadamente, até Gray enxergar sua namorada, o olhando furiosamente.

— Tenho um mau pressentimento sobre isso... — murmurou para si mesmo, Natsu deu uma risada da desgraça do companheiro.

— Vou vazar, boa sorte ae — disse acenando e começando a andar em outra direção.

“Maldito” pensou o moreno ao ver que seu companheiro havia o abandonado. Respirou fundo e andou até onde sua namorada se encontrava, fuzilando-o com o olhar. Estava surpreso na verdade por ela estar ali, como não sabia exatamente como agir, apenas se aproximou.

— Juvia, está louca ficando aqui sozinha a noite? — disse preocupado com a mão nos bolsos. Juvia se levantou, encarando seu namorado irresponsável.

— Juvia está louca? — gritou inconformada — Você foi para um barzinho e nem me avisou! Esqueceu que tem namorada por acaso? — mexia os braços enquanto falava demonstrando sua frustração.

— Ei, calma ai, eu te avisei sim! — tentou se defender — E é claro que não esqueci, que ideia! — disse como se fosse óbvio. Estava espantado de ver sua namorada sempre tão meiga, tão alterada — Vem cá, vem — tentou abraçá-la, mas a mesma recuou.

— Avisou quando já estava voltando! — continuou gritando indignada, uma lágrima começou a escorrer seus olhos — Você não se importa comigo! — mais lágrimas caiam, deixando o moreno sem reação. Não estava acostumado com isso.

— Não fala isso... — murmurou e a puxou para si, ela relutou no começo, mas depois seu choro era tanto que nem tinha mais forças para revidar. Tudo o que pensava era que Gray não a amava — Ei, não chora, me perdoa, não faço mais isso, sério — disse arrependido, abraçando Juvia com força.

— Me deixa em paz — empurrou Gray, tentando enxugar inutilmente as lágrimas de seu rosto — Achei que você ia mudar... realmente acreditei... — disse entre os soluços, dando passos para longe. O moreno a olhava naquele estado. “Porra, o que foi que eu fiz de tão errado?” pensava, mas estava mais preocupado com a namorada que ao se afastar saiu correndo descontrolada.

— Juvia, volta aqui! — gritou e correu atrás da mesma, chegou perto dela e a puxou pelo pulso — É difícil para mim também — começou a falar, Juvia o ignorava — Me escuta! — pediu, e ela o olhou, tinha mágoa nos olhos — Eu estou aprendendo tá bom? Eu sei que não vou conseguir mudar de uma hora pra outra, mas eu to tentando! Por você, pela gente, será que dá pra acreditar em mim de verdade? — seus olhos eram firmes, suas palavras tinham convicção.

A azulada parou de tentar correr, ficou estática olhando para baixo pensativa. Gray foi levando sua mão do pulso até entrelaçar seus dedos nos de Juvia. Levou a outra mão até o queixo de Juvia e ergueu seu rosto para que pudesse a olhar melhor, depois começou a limpar seu rosto.

— Não sou perfeito Juvia, demorei dois anos pra me declarar, eu sei que tenho sérios problemas, não nego isso, mas eu escolhi você, escolhi ficar com você, não tem como me dar créditos por isso? — perguntou a olhando nos olhos.

— Desculpe... — sussurrou e se lançou nos braços do moreno — Tenho tanto medo — disse encostando sua cabeça no peito de Gray que a apertou mais forte.

Ficaram um tempo abraçados e andaram desse jeito até a casa de Gray. Chegando lá Gray abriu a porta e deu passagem para Juvia passar. Fechou a porta e percebeu que sua namorada o olhava com seus olhos avermelhados toda encolhida.


Gray

— Está com frio? — perguntei vendo ela tremendo. Idiota. É Claro que ela está. Vi ela assentindo com a cabeça — Vem cá — peguei em sua mão e a guiei pela casa até meu quarto.

Ela se sentou em minha cama, e fui até meu guarda-roupa pegar uma coberta para esquentá-la. Levei até ela, e a cobri.

— Obrigada... — sussurrou ainda triste, sem me olhar. Cara, odeio ver ela assim. Bem que me falaram... Namorar dá um puta de um trabalho. Mas sinto que vale a pena quando a vejo sorrir.

— Vou tomar um banho e já venho tá? — avisei, me virando para pegar alguma roupa, e me surpreendo quando sinto sua mão no canto da minha camiseta, voltei meu olhar para ela confuso, então Juvia me puxou e me beijou.

Esse é outro motivo que me faz ver o quanto vale a pena estar com ela. Seu beijo. Seus lábios me deixam louco, tão macios, tão diferente de todas as outras garotas. Quando dei por mim já estava deitado em cima dela na cama, a puxei mais para o centro da cama enquanto nos beijávamos. Já sentia meu corpo incendiar. Se contenha Gray! Pensava comigo mesmo, até sentir suas mãos delicadas em meu abdômen. Ninguém faz ideia do tanto que me controlo pra não fazer besteira. Aprofundei nosso beijo, sentia sua língua ainda tímida, brincava com ela, enlaçava sua língua na minha. Tão quente. Meus hormônios queriam saltar a pele. Suas mãos foram para minhas costas, me arranhava de leve. Tinha uma intuição de onde isso ia levar, então antes que eu faça algo que me arrependa, separei nossos lábios.

— Não faz isso comigo não — falei rindo perto de seu ouvido. Ao contrário do que achei que ela faria, ela apenas me abraçou forte.

— Eu te amo tanto... — murmurou. Ela ainda estava magoada, podia sentir isso — Você... não me trairia né Gray...? — perguntou baixinho. Me assusto e olho para ela.

— Tá bêbada? — falei pasmo. Na verdade nem tão pasmo assim, não seria estranho ela estar insegura quanto a isso, pelo meu histórico mulherengo.

— Estou falando sério... — disse me olhando nos olhos. Já podia ver eles começarem a embaçar, ela estava segurando o choro. Dei um selinho nela e voltei a olhá-la.

— Não, eu não te trairia — respondi. Seus olhos ganharam um brilho especial.

— Promete?

— Prometo.

Nos abraçamos mais um pouco, e depois de um tempo vejo que ela adormeceu. Não era para menos já deviam ser umas cinco horas. Tomei cuidado para não acordá-la e fui tomar um banho. Entrei no banheiro, liguei o chuveiro esperando que a água ficasse mais morna. Tirei a roupa e entrei de baixo do chuveiro. Fico lembrando da Juvia magoada. Sinto que estou fazendo tudo errado. Que droga. Passei a mão pelos cabelos, quando ouço a porta abrir. Hã? Olho para fora e vejo Juvia. O que ela tá fazendo aqui?

— Juvia, tá tudo bem? — perguntei, ela me olhava de um jeito diferente, era um olhar triste, sei lá, não entendo essas coisas. E foi quando meu coração quase saiu pela boca quando a vejo começar a tirar a roupa. Cheguei a engasgar. Ela tá pirada cara. — Ju..via? — tentei lhe chamar a atenção. Só para ter certeza se eu não estava sonhando. Eu nem bebi hoje. O que tinha naquela água?

— Posso tomar banho com você? — perguntou me olhando. Sinceramente, é lógico que eu não ia negar isso, NUNCA iria negar.

Mas sinto que isso não vai prestar, além de que eu nunca a vi pelada por completo e... tudo parou de repente. Ela começou a tirar a blusa. Puta que pariu, ela quer mesmo tirar minha sanidade. O que é isso? Um teste? Tirou a saia. Calma Gray, você consegue se conter. Consigo o caralho, que corpo é esse que tava escondido? Não sentia nem piscar mais, não podia perder isso. Isso é um striptease? Porque mesmo se não for estou adorando. Ela estava corada, se virou de costas e seu sutiã caiu no chão. Engoli a seco. Me controlando para não a agarrar naquele exato momento. Ela virou um pouco o rosto para mim e deu um leve sorriso sacana. Ah, safada!

— Então... posso Amor? — disse em um tom sensual. As palavras pareciam até estar entaladas em minha garganta.

— É... ahn... Juvia você tem noção do que está fazendo? — perguntei só para ter certeza que ela não estava drogada ou qualquer coisa do gênero. Foi então que ela começou a tirar sua calcinha lentamente. Fiquei vendo aquela cena, deslizando por suas pernas.

— Posso Gray? — repetiu. Porra, ela tá falando sério mesmo.

— Quem sou eu pra negar... — murmurei ainda hipnotizado. E ai o ponto crítico, ela se virou. Meu coração até falhou. Bilhões de palavrões vieram a minha mente. Suas curvas, seus seios fartos, sua pele alva. Por favor, alguém me diz que não é sonho. Ela se aproximou um pouco envergonhada.

Nem me mexi, ela estava do meu lado, completamente nua pedindo para tomar banho comigo. Isso é mesmo sério? Senti que se ela me tocasse, eu iria explodir. O que ela tá fazendo comigo? Ela me olhou. Senti sua mão em meu peito. Respira Gray, respira. Olhei para a parede atrás dela, se eu olhar demais para ela, não me responsabilizo por meus atos. Quando senti a mão dela...CARALHO!

— Você gosta...? — provocou, voltei meu olhar para ela. Sinto muito Juvia, mas não vai dar não.

Empurrei-a contra a parede, a erguendo, apertando suas cochas. E a beijei, nem ao menos tentei ser delicado, eu a queria, queria demais. Ela soltou um gemido em meu lábio. Nossa, o melhor som do mundo. O som da água que descia do chuveiro abafava nossos gemidos. Sentia sua mão subindo e descendo pelo comprimento do meu pênis e a outra em meu pescoço, me arranhando. Levei uma mão até seu seio e o apertei. Macio, grande, me sentia descontrolado. Como se tudo o que eu reprimia viesse à tona. Separei nossos lábios e desci por seu pescoço. Seu corpo tremia. Dei alguns beijos de leve, meu corpo molhava o dela. Chupei seu pescoço de modo impetuoso, queria ela toda pra mim. Ela gemeu alto, soltando de meu membro para se agarrar em minhas costas.

— Ah Gray! — gemeu me apertando. Não sei o que aconteceu, mas vendo ela ali, molhadinha, pelada e gemendo meu nome? Vou mesmo enlouquecer.

Apertei mais suas cochas e já podia sentir minha ereção roçar sua intimidade. Eu quero MUITO isso. Podia sentir ela excitada. Beijei-a outra vez, sempre de forma intensa. Mas quando a olhei podia ver seu medo e sua ansiedade no olhar.

— Juvia... você não tá pronta pra isso — falei me controlando para não penetrá-la. Algo em meu corpo dizia “Foda-se, você sabe que quer isso”, o que era totalmente verdade, mas tentei seguir a parte que dizia “Cara, não estraga tudo outra vez”. Ela me olhou.

— Você... não me quer? — perguntou triste, parecia querer chorar novamente.

— Nossa, fala qualquer coisa menos isso — respondi — Eu te quero muito, mas você tem que ter certeza do que quer — nos olhávamos. Realmente me superei, meu corpo ainda pedia por ela, e minha razão parecia gritar “CONTROLE-SE”. Uma boa briga. — Você tá pronta? — perguntei a olhando nos olhos. E no momento que ela hesitou eu vi que não.

— Eu... não sei... — disse trêmula, podia quase ouvir seus batimentos cardíacos, sua respiração acelerada. Suas pernas tremiam em minhas mãos.

— Então vamos fazer o seguinte... — comecei a dizer — eu te faço gozar agora, só para você ter alguma noção... — falei do jeito mais tranqüilo possível. Seu rosto avermelhou na hora. Esqueci que só eu estou acostumado a falar essas coisas. Mas é bom ela se acostumar também.

Pensei em nossa situação, é melhor eu fazer isso na cama, é o primeiro orgasmo dela. Apesar de que, eu queria muito fazer isso aqui mesmo. Ela escondeu seu rosto em meu peito, corada.

— Tudo bem... — sussurrou baixinho — Me faça sentir como é...

Sorri sem perceber, meu corpo estava para ter calafrios só de pensar que não ia rolar nada. Haja paciência, estou pagando por todos os meus pecados, eu sei. Estendi minha mão para desligar o chuveiro, e depois a voltei sobre a cocha de Juvia que contornou suas pernas em volta de mim. É amor, to louco pra te ouvir gemer.

Sai do banheiro carregando-a e aos poucos fui deitando ela na cama abaixo de mim. Estava corada escondendo seu corpo. Sorri para ela.

— Ei, não precisa ter medo — murmurei, chegando perto de seus lábios e a beijando — Se você quiser que eu pare, é só dizer e eu paro na hora tá legal? — continuei tentando acalmá-la. Realmente espero que ela não peça por isso, porque não tenho tanta certeza que eu conseguiria parar, até porque ela vai continuar virgem depois de tudo isso.

Ela respira fundo. Puxo seus braços para o lado para poder apreciar melhor seu corpo, e com meus joelhos abro suas pernas. Fico um tempo a observando. Ela é mesmo linda, só de pensar que mais ninguém tocou esse corpo além de mim fico alucinado. Juvia não me encara, está morrendo de vergonha dá pra perceber.

— N-não me olha assim... — disse baixinho. Me aproximei dela, beijei seu pescoço e fiz um caminho até morder o lóbulo de sua orelha.

— Ainda quero te ver muito assim — sussurrei, vendo ela arrepiar — Sabia que sonho toda noite em tocar seu corpo? — continuei a provocando, passando a mão por sua cintura, suas pernas, nela toda. Ela soltou um gemido de leve, a olhei por uns instantes, ela estava toda corada, que linda.

Hora de começar a diversão. Só tenho que tomar cuidado, lembrando que a diversão é só e exclusivamente dela. Porém será divertido, vê-la se contorcer um pouco e mostrar porque é tão gostoso... transar. Puxei seu rosto para mim, pondo minha mão atrás de sua nuca, e a beijei. Passei minha língua por sua boca, sentindo seu hálito quente, sua língua perdida. Mas aos poucos ela foi cedendo, correspondendo completamente meu beijo e continuamos aprofundando cada vez mais. Enquanto isso passava a outra mão em sua cocha, adorava suas pernas, ainda podia sentir nossos corpos molhados e isso me excitava mais. Nossos corpos se tocavam, compartilhavam calor, sensações. Soltei seus lábios e sorri do jeito mais malicioso possível.

— Não contenha seus gemidos — murmurei perto de sua boca. Ela corou mais um pouco e assentiu com a cabeça.

Desci até a terceira melhor parte de seu corpo, os seios. Já imaginava que fossem grandes, mas olhando eles deste modo, são muito melhores. Primeiro fiz um teste, fui descendo minha boca até a pontinha que já estava dura, e lambi. Ela pôs as mãos na minha cabeça e gemeu. Gostei. Apertei o outro mamilo com a mão, passeando meus dedos por ele. E comecei de leve lamber aquela ponta deliciosa.

— Ahh — gemeu mais um pouco, parecia se controlar. Parei tudo e a olhei.

— Que garota levada, eu disse que não era para se conter — Levantei de cima dela deixando ela totalmente confusa, rolei para o lado na cama procurando por algo com os olhos, mas não encontrei, então, puxei o lençol que estava jogado do lado.

— O-o que você vai fazer? — me olhava espantada. Apenas sorri, levei o lençol à boca e o rasguei, ela me olhava amedrontada.

— Te punir — respondi sorrindo, e já via seu corpo endurecer. Subi em cima dela, puxei suas duas mãos.

— G-gray, você...

— Shiiu — murmurei e amarrei suas mãos em cima de sua cabeça — Quero ver você gemendo agora — sorri de lado. Ela não tirou os olhos de mim.

Voltei onde estava. Eu sei que não precisava disso tudo, mas eu queria mostrar para ela um pouco desse mundo erótico. Passei as mãos por seus seios e voltei a levar minha boca, só que agora troquei de lado. Passei a língua pela minha boca, podia ver ela me observando, suas pernas estremeciam abaixo de mim. Sem tirar os olhos dos dela, a lambi, e ela se contorceu. Lambi mais uma vez, comecei a passar a língua por toda circunferência de seu mamilo.

— Ahhhhh — começou a gemer, e a cada toque meu ela gemia mais. Fechou os olhos, tentava mexer o corpo, mas eu não deixava, e continuava a torturando, apertando, lambendo, chupando.

— Sabia que você é muito gostosa? — falei, e ela abriu os olhos, ofegante, então voltei a lambê-la e ela gemeu novamente.

Fui descendo os lábios e os levando até a segunda melhor parte de seu corpo. Pode-se se chamar de paraíso também. Ela tentou fechar as pernas, mas eu as abri mais com as minhas próprias pernas.

— Você não me vai fazer parar na melhor parte né? — perguntei, olhando de relance para ela. Seus olhos mostravam sua ansiedade. Até eu estava ansioso.

Olhei para sua intimidade, toda minha, toda excitada, molhada. Tenho a honra de ser o primeiro a fazer isso, e espero que o último agora. Separei os lábios maiores com os dedos, podendo ver melhor aquele órgão tão requisitado pelos homens. Ela parecia querer me impedir por tanta vergonha, mas acho que com as mãos dela amarradas não iria fazer muita coisa.

— I-isso é muito constrangedor... — sussurrou. Deitei ao seu lado lhe dando um beijo.

— É só costume, e você vai acostumar... — falei perto de seu ouvido — e vai viciar... — passei meu dedo por seu clitóris. Queria muito estar lambendo-o na verdade, mas deixarei isso quando for pra valer.

Ela arqueou as costas de prazer. E gemeu alto. Doce som. Podia sentir ela toda excitada. Poderia acabar logo com isso, mas era divertido vê-la assim, tão frágil em minhas mãos. Não que eu seja algum tipo de psicopata. Continuei fazendo círculos com os dedos, ela gritava, apertava a cama em cima de si com as mãos, podia ver seu corpo começar a se contrair, estava vindo. Foi mais rápido do que eu esperava. Meus dedos se deliciavam em sua intimidade, meus ouvidos com seus gemidos. Levei minha boca até seus seios e comecei a lamber um deles. Seu corpo vibrava abaixo de mim.

— Ah...ah... G-Gray, eu.. — dizia tremendo, com a fala entrecortada.

— Deixa vir... goza pra mim — sussurrei em seu peito. E continuei com os círculos, as lambidas. Quando senti todo seu corpo tremer e se contrair. Ela arqueou as costas, gemendo alto, muito alto. Seu primeiro orgasmo é meu Juvia.

— Ahhhhh — gemeu e se deixou cair novamente na cama. Desamarrei suas mãos, e ela se ajeitou em meu peito, respirando forte. Beijei sua testa. Ela timidamente me encarou — Isso é muito bom... — disse corada. Sorri bobamente. Nada como olhar para a melhor parte dela. Seus olhos.

— Não se preocupe, te faço sentir isso a hora que quiser — pisquei para ela, e ela voltou a esconder seu rosto em meu peito.

Não posso dizer que não queria transar com ela agora mesmo. Mas quem sabe mais pra frente... agora ela tem ideia do quanto isso é bom. Olhei para ela que estava de olhos fechados em cima de mim, abraçando-a forte.

— Te amo amor... — ouvi ela murmurar em meu peito.

— Também amo você — correspondi. Aquela frase que tanto demorei a dizer, só diria a ela, para ela.

Notas finais
Frustradas assim como o Gray? KKKKKKKKKK Quem sabe ele consiga na próxima parte né?
Espero os comentários ♥
Ps. desculpem o linguajar aos que não gostam :/ Esse é o Gray!