Destino Das Fadas
24 Capítulo 24 — Rendição [ESPECIAL GRUVIA]p.2
Notas iniciais
Peço desculpas por não ter respondido as reviews, mas já li cada uma delas, muito obrigada! Estou postando a continuação do especial hoje para continuar a história amanhã certo? Bom, pra quem não curte hentai ou o casal, pode pular, só dessa vez eu deixo! KKKKKKK Não altera a história, mas eu ficaria muito feliz se vocês lessem e me dessem a opinião de vocês!
Eu ia por música mas com alguns imprevistos ~ irmão chato ~ não deu, mas quem quiser por era a música "be as one - w-inds", umas das mais lindas na minha opinião de FT *00*
Por favor, leiam as notas finais, e boa leitura ♥
Capítulo 24 — Rendição
Juvia
Ouvi um som incômodo, e comecei a abrir os olhos vagarosamente. Minhas pernas doem, o que me faz lembrar da noite anterior, abro os olhos por completo e me encontro na cama de Gray. O sol já estava forte, por quanto tempo dormi? E cadê o Gray? Penso um pouco frustrada de acordar sozinha. Percebo que o som era do meu celular que está ao lado da cama. Pego, vejo que é uma mensagem, abro-a imediatamente. E sinto meu coração falhar quando leio. O que era isso?
“Seu namorado está te traindo, você merece coisa melhor” — Número desconhecido.
Seguro o celular com as mãos tremendo. Quem me mandou isso? Porque? Será mesmo verdade? Eu sabia, sabia que ele não agüentaria me esperar! Algumas lágrimas começam a rolar pelo meu rosto. Mesmo a noite de ontem ter sido tão boa, estranhei ele não querer nada em troca. Levo uma mão até a boca, deixando cair o celular. Sinto minha respiração pesada. Ir pro bar sozinho... nunca me chamar de amor, ele mentiu quando disse que me amava? Sou interrompida quando escuto alguns passos e logo vejo Gray entrando o quarto.
— Ah, finalmente você aco... — começou a dizer até me olhar e ver que eu chorava, veio perto de mim — O que aconteceu Juvia? Se sente mal? — disse arqueando as sobrancelhas.
— Onde você estava? — falei alterada ignorando todas suas perguntas.
— No trabalho ué, porque tá brava? — ele aproximou sua mão de meus cabelos e eu bati em sua mão — O que tá acontecendo? — Ele sabe mesmo mentir muito bem.
— Fala a verdade... — murmurei, deixando mais algumas lágrimas escaparem.
— Eu tava trabalhando! Hoje é quinta lembra? Dia de trabalhar! — falava de um jeito meio irônico, odeio quando ele faz isso — Estou no horário de almoço se quer saber, voltei em casa para ver se você ainda estava aqui, e te encontro assim.
Não sabia o que falar, não podia tirar conclusões precipitadas, mas parecia tão real. Era estranho mesmo o maior garanhão da cidade começar a namorar, sua namorada nem transar com ele, e ele ficar de boa. Levantei-me perdida e fui até o banheiro. Ele ficou me observando, parecia não estar entendendo nada. Fechei a porta e vejo minhas roupas dobradas em cima de uma estante em seu banheiro. Ele dobrou... No que devo acreditar? É claro que é no meu namorado que tem sido super fofo comigo e não em uma mensagem anônima, mas por qual motivo alguém mandaria aquilo? Vesti minha roupa e escovei os dentes, me olhei no espelho, tentando melhorar meu rosto. Abri a porta e o encontrei sentado na cama me olhando.
— Quer me dizer porque tá agindo assim? — perguntou, erguendo seu corpo que estava apoiado em seu joelho.
— Eu... preciso ficar sozinha — falei sem pensar.
— Porque? — dizia indignado e se levantou vindo em minha direção — Fiz algo errado? Não gostou de ontem? — continuou seu questionário, comecei a dar passos para trás para que ele não me alcançasse. Não sei o que vou conseguir com isso, mas preciso pensar. E sobre ontem? É claro que eu gostei, dele todo sexy me acariciando tão carinhoso. Mas não sabia mais o que pensar.
— É isso, achei que seria melhor — estava agindo por impulso. Vejo sua expressão mudar para magoado.
Ei, eu sou a magoada aqui. Você prometeu! Como pode? Calma Juvia, ainda nem é certeza... Ele ficou parado, parecia indignado por eu ter questionado suas habilidades. O que era mesmo besteira, porque ele era muito bom. Muito mesmo. Ainda podia sentir seus dedos peritos passeando por mim.
— Nossa... — murmurou — Desculpa — disse olhando para baixo. Meu coração se quebrava aos poucos.
— Preciso... pensar um pouco — nem tentava encará-lo, minhas lágrimas queriam voltar.
— Foi tão ruim assim? — Ele me olhou e se aproximou mais — Jura que não gostou? — perguntava desconfiado. Andei mais para trás.
— Deve ser porque não devo ser tão boa quanto as outras que você pegou — falei contendo a tristeza em minha voz. Deve ser isso... por isso ele não quis transar comigo ontem. Não sou bonita o suficiente, ele já deve ter feito sexo com tantas melhores.
— O que está falando Juvia? — deu mais um passo em minha direção e eu recuei — Porque tá dizendo essas coisas? Porque tá esquisita?
— Eu sou esquisita tá bom? Não sou boa suficiente para você, por isso você transa com as outras não é? — Gritei e sai dali. Mas logo o senti pegando em meu pulso.
— Pára com isso! — disse num tom elevado, ele estava irritado — Porque não confia mais em você mesma? Cara, você é a mulher mais linda que eu já vi!
MENTIROSO! Algo gritava isso para mim.
— COMO GRAY? — gritei e comecei a chorar — Você me viu nua e... e... — minha voz começava a falhar — me deixa sozinha — soltei de seu pulso e sai de sua casa. Ele não veio atrás de mim dessa vez.
Mas alguns instantes depois, ouvi meu celular tocar, sabia que era ele, e não atendi. Sou uma completa idiota! Depois chegou uma mensagem, não agüentei e comecei a ler.
“O que foi isso Juvia? Nunca vai confiar em mim? Eu te disse EU TE AMO, dá pra acreditar? Para com esses seus joguinhos, to cansado de tentar te convencer que pode confiar em mim! Quando quiser conversar, me liga, vou ficar esperando” — De Amorzinho.
Sou mesmo muito idiota... deixei uma mensagem qualquer atrapalhar nosso namoro... e ainda falei que não tinha gostado de ontem? Sou tão inútil, ele nunca mais vai querer me olhar novamente. Mas tenho tanto medo, sou tão inexperiente, e ele já deve ter dormido com tantos tipos de garotas melhores que eu... Porque estou tão preocupada com isso?
—♥—
Passei o dia pensativa no trabalho, trabalho em um aquário de minha mãe. Não sabia o que deveria fazer, na verdade era mais que óbvio que tinha que me desculpar com Gray, mas não sei...
— O que houve filha? Brigou com Gray de novo? — minha mãe se aproximou do balcão onde eu estava, já estava acostumada a me ver abalada por Gray desde o colegial, ela sempre soube que eu era apaixonada por ele, ficou super contente quando deu tudo certo.
— É... acho que sim... — falei olhando para baixo. E senti sua mão em meu cabelo.
— Porque tanta briga? Está na cara que vocês se amam! — a olhei curiosa.
— Você acha que ele me ama mesmo? — perguntei sem acreditar.
— Claro que ama, ele até veio aqui de manhãzinha avisando que você estava dormindo na casa dele e ele não queria te acordar, sem contar que pagou a dívida de seu pai — disse sorridente. Meu coração acelerou. Como pude não acreditar nele? Minha mãe viu minha expressão — Aliás filha, vocês estão se prevenindo né? Sou nova para ser vó!
Respirei fundo.
— A gente ainda não fez nada mãe... — respondi frustrada.
— Quê? — disse pasma. Bela mãe você.
— Eu tenho medo, e se, eu não for tudo aquilo que ele pensa? — pedindo conselhos para minha mãe sobre isso, estou mesmo desesperada.
— Meu amor, se ele te ama, sempre vai ser melhor do que ele pensa — tinha um tom de conforto em sua voz.
— Obrigada mãe... será que posso sair mais cedo hoje?
—♥—
Estava decidida, deixaria meu medo de lado. Eu amo Gray, amo mais que tudo, sempre soube disso. E ele se declarou também, ele tá namorando comigo! Sai mais cedo do trabalho e passei em algumas lojas para fazer uma surpresinha pro meu amor. Foi quando o encontrei. Com uma garota. Senti tudo parar. Ele sorria bobamente, ela era bonita. Então eles se abraçaram. Minha respiração quase parou, junto com meu coração. E se não for mentira? Novamente queria chorar. Que droga! Fiquei paralisada, até ele se virar para mim e me ver. O QUE EU FAÇO? Despediu-se da garota e veio em minha direção, escondi minhas sacolas atrás de mim.
— Juvia? O que faz aqui? — perguntou e me abraçou — Você me preocupou...
— Quem era ela? — falei de modo direto. Ele se afastou me olhando.
— Ela quem? — se fez de desentendido.
— A garota que você abraçou! — já não continha o tom de abismada de minha voz.
— Ah! Ela — pareceu se lembrar, mas não disse mais nada, parecia tentar criar alguma desculpa. Então comecei a chorar. Droga, não queria isso.
— Não acredito nisso... — dei alguns passos para trás, já queria fugir dali.
— Ei, calma, é só uma amiga — disse pondo a mão em meu ombro.
— Você é um idiota! — falei tirando sua mão de meu ombro. Seus olhos pareciam magoados e firmes.
— Hey... porque tá me tratando assim? — Sua voz me cortava o coração, mas eu não me deixaria vencer, ele sabe o poder que tem sobre mim desde muito tempo.
— Acho... melhor darmos um tempo — falei entre meus soluços e sai dali. Não ia conseguir encará-lo mais.
Sempre fui apaixonada por esse traidor, idiota, pervertido, minha vida toda, chorando por causa dele, implorando para um dia ele me notar, seria melhor nunca termos começado isso! Ele se aproveita de meus sentimentos! Fui até um parque, sentar em um dos bancos, refletindo sobre tudo. Minha vida girou em torno dele. Tanto tempo perdido. Meu sonho acabou tão rápido...
Talvez seja melhor assim. Começar uma vida nova. Uma vida sem Gray. Será que consigo? Olho o parque, as ruas movimentadas, deve ser seis horas da tarde. Melhor eu voltar para o dormitório, ainda bem que não tem nada de importante na faculdade hoje, não conseguiria prestar atenção. Levantei-me e comecei a andar em direção à Fairy Hills. Respiro fundo.
Em poucos minutos já estou na frente do dormitório. Vejo um recado escrito na porta, que estranho. Está dobrado e na frente escrito “Para Juvia”, arranco da porta e abro, e meu coração acelera “Desculpe, não consegui desistir de você tão fácil”. O que está acontecendo? Abro a porta e vejo várias pétalas de rosas jogadas no chão, fazendo uma trilha. Não, não pode ser. Vou seguindo o caminho e me deparo com a porta de meu quarto. Meu coração está na garganta. Abro a porta e minha boca parece cair.
A luz estava apagada, e tinha muitas velas espalhadas por todo meu quarto. Pétalas pelo chão, pela minha cama, e então o encontro. Sentado na cadeira, há uma mesa com uma rosa e velas na sua frente. Minha respiração já acelera. Ele me olhou e sorriu de leve.
— Será que dá para me escutar agora? — disse apoiando seu queixo em sua mão. Não tinha palavras. Fiquei paralisada com tudo aquilo. Ele fez tudo isso por mim?
Meu coração acelerou ainda mais quando ele se levantou e começou a vir em minha direção.
— Primeiro, não entendi porra nenhuma do que aconteceu hoje! — seus olhos mostravam o quanto ele estava irritado com isso — Segundo, você realmente conseguiu me tirar do sério, e você ainda não me viu irritado! — comecei a tremer, a cada palavra ele se aproximava mais até estar na minha frente e segurar em minhas mãos pálidas e trêmulas — Mas mesmo você tendo pisado na minha dignidade, me xingado, me ignorado e dado um tempo comigo, eu não vou a lugar algum! — disse firme, e minhas mãos tremiam ainda mais.
— O-o que você... — tentei falar algo, mas ele tapou minha boca, me puxou para dentro do quarto por completo e fechou a porta atrás de mim.
— Sou eu quem falo agora — disse autoritário — Você vai ter que me escutar — continuou falando, mas não largava minha mão — Se você realmente quiser acabar tudo, eu não posso impedir, mas sério Juvia? — fez uma pausa me olhando inconformado — Você vai ter que me dar pelo menos um motivo, mas enquanto você não dizer isso, eu não vou deixar tudo acabar, eu me abri para você, me declarei e do nada você fica assim?
Estranhava seu tom de voz. Nunca o vi assim. Fiquei calada, apenas absorvendo tudo.
— Agora me diz, você quer mesmo dar um tempo comigo? — perguntou me olhando fixamente. Que olhos... é claro que eu não quero, eu te amo, te amo demais.
— Me desculpa amor... — falei olhando para baixo, com vergonha de meus atos — É que... — voltei meu olhar para ele — Aconteceu tanta coisa, e eu achei que você tava me traindo, que eu não era boa suficiente para você, fiquei com medo que você me trocasse por... por não me entregar para você! — desabafei tudo o que estava guardando.
Ele me olhava espantado, respirou fundo e segurando minha mão me guiou até minha cama, onde sentamos virados um para o outro.
— Juvia, eu te disse que ia te esperar não disse? — dizia com a voz tranqüila entrelaçando nossos dedos — Não precisa ficar insegura, não vou mentir que é muito difícil para mim, mas penso que vale a pena, porque eu te amo, e se eu estiver com você já está bom, entende?
Tudo o que eu entendo, é que meu estomago já parecia revirar, tão fofo, tão carinhoso. Ele é mesmo um príncipe encantado. Já queria chorar de novo, sou mesmo uma fracote.
— Amor... — o chamei, ele me olhou, esperando a continuação, então lhe mostrei a continuação, o puxando para a cama comigo e selando meus lábios nos dele. Ele sorriu com minha reação.
— Já falei que adoro quando você faz isso? — disse com um sorriso de canto. Tão sexy. Meu coração já pulava dentro de mim, peguei em sua mão e o olhei.
— Faz amor comigo... — pedi. Algo mudou em mim, me sentia pronta, eu queria. Se não fosse com ele, com quem seria? Ele me olhou um tanto assustado, e se pôs em cima de mim.
— Não pede desse jeito que me deixa louco — riu e me beijou — Não precisa fazer isso, já disse — se deitou do meu lado, sem tirar os olhos de mim.
— Eu quero — falei convicta, apesar de um medo me invadir.
— Eu também quero, mas acho que você tá se deixando levar pelo momento, e eu não quero te pressionar — estava tão atencioso, fazia me apaixonar ainda mais.
— Eu sei que não chego nem perto das garotas que você já teve relação... mas... — falava triste, mas ele me calou, me beijando.
No começo me assusto, mas era tão bom. Sempre de um jeito meigo e ao mesmo tempo excitante. Ele ficou em cima de mim sem parar de me beijar, e podia sentir sua mão passando por baixo de minha blusa, já começava a me arrepiar. Então ele parou de me beijar e me olhou, com nossos rostos bem perto.
— São elas que nem chegam perto de você, e vou te mostrar o porque... — murmurou. Só suas palavras parecia me afetar por completo. Ele arrancou minha blusa e a jogou do lado, começou a me olhar, odiava isso, era tortura. — Nenhuma delas me fizeram desejar tanto para tocar seus corpos... — sua mão deslizava por minha barriga, minha cintura, levou a mão até o cós da saia e passou sua mão por baixo — Nenhuma delas me fizeram querer beijar seus corpos inteirinhos... — Senti seus lábios pela minha barriga e descendo aos poucos, me causando arrepios.
— AI Gray... — gemi inconscientemente.
— Nenhuma delas me fizeram querer arrancar as roupas delas sem piedade — continuou e em um ato rápido começou a deslizar minha saia pelas minhas pernas. Arrancou-a e jogou para o lado. Já podia sentir meu corpo querer se contorcer com seus toques. Então ele tirou minha sapatilha, me deixando apenas de calcinha e sutiã, o que já me deixava constrangida.
Ele começou a beijar meus pés, e foi subindo pela minha perna, pela parte interna da minha coxa, e depositou um beijo em cima de minha peça. Senti um calafrio, e ele continuou, beijando minha barriga, minha cintura, a cima de meus seios e chegando em meu pescoço.
— Nenhuma delas me fizeram ficar louco como você me deixa... — disse perto do meu ouvido. E desceu novamente mordiscando meu pescoço, soltei outro gemido. — Nenhuma delas me fizeram querer beijá-las como se o mundo fosse acabar... — chegou bem pertinho, e me deu um beijo, um beijo intenso, desesperado. Nossa, que beijo.
Nossas línguas se encontravam, brincavam. E suas mãos passeavam por meu corpo seminu. Sentia seu corpo esquentar, e o meu entrar em ebulição. Passei minhas mãos por sua camiseta. Nos separamos só o tempo suficiente para arrancá-la e voltamos a nos beijar. Agora sentia sua pele se esfregando na minha. Só o toque delas pareciam me levar ao delírio. Ele levou uma mão até minhas costas enquanto me beijava e desfez o fecho do sutiã. Ele é mesmo muito bom nisso. Soltou meu lábios e foi descendo, puxando meu sutiã com os dentes. Me olhando de um jeito pervertido. Kami-sama, vou enlouquecer.
— E os seus peitos? — ele disse após jogar meu sutiã para qualquer lado e me olhando. Sentia meu rosto corar. — Os mais lindos que já vi, e os únicos que quero tocar — levou suas mãos em cada um deles, massageando-os. Tão bom. Rodeava as pontinhas, me olhando com malícia — Gosta disso? — provocou e eu assenti timidamente com a cabeça, então ele levou sua boca. OH.
— Ah! — comecei a gemer, e logo coloquei as mãos em minha boca, as garotas dos quartos ao lado poderiam ouvir. Ele riu, e voltou a lamber, me fazendo arquear de prazer, já sentia algo latejar entre minhas pernas. Soltava alguns gemidos altos sem conseguir me controlar.
— Você é gostosa demais, porque se preocupa tanto? — disse entre suas lambidas. Ele me deixava sem reação. Sentia os dedos de meu pé se contraírem.
Foi cessando sua língua impiedosa e começou a descer. Já me arrepiava inteira só de pensar no que estava por vir. Novamente ele pegou minha peça com os dentes, mas ao em vez de puxá-la a rasga sem dó. Nossa, se ele tivesse noção do quanto isso é excitante... ele com certeza tem noção disso... Me olhou por uns instantes, passando a lingua por seus lábios. Ai... o que ele...
— Ahhhh! — Gemo alto ao sentir sua lingua passear por minha intimidade. — Ah Graay... — continuo gemendo. Sua lingua quente brincava em meu clitóris, me causando sensações explosivas de prazer.
— Porra, você é deliciosa demais! — disse continuando me lambendo. Já começava a sentir meu corpo tremer, me contorcia, delirava. Cada vez mais excitada.
— Aah, eu não vou conseguir... ahh — tentei dizer entre meus gemidos. Mas ele se divertia me vendo daquele jeito. Continua cada vez mais rápido, abrindo mais minhas pernas com suas mãos. Levei minhas mãos em sua cabeça para que ele não parasse, aquela sensação arrebatadora estava para vir, ele não podia parar.
Respondendo aos meus apertos, Gray começou a circular meu clitóris, depois lambeu toda minha intimidade e voltou a fazer círculos, cada vez mais repetitivos, dando algumas chupadas de leve. Meu corpo se contraia, arqueei as costas.
— Isso é... ah... muito bom... — praticamente gritei.
— Goza para mim, goza — ele pediu e um segundo após, pude sentir todo meu corpo estremecer, se contrair, senti meu corpo cair em mil pedaços e um orgasmo consumir todas minhas forças. Que sensação... Minhas pernas tremiam. Meu corpo suava com todas aquelas sensações.
Gray se ergue se deitando ao meu lado, sorrindo, parecia vitorioso. Me beijou de leve. O abracei forte, me sentia totalmente fraca, mas o queria, queria muito.
— Por favor... transa comigo — falei o olhando. Ele deixou um sorriso de lado escapar.
— Não vou transar com você — respondeu rapidamente o que me deixou bem frustrada, e milhões de idéias vinham a minha mente — Eu vou fazer amor com você — disse completando a outra frase, e meu corpo já parecia se recuperar, não acreditava em suas palavras. Olhei para ele e sorri.
Com as poucas forças que me sobravam subi em cima dele, e levei minhas mãos até sua calça, puxando seu zíper e lhe arrancando uma expressão bem maliciosa.
— Acho que isso está atrapalhando... — murmurei e comecei a puxar sua calça até arrancá-la. Ele mesmo se desfez de seu tênis e sua meia com os pés.
Olhei para ele. Sua ereção bem a mostra. Acho que já posso morrer. Nem acredito que estou fazendo isso. Voltei a olhá-lo, estava completamente perdida, do que deveria fazer ou não. Então fiz o que achei que deveria fazer, puxei sua cueca boxer e a joguei para longe. Já o tinha visto pelado, mas parecia tão mais diferente quando tenho consciência do que estou fazendo. Levei minhas mãos até seu pênis de leve, o que eu faço? Ele pareceu notar meu desespero, ergue seu olhar para mim. Ai que vergonha! Ele deve me achar tão, tão...
— Faz assim... — ele disse pousando sua mão sobre a minha e a movendo para cima e para baixo. Estou tão constrangida, não acho que ele teve que ensinar algo tão bobo para suas relações amorosas. Ele parou a minha mão, olhei para ele confusa, devo estar fazendo tudo errado. — Porque está com essa cara triste? — perguntou. Droga, e ainda estou demonstrando o quanto sou inútil na cama.
— Eu...ahn...sou terrível nisso... — falei cabisbaixa. Ele arqueou as sobrancelhas.
— Você acha que eu estaria excitado assim se você fosse terrível? — disse calmo, olhei novamente seu membro. Mordi o lábio inferior. Olhei para ele.
— Posso? — perguntei, ele me olhou confuso, então eu tomei coragem e fiz, o enfiei na minha boca. Gray levou um susto, puxando o lençol.
— Puta que pariu, quer me matar? — disse com um sorriso sacana no rosto. Comecei a enfiar seu membro na minha boca, saboreá-lo, era tão quente, duro. Passava minha língua, aproveitava o momento. Ouvi ele gemer, me deixando muito satisfeita. Senti seu membro começar a latejar, nossa como é gostoso. Ele pôs a mão em minha cabeça me fazendo parar. — Vai com calma aí — brincou. Fazendo meu rosto avermelhar.
— Vo-você gostou? — perguntei sem encará-lo, pude ouvir ele rir, então ele me puxou para baixo de si.
— Posso te mostrar o quanto gostei? — Seus olhos encaravam os meus. Senti seu membro totalmente rígido e ereto tocar minha intimidade. Era agora? Comecei a ficar ansiosa.
— Vai doer não vai? — perguntei com medo.
— Não posso garantir que não... — seus olhos mostravam sua preocupação — Mas posso garantir que vai ser muito bom quando você se acostumar.
Senti minha pele toda arrepiar, e o maldito medo voltou a me assombrar, mas eu o queria.
— Você realmente quer isso? — Continuava me olhando. Eu não sabia, mas meu corpo pedia absurdamente por isso.
— Quero... você vai ser carinhoso comigo? — como sempre perguntas de alguém medrosa e inexperiente. Ele já deve estar cansado desse lenga lenga.
— Claro que vou, prometo que farei da melhor maneira para você... — seu tom me confortava, estava sendo tão paciente, tão fofo. — Tente relaxar tudo bem?
Respirei fundo. Não ia conseguir relaxar, e sentia seu membro se aproximar. Medo, ansiedade, desejo, tudo misturado em meus sentidos. Passei meus braços por suas costas.
— Juvia... — me chamou a atenção, me sentia muito tensa, olhei para ele, e sentia seu pênis chegando, encostando em minha pele. — Eu te amo muito, como nunca amei alguém — finalmente respirei, tentando relaxar com aquela frase.
— Eu também te amo Gray... — respondi, e comecei a sentir seu membro entrar — Ah! — gritei e o apertei. Era excitante, mas o sentia começar a me rasgar por dentro. O apertei ainda mais forte.
— Você está tensa... está apertada... não vou te machucar... — meu corpo já suava, e ele continuou devagarzinho. Doia, doía muito. Sentia meu corpo todo tremer.
— Ah, está doendo Gray! — falei ofegante.
— Quer que eu pare? — disse cessando sua profundidade. Não posso ser tão fraca.
— Não... continua... — tentei respirar e relaxar, mas não dava. Ele me olhou preocupado.
— Eu vou te penetrar com tudo, tudo bem? — me espantei, mas antes que pudesse sentir medo, ele me beijou de modo intenso, e me penetrou por inteiro. Me rasgando. Soltei um gemido que foi abafado por seus lábios.
Ainda doía, doía muito, ele começou a se movimentar lentamente sem largar meus lábios, meu corpo já se relaxava. Suas mãos seguraram as minhas carinhosamente. Sentia-me preenchida, ele deslizava para fora e depois para dentro bem de vagar. Me acostumava com aquela sensação que aos poucos se tornavam delirantes. Ele soltou meus lábios.
— Nossa, você é boa demais — disse fazendo expressões de satisfação, assim como eu. Era bom,é muito bom tê-lo dentro de mim. Cada vez mais seu membro deslizava mais fácil, eu estava excitada, muito excitada.
— Ah Gray, não para por favor! — supliquei, já me acostumando com a sensação, ele sorriu e começou a se movimentar mais rápido. Arranhava suas costas com tudo. Ouvia o ranger da cama. Comecei a gemer cada vez mais alto. Ele mordeu meu pescoço, aumentando o ritmo de suas estocadas. Oh, isso é muito bom. Involuntariamente comecei a me movimentar em sincronia com ele.
— Geme para mim... — murmurou perto de meu ouvido. Começou a investir de um modo mais intenso. Sentia seu suor. Ele parecia se descontrolar.
— Ahhh! — gemi alto.
— Você não tem noção do quanto esperei por isso — beijou minha orelha — você me deixa louco amor... — disse entre suas estocadas que se tornavam cada vez mais brutas. Já podia sentir nossos corpos se debaterem com a intensidade. Ele me chamou de amor?
— Ahh, mais rápido... — supliquei, não queria que aquilo cessasse, a sensação de prazer só aumentava. Ele sorriu maliciosamente, e aumentou ainda mais a velocidade de seus movimentos. Sem pudor, se deixando levar pelo desejo que nos consumia.
— Não vou me conter mais — Gray disse, segurando minhas cochas, e voltou a me penetrar com força, rápido, intensamente. Meu corpo tremia.
— Ah Ahh Ahhh — gemia a cada investida dentro de mim.
— Caralho! — exclamou de um jeito gemido enquanto deslizava em mim.
Meu corpo todo vibrava, já sentia aquela sensação erótica e deliciosa vim novamente. Ele entrou e saiu mais algumas vezes. Minhas pernas se contraiam, joguei a cabeça para trás. E em mais algumas estocadas, meu corpo se estilhaçava com um orgasmo delirante.
— Graaay — gemi o agarrando com toda força, provavelmente deixando marcas em suas costas. Todos meus órgãos se relaxam, ele me penetrou mais uma ou duas vezes e gozou, se jogando do meu lado. Nossas respirações estavam descompassadas.
— Uau — ele diz se virando para mim. Olho para ele, cansada. — Você é incrível — jogou sua cabeça no travesseiro. Não sabia se ficava contente, se deveria acreditar, ou se ficar corada. — Agora acredita em mim? — sorriu. Assenti com a cabeça, lhe dando um beijo, nos abraçamos. Nossos corpos quentes grudados. Aconteceu. Me entreguei. E foi perfeito. — Esqueci de dizer algo.
— O que? — ergo meu olhar para ele, curiosa.
— Nenhuma outra mulher me ensinou a amar — disse sorrindo. Meu coração acelerou mais um pouquinho e um sorriso brotou em minha face — Mas você me ensina a cada segundo... — sussurrou em meu cabelo, me cheirando — Sou apaixonado por você amor.
Notas finais
Ps. Se puderem ler a one que eu fiz, eu ficaria muito feliz, postei ontem e gostaria da opinião de vocês! São apenas 5000 palavras, dêem uma chance sim? *000* Beeeijos ♥
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