Desert Rose

6 5 - We Will be Your Family if You Need!


Notas iniciais
Habibi Habibi ♫♪ Oi gente *fazendo dancinhas*
Eu estou assim: O.O Muito feliz MESMOOOO porque vocês estão lendo! São 6 leitores fieis e que fazem dessa fic algo atrativo *e me fazem feliz* ♥
AAAAAAAAAAAAAH EU JÁ RECEBI UMA RECOMENDAÇÃO! Graças á ALÁ, A Sweet Cherry Pie gostou da minha fic e já recomendou! Fiquei assim gente: O.O JURO!
Outra coisa... A Minha amiga @Sin_Criatividad escreveu uma One Shot em minha homenagem e eu peço que se puderem, leiam porque é muito linda e emocionante. Chorei lendo! Chama Fiction: Diário de Uma Avenger http://www.fanfiction.com.br/historia/254464/Fiction_Diario_De_Uma_Avenger/ Leiam gente pq é linda mesmo! AAAAAH A MINA NA CAPA SOU EU MESMA KKKKKKKKK *ignorem u.u
CHEGA DE CONVERSA E VAMOS LER! Hoje o pessoal vai gostar do capítulo e as coisas vão começar a ficarem interessantes!
Habibi Habibi Habibi ♫♫♪♫ Fiquem com Alá *-* e vamos ouvir Gunslinger do Avenged Sevenfold: http://www.youtube.com/watch?v=4vwRjHHQQ4k&feature=fvst

5 – We Will be Your Family If you Need!

POV Jimmy

Eu estava sentando na calçada de casa, pensando em tudo que estava acontecendo e quem seria aquele tio do Matt. Somente a música conseguia me acalmar então, coloquei um rock alto e bem pesado para tocar. Enquanto os fones de ouvido gritavam eu fitava o céu e deixava minha mente voar.

A rua de casa era tão tranquila que poucos carros passavam ali, se passavam, é por que estavam perdidos. Ótimo! Mais sossego pra mim! Deitei no chão da garagem e deixei que o sol queimasse minha pele, que o céu azul entrasse em mim e a brisa acariciasse meu rosto, quando meu celular começou a tocar Born to Raise Hell do Motörhead. Levantei assustado.

- Matt... – revirei os olhos quando vi sue nome do visor. Atendi – Alô?

- Oi... Quem tá falando? – uma voz diferente atendeu

- Hã? Como assim quem tá falando? Sou eu né, James, Jimmy, o esquisito lembra? – ironizei

- Ah tá, então liguei para o número certo! Bom, eu sou o Brian, sabe aquele que você vive xingando de filho da puta lá na faculdade? Então... – ele riu.

- Calma aí, por que você está me ligando? E por que o celular do Matt não está com ele? – minha voz já havia se alterado, se aquele idiota estivesse me sacaneando eu iria arrancar todos os dentes dele.

- Ei rapaz se acalme! Matt está aqui em casa, mas ele não anda muito bem, acho que está passando mal!

- O que? Não... Calma, me explica, como assim?

- Você pode vir até minha casa? Aí levamos o Matt pro hospital! Mas vem logo seu idiota! – ele começou a gritar no telefone e tentava me passar o endereço, mas era um pouco difícil

- Para de gritar porra! Respira e fala devagar! – Brian passou o endereço de sua casa e descobri que não ficava longe da minha. Éramos quase vizinhos, mas ainda bem que não.

- Tá bom, agüenta aí que eu chego em 15 minutos tá? – desliguei o celular, peguei as chaves de casa e saí sem avisar minha mãe.

Andei até o bairro vizinho e já pude avistar uma casa muito bonita na esquina da última rua sem saída. Aproximei-me e comecei a bater palmas e gritar no portão.

- Ou de casa! Abre logo essa joça Brian!

- O que é isso? Aqui não é favela não viu companheiro? E tem campanhia tá? – Um Brian saiu sem roupas, apenas com uma cueca samba canção laranja. Tá, socorro, vou fugir em 3, 2, 1...

- Você sempre se veste assim? – eu disse arqueando uma sobrancelha e olhando-o seriamente

- E você é sempre tão chato assim? – ele riu – Entra aí esquisito

- Para de me chamar assim seu traste! Onde está meu irmão? Temos que levá-lo para o hospital e... – parei de falar quando vi o ridículo do Matt bebendo cerveja com aqueles projetos de homem – Que porra era aquela? – eu olhei mortalmente para Brian

- Surpresa poste! Chega mais e vamos beber!

- Por que isso tudo? Me acha com cara de palhaço? Eu vou embora!

- Ah, mais ou menos! – ele riu – Mas você só não é popular porque não quer, afinal, a Leana é parada na sua! Pô Jimmy, maior gata!

- Pra você é James e eu vou embora! – me virei para sair dali quando Matt saiu na rua

- Jimmy? O que faz aqui?

- Ah eu chamei seu irmão com cara de pato para beber conosco, fiz mal?

- Sim!! – todos responderam em uníssono

- Tá bom, mas agora ele já chegou certo? Vamos lá, vai ser divertido! – Brian disse e todos entraram – Vem logo poste! – detestava quando alguém me zoava por causa da altura. Não sei por que acreditei naquele idiota e pior... Por que eu topei ficar com eles? Era estranho, claro, mas eu acabei aceitando e logo me vi sentado numa rodinha e ouvindo as besteiras que eles diziam.

- Rodada de Heineken pra aquecer! – Zacky veio com uma bandeja e sobre ela estavam cinco garrafinhas da melhor cerveja do mundo! – Você também quer? – ele me olhou com desprezo, Não respondi – Toma... – ele me deu a cerveja e sentou-se ao lado de Johnny.

- Vamos cantar pra distrair que tal? – Brian pegou um violão – Quem quer começar? Vamos, levantando mãozinhas! Alguém? – Ninguém disse nada até um pequeno Johnny levantar a mão – Ah que lindo, temos um voluntário! Vamos lá gnomo, cante pra nós! – Todos sempre zoavam o Johnny por causa da altura e ele só era popular porque andava com meu irmão e Brian.

Assim que o garoto abriu a boca pra cantar eu quase tive um AVC.

- Para pelo amor de Deus! Para! – eu disse rindo – Tá muito ruim Johnny! – minha voz saiu animada, como se eu estivesse me divertindo e eles perceberam. Droga!

- Ah se é tão bom assim senhor girafa, porque não faz melhor? – Johnny cruzou os braços e me encarou

- O que? Eu? Cantar? Não mesmo, eu sou péssimo! – sorri

- Deixa de ser idiota vai... – Zacky disse

- Cala a boca gordo! – eu disse

- Cala boca você seu poste! – um silêncio engraçado tomou conta do ambiente e sem querer comecei a rir, mas não foi uma simples risada, era um sinal de que eu estava bem, me divertindo como nunca, o que era muito estranho. Eles me olharam assustados, mas logo caíram na gargalhada, até mesmo Zacky.

- Você parece bêbado, mesmo sem beber! Como pode? Lembre-me de levar você para ser objeto de estudos no laboratório – Brian sorriu

- Não enche, seu viado! – eu disse com um sorriso no rosto. Brian me deu um soco no braço e começou a rir

- Ele sempre foi assim... – Matt riu – Vamos cantar! – ele fez um sinal para Brian e este começou a tocar uma melodia muito bonita, parecia até mesmo aquelas músicas country, mas tinha uma pegada rock. – Essa chama Gunslinger, nós mesmos que fizemos! – Matt disse com uma voz alegre como eu nunca vi e assim eles começaram a cantar. Eles compõem? Desde quando?

- Vocês cantam? – fiquei assustado de como cantávamos e tocavam bem. Zacky e Brian tocavam como ninguém e Matt tinha uma voz forte, como a de cantores de rock que adorávamos. Johnny também se esforçava e cantava com eles. – E vocês cantam bem? – eles riam com meu espanto.

A tarde passou rápido e logo éramos cinco bêbados deitados no jardim olhando o céu e contando piadas idiotas.

- Por que a aranha é um animal carente, gente? – Johnny perguntou com os olhinhos brilhando

- Nossa, se preparem que lá vem idiotice – Zacky disse

- Porque ela é um aracNEEDyou! Foi boa essa né gente? – todos riram, mas não da piada, da cara dele, porque convenhamos, foi horrível.

- Eu tenho uma! – Zacky levantou o braço e começou a falar com a voz mole – O que o passarinho perguntou pra passarinha? – aquele silêncio mortal dominou o ambiente – Quer da-no-ni-nho? – ele começou a rir descontrolado e nós também.

- Muito bom! Isso tá sendo melhor que imaginamos hein? Sou um gênio... – Brian olhou pra mim e fez uma cara séria – Bem- vindo ao bando Senhor Poste... – todos olharam pra mim e sorriram, até mesmo Matt.

- Bando? – olhei assustado

- Sim, a função de um bando é proteger uns aos outros e é isso que o fazemos – Zacky disse – Temos até apelidos sabia?

- Ah é? – sorri – Se forem como as piadas, são uma droga – eu ri

- Que nada, são bons! Eu sou o Zacky Vengeance, o responsável pelos melhores pratos que esses inúteis comem! E gosto muito de desenhar também!

- Eu sou o Johnny Christ, responsável pelas melhores piadas que você vai ouvir na vida!

- Estou começando a duvidar disso... – Johnny mostrou o dedo do meio pra mim

- Prazer, Synyster Gates, o responsável pelos melhores solos de guitarra e claro, pego todas as gatas pra dividir com vocês – ele riu alto – Mas eu pego primeiro! – gargalhei alto, Matt sorriu pra mim como nunca havia feito antes.

- E eu sou Matt Shadows, responsável pelas melhores festas que esses inúteis já foram

- Legal, eu não tenho um apelido... Logo, não faço parte do bando – eu disse me levantado, mas eles me impediram.

- Vamos achar algo que combine com você, mas não será o Johnny porque ele tem um nível terrível de criatividade – Matt disse

- Você tem cara de pato, logo será o mascote do bando – Brian sorriu – Bem vindo cara de pato – nos cumprimentamos e eu me deitei novamente na grama do jardim e fiquei ali rindo das piadas mais ridículas do universo, mas porque pareciam ser tão boas? Eu não queria confiar de cabeça neles, mas se fosse preciso ser amigo deles e aprender a gostar de tudo aquilo, para ter o respeito do meu irmão, eu o faria.

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Barbara Sullivan estava sozinha em sua casa, preparava o jantar para os filhos. Não notara nada de diferente, nenhum barulho, nenhum movimento suspeito, quando virou-se para a porta da cozinha e encontrou Jonathan Sanders.

- Meu Deus, quer me assustar? – ela estava com o coração disparado e uma das mãos no peito

- Você sabe de tudo não é? – ele disse prensando-a contra a parede

- Me solte! Eu não sei de nada! – ela tentava se soltar, mas o homem era evidentemente mais forte

- É claro que sabe, você tinha um caso com ele! Pensa que não sei? Sua vagabunda! E ainda dizia ser uma grande amiga do casal! – ele continuava a apertas seus braços – Não pense que deixarei você estragar tudo! Matt irá morar comigo e ele jamais saberá de nada, muito menos da existência de Polyana! – ele a jogou no chão da cozinha e puxou uma faca

- Por favor, por favor... Não faça isso! – ela engatinhou até o canto da cozinha e ali ficou encolhida diante de um homem enfurecido

- Só quero que se lembre... Sabe que tudo isso tem um propósito! Eu não cheguei até aqui para perder tudo, eu mereço mais! Mereço a glória! – ele foi se aproximando de Barbara

- Eu vou ficar quieta, escondi a verdade de Matt por 19 anos, não seria burra de contar agora!

- Ótimo... – ele se afastou de Barbara e jogou a faca na pia – Ah e mantenha aquele seu filho esquisito bem longe de Matt! Eu sei que o garoto sabe da maioria da história e se ele der com a língua nos dentes eu mato você e ele... Não duvide! – Barbara levantou-se devagar se recuperando do susto e Jonathan fingiu estar tudo bem quando viu os dois garotos chegarem juntos.

- Mãe? – Jimmy estranhou a expressão de pânico sua mãe

- Ah olá sobrinho! Eu estava conversando com sua mãe e ela se abaixou para pegar um brinco! – Jonathan esforçou-se para sorrir e abraçar Matt e ignorou Jimmy, este, ao contrário, o fitava com olhar de raiva e desconfiança. O homem se despediu e foi embora como se nada tivesse acontecido.

- Brinco... Sei – Jimmy murmurou e lançou um olhar para sua mãe

- Vamos jantar queridos? Ela fingiu estar bem, passou as mãos no rosto e escondeu as marcas avermelhadas nos braços, pensando que seu filho não tinha visto...

Notas finais
Gente, é sério... Se puderem, leiam a One Shot da Rita... Tenho certeza que vão chorar que nem eu http://www.fanfiction.com.br/historia/254464/Fiction_Diario_De_Uma_Avenger/
PS: A MINA NA CAPA SOU EU HAUAHASHSH ♥ bjs ducks