Desert Rose

23 22- Never Gonna Be Alone


Notas iniciais
Pessoaaaaaaaal *-* Meus ducks lindos! Volteei! Sim minha net chegou e eu já mudei de casa (pela 35335ª vez) KKKKKKK
Mas agora tudo está nos conformes e eu já posso postar mais caps pra vcs *-*
Eu só quero agradecer á todos que me deixam reviews e que me apoiam. Perdão, eu não respondi os ultimos reviews por falta de tempo, mas corri para deixar o cap pronto pra vcs *-*
A música de hoje é do Nickelback: Never Gonna be Alone o/ http://www.youtube.com/watch?v=1GWQ-oDMG6g
Espero que gostem pessoal e vamos morrer com ataques de fofura HAUAHS bjs bjs Habibi habibi ♫♫♪♪

22 – Never Gonna be Alone (Part 1.)

POV Brian

Havia chegado o dia em que todos iriam para o tal festival das luzes. Posso dizer que fiquei muito nervoso por não poder ir, afinal essa viagem só me trouxe problemas. Até um tiro na perna eu havia conseguido, mas e as festas?

Eu já conseguia andar sozinho, mancava um pouco, mas conseguia caminhar quando me escorava nas paredes.

A casa estava bem agitada e todos estavam se arrumando pra droga da festa, e o que eu ia fazer? Ficar mofando em casa como um inválido. Mas o pior não era isso e sim ter que aturar Nayah tão próxima de mim. Nós brigávamos muito, mas eu não podia negar que ela me atraía e era intenso demais o que eu sentia.

— Nossa, estou me sentindo lindo! – Zacky mostrava as roupas novas que Nayara conseguira pra ele. O festival atraía muitos turistas então eles não precisariam se vestir como indianos.

— Pra você ficar lindo, só nascendo de novo, Zacky – brinquei, ele me mostrou o dedo do meio e riu em seguida.

— Ei Jimmy, consegui umas roupas pra você também! Essa camisa vermelha vai ficar linda! – ela entregou a roupa á Jimmy que sorriu e agradeceu.

- Isso é ridículo! Também tenho direito á roupas novas! – reclamei – Sou o Deus da beleza suprema, esqueceram?

— Para de se achar um pouco garoto, você nem é tudo isso! – Nayah disse com desdém. Todos olharam assustados pra mim. Quem aquela indianazinha pensava que era?

— O que disse? – perguntei incrédulo.

— Acho que a Nayah é a primeira mulher á te dizer isso Brian. Gosto dessa garota! – Jimmy riu de mim.

Ah qual é, quem liga pra opinião dela? O que ela sabe sobre isso? É só uma favelada que nunca beijou na vida! – eu disse sem pensar. Nayah me encarou profundamente e simplesmente abaixou a cabeça em sinal de tristeza. O clima ficou pesado até que Johnny apareceu para tentar aliviar.

— Querem ouvir piadas?

— Não Johnny, vamos logo se não chegaremos atrasados! – Priya puxou o anão pelo braço e o arrastou até a porta. Aos poucos, a casa foi ficando vazia, mas antes, Jimmy tinha que ficar para me dar um puxão de orelha, claro.

— Ei senhor Deus supremo, pegue leve com a Nayah. Ela é uma boa pessoa e te ajudou quando você foi baleado! Será que dá pra deixar de lado esse orgulho pelo menos uma vez? – Jimmy abraçou Karuka e seguiu com os outros até que eu não os vi mais.

— Que beleza! Eles vão ficar o dia todo fora e a noite também! Como vou conseguir conviver com ela? E aquele gordo do Zacky vai se dar bem! Todos vão! – eu disse baixinho. Caminhei devagar até a porta de um dos quartos, estava entre aberta e então eu fiquei á olhar adentro. Nayah estava lá. Ela se olhava no espelho e fazia perguntas á si mesma.

Sou tão ruim assim? Por que eu não consigo ser feliz? Devo ser horrível pra quem me vê... — ela sentou-se no chão e ficou a chorar. Seus olhos expressavam raiva e profunda mágoa, tanta que ela começou a rasgar a barra de seu sári vermelho. Partia meu coração vê-la daquela maneira e... Mas eu não costumava sentir pena de ninguém, então, por que senti àquela hora?

Talvez Jimmy tivesse razão. Talvez meu pai tivesse razão. Eu era mesmo uma pessoa terrível, alguém que não prestava e incapaz de se preocupar com alguém. Eu não era nada.

Tentei ficar mais próximo da porta para vê-la melhor, mas sem querer acabei escorregando e caí. Nayah ouviu o barulho e veio correndo.

- O que está fazendo? Está maluco? Ainda não pode ficar andando por aí, tem que descansar Brian! – ela disse toda preocupada. Ajudou-me a levantar e logo voltou pro quarto.

— Espera Nayah... – segurei seu braço e a obriguei a me olhar.

— O que quer? – ela perguntou rispidamente.

— Eu... Eu queria te pedir... Pedir-te... – Droga! As palavras não saiam. Eu queria dizer que sentia muito, mas meu maldito orgulho era maior que eu.

— Se quer pedir comida ou bebida, nem vem! Já que está de pé e se acha bom o suficiente, pegue sozinho! – ela gritou.

— Não grita comigo garota! – eu aumentei a voz.

— Ah desculpe! Sou só uma favelada burra que não entende nada da vida! Esqueci! Desculpe-me “mestre da beleza”, a retardada aqui não vai mais te incomodar! – ela tentou se soltar, mas eu apliquei maior força sobre seu braço – Está me machucando Brian! Além de estúpido você também é covarde? – aquelas palavras fizeram meu sangue ferver e assim eu perdi o pudor e controle, despejando tudo que estava dentro de mim.

Cala a boca! Você não sabe o que eu já passei nessa vida! Não sabe a dor que tive que enfrentar tão cedo! Não entende que eu tenho medo? É isso mesmo garota, eu tenho medo! Eu digo que sou o melhor em tudo, mas na realidade não eu sou! Eu não presto, não me preocupo com ninguém e sei que não sou tão bonito assim! – ela ficou me olhando apavorada.

— Haner se rebaixando... ? Não consigo acreditar nisso – ela me ironizou.

— Não me chama de Haner, por favor... Meu pai me chamava assim e eu não gosto de me lembrar dele – sentei-me na cama dela e fiquei de cabeça baixa para tentar esconder minhas lágrimas. Nayah se aproximou e ajoelhou-se perto de mim, a barra do seu vestido estava toda rasgada e seu cabelo despenteado. Seus olhos tinham manchas do lápis de olho, enquanto sua boca carnuda estava meio aberta. Parecia ansiar por um beijo, mas eu não tinha certeza.

— Não precisa se sentir assim. Você pelo menos tem coragem, e talentos! Já deve ter conquistado muitas mulheres, já eu? Bom não passo de uma indiana que nunca beijou na vida – ela disse com ênfase na frase que eu havia dito á ela.

- Já tive muitas garotas, Nayah. Mas mulher mesmo, você é a primeira que eu conheci. Obrigada por ter dito a verdade pra mim...

— Que verdade? – ela se aproximou me deixando mais louco de vontade.

Que eu não sou nada do que penso. Não sou bom e incrível quanto eu me acho – eu disse fitando seus olhos. Nayah pareceu ignorar meu comentário e sentou-se no meu colo, colocou suas mãos em volta do meu pescoço e encostou seus lábios na minha testa.

Eu só queria que você entendesse o que eu sinto Brian – senti suas lágrimas pingarem na minha boca. Segurei sua cintura, acomodando-a entre minhas pernas.

Eu também queria entender o que eu sinto princesa – eu disse e ela me olhou confusa.

— Princesa?

— Sim, minha princesa, se quiser. Perdoe-me por ser tão inferior pra você – Nayah ficou sem palavras quando segurei seu corpo bem firme e a deitei ao meu lado – Eu... Eu nunca disse isso á ninguém, mas saiba que eu te amo minha princesa – ela sorriu descontroladamente.

— Você pode me beijar? Se não for muito ruim beijar uma garota boba que...

— Fica quieta... – calei-a com um beijo profundo, talvez o melhor que eu já tinha provado. Suas mãos foram subindo pelo meu peito, forçando-me a tirar a camisa.

Coloquei-a entre minhas pernas e abaixei a parte superior de seu vestido. Beijei-lhe os ombros, pescoço e colo até que cheguei aos seios. Ela arranhava minhas costas com delicadeza, mas não parava de gemer meu nome.

Nayah acariciava cada cicatriz que eu carregava, de cada surra que levei do meu pai. Parei aquilo tudo para simplesmente olhá-la.

- O que foi? – Nayah perguntou – Se arrependeu?

— Claro que não. E você, se arrepende? Se quiser parar tudo isso, tudo bem – eu disse. Ela sorriu e se aninhou em meu peito. Sua pele macia entrou em contato com a minha já tão sofrida. Senti arrepios a cada toque dela.

— Nunca iria me arrepender disso, meu amor – Acariciei seus cabelos e tratei de me livrar do restante do seu vestido. Nayah estava suando, ofegava palavras que eu não entendia, mas percebi o quanto estava bom pra ela.

— Não quero te machucar – eu disse. Ela estava arfando de prazer e eu já sentia meu corpo ferver quando em contato com o dela.

— Sei que não faria isso nunca, Brian – ela respondeu ainda mais cansada por causa dos beijos e movimentos rápidos que fazíamos.

— Fazer isso tudo não é pecado aqui? – perguntei inocente.

— Brian, eu já estou em pecado há muito tempo. Desde o dia que comecei a te desejar, todos os dias. Sonhava com esse momento todas as noites, meu Brian – ela esfregava seu corpo no meu, deixando-me maluco de desejo. Livrei-me de seu vestido, enquanto eu já estava nu.

Nayah era tão perfeita que eu podia ficar olhando-a a noite toda.

- Então vamos fazer acontecer, vamos deixar nossos sonhos se tornarem realidade – ela sorriu pra mim e eu voltei a beijá-la. Minhas mãos percorriam todo seu corpo, pernas, barriga, seios.

Nayah estava um pouco perdida, afinal tudo aquilo era novo pra ela, mas só o fato de estar confiando em mim já me deixava feliz e excitado, confesso.

Após algumas investidas, ela já havia deixado marcas por todo meu corpo, enquanto seu pescoço estava preenchido por chupões que eu havia deixado.

Foi rápido para conseguirmos atingir o ápice de um ato sexual, acho que nunca havia sentido aquilo antes. Ela gemia meu nome com muito prazer e eu pressionava sua cintura contra minha intimidade. Explodimos de tamanho êxtase até que ela caiu sobre mim, cansada.

Eu havia dormido com muitas garotas, mas nenhuma delas me fez refém ou me fez sentir medo e prazer como Nayah.

- Não acredito que fizemos isso, Brian – ela continuava a beijar meu peito e eu acariciava suas belas curvas.

— Sabe, nem eu Nayah. Agora eu sinto que essa viagem valeu à pena.

— Valeu a pena só porque fez sexo comigo? – ela me olhou tristonha, ri da expressão dela.

— Claro que não né Nayah? Pare com isso! Valeu a pena porque eu encontrei a garota certa pra mim, a única. Só acho que você devia ficar comigo pra sempre, o que acha? – ela abriu um sorriso lindo e deixou algumas lágrimas escaparem. Só naquele momento percebi que ela havia se preocupado comigo durante tudo aquilo, sempre com medo de tocar no meu ferimento na perna. Como pode ser tão perfeita?

— E você ainda pergunta? Eu te amo Brian, quero ser sua pro resto da vida! – passei minhas mãos pelo seu corpo tão delicado, distribuindo beijos por todas as partes. Ela estava em cima de mim, me beijava descontroladamente até que sentimos o cansaço chegar e percebi que ela adormeceu com a boca em meu pescoço.

Levantei devagar e a deitei na cama. Cobri o corpo dela com o lençol e me sentei na beira da cama. Ali fiquei a admirá-la, parecia um anjo dormindo e foi assim que fiz a promessa mais importante da minha vida:

“Eu vou te amar até o fim dos tempos e assim nunca ficarás sozinha, eu prometo.”

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Algumas horas depois — POV Zacky

- Mais que lugar incrível! – Jimmy exclamou ao ver as luzes brilhando no céu. Fogos de artifícios lindos, melhores até que os de fim de ano. As meninas estavam bastante emocionadas com o espetáculo.

— Preciso tirar umas fotos pra colocar no meu blog! – eu disse empolgado.

— Uau! Olha só que vista! Nos EUA não temos festas assim – Matt disse á Tara que o abraçou forte. Todos estavam colados ás meninas, mesmo que timidamente, mas uma delas não estava lá.

- Ei, Karuka, onde está Radija? – perguntei.

— Eu não sei Zacky, ela estava aqui até agora e... – Karuka parou de falar, como se tivesse se lembrado de algo importante. – Ai não! Acho que ela ficou chateada porque não organizamos nada para o aniversário dela!

— É hoje? Mentira não é? – repeti assustado.

— Não Zacky! Radija completa 18 anos hoje e... – Não esperei Karuka terminar de falar e saí correndo pelo festival. Percorri a enorme área da festa e nenhum sinal dela. Até que decidi ir para uma parte mais afastada aonde ninguém ia. Eu estava perdido naquela multidão, mas não iria desistir de achá-la. Cansado de tanto andar, caí sentado perto de uma área deserta. Um lugar bonito onde havia um grande rio e muitas árvores. *Imaginem a cena num local deste: http://2.bp.blogspot.com/-bFB-DDiO8r0/TV-fISRyykI/AAAAAAAAACk/nZgvbXw9wVI/s1600/paraiso.jpg *

- Meu Deus, que lugar é esse? – olhei ao redor e tudo era escuridão, a não ser pela luz da Lua que iluminava meu rosto. Desejei que alguém estivesse ali... Que ela estivesse. Seria meu dia de sorte? Parecia ser...

Andei mais alguns metros até avistar uma garota sentada próximo ás pedras. Ela chorava muito e soluçava palavras que eu desconhecia. Aproximei-me e então percebi que era Radija quem estava ali.

- Radija? Por que está aqui? – perguntei. Ela me olhou assustada, os olhos vermelhos por causa do choro.

— Como me encontrou? – Não respondi, apenas continuei á olha-la fixamente. — Quis me afastar. Todos estavam lá felizes com seus pares e eu cansei de ficar sozinha, ainda mais hoje no meu aniv... – ela parou de falar e abaixou a cabeça.

— Seu aniversário? Tudo bem, não precisa esconder... – Sentei-me ao no chão frio ao lado dela. Tomei uma de suas mãos e a segurei.

— Zacky eu...

— Feliz aniversário, minha linda. – Ela sorriu descontroladamente e tratou de colocar suas mãos em volta do meu pescoço num meio abraço gostoso.

— Obrigada. Você não imagina o quanto sonhei com esta data. Só queria que ela fosse uma data feliz, só queria que... – calei seus lábios com a ponto dos meus dedos e a beijei imediatamente. Não fora um simples beijo, mas sim algo intenso. Como se esperássemos por isso há muito tempo.

- Esse é seu presente de aniversário? – ela arqueou uma sobrancelha num olhar atrevido.

— Na verdade eu posso te dar mais do que isso, se você quiser – devolvi sua provocação. O clima já não estava normal e a temperatura de nossos corpos subiu. Segurei Radija pela cintura e a coloquei entre as minhas pernas. Ela levou suas mãos á barra da minha camisa e tirou-a rapidamente.

- Eu quero... Eu quero você Zachary – ela disse em meio á beijos descontrolados, com certeza ela estava deixando marcas avermelhadas por onde seus lábios passavam. Abracei seu corpo com firmeza e comecei a tirar seu vestido. Ela suspirava profundamente á cada toque meu.

— Eu te quero tanto Radija – eu dizia baixinho ao pé do seu ouvido fazendo-a gemer meu nome.

Meus extintos já não podiam ser controlados e ela também não fazia questão de parar tudo aquilo. Tirei a roupa restante e logo eu a tinha nos meus braços, nua.

Radija também retirou minhas roupas e logo éramos dois malucos fazendo amor sob a luz da Lua.

- Eu... Eu te amo... Eu – ela tentava dizer em meio á gemidos ofegantes. Senti meu corpo suar e nossas peles grudaram quando o calor atingiu os dois.

Tinha medo de machucá-la nos movimentos, mas Radija confiava em mim e apenas olhou pra mim suplicando que eu continuasse cada vez mais rápido.

— Eu também te amo, meu amor – eu disse. Minhas costas começaram á arder com cada arranhão que ela deixava. Tudo aquilo era excitante demais e eu não conseguia me conter. Os movimentos de vai e vem ficaram cada vez mais rápidos e intensos, estes arrancaram gritos de prazer de ambos. Foi quando senti que chegamos ao ápice e logo nossos corpos amoleceram e caíram cansados um ao lado do outro.

Radija deitou sua cabeça em meu peito molhado pelo suor e ali ela distribuía beijos tímidos me fazendo sorrir como feito bobo.

- Não podia ter sido melhor Zacky – segurei suas mãos e as beijei com carinho.

— Espero que se lembre do seu aniversário agora – eu ri.

— Jamais irei esquecer. Esse foi o melhor presente que eu podia ganhar – ela olhou para o céu durante alguns minutos.

— O que foi?

— Não costumo agradecer á Alá por nada, mas dessa vez eu tenho que admitir que ele caprichou em te trazer pra mim – ela me olhava com ternura e demonstrava muito prazer ao estar ali comigo. Beijei seu pescoço e a obriguei a me olhar novamente.

— Fica comigo pra sempre?

— Mas é claro que sim Zacky! Eu te amo tanto! – Selamos nossos lábios e ficamos a olhar a Lua e contando estrelas. Radija adormeceu sobre meu corpo, onde ela transferia calor para o meu, ajudando-me á escapar do frio. Fiquei fazendo carinhos em seu rosto e assim segui o seu exemplo, agradecendo á Deus pela primeira vez por ter tanta sorte.

— Obrigada Deus... – minhas palavras soaram como sussurros tímidos em meio á tanto vazio, mas não importava. Eu estava com a mulher feita pra mim e nada poderia mudar aquele momento. Aquilo seria eterno pra nós já cansados de tanto esperar.

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* Cidade de Amber – Hotel Leela Palace*

- Alô? Leila? Oi, sou eu...

— Jonathan? O que houve? – a voz da mulher estava visivelmente alterada.

— Escute, temos que mudar os planos. Aqueles moleques estão indo longe demais, estão atrapalhando tudo!

— Não acredito que deixou aqueles pirralhos se intrometerem! Seu incompetente! – A ligação ás vezes era interrompida por tamanha distancia que os separavam.

— Fique quieta e escute! Preciso que me mande uma ajudinha extra, pois o pai do James também está aqui! Preciso acabar com ele para depois chegar ao filho.

— Você só me mete em problemas não é? Vou fazer uma visitinha á Barbara e depois lhe dou mais detalhes. Enquanto isso trate de matar o Sullivan e fique de olhos no filho dele.

— Eu sei o que fazer, só estou ligando para lhe avisar que o plano vai entrar em ação agora...

— Faça o que tem de fazer e me ligue para dar a boa notícia!

— E qual seria querida?

— Qual mais poderia ser? A morte de Joe Sullivan! – a mulher desligou e o homem disfarçadamente conseguiu entrar pelos fundos. Ele vestia o uniforme que os funcionários usavam na cozinha. Passou pelos guardas e logo se encontrava subindo as escadas para pegar o elevador. Já havia checado a ficha de Joe e sabia onde este estava hospedado.

Depois de tanto andar finalmente chegou ao andar do quarto 326. Bateu á porta algumas vezes até que esta abriu-se. Segurou a arma firmemente esperando a chance de atingir seu alvo fatalmente.

- Quem é? – antes que Joe pudesse ver a figura de Jonathan, este empurrou a porta e logo apontou a arma para a cabeça do outro.

— Por que você não ficou em Nova York? – Joe tremia de medo, o suor começou a cobrir-lhe o rosto.

— Pare com isso Jonathan! Vamos conversar! Você não vai ganhar nada me matando – ele tentava controlar a situação, mas o homem estava possesso de raiva.

— Está errado, amigo. Vou ganhar muito com isso! Quem sabe assim você aprende a não se intrometer tanto. – Joe protestou contra Jonathan, mas tudo foi em vão. Quando ouviu-se um disparo. O hotel todo se assustou e logo os homens da segurança identificaram o andar e correram para o quarto 326. Chegando ao quarto encontraram Joe Sullivan caído no chão com uma poça de sangue ao redor do seu tronco.

Notas finais
E aí gente? O que será que vai rolar com o pai do Jimmy? Bjs bjs meus ducks..até a próxima ♥