Notas iniciais
Olá pessoas! Sei que estavam ansiosas para esse capítulo, então aqui estou. (conseguindo cumprir os prazos!!! Milagre!) Quero agradecer imensamente as recomendações! Já disse que amo amo vocês?! Capítulo dedicado a Anna B Queen, teresinha, juaassaid!!! Meninas obrigada pela recomendação! Bora ler!

— Prometo que essa será a primeira das melhores noites de nossas vidas. – Edward sussurrou em seu ouvido a fazendo estremecer. Logo em seguida afastou as madeixas morenas e distribuiu beijos por seu pescoço. Bella afastou-se por reflexo. – Humm, és sensível aqui. – Edward puxou-a para perto de si novamente e continuou com os beijos. Bella, mesmo assustada, fechou os olhos e apreciou o que o marido fazia.

As mãos do Cullen foram parar na cintura de Isabella, ele a puxou para si colando seus corpos. Bella arfou sentindo o calor do peito másculo, sentiu um formigamento em seus seios, seus mamilos ficaram intumescidos sobressaindo pelo tecido da camisola. Edward não pôde deixar de sentir isso, e voltou a beijar a morena a deitando na cama e ficando por cima.

Bella se assustou com o ataque súbito, ainda mais quando sentiu que Edward estava levantando sua camisola. O que ele estava fazendo?

Lentamente Edward passava as mãos pelas pernas de sua esposa levantando a longa camisola branca no caminho. Ele sabia que a peça era a única coisa que o impedia de vê-la nua, do jeito que veio ao mundo, nunca ansiou tanto por uma visão.

Bella sentiu vontade de pedir para o marido parar, era tudo tão estranho. As sensações que as mãos dele causavam em seu corpo eram mais que boas, mas ele estava tirando sua roupa, e isso era errado, uma dama não poderia ficar nua na frente de um homem.

Bella se lembrou que sua mãe disse que ele iria apagar as velas, mas ele não o fez. Será que havia se esquecido? Será que seria agora que ele a machucaria? Ele não parecia querer fazer isso, suas mãos eram firmes, mas eram carinhosas e delicadas ao mesmo tempo. Bella sentiu a camisola deslizar por seu corpo, até não sentir mais o pano. Ela enrijeceu, estava nua na frente de um homem, nunca se sentiu tão exposta.

Edward olhava a esposa admirado, ela era perfeita. Sua pele parecia uma porcelana, seus seios eram cheios e tinham os bicos rosados, ele poderia passar horas a sugá-los. Seu olhar passou por seu monte de vênus coberto por ralos pelos, ele imaginou como ela seria se fosse lisa, ele ainda veria essa cena, mas os pelos não o impediriam de chupá-la esta noite, deveria ter um gosto esplêndido. Ele lentamente levou as mãos aos seios da moça, que se assustou com o toque e estremeceu.

— Eu não vou machucá-la, apenas sinta. – ele sussurrou em seu ouvido. Bella sentiu alívio com a fala do marido, mas não conseguia deixar de se assustar com a forma como ele a tocava. Ele apertava seus seios e beijava seu pescoço, Bella sentia vontade de correr, fugir dali, mas ao mesmo tempo sentiu seu corpo ficar mole e se arrepiar, sua intimidade estava úmida, de um jeito estranho.

Edward desceu beijos pelo colo da jovem até que chegou ao bico do seio esquerdo, onde deixou uma lambida molhada, para logo em seguida começar a sugá-lo com fome, sua outra mão estava sobre o outro seio alongando o mamilo da esposa.

Bella arfou, seu marido estava sugando seus seios como um bebê, ela nunca se sentiu tão suja, tão despudorada, mas estava gostando e muito, um gemido escapou involuntariamente de seus lábios, que ela tratou de selar, para que não fizesse mais nenhum barulho, foi o que sua mãe disse, para ela se manter calada.

Edward quase foi ao céu ao ouvir Bella gemer, ficou contente por estar conseguindo dar prazer a sua dama, mas ela não voltou produzir nenhum som, estava parada, como uma estátua, seus olhos fechados com força, seu corpo imóvel. Ele se sentiu desconfortável, queria que aquele fosse um momento dos dois, não somente dele, queria ela gemendo para ele, pedindo por mais, chamando seu nome, mas não estava sendo assim.

Ele continuou com a boca em seus seios enquanto enquanto uma mão escorregava pelo corpo da amada, rumo a parte onde ela estava mais necessitada.

As sensações que dominavam o corpo de Bella eram indescritíveis, ela não imaginava que algo assim pudesse existir. Sua vontade era de gritar, de se contorcer, de oferecer mais do seu corpo ao marido, mas ela se continha, sempre lembrando das instruções que recebera e, às vezes, se sentindo culpada por estar fazendo algo que parecia tão errado, como um pecado.

Ela quase perdeu o controle quando os dedos do marido encontraram sua intimidade, ele esfregou ali, como se brincasse com o líquido melado que encharcava o lugar.

Edward soltou um gemido rouco ao perceber o quanto Isabella estava molhada para ele. Sua vontade era se enterrar dentro dela imediatamente, mas não o faria. Não poderia ir tão rápido na primeira vez, ela merecia o seu melhor, o máximo de carinho e atenção. Essa noite era tudo sobre ela. Porém se sentia incomodado com a falta de ação da companheira, apesar de saber que ela estava sentindo prazer, o excesso de seu néctar entre suas pernas o fazia ter certeza.

Edward abandonou os seios da moça, que continuou quieta, mas por dentro não gostou da sensação de abandono em seus montes. Ele desceu beijos pela sua barriga o que fez o corpo da amada estremecer, ele sorriu satisfeito.

Bella sentia beijos molhados serem espalhados pelo seu ventre, cada vez mais baixo, perto demais de seu lugar íntimo, onde os dedos de Edward acariciavam lentamente, ela sentia cada vez mais vontade de gritar, uma necessidade estranha de soltar resmungos de contentação, mas continuava a se conter, querendo evitar que o marido a machucasse, como as damas lhe disseram mais cedo.

Edward roçou seu nariz lentamente sobre a intimidade da esposa, que arfou de susto, ou de prazer com o ato. E isso despertou algo poderoso em seu interior. Pela primeira vez na noite ele perdeu o controle, abrindo as pernas da mulher com uma demasiada força e mergulhando a língua em seu centro. Isabella desta vez não se conteve, um grito torturado saiu de seus lábios, era a mais doce tortura que poderia sofrer.

Ela por curiosidade ergueu o rosto e observou o homem que tinha a cabeça entre suas pernas e a beijava ali, como se não houvesse amanhã. Ela não sabia o que pensar, sua mente pensava no quão estranho era aquilo, parecia sujo, pecaminoso, mas ela nunca sentiu nada melhor, nenhuma sensação se comparava àquela.

Edward já havia feito isso algumas vezes, mas nunca sentiu um gosto tão perfeito quanto o da sua esposa, ele a lambia com vontade, ora chupava o seu clitóris, ora lhe penetrava com a língua, aquele ato era tão prazeroso que ele gemia enquanto provava daquele mel, seus gemidos naquela região faziam coisas com o corpo de Isabella que ela não poderia descrever, estava quase perdendo o controle, e por um momento o perdeu. O controle de tudo, de seu corpo, seus pensamentos, do mundo, esqueceu até como era respirar ao alcançar o ápice pela primeira vez em sua vida.

O Cullen sorveu cada gota de seu prazer fazendo a sensação perdurar mais um pouco.

Isabella estava enfraquecida sobre a cama, de olhos fechados, fronte suada, apesar daquela época do ano ser demasiado fria por ali.

Ao observar a mulher corada tentando controlar a respiração, Edward sorriu. Prová-la, vê-la em seu êxtase fora incrível, ele mal podia esperar pela melhor parte que ainda estava por vir.

Ele subiu mais na cama acariciando o rosto de Isabella, que abriu os olhos ao sentir o carinho. Ela não pode evitar retribuir o sorriso que o marido lhe dava, ainda que de forma mais tímida. Edward a beijou, fazendo-a sentir um gosto estranho em sua boca, seu próprio gosto.

— Como se sente? – ele perguntou.

— Bem. – Bella foi monossilábica. O que não o agradou.

— Você gostou? – ele tornou a perguntar. Agora direto. A moça corou até o último fio de cabelo. E apenas acenou em confirmação.

Edward não podia esperar mais, seu membro estava tão duro e com a cabeça tão úmida que estava se sentindo incomodado.

Ele posicionou seu corpo novamente em cima da dama e sussurrou-lhe ao ouvido.

— Vou tomá-la como minha agora. Espero fazer isso desde o dia que a vi correndo pelos campos na minha chegada. – e dizendo isso se esfregou nela fazendo que sentisse a sua ereção.

Bella tinha retornado a difícil missão de se manter calada. Ela ainda estava assustada com o que se passou instantes atrás, mas não podia negar que havia sido maravilhoso, nunca sentiu algo tão... gostoso.

Edward afastou-se um pouco para tirar as calças, fazendo Isabella fechar os olhos imediatamente ao vê-lo nu ajoelhado sobre a cama. Ele achou a reação da moça encantadora, era tão tímida e inocente. Ele não via a hora de vê-la mais ousada e sem vergonhas com ele, principalmente quando estivessem no quarto, ou no escritório, e na biblioteca, eram vários os lugares e superfícies em que ele queria tomá-la. Mas ao mesmo tempo toda essa inocência tornava tudo mais especial.

Ele se posicionou sobre ela novamente, suas intimidades tocando-se. Ele aproximou seus rostos e a beijou apaixonadamente, ao mesmo tempo que acariciava seu rosto com uma mão, enquanto a outra afastava suas pernas. Então, muito lentamente, ele a penetrou.

Bella estava tão perdida pelo beijo e pelo carinho que demorou a perceber o que o marido tentava fazer, mas assim que percebeu, apavorou-se. Ela havia visto seu tamanho, não imaginava como “aquilo” podia entrar nela. Ele iria machucá-la.

E, assim que sentiu a dor da sua carne se esticando para recebê-lo e de sua barreira sendo rompida, teve certeza de que a parte da “dor” que a mãe e a irmã falaram havia chegado.

Edward não pode conter seu gemido ao estar finalmente dentro da esposa, era quase como uma comemoração de vitória. Ela era tão apertada a sua volta.

Ele parou o beijo, dando leves selinhos e finalmente olhou para o rosto da amada. Ela tinha lágrimas em seus olhos, que ele percebia que tentava segurá-las. Ele sabia que aquilo era um pouco doloroso para ela, e se sentiu mal por não ter se atentado muito para isso em seu êxtase, talvez devesse ter ido ainda mais devagar.

— Ei, você está bem? – ele perguntou preocupado. Suas mãos enxugando as lágrimas nos olhos dela.

— Desculpe-me. – ela sussurrou se sentindo vergonha. E confundiu o semblante preocupado do marido com um decepcionado. Sentiu-se um péssima esposa. Ela não conseguiu segurar as lágrimas por conta da dor, e chorou ainda mais quando percebeu que ele havia notado.

— Não precisa ficar assim, querida. Logo vai passar. Eu faço tudo no seu tempo. – ele disse dando um delicado beijo em seu rosto. O coração de Bella se aqueceu, ele estava sendo tão atencioso. Ela não poderia decepcioná-lo.

Edward tentava ficar calmo e dar o tempo de Bella, mas ainda estava dentro dela, e senti-la apertada em sua volta não ajudava muito, era quase doloroso.

— Tudo bem, o senhor pode continuar. – ela respondeu tímida. Apesar de tudo aquilo era sua obrigação como esposa, e não era tão ruim assim, já que minutos antes ele tinha proporcionado-lhe sensações maravilhosas.

— Tem certeza? – ele perguntou. Ela apenas confirmou com a cabeça. Então, ele saiu por inteiro e entrou mais uma vez. Bella apertou os olhos por causa da dor. Ele repetiu os movimentos bem devagar algumas vezes.

Bella percebeu que com as investidas a dor ia diminuindo, restando uma leve ardência. E também, quando o prazer apareceu, que isso era a melhor coisa que existia no mundo.

Mais do que quando ele estava usando a boca nela, foi difícil se controlar. A vontade era de pôr as suas mãos nele, de pedi-lo para ir mais rápido, de gritar. Mas ela não fez nada disso, continuou quieta, praticamente imóvel, seus olhos fechados.

Edward não conseguiu manter o ritmo lento durante muito tempo. Logo estava investindo com força. Era o paraíso para ele. Ela era melhor do que ele havia imaginado. Quente, e apertada, muito apertada. Porém ele queria mais dela, queria ouvi-la. Queria saber se ela estava gostando. Se estava sendo tão perfeito quando estava sendo para ele.

— Eu quero ouvi-la. – Edward sussurrou no ouvido da esposa. Bella não sabia o que dizer, e se desesperou por isso. Mas isso logo foi esquecido quando começou a perder novamente o controle de seu corpo.

Dessa vez veio mais forte. Mais intenso. Ela, como da outra vez, não conseguiu se conter. O som que escapou de seus lábios era mais um grito que um gemido. Suas mãos, que antes descansavam na cama, involuntariamente se agarraram ao corpo do homem, sua unha arranhando suas costas.

Edward ficou louco com isso. Saber que ela estava se entregando, que estava gozando para ele, ouvi-la gritar, sentir suas unhas em sua pele, ser apertado por por seu sexo enquanto ela gozava, o fez perder o controle. Ele gozou como nunca havia feito antes, o êxtase era tanto que o fez morder o pescoço da esposa com demasiada força, mas ela nem sentiu tamanha era a nuvem de prazer que cobria sua mente e seu corpo.

Ainda ofegante, Edward saiu de dentro dela, deitou-se ao seu lado e puxou-a para seu peito.

Bella tinha um sorriso de satisfação no rosto assim como o marido, e desde modo foi para o mundo dos sonhos.

Edward sorriu ao ver a amada dormindo, aquele sorriso em seus lábios o fazia ter certeza de que havia sido perfeito para ela também. Por mais que ela não tivesse participado ativamente do ato, ele tinha certeza que seriam perfeitos juntos, era só questão de tempo. Ele a faria conhecer todos os prazeres que tivessem ao seu alcance, ela só precisava se render.

Notas finais
E então? Finalmente o casamento foi consumado. Eu tentei fazer o melhor possível, mas acho que ficou fofinho e hot, e ainda deu para ver um pouquinho das descobertas e medos da Bella e tal. Mas terão mais capítulos desse estilo... Quero mais recomendações!!! E continuem comentando e favoritem! Beijinhos e até semana que vem!