Desejo Proibido
16 Um fofoqueiro a escuta
Notas iniciais
- E ai, me diz como foi com sua mãe? — Hanna estava muito anciosa, e nem, esperou que Caleb entrasse no quarto do hotel.
- Vamos embora e no caminho eu te explico. — Hanna ficou preocupada com o modo como Caleb disse aquilo. Mesmo assim, o seguiu, pegando sua mochila, abrindo a porta do quarto, saindo do hotel e entrando no carro.
- Será que agora você pode me explicar o que aconteceu? — Hanna estava realmente preocupada com Caleb, mais percebeu que sua expressão era boa.
- Eu finalmente encontrei minha mãe. — Caleb disse mostrando sua felicidade.
- É sério? Que bom, meu amor. Fico muito feliz por você. — Hanna o beijou, antes mesmo que pudesse continuar a falar.
- Sim. Ela me esclareceu o que realmente aconteceu. Ela não me abandonou por que queria, muito pelo contrário. Foi obrigada a me deixar.
- O que como assim? — Hanna ficou assustada.
- Se lembra daquele tio que eu disse que me criou? Então. Hoje eu descobri um história sobre meu tio que eu não sabia. — Caleb para de falar, respira bem fundo e continua. — Hanna, esse meu tio, na verdade é — a ansiedade tomava conta de Hanna enquanto Caleb falava. — ele é o meu pai.
- E por que ele escondeu isso de você?
- Só ele sabe o motivo. Mas isso não vem ao caso agora. Porque, o que realmente importa, é que encontrei minha mãe. — Caleb abraça Hanna e da um longo beijo nela.
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De volta a Rossewood
- Você está querendo dizer que você e o Caleb estão juntos agora? — Mona falava quase gritando com sua amiga.
- Hey, fala baixo. Ninguém precisa saber disso. — Hanna olhava de um lado pro outro, nervosa.
- Fica calma que não tem ninguém em casa. — Hanna continuou contando tudo o que tinha acontecido naquela viagem. Sem que ela e Mona percebessem, Noel (namorado de Mona e amigo de Max) entrou em casa e começou a ouvir metade da conversa das duas. — E agora, o que você pretende fazer?
- Ah, eu pretendo terminar com o Max. Até, porque não faz sentido a gente continuar juntos se o que ele mais faz é me despresar. — e Noel continuava ouvindo tudo, mesmo sem entender, porque tinha pegado a conversa pela metade, já tinha percebido sobre o que Mona e sua amiga Hanna estavam conversando.
- Se eu fosse você, tomava muito cuidado com o que você vai fazer com o Max.
- Eu hein, Mona. Você sempre me apoiou. Porque agora está falando que tenho que ter medo dele?
- Não falei que é pra você ter medo, mais sim pra tomar cuidado. Nunca se sabe do que uma pessoa como o Max é capaz.
- Cruzes, Mona. Você fala como se ele fosse algum pscopata maníaco. — Mona não a respondeu, mais no fundo bem que realmente iria falar isso. Noel que estava atrás da porta ouvindo tudo, já tinha entendido mais aindo sobre o que se tratava aquela conversa. E quando percebeu que as meninas estavam prestes a abrir a porta, saiu sorrateiramente, caminhando pra rua. Chegando lá, pegou o seu telefone procurou o número de Max, e assim que ele atendeu disse o seguinte:
- Tenho uma coisa pra te contar, e preciso ver você urgentemente.
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