Desejo Proibido
25 Atitude de amigas
– Mona, eu sei que esse assunto não devemos se meter, mais você não concorda que essa não é a decisão certa pra Hanna tomar? — Uma das principais características de Emily, era se preocupar muito com seus amigos e por isso, ela insitia tanto.
– Desde o primeiro momento, eu sempre achei o namoro dela e do Max muito estranho. Ela sempre me disse que isso era porque cada um tem sua vida social e que não era preciso que um se metesse na do outro.
– Fora isso que você disse, pelo que me lembro o Max já traiu a Hanna umas duas vezes e ela sempre perduou, dizendo que ele tinha mudado.
– Eu acho que ele tem domínio sobre ela, mais de tão boazinha que é, Hanna não percebe. Ela diz que tem que fazer isso, porque ele precisa dela.
– Só que a gente sabe muito bem como é nossa amiga né. — disse Emily. — Se ela puder dar a vida dela pra ajudar aguém, pode ter certeza que é isso que ela fará.
– Mais ela tem que abrir os olhos e ver que isso não é o melhor pra ela.
– Se nós somos amigas dela de verdade, não podemos deixar ela entrar nessa furada.
– Temos que fazer alguma coisa o mais rápido possível porque o casamento é daqui a duas semanas.
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– Hanna esse vestido que eu escolhi tem tudo a ver com você. — Hanna estava em uma boutique de noivas da amiga da sua mãe pra escolher o vestido.
– Ah, escolhe você pra mim. Qualquer um que você vê tá bom. — Hanna estava meio tristonha e logo a atendente percebeu e comentou.
– Ai credo. Você é a noiva mais desanimada que já apareceu aqui.
– Talvez seja.
– Não sei o que tá acontecendo, mais se você não quiser casar, não case oras. Você é uma moça muito jovem. Tome cuidado, você pode estar sendo levada pela emoção do momento ao fazer isso. E o casamento é algo muito sério. Algo pra ser levado pra vida toda. Sei que muitas pessoas se me vissem falando isso com você me chamariam de antiquada e tudo, e diriam que hoje em dia as coisas mudaram. Mas Hanna, se tem um concelho que posso te dar, é de que você pense bem antes de tomar essa iniciativa.
– Obrigada. — Hanna deu um longo suspiro. — Mais é melhor você escolher o vestido pra mim.
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– Mona o que você tá fazendo aqui? — Nunca tinha passado pela cabeça de Caleb que Mona algum dia aparecia em sua porta. Foi exatamente por isso que o rapaz se assustou tanto.
– É bom te ver também. — Mona foi entrando sem ao menos esperar que Caleb a convidasse pra entrar e claro, Emily entrou junto com ela. — E antes que você pergunte, essa é a Emily que também é amiga da Hanna. Ela chegou recentemente de Vegas
– Oi, Caleb, prazer! — Emily fez questão de exibir o seu melhor sorriso para o rapaz.
– Oi. — Caleb disse meio sem jeito. — E desculpa não ter nada pra oferecer a vocês. Como podem ver, esse é um apartamento inteiramente masculino, e meu amigo e eu não costumamos receber visitas.
– Sem problemas. Não viemos aqui pra bater papo. Viemos porque precisamos da sua ajuda. — Emilly disse.
– Da minha ajuda? — Caleb olhou para Mona, deixando claro que estava achando aquilo tudo meio irônico. —
– Se trata da Hanna. — Mona sabia que se continuassem a enrolar, iriam sair dali de mãos abanando.
– Mona, eu não sei se você sabe, mais acontece que Hanna e eu não temos mais nada.
– Eu sei disso. E eu nunca me imaginei falando isso, mais eu prefiro ver minha amiga solteirona a ter que ver ela se casar com aquele asqueiroso do Max.
– Mas acontece que essa foi a decisão da sua querida amiga, e eu lamento por vocês. mas não tem absolutamente nada que eu possa fazer pra ajudar.
– Caleb, olha eu não te conheço, mais eu conheço o suficiente minha amiga pra dizer que ela realmente gosta de você.
– Emily você acha que se sua amiga realmente gostasse de mim ela se casaria com outro cara só porque ele diz estar com uma doença em fase terminal?
– Olha, eu entendo que você esteja revoltado com toda essa situação e, que agora não esteja conseguindo ver com clareza. Mas se tem uma coisa que eu posso te dizer com toda certeza, é que minha amiga te ama. E precisamos da sua ajuda exatamente pra mostrar pra ela que o Max não tem nenhuma doença. — com isso, Caleb acabou ficando sem ter o que dizer.
– Está bem. O que eu tenho que fazer?
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