– Bom eu tenho minhas suspeitas de que por trás de toda essa sujeirada, esteja uma médica que já teve um caso com o Max. O que preciso é saber quem foi a médica que deu o resultado pra ele e aí, começaremos nossas investigações.
– O plano é bom, mais como vamos conseguir contato com essa médica?
– Não se preocupe Caleb querido, essa é a parte mais fácil do plano. Eu tenho meus constatos pessoais, e acredite, eu conseguirei uma horinha com ela. — e como num passe de mágica, Mona tira seu celular da bolsa e sai da vista de Emily e de Caleb. Depois de alguns minutos ela volta. — Caso resolvido. Temos um encontro com a Dra. Penelope ás 15:00 hs, na cafeteria do centro da cidade.
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Três horas na cafeteria
– Chegamos e pelo que tudo indica, primeiro que a Penelope. — Mona disse
– Você tem certeza que ela vai nos contar tudo sobre o plano do Max? — Emily disse
– Bom, tudo eu não sei, mais pelo menos uma boa parte, ela terá que nos contar.
– E como você fará pra que ela conte?
– Muito simples. — Mona tira da sua bolsa uma quantia em dinheiro. — É o seguinte, eu vou oferecer esse dinheiro pra que ela fuja do país caso o Max tente ameacá-la.
– Acho que não será necessário. — Caleb finalmente se manifesta.
– Isso é o que veremos. — E nesse momento, eles observam uma moça ruiva passar pela porta. — Bom gente, elas não sabe que vocês viriam comigo, então sentem-se em uma mesa por perto. — e assim Mona sai de perto deles.
– Dra. Penelope? Não sei se lembra de mim, mais eu sou Mona a moça que marcou um horário com você.
– Ah, sim. Claro. — Penelope não parecia estar muito preocupada. Acreditava que tiha sido chamada pra uma simples conversa do cotidiano.
– Olha o assunto é um pouco sério, e eu preciso que você seja extremamente sincera comigo. E que esteja disposta a arcar com as consequências.
– Pois então fale.
– É sobre uma manipulação de resultados de exames de um dos seus pacientes. — nesse momento, Dra. Penelope quase que congelou.
– Eu... eu... não sei do que você está falando.
– Ora, doutora, tem certeza? — Mona começou a usar um tom de ironia ao falar com a médica.
– Te... tenho sim. Não há nenhum caso de manipulação de resultados de exame na clínica.
– E se eu falasse que você está mal informada? — Mona começou a tirar uns papéis de sua bolsa ( e sabe-se lá de onde vieram esses papéis) que comprovavam o que ela disse. — Pode analisar você mesmo se preferir.
– Eu vou ao banheiro e já volto pra continuar a conversa. — essa foi a desculpa que Penelope inventou pra tentar fujir de Mona, que foi muito mais esperta que ela.
– Não vai a lugar nenhum sem antes dizer toda a verdade. — Mona conseguiu ligar o gravador debaixo da mesa sem que Penelope percebesse. — Sabe que tenho provas suficiente pra entregar você não somente a diretoria do hospital, mais também a polícia, né? Então, trate de começar a falar.
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– Foi ótimo "fazer negócios" com você doutora Penelope. — Mona disse — Fique tranquila que ninguém saberá de seus mal atos, mais pra que ninguém descubra nada, eu pensei em te dar uma boa quantia em dinheiro que lhe renderá um bom tempo de férias. Assim que quiser, ligue pra mim e terei o dinheiro em mãos pra te dar. Até mais, doutora. — e assim ela saiu da cafeteria com Emily e Caleb indo atrás dela.
– Será que agora pode nos dizer o que aconteceu naquela mesa?
– Eu consegui fazer com que ela contasse tudo.
– E agora?
– Agora, só temos que esperar o momento certo pra agir.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.