Desejo Proibido
11 Acordos cumpridos (ou quase)
Notas iniciais
Algumas semanas depois
Depois de muitos ensaios, muitos beijos técnicos ( não ocorreu nenhum outro beijo como aquele do apartamento), muita arrumação do figurino, e muita montagem, teve a apresentação teatral. Que foi um sucesso. Logo após a essa semana, Hanna e Caleb ( que agora eram muito mais amigos do que antes) começaram a cumprir suas apostas.
- Hanna, chegamos a casa do seu pai. — Caleb havia acabado de parar a caminhonete.
- É. Eu sei. — Hanna deu um longo suspiro.
- Quer que eu entre com você? — Caleb percebeu o nervosismo de Hanna.
- Hey, isso não faz parte do acordo. — ele olhou pra ela e ambos riram.
- Tudo bem, senhorita. Então vá. — e Hanna já ia saindo quando Caleb a segurou pela mão, olhou em seus olhos e disse: — Não se esqueça que eu estou aqui com você.
- Obrigada. — e Hanna foi em direção a casa de seu pai. Estava muito nervosa, porque não sabia como seu pai a iria receber. Tocou o interfone, e logo subiu. Já estava na porta da casa de seu pai, quando o medo e nervosismo começavam a falar mais alto. Altomaticamente, como se soubesse o que se passava na cabeça dela, Caleb lhe manda uma mensagem dizendo : " Vai em frente. Eu estou aqui ra te ajudar. ". E ela, logo tomou coragem, bateu na porta, e ouviu em resposta uma voz a mandando entrar.
- Hanna. Minha filha. Eu...eu não esperava que você fosse vir me visitar assim tão cedo. — Brian estava muito surpreso de ver Hanna em sua casa. — Entra e senata aqui comigo. Quer comer alguma coisa? Eu já iria fazer um lanche pra mim mesmo.
- Não pai. Obrigada, — Hanna estava ficando cada vez mais nervosa. — Eu vim aqui só pra — ela olha de um lado pro outro, e via que aquela sala estava rodeada de fotos dela. — vim pra te pedir desculpas pelo modo como agi com você aquele dia lá em casa.
- Você não precisa se desculpar. Eu entendo você e sei que seus sentimentos sobre mim estavam a muito tempo guardados e te sufocando, e você não podia mais aguentar isso.
- Eu sei mas, eu não deveria ter agido com você como agi.
- Está tudo bem Hanna. Eu já esqueci. — Brian se aproximou de sua filha de lhe deu um beijo na testa.
- Ah, pai. Antes que eu mes esqueça. O convite pro jantar ainda está de pé?
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- Foi bem mais fácil do que eu pensei. Eu estava nervosa atoa. Quer dizer, não era atoa, mais eu não sabia como meu pai iria reagir depois de todos os cachorros que eu soltei em cima dele. Fiquei muito feliz de ver que ele realmente me perduou. E agora, eu até aceitei o convite pro jantar. Se bem que eu acho que fui longe de mais.
- Você fez o que tinha que ser feito. — assim que Hanna parou de falar, Caleb disse antes que ela não o desse tempo. Ele olhou pra ela, que estava sorrindo em troca.
- Que bom que você pensa assim. — Hanna deu um suspiro. — Agora que eu ja fiz a minha parte, você tem que fazer a sua.
- A gente não pode começar depois do almoço, não? Estou morrendo de fome. — ele fez uma carinha tão linda, que foi impossível Hanna dizer não.
- Tudo bem. Mais para de fazer essa cara de cachorro pidão. — ela não podia dizer que gostou da carinha que ele fez. — Mas me diga. Você tem alguma pista, algum endereço que te leve a sua mãe?
- Tenho, mas não sei se vai servir pra muita coisa. Olha — ele mostrou uma fotografia da mãe dele — Essa é a única coisa que eu tenho. Tem um endereço escrito aqui na parte de trás.
- Sua mãe é muito bonita. — "Já sei de quem você herdou essa beleza" ela disse em pensamento e começou a rir.
- Do que você está rindo? — ele perguntou assim que percebeu que Hanna estava rindo
- Nada muito importante. Vamos almoçar então pra começarmos a sua parte.
Depois do almoço, Caleb dirigiu por quase uma hora até chegar ao endereço da sua mãe.
- Esse é o endereço da foto — Hanna falou enquanto procurava o número da casa. — É aqui mesmo. Bom você entra eu fico te esperando no carro.
- Lógico que não. Você vai chamar e vai ficar lá dentro comigo acompanhando tudo.
- Quando eu fui falar com meu pai, você não entrou comigo.
- Você não quis, não se esqueça disso.
- Tudo bem, eu entro com você.
E eles logo tocaram a campainha. Demorou um tempo pra que a pessoa atendesse.
- Pois não, em que posso ajudar esse jovem casal? — era uma senhora de cabecinha bem branca, muito educadinha
- Estamos procurando por essa moça. — Hanna mostrou a foto pra senhora . — E esse endereço aqui atrás da foto, leva exatamente a essa casa.
- Ah sim, claro. — disse a senhora. — Essa moça morou aqui por muito tempo, mais no final do ano passado ela se mudou pra Ravenswood. Ela disse que iria procurar por um filho perdido.
- E ela por acaso deixou o endereço atual dela? — Caleb perguntou com tanta alegria. Sua mãe estava o procurando.
- Não, mais deixou o telefone dela. Se vocês quiserem, eu posso passar o número pra vocês.
- Sim, por favor. — Hanna e Caleb falaram juntinhos. A senhora se retirou pra pegar o número.
- Esse é o número. Bom, se vocês ligarem, por favor não diga que foi eu quem passou esse número.
- Tudo bem. Muito obrigada. — Caleb deu um sorriso largo pra senhora e saiu, e Hanna saiu logo atrás dele. — Que pena que ela não está mais aqui.
- Ah, mais agora, você tem o número do telefone, e pode ligar quando quiser. — Hanna dizia — E além de tudo, ela está mais perto, só pra procurar por você. Isso é ótimo não acha?
- Talvez.
- Ah, para de graça e se anime. Tudo está começando a dar certo. Agora, vamos voltar pra Rosewood porque já está ficando tarde.
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