Desejo Proibido

12 Um jantar sedutor


- Um brinde a mim, um brinde a nós, um brinde a vida. Que ela seja sempre bela! — Max e seus amigos, Noel e Jason estavam sentados em uma mesa jogando pôquer e bebendo.

- Qual é o motivo de tanta felicidade?- Jason o loiro bonitão da escola

- Consegui manter a Hanna comigo por mais tempo do que vocês pensavam.

- Bom, se eu fosse você, não teria tanta certeza disso. — disse Noel

- Ah é? E por que não? — Max dizia tudo muito seguro de si mesmo

- Porque ontem sua namoradinha foi a casa do seu sogrão, e sabe quem foi lá com ela?

- A chata da Mona né? Só pode ser ela. — Max continuava seguro de si

- Pééén. Resposta errada. Ninguém menos do que Caleb Rivers. — Noel usava um tom de zombaria. — Estranho, porque ultimamente tenho visto mais a sua namorada com ele, do que com você. Acho que está começando a perder o seu troféu.

- Lógico que não. Isso nunca. Deixe ela se divertir a vontade com o Gayleb e aí, quando ele menos esperar, eu estalo os dedos, — ele estala os dedos- e ele perde a Hanna assim. Eu faço o que eu quiser e quando eu quiser com ela. E além de tudo, o prazo dele já está acabando.

- O que você pensa em fazer? — perguntou Noel. Max olha pra ele e para Jason e responde:

- Em breve vocês irão saber.

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Alguns dias se passaram desde o dia em que Caleb e Hanna começaram o seu acordo. E como Hanna havia aceitado o convite pra jantar na casa de seu pai, ela não poderia deixar de levar seu namorado, Max.

- Olá, chegamos cedo? — Hanna estava a porta acompanhada por Max que vinha logo atrás dela.

- Não minha filha. — disse Brian, todo feliz por ver que Hanna realmente tinha ido ao jantar. — Entrem. — nesse momento ele viu que Max estava coma sua filha, e, logo murchou o sorriso. — Oi Max, que bom que você também veio. — Ele não conseguia esconder o desapontamento pela presença de Max ali. — Só estávamos esperando vocês para começar o jantar. Mas antes, minha filha, venha aqui, por favor — Brian abriu o braço pra que Hanna possa ir até ele. — Quero que te apresentar minha futura esposa. — nesse momento surge uma mulher loira, muito bem vestida e com uma aparência agradável. — Katarine, essa é a minha filha Hanna de quem tanto lhe falei. E Hanna, essa é a minha futura e amada esposa Katarine. — Hanna logo de cara não gostou da mulher, mais tentou esboçar o seu melhor sorriso. Não pela mulher, mais por seu pai.

- Oi Katarine. Prazer em conhecê-la

- O prazer é todo meu Hanna. Mas pode me chamar de Kate, já que seremos íntimas daqui pra frente. Você não faz ideia do quanto esperei pra conhecer você. — Hanna notou um pouco de ironia na fala da mulher, mais tentou eliminar esse pensamento, achando que estava começando a criar uma certa emplicância com a nova esposa de seu pai. — Também quero te apresentar minha filha. Isabella, venha conhecer sua nova irmã — foi nesse momento que desceu das escadas outra loira, parecia muito com sua mãe, que provavelmente mais nova, deveria ter sido igual a sua filha. — Isabella, essa é a Hanna, filha do Brian. — a mocinha deu um sorriso pra Hanna, mais nem ligou muito pra ela, focando logo seu olhar em Max.

- E esse rapaz também é seu filho, Brian? — perguntou Isabella mostrando todo o seu interesse em Max.

- Ahn.... Não. Esse é o namorado da minha filha. Max, se aproxime mais. Afinal você faz parte da vida da Hanna. — e Max se aproximou ficando ao lado de Hanna.

- Oi senhora Katarine — Max se abaixa e da um beijo na mão dela, como um comprimento. — é um prazer conhecê-la.

- Mais que rapaizinho mais encantador. O prazer é todo meu, mais pode me chamar de Kate.

- Oi, eu sou Isabella. — ela mais do que depressa foi se apresentando pra Max. — Mas pra você pode ser Bela. — se ela estava dando em cima dele, não fazia questão de esconder.

- Oi... han.. prazer- ele iria apenas cumprimentá-la com um aperto de mão, mais logo, a moça fez com que ele beijasse sua mão, assim como tinha feito com sua mãe.

- Então, vamos porque o jantar está esfriando. — Brian interrompeu, e acompanhou todos para a cozinha. O jantar fluia normalmente, conversas em tom animado. Hanna se sentia bem e em família. Por outro lado, sua "irmãzinha" não desgrudava os olhos de Max, que também não desgrudava os olhos dela.

Mais tarde, depois que o jantar acabou, Max desfarçadamente saiu da mesa, e foi pra sala, deixando que Hanna ficasse a vontade pra conversar com seu pai e a nova família. Estava super destraído vendo algumas fotografias que estavam espalhadas pela sala, quando ele percebeu que não estava sozinho.

- O que você está fazendo aqui tão sozinho? — Isabella se aproximava dele, a cada palavra que dizia.

- Ah, vim pra cá pra deixar que a Hanna conhece melhor vocês.

- E pra isso você fica aqui tão sozinho? Sem a companhia de alguém?

- Eu estou bem aqui sozinho.

- Bom, então se você prefere, eu volto pra lá...

- Oh, não me desculpe, não foi isso que eu quis dizer, é que estou bem aqui sozinho, — ele para por um tempo analisando cada centímetro do corpo de Isabella e volta a falar. — mais ter uma companhia tão boa assim como a de uma mulher como você, nunca é demais pra um homem.

- Assim eu fico sem jeito. — ela disse, e logo depois se sentou no sofá, cruzando as pernas, mostrando para Max todo o seu charme. — Mas então, você namora a Hanna por muito tempo?

- Ahn... não. Não tem muito tempo assim que a gente namora.

- Hum.... E vocês se gostam muito, não é verdade? — Isabella percebeu o tempo que Max estava demorando pra responder. — Tudo bem, vocês estão juntos a pouco tempo. Acho que ainda não da pra saber o tamanho do gostar de vocês.

- É verdade.

- Gostei muito de você, Max. E gostaria de ter uma oportunidade pra te conhecer melhor. — Isabella o lançou aquele olhar de que o desejava muito.

- Eu também gostaria muito de te conhecer melhor, Isabella. — Max havia percebido que ela o desejava. E ele não podia negar que também a desejava. Uma jovem bonita, ousada, e atraente. — A gente poderia se ver amanhã. — ele pegou um papel. — Vou anotar o meu número, pra você me ligar, e ai nós acertamos os detalhes