Notas iniciais
Aqui está mais um capítulo. Esse foi dificil de terminar, achei que não fosse conseguir.
Obrigada a todos os que comentam.

Eles já estavam andando há quase duas horas e até o momento não haviam percebido nenhuma movimentação estranha alem do fato de sentirem alguém os observando, foi quando de repente eles ouvem passos e algo sendo puxado, rapidamente se escondem atrás de um arbusto e poucos minutos depois dois homens enormes, vestidos de preto e encapuzados apareceram, eles puxavam uma imensa gaiola magia onde um monstro estava dentro.

- O que é isso? – perguntou Lucy só mexendo os lábios.

- Não sei- respondeu Laxus da mesma forma.

Depois de mais alguns minutos os ruídos do monstro já não podiam mais ser ouvidos e os irmãos decidiram segui-los. Depois de muito andar, encontraram uma enorme clareira no meio da floresta, eles viram que alem do monstro que avistaram e seguiram, havia vários outros, todos presos em gaiolas.

- Laxus, olhe ali, será que aquele é o baú que procuramos? – perguntou Lucy em um sussurro apontando para um altar onde tinha um livro aberto e ao lado um enorme baú de madeira antiga e de aparência de ser bem caro.

- Pode ser, vamos ficar aqui mais um pouco pra ver o que acontece – sussurrou Laxus.

Os minutos foram se passando e mais pessoas saiam do barracão que havia do outro lado da clareira.

- Já temos tudo para o ritual? – perguntou um homem saindo do barracão.

- Só falta um elemento senhor – disse outro homem.

- Ótimo. Logo ressuscitaremos Zeref. – disse novamente o primeiro homem gargalhando loucamente, sendo acompanhado pelos seus companheiros.

- Sim mestre Zun. Finalmente poderemos controlar Fiore. – disse uma mulher.

- Fiore é pouco, com Zeref do nosso lado, controlaremos o mundo inteiro. – disse Zun.

Ainda escondidos atrás de arbustos, Laxus e Lucy trocaram olhares preocupados, eles teriam que planejar algo antes de atacar. Não sabiam quis seriam as magias daquelas pessoas, nem qual a ligação que havia entre o baú roubado e a volta do mago negro.

- Temos que dar um jeito de descobrir quando eles pretendem ressuscitar Zeref – sussurrou Laxus.

- Se pelo menos soubéssemos do conteúdo do livro que está ali já seria um avanço – sussurrou Lucy.

- Já está escurecendo, vamos procurar um local mais afastado para acamparmos – sussurrou o loiro já puxando Lucy daquele lugar, andaram por mais meia hora até acharem uma imensa arvores com um tronco largo e varias folhas.

- Vamos subir na arvore, não vai dar para montar a barraca, mas o tronco parece aberto o suficiente para nós dois dormir e não sermos descobertos – disse Laxus já começando a escalar a arvore.

- Laxus, eu não vou conseguir subir ai, é muito alto – disse Lucy.

- Espera ai – disse Laxus jogando a mochila que carregava no lugar que ficariam. – Sobe – disse se abaixando para Lucy poder subir nas suas costas.

- Obrigada, aqui é mesmo um bom lugar para passar a noite – disse Lucy assim que desceu das costas do irmão e olhou o lugar que estavam, era o lugar onde os galhos começavam a sair do troco principal, mas era largo o suficiente para eles ficarem minimamente confortáveis e sem risco de cair durante a noite, sem contar que as folhas os esconderiam. – Eu estou quebrada, andamos o dia inteiro – resmungou Lucy se encostando a um dos galhos.

- Não foi só você que andou. Não vai dar para montar barraca, nem acender fogueira, e pelo jeito vai esfriar ainda mais – disse Laxus.

- Podemos usar o pano da barraca para nos cobrir, e eu tenho colchonetes quentes – disse Lucy.

- Boa ideia. Mudando de assunto, você trouxe algo para comer? Eu estou morrendo de fome – disse Laxus.

- Trouxe sim, mas não podemos abusar, não sabemos quanto tempo ficaremos aqui de tocaia – disse Lucy pegando duas barras de cereais e duas barras de chocolate.

- Isso não vai matar minha fome não – disse Laxus devorando sua barra de cereal.

- Eu tenho bolachas, se duvidar tenho até um peixe dentro da minha mochila – disse Lucy procurando por bolachas em sua bolsa.

- Por que você teria um peixe dentro da sua mochila? – perguntou Laxus curioso.

- Acho que é habito Happy só para de perturbar quando está comendo, então sempre ando com um peixe, por mais estranho que isso possa parecer. – respondeu Lucy comendo seu chocolate.

- Seu time é muito estranho – afirmou o loiro.

- Eu não acho. Mas, por que diz isso? – questionou Lucy.

- Natsu é mago de fogo, Gray é mago de gelo, Erza é maga de reequipe de armaduras, você é maga celestial e Happy é um gato, não tem nada que caracterize sua equipe – disse Laxus atacando o pacote de bolacha.

- Eu não tinha pensado por esse lado, nos damos tão bem em equipe que as diferenças em nossas magias são esquecidas. A nossa amizade nos une. – disse Lucy.

- Isso foi tocante. Quando surgiu a ideia do Raijinshuu com o Freed, o Bickslow e a Ever, também não tínhamos coisas em comum, tirando a vontade ser leal a mim e ser mais fortes a cada dia. – disse Laxus.

- Uma coisa que sempre me deixou curiosa, por que você tem uma guarda pessoal?

- Não que eu precise, mas aqueles três são meus melhores amigos, e assim como eles são leiais a mim, eu sou leal a eles. Foi bem estranho o modo como nos conhecemos, a Ever foi a primeira que eu conheci, ela sempre teve essa mania de fada e queria chegar na guilda, eu a levei, depois foi Freed, uns magos tiravam onda da cara dele por ele não ser tão forte fisicamente e eu ajudei, ele podia não ter força, mas sempre foi um gênio, e me ajudou em umas traduções, já Bickslow achou que por ter mais músculos que eu na época em que nos conhecemos, eu era fraco, saímos no punho, eu ganhei obviamente. Criamos o Raijinshuu um ano depois de todos na guilda.

- Eu não achei que a historia de vocês fosse assim – disse Lucy bocejando – Vamos dormir – disse Lucy ajeitando um saco de dormir.

- Boa noite – disse Laxus ainda encostado no tronco que estava antes.

- Não vai dormir?

- Não, vou ficar de vigia.

- Eu posso chamar Loke e você dorme, andamos o dia inteiro, você carregou essa mochila pesada, deite, Loke não vai se importar, e dos meus espíritos, ele é o mais forte – disse Lucy.

- Eu posso muito bem ficar de vigia, não confio em Loke – disse Laxus firme, mas acabou soltando um bocejo.

- Você está com sono, deite e durma. Eu confio em Loke, sei que não faria nenhuma gracinha comigo dormindo – disse Lucy.

- Tudo bem. – suspirou Laxus deitando no saco de dormir.

Lucy então chamou Loke que prontamente aceitou ficar de vigia para sua amada dona dormir e prometeu não fazer nada que não fosse vigiar, com tudo resolvido, os dois irmãos dormiram assim que se acomodaram.

Notas finais
Não sei se ficou bom, mas me esforcei pra escrever. Não sou boa em escrever missões, lutas e coisas do tipo, mas estou me esforçando. Comente o que acharem.