Desafios

29 Viajem de Trailer


Notas iniciais
Oláa meninaaas!! Voltei, voltei, voooltei! o/ o/ E aii?? Tudo bem com vocês? Estão tendo um bom fim de semana? Espero que siim :) Vamos ler? Boom gatinhas, capítulo disponível... Vamos lá! Espero que gostem... Boa leitura :D

Respirando fundo, recosta as costas no estofado macio da cadeira.

Os pés formigam, e o tédio já é quase palpável. Está sentada ali, há exatos quarenta e seis minutos.

Retirando a franja dos olhos, emite um leve sorriso ao gerente bancário que, permanece de olhos fixos na tela do computador.

Odeia ir a bancos.

Bufando, ela cruza as pernas, vendo os olhos do homem a sua frente se abrirem surpresos.

Morde os lábios, prendendo um grito.

Porque ele não fala?

Os dedos tamborilam na coxa, coberta pela saia sino, mostrando uma tremenda impaciência.

—A senhorita quer saber a quantia presente em sua conta, não é? –

Suspirando, ela sorri.

Não, quero saber como o mundo anda reagindo ao aquecimento global!

Prende a frase cínica em sua garganta, pigarreando baixo.

—Isso mesmo. – afirma leve.

—A senhorita tinha um seguro de vida, deixados por seus pais, o qual usou na faculdade. Depois fez depósitos mensalmente, os valores variaram entre seis e sete mil dólares, por seis anos e três meses. –

—Eu sei. – cruza os braços ao afirmar.

—Uh, se somarmos tudo isso mais os juros que o banco paga pelo investimento... Dá o total de trezentos e cinco mil dólares. –

Prendendo o ar na garganta a moça fica estática.

Trezentos mil... Ok!

Mais dinheiro do que ela pensava.

—Hm... – ainda abobalhada pela notícia, ela se remexe na cadeira. —Ual, não esperava uma quantia tão alta. – assume, fazendo o gerente rir.

—A senhora investiu um bom dinheiro todos esses anos. –

—É verdade. – chacoalha a cabeça.

—A senhorita vai querer sacar o dinheiro? – meio desconfiado ele pergunta.

—Não, não. – nega com a cabeça. —Na verdade eu até pensei nisso, mas acho que utilizá-lo com um cartão é mais seguro. –

—Certamente. –

—Se eu fizer o pedido do cartão hoje, quanto tempo demoraria para eu recebe-lo? – lubrificando os lábios, pondo os cabelos sobre o ombro.

—No máximo, quatro dias. – um sorriso se abre nos lábios da jovem.

—Ótimo. – bate palminhas, animada. —Quero um, por favor. –

Sentindo a excitação correr em suas veias a morena suspira com os planos fervilhando em sua cabeça.

[...]

Saindo do prédio poderoso do banco Santander, a morena acena para o táxi vazio que se aproxima.

A sétima avenida num movimento caótico.

Sorrindo adentra no carro amarelo passando as coordenadas do prédio de Edward.

—Mora no prédio a muito tempo? –

—Não muito. – murmura após pensar nas palavras.

Obviamente não vai dizer ao motorista que se mudou a dois dias para a casa do namorado.

—Dizem que é um ótimo lugar, muito seguro e protegido. –

—Sim, lá é ótimo. – sorri. —Mas o melhor é a vista. –

—Central Park? Times Square? – o senhor deixa a pergunta no ar, virando a esquerda na sexta avenida.

—O dois. – confirma rindo baixo.

—Imaginei, pelas coordenadas. – se encarando pelo retrovisor, eles trocam um sorriso pondo um ponto final na conversa.

Olhando no relógio do celular a jovem suspira. Quase duas da tarde.

Perdera realmente muito tempo na rua.

Saíra de casa cedo, levando Jerry ao Pet Shop, depois fora ao Centro assinar a rescisão de contrato.

Almoçara na rua, e depois seguira para o banco, onde ficara um bom tempo.

Encostando a cabeça na janela, deixa seus pensamentos se concentrarem em Edward.

Instantaneamente sorri.

Morar com ele, é realmente maravilhoso.

Nunca se sentira tão bem, como se sente agora.

Deve o ser o fato de estar amando e ser amada, que torna cada gesto dele encantador.

Um gosto amargo se apossa na boca da jovem, que chacoalha a cabeça, tentando eliminar o aviso de seu subconsciente que tudo aquilo não vai durar muito tempo.

Engole em seco, com os olhos lacrimejados.

Merda, merda, merda!

Mordendo a ponta da unha, respira fundo se repreendendo mentalmente.

O taxi para em frente aos portões elétricos do prédio, suspirando a moça abre o vidro apertando o interfone.

Assim que os seguranças a reconhecem, liberam o acesso ao veículo.

—Quanto é? – ainda abalada ela indaga ao homem, que cismado lhe informa a quantia.

Sorrindo forçado a moça agradece, acenando para o motorista antes de entrar no prédio.

Cumprimenta rapidamente uma senhora, que elegantemente, passeia com seu poodle branco.

No elevador, ao lado de dois homens que conversam sobre beisebol, ela tenta se recompor.

Não pode chegar com os olhos vermelhos e com uma imensa vontade de chorar, perto de Edward.

Respirando fundo várias vezes, ela sorri aos dois moços, que saltam no vigésimo andar.

Quando finalmente alcança a cobertura de Edward, ela se encara no espelho redondo da porta branca.

Fecha olhos e por minutos tenta relaxar.

Voltando a se olhar, arruma os cabelos ajeitando a franja grande, de lado.

Suspira e com um sorriso nos lábios, desbloqueia a porta com o cartão magnético.

Gianna a olha e sorri, enquanto limpa objeto por objeto do hall de entrada.

—Não sei como tem paciência para limpar tudo isso. – diz, ouvindo a mulher rir.

—É meio chato, mas estou acostumada. – mordendo os lábios a morena afirma, pegando um dos porta-retratos em mãos.

Um sorriso grande se abre nos lábios da jovem ao ver a foto emoldurada onde ela e Edward sorriem para câmera.

O cenário branco das montanhas de esqui de Lake Placid, montando um cenário perfeito.

Um suspiro longo faz seu peito subir e descer, ao se relembrar daquele fim de semana mágico, que passara com o ruivo, e os dois amigos.

Colocando o porta-retratos de volta no aparador, a jovem caminha até sala, silenciosa e vazia.

—Gianna? – chamando a moça coloca a bolsa sobre o sofá. Memórias de uma tarde quente que tivera com o namorado ali retornam a sua cabeça. Morde os lábios, chacoalhando a cabeça.

—Sim. –

—Edward saiu? – indaga se voltando para a mulher.

—Não, ele disse que ia tomar banho e dormir. Estava com dor de cabeça. –

—Obrigada. – agradece, praticamente correndo até as escadas suspensas.

A preocupação lhe fazendo engolir seco.

Empurrando a porta, Bella encontra o quarto vazio. A cama desarrumada, é indicio de que o namorado esteve ali.

Nervosa ela entra no cômodo, ofegando ao ouvir as ânsias sôfregas.

Apressada se dirige ao banheiro, batendo várias vezes na porta fechada.

—Edward. – chama tentando abrir a porta. —Edward, abre aqui... –

—Não Bella... Sai. – a voz dele sai abafada, meio fraca.

—Você está passando... – para de falar ao ouvir outra ânsia. —Edward, merda! Abre a porcaria dessa porta! – batendo as mãos na madeira, ela aumenta o tom da voz.

—Não vou abrir. – ouvindo as palavras do namorado a jovem solta a respiração pela boca.

Droga de ruivo teimoso!

Ainda com as mãos apoiadas na madeira clara, ela recosta a testa na porta.

—Quer que eu pegue um remédio para você? – após algum tempo de silêncio, ela volta a perguntar.

—Não. –

—Então abre aqui... Vai amor, eu quero ver como você está! – com o timbre choroso, Bella murmura.

Os olhos ardem fortemente.

—Espere. –

Mordendo os lábios ela se afasta um passo da porta, esperando que ele a abra.

Aliviada a morena suspira, assim que o namorado aparece.

O rosto ainda mais pálido, os olhos rodeados por grandes olheiras, e o suor escorrendo pelo corpo.

—Está melhor? – com cuidado a Swan acaricia a face abatida dele.

—Minha cabeça está explodindo. – reclama. —Doutor Fuller disse que o remédio adiantaria... Mas está insuportável. –

Puxando o ar com força, Bella o abraça. Colada nele, pode sentir os membros fortes trêmulos.

—Vou ligar para ele, ok? – carinhosa, ela sibila. —Mas primeiro vem, vou encher a banheira para você tomar um banho. –

Apenas assentindo ele a segue para dentro do banheiro.

—Vou escovar o dente. – avisa se direcionando ao balcão de pedra.

Observando o namorado pelos cantos dos olhos, Bella liga os jatos da banheira colocando os produtos para o banho na água.

—Os enjoos passaram? – puxando a camiseta molhada de Edward, a fisioterapeuta indaga.

—Sim. – o ruivo sorri de leve, desabotoando o short jeans.

Ajudando o namorado a entrar na banheira, a morena deixa vários beijinhos nos cabelos cobres.

—Vou ligar para o médico, ok? – olhando nos olhos do namorado, diz baixo.

—Não... Fica aqui comigo. – manhoso ele pede. Rindo a moça se põe de pé, e sem responder, se despe.

Ajusta o coque na cabeça, deixando-o mais firme. Com cuidado adentra na banheira, sentindo a água morna envolver seu corpo.

Visivelmente cansado, Edward se encosta na morena. A cabeça repousando em seu colo.

—Ainda está doendo a cabeça? – acariciando as costas largas, pergunta docemente a ele.

—Está. – de olhos fechados, o ruivo sussurra.

Respirando fundo, Bella passa seus braços pelo corpo forte. Os lábios selam beijos doces na cabeça do Cullen.

—Vai melhorar amor, vai melhorar. – garante, passando a ele uma certeza inexistente.

[...]

Parada em frente a cama, Bella morde os lábios fortemente observando o namorado dormir.

O médico e a enfermeira guardando os objetos utilizados para aplicar as injeções no ruivo, enquanto Esme e Carlisle conversam baixo ao seu lado.

Ainda em choque, Bella tenta assimilar o que ocorrera a poucas horas atrás.

Edward estava bem, apesar dos vômitos e da dor de cabeça, ele não estava tão mal. Mas assim que saíram da banheira o pesadelo começou.

Apesar de ter trabalhado um bom tempo no hospital, a moça não estava preparada para presenciar uma sena tão forte, como a de Edward tendo convulsão.

Vê-lo caído no chão, se retorcendo, com os olhos virados...

Chacoalha a cabeça, fechando momentaneamente os olhos.

—Bella, você está bem? – sentindo o braço da sogra contornar seu ombro, ela a olha.

Os lábios se tencionam em uma linha reta, e com os olhos lacrimejados, nega com a cabeça.

—Venha, vamos sair daqui. – carinhosa a mulher a guia para fora do quarto.

Deixando algumas lágrimas escorrerem de seus olhos, a Swan se senta no sofá.

Apoiando os cotovelos no joelho, cobre o rosto com as mãos deixando enfim o choro sair de sua garganta.

Amparada pela sogra, seus soluços são altos e tão fortes que fazem seu corpo chacoalhar.

—Ele está morrendo... Esme. – soluça entre a frase. —E eu... Eu não posso fazer nada. – corre as mãos pelo cabelo, se pondo de pé. —Meu Deus... Edward, ele... É tão novo, ele não pode morrer... – o desespero presente em casa sílaba.

Com o corpo tremulo, ela sente vontade de gritar. A dor é tão forte, tão aguda...

—Filha se acalme. – levantando a ruiva se dirige até ela.

—Não, Esme, não! – nega batendo as costas contra a parede. —Tem que ter um jeito... Ele não pode morrer. Ele ama viver, ele ama a vida! – deslizando o corpo, ela cai sentada no chão. —Ele não merece passar por isso... Não merece sentir aquelas dores... Meu Deus, por favor... Por favor, cure ele! –

—Gianna, pegue um copo de água para Bella. –

Com a cabeça baixa, ouve as palavras de Esme.

—Meu bem, você precisa se acalmar. – soluçando alto, sente as mãos da sogra em seu cabelo.

—Dói... Dói de mais. – quase sem fôlego, responde. —Não consigo nem respirar. –

—Eu sei, filha. – calmamente, Esme a abraça. —Sinto o mesmo que você. –

—Como isso pode acontecer com ele? – puxa o ar sofregamente. —Não é justo... Não, não... Ele tem só vinte e cinco anos... –

—Vamos pedir a Deus... –

—Deus? – erguendo os olhos, ela encara a sogra. —Que Deus? – pergunta soluçando. —Deus não existe... – alega se pondo de pé. —Edward... Ele.. Ele.. Só tem seis meses de vida. – as palavras tremulam em meio ao choro. —Acha que se Deus existisse isso estaria acontecendo? –

—Não fiquei assim, querida. – limpando as lágrimas do rosto alvo, a mulher volta a abraça-la.

—Não tem outro jeito de ficar. – recostando a cabeça no ombro da ruiva, deixa mais lágrimas caírem de seus olhos. —Ele está sofrendo... Está morrendo... A cada segundo que passa, ele... E eu... Eu simplesmente, não posso fazer nada. –

—Bella, olhe aqui. – segurando a morena pelos ombros a mulher a encara. —Eu sei que vê-lo daquele jeito é triste, eu sou a mãe dele e só eu sei como me dói ver o meu único filho assim. – limpando o rosto com as mãos, Bella mantém os olhos fixos na ruiva. —Mas perder a fé agora, não vai adiantar meu anjo. É revoltante, mas enquanto há vida, há esperança. –

Respirando fundo, a Swan morde os lábios.

—Vamos ter fé, ok? Fé em Edward... Acreditar que ele vai sair dessa. É só isso que podemos fazer, acreditar. Acreditar nele. — a voz de Esme é doce. —Certo? –

Assentindo com a cabeça, Bella abraça a mulher novamente. O choro ainda alto.

—Certo. – com a voz baixa, sussurra sabendo que Esme, tem razão.

[...]

Abrindo o notebook, a morena verifica novamente sua caixa de e-mail. Rola os olhos vendo-o vazio.

Ótimo, Alice! Me deixe esperando mesmo.

Bufando com o pensamento, volta a colocá-lo no criado mudo ao lado.

—Posse saber o que tanto a senhorita olha nesse notebook? – deitando a cabeça no colo da namorada, Edward indaga.

—Assunto meu. – correndo os dedos pelos cabelos macios dele, ela responde.

—Você e seus assuntos misteriosos. – rindo, ela se debruça para colar seus lábios nos de Edward.

—Já disse que logo você vai saber. –

—Quero saber agora. – cruzando os braços, o Cullen faz um biquinho.

—Own... Seu biquinho é muito fofo, mas vai ter que esperar Sr. Manhoso. – brinca apertando a bochecha dele.

—Bom... Eu posso arrancar de você... – deixando a voz safada, o ruivo corre os dedos por dentro da blusa da moça, até os seios cobertos pelo sutiã.

—Rá, rá! – Exclama, puxando a mão dele de dentro de sua blusa.

—Amor, é impressão minha ou os seus seios estão maiores. – sentando na cama, ele observa.

—Acho que meu corpo todo está maior... – murmura rindo. —Dei uma engordada. – completa, fazendo uma careta ao fim das palavras.

—Não engordou, está mais gostosa. – deixando uma mordida rápida no pescoço da namorada, ele a sente arrepiar.

—Bobo! – segurando o rosto dele entre as mãos, deixa um selinho rápido nos lábios finos.

—Então, o que nós vamos fazer dia 25? – deitando na cama, ele a puxa junto com ele. —Já vamos fazer quatro meses de namoro. – sorrindo, Bella entrelaça seus dedos nos dele.

—Não sei... O que tem em mente? – apoia a cabeça na mão, para encará-lo.

—Eu e você, sozinho e sem roupa, em qualquer lugar. – soando sedutor, ele pisca para a jovem.

—Quanto romantismo, Edward. – irônica ela volta a deitar a cabeça no peito dele.

—Estou brincando, meu amor. – rolando na cama, Edward se põe entre as pernas da namorada. —Podemos sair para jantar... – dá a ideia, beijando demoradamente o pescoço da morena.

—Uh... Ideia número dois. — pede fazendo-o rir.

—Viajar... – com os lábios colados na orelha da Swan, Edward fala.

Fechando os olhos, a moça volta a se arrepiar, quando os dentes do namorado beliscam seu lóbulo.

—Sabe de uma coisa... – arranhando de leve os ombros fortes, Bella o encara. —Acho que a opção de ‘eu e você, sozinhos e sem roupa’, me parece bem mais tentadora agora. – puxando o lábio inferior de Edward em um chupão, ela o olha no fundo dos olhos.

Emitindo um sorriso, o ruivo vê os orbes chocolates arderem.

—Se quiser eu posso te mostrar o que essa ideia inclui. – mordendo os lábios a morena assente, recebendo uma mordida no queixo antes de ter a boca do namorado, exigindo a sua.

Passando as pernas pela cintura do Cullen, ela ofega com as mordiscadas que ele distribui em seu pescoço.

Puxando a camiseta de Edward, ela lança a peça longe antes de voltar a beijá-lo.

—Não quero preliminares. – sussurra em meio ao beijo, com certa dificuldade.

—Pode deixar. – ajoelhando ele desabotoa o short jeans, logo se livrando dele.

Mordendo os lábios ela o observa abaixar a cueca até o meio das coxas torneadas.

Não deixa de lamber os lábios ao ver o membro já duro e ereto de Edward saltar para fora.

—Sem preliminares... Lembra? – voltando a se abaixar, o ruivo morde com certa força a boca carnuda da Swan afastando com a mão a calcinha rendada.

Respirando ofegante ela afirma com a cabeça, soltando grito quando Edward a penetra de uma só vez.

Ainda de joelhos, ele mantém o quadril da fisioterapeuta suspenso, investindo cada vez mais forte na namorada.

—Mais rápido... – pede arqueando o corpo, investindo com o dedo o clitóris inchado.

Soltando um urro alto, Edward sente o sexo da namorada se contrair ao seu redor.

Morde os lábios, vendo-a se tocar.

Puta que pariu, como pode ser tão gostosa?

Ofegante, o ruivo geme alto quando ela alcança o orgasmo e apoiando as mãos na parede aumenta o ritmo das estocadas.

—Aah! – exclama, gozando dentro da Swan.

Ainda conectados, os dois ficam parados. Ambos tentando normalizar a respiração.

Erguendo os braços a morena puxa o namorado, ambos gemendo pelo movimento de seus corpos.

Com as mãos presas no rosto dele, ela o beija demoradamente.

—Eu te amo. – sussurra ainda sem fôlego.

—Eu também te amo. – abre um sorriso quando tem o rosto cobertos por beijinhos molhados. —E então, gostou dessa ideia? –

—É tentadora. – abre os olhos, sentindo a luxuria voltar a percorrer seu corpo. —Mas acho que ainda não ficou claro o que tem em mente. –

—Preciso esclarecer isso então. – subindo as mãos pela barriga da Swan, Edward murmura. Os dedos experientes abrem com facilidade o fecho do sutiã que logo é jogado para o chão, juntamente com a blusa de malha.

—Precisa. – enlaçando os braços no pescoço do namorado, ela volta a beijá-lo.

As mãos fortes que percorrendo todo o corpo da jovem, lhe causam arrepios deliciosos.

Remexendo o quadril, ela sente o namorado voltar a se animar. Se apertando mais nele, ela geme sobre os lábios finos quando ele volta a estocar.

Entrando mais devagar na moça, ele sorri em meio beijo, sentindo as pequenas mãos apertarem sua bunda.

—A culpa não é minha se você tem uma bunda gostosa. – com a voz arrastada ela se justifica, soltando uma lamuria quando o namorado sai de dentro dela.

Trocando olhares sugestivos, eles se livram das últimas peças intimas.

—Safada. – a virando de lado, ele deixa um trilha de beijos desde a nuca até o ombro da sua. Passando um dos braços pela cintura da namorada, Edward mantém seus corpos colados.

E abraçado a ela em uma perfeita conchinha, volta a penetrá-la.

O rosto enfiado na volta do pescoço da moça, Edward solta gemidos baixos.

Tão apertada. Tão quente. Tão molhada.

Ela é realmente a perfeição.

Mordendo os lábios Bella fecha os olhos apreciando aquelas maravilhosas investidas lentas e profundas.

Teria algo mais gostoso que aquilo?

Duvidando, a jovem ofega quando a mão grande de Edward sai de seu seio para se enfiar em seu sexo.

Os toques suaves em seu ponto sensível a faz se contorcer.

Não vai aguentar muito, ainda mais com ele dando chupões demorados em seu ombro.

—Edward... – chama em meio a um gemido.

—Hmm... – concentrado no prazer, o ruivo tem a mente embaralhada.

—Vai mais rápido. – sorri ouvindo a voz manhosa da mulher.

Pressionando cada vez mais o clitóris da Swan, ele aumenta a frequências da penetrações.

Um grito abafado, é solto pelo casal que juntos, chaga mais uma vez ao orgasmo.

—Você tem razão. – ainda perdida nos mares intensos do deleito, ela pronuncia. —Essa ideia é fantástica. – completa, ouvindo os risos baixos do Cullen.

[...]

Sentada no sofá Bella finge prestar atenção ao desenho que passa na TV.

Na verdade o filme chega até a ser bonitinho, e mesmo Edward não admitindo, ela sabe que é um dos preferidos do Cullen.

Detona Ralph, se não está enganada.

—A Vanellope é a sua cara... Sério amor, o jeito marrento é o mesmo. – levando umas pipocas a boca a morena rola os olhos.

—Ela é fofa. – dá de ombros recebendo um rápido beijo na bochecha.

—E você é linda. – elogia, a fazendo sorrir.

O ruivo logo volta a prestar atenção na tela, mas a jovem está ansiosa de mais para assistir ao filme.

Desde que fora ao banco, há sete dias atrás e presenciara pela primeira vez, uma convulsão de Edward, está combinando com Alice uma viajem surpresa.

Na verdade, é mais um item da lista de Edward. Ou melhor, dois.

Assim que seu cartão chegara, ela tratara de alugar um Motorhome, e com a ajuda da baixinha programara uma ida até o Monumento Four Corners.

Mordendo os lábios a morena sente o celular vibrar no bolso. Respirando fundo, ela encara o aparelho.

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Tudo Pronto.

Estamos aqui em baixo.

Desçam looooogo!! :D

Alice :*

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Pigarreando a moça se levanta do sofá. Os olhos do namorado se voltam instantaneamente pata ela.

—Preciso que desça comigo até a rua. – apertando os dedos, ela diz.

—Para que? Algum problema? – sentando no sofá, o ruivo pergunta.

—Nenhum. – nega e sorri de leve. —Vamos amor, vem! – esticando a mão para ele, acena com a cabeça.

Cerrando os olhos, Edward se levanta entrelaçando seus dedos nos dela.

—O que a senhorita está armando? – indaga curioso.

—Nada, Edward! – responde, soando indiferente.

A descida no elevador até o térreo é silenciosa, assim como a caminhada até os portões frontais.

Olhando da sacada do apartamento, os jardins grandes da entrada são realmente lindos, contudo caminhando entre eles a moça se pergunta o porquê de serem tão compridos.

—Ainda não estou entendendo o porquê de estarmos aqui. – cumprimentando os seguranças, Bella ouve a pergunta de Edward calada.

Os olhos correm pela rua da quinta avenida que como sempre é agitada.

Retirando o celular do bolso a moça se prepara para mandar uma mensagem a Alice, porém os barulhos da buzina fazem-na parar.

Mordendo os lábios, a morena olha para Edward que ainda sem entender, observa o Motorhome parar em frente ao passeio.

—Bella... O que? –

—Aluguei um trailer, e ele nos levará até a junção dos quatro estados americanos. – respirando fundo, ela retira o papel dobrado do bolso, junto de uma caneta. —Tome. – estende ao namorado. —Pode riscar o número cinco e seis da lista. –

Por um tempo o Cullen apenas encara os objetos em sua mão, entretanto assim que consegue assimilar as palavras doces da namorada ele sorri grandiosamente.

—Você não existe, sabia? – sussurra ao pegá-la em um abraço forte. —Eu te amo. – declara, encostando sua testa na dela.

—Eu também te amo. – sorri, deixando um selinho rápido nos lábios finos. —Agora risque na lista. – pede se afastando.

Abrindo o papel levemente amaçado, ele ouve a porta do trailer se abrir.

Correndo a caneta pelas palavras, ele deixa um risco sobre as próprias letras.

—Surpresa! – uma Alice sorridente cantarola, dando pulinhos a sua frente.

Arregala os olhos rindo, vendo Emmet abraçar Bella pelos ombros.

—Vocês também vão? – alegre ele indaga, sendo agarrado por uma Alice eufórica.

—Achou mesmo que íamos ficar fora disso? – Emmet pergunta sorrindo.

—Eles me ajudaram a planejar tudo. – olha para a namorada que, perto de Emmet quase desaparece. —Sua mãe e seu pai também. –

—Deus... Vocês são de mais! –

Rindo junto com os amigos, Bella conclui que, não há nada mais prazeroso que fazer Edward sorrir.

—Temos um longo caminho pela frente... Vamos pegar a estrada? –

—Pegar a estrada? Tipo... Agora? – questiona ao ouvir as palavras do amigo.

—Sim, Ed... Já está tudo pronto. Roupas, comidas... Tudo arrumado e planejado. – Alice murmura, subindo no trailer grande.

—Então seus assuntos misteriosos eram isso? – ele pergunta vendo Emmet seguir a mulher.

—Sim, eram. – confirma feliz, beijando os lábios do Cullen.

—Eu não sei nem o que dizer... Eu... – perdido ele, corre as mãos pelo cabelo da moça.

—Não precisa dizer nada amor. – se estica beijando o maxilar quadrado do ruivo. —Apenas aproveite. –

Com os olhares conectados eles sorriem, um para o outro.

—Hey vocês! – pondo a cabeça para a fora da janela, Alice chama. —Entrem logo... – autoritária a baixinha arranca risos do casal que, contente adentra no veículo, prontos para começarem sua viagem de trailer para Four Corners.

Notas finais
Eeh uuuuhhuuuul!!! Vamos viajar de trailer galeera!!! u.u rsrsrsrs Gente seguinte, não descrevi a convulsão do Edward e decidi que não vou descrever. Acho que eu não aguentaria fazer isso... Então irei apenas citar, quando for preciso. Eu não sei se eu fico alegre ou triste por dizer isso, mas... A fic está acabando... :( Teremos mais dez capítulos e o epílogo! Ée triste :/ Bom, espero que tenham curtido e que estejam animadas para a ida até os quatro estados o/ kkkkkk Nos vemos em breve C: Se cuidem, tenham uma boa noite e... Beijõõões da Nick :*