Notas iniciais
Menininhas do meu core S2 Nick voltoooou o/ kkkkkkkk Boora leer??! Espero que gosteem gatitas, Boa leitura XD

Caminhando pelo grande Central Park, Isabella deixa seus olhos vagarem pela paisagem deslumbrante.

É início de primavera, flores já ressurgem nas arvores e já pode-se ouvir até canto de pássaros.

A temperatura ainda é baixa, porém o sol já brilha no céu azulado.

Morde os lábios, sentindo uma leve brisa bater contra seu rosto. Pacientemente, retira os fios da face alva, após arrumar a echarpe no pescoço.

Volta a pôr as mãos nos bolsos do casaco preto, deixando os passos ainda mais lentos ao passar em frente a fonte "Angel of the Waters”.

Ao seu redor várias pessoas param para bater fotografias. Não deixa de rir ao ver a animação nos semblantes desconhecidos, tendo quase certeza de que a maioria é turista.

O vibrar intenso do celular em seu bolso, a faz voltar sua atenção para o aparelho. Um sorriso enfeita os lábios avermelhados, ao ver o nome de Edward piscar na tela.

—Diz amolação! – salda ouvindo as risadas do ruivo soarem altas.

—Minha Bella, sempre carinhosa! – dessa vez é ela que não seguro o riso ao ouvir as palavras do Cullen. —Passei no Hospital para te pegar, mais Ângela disse que já havia ido embora. –

—Sim, sai mais cedo. – confirma, sentando em um banco próximo.

—Porque não me ligou? Teria te pego... –

—Queria caminhar um pouco, além do mais nem tinha necessidade. – murmura beliscando os lábios com os dentes.

Um longo silencio se instala no aparelho, obrigando a jovem olhar na tela para conferir se a ligação não caíra.

Cerra os olhos e volta a colar o celular na orelha.

—Edward? – chama, ouvindo apenas a respiração do ruivo.

—Tinha necessidade sim! – assustada dá um pulo no banco frio, quando o Cullen murmura as palavras em seu ouvido.

Apoia o coração na mão, ouvindo-o rir alto.

—Seu imbecil! – exclama se pondo de pé, deixando tapas no braço forte. —Não tem graça Edward! – esbraveja empurrando-o com toda a força que tem.

—Desculpe Zangadinha, eu não resisti! – pede arqueando as mãos.

—Aff, você é tão idiota! – cruza os braços voltando a sentar. Um bico delineando os lábios cheios.

—Está brava? – sentando ao lado da Swan, Edward questiona.

—O que você acha? –

—Acho esse biquinho que você faz sexy de mais... – responde recebendo um olhar mortal. —Brincadeira! – corrige sorrindo torto. —Acho que você está com saudades e quer me beijar, acertei? –

—Passou bem longe! – sibila entredentes pondo a bolsa no ombro, antes de sair caminhando em direção as escadas de Bethesda Terrace.

—Hey bicudinha, me espera! – grita correndo em direção a morena até alcançá-la. —Bella? –

—O que? –

—Já disse que você está linda hoje? –

—Edward, porque você não se perde no Park? – as palavras saem pontuadas, ignorando o charme do ruivo.

—Se você se perder comigo eu... – ele se cala ao receber mais um olhar feio da Swan. —Ok, parei! – diz, antes de puxá-la pela cintura.

—Me solta, seu palhaço! – manda, assim que ele os deixa frente a frente.

—Solto depois que me der um beijo. – lança uma piscadela, tentando unir seus lábios. Ato esse que é desviado pela fisioterapeuta.

—Vou te dar é um soco! Me solta! – volta a falar, sentindo a raiva evaporar de dentro de si. É impressionante, mas não consegue sentir raiva dele.

—Tão selvagem minha doutora! – ouve a brincadeira de Edward, sentindo-o apertá-la ainda mais em seu abraço. —Eu estava com saudade de você. – a voz rouca sai baixa deixando a Swan arrepiada.

As palavras doces, desarmam todas as defesas da jovem, que sorri com o coração frenético no peito.

Com cuidado ele retira todos os fios de cabelo do rosto da jovem, antes de depositar um breve beijo em uma das bochechas.

—Como me achou aqui? – muda de assunto, ignorando a sensação incomoda em seu estômago.

—Eu estava dormindo. Ai sonhei com você. Então resolvi caminhar até que, vi você sentada ali no banco! – fala brincalhão. —Mais um ato inexplicável do destino! –

Mordendo os lábios, Bella prende um sorriso.

—Besta! –

Sorrindo torto Edward deixa um beijo na ponta do nariz da morena.

—Fui ao hospital e depois que Ângela me disse que você tinha saído mais cedo, resolvi ir até sua casa, onde seu porteiro me avisou que você não estava. – atenta as palavras de Edward, Bella apoia as mãos no ombro largo. —Então eu estava vindo embora quando vi você entrar no Park. – completa sorrindo torto.

—Ah, entendi. – morde o canto interno da bochecha, suspirando.

—Vai dar meu beijo agora? Ou eu vou ter que roubar? – apertando as mãos na cintura de Isabella, Edward deixa seus rostos quase colados.

Entrelaçando os dedos nos cabelos macios do rapaz, a moça para cerrando os olhos. Por alguns segundos se finge de pensativa.

—Como eu sou contra furtos, eu te dou! – deixa a brincadeira unindo finalmente suas bocas.

Com um vento dançando pelo Park, os dois se colam ainda mais, sentindo as sensações já conhecidas os domarem por completo, enquanto um aprecia os lábios do outro.

—Você não deveria ser contra furtos. – o ruivo acusa, com a testa unida na dela. Os dedos longos, deixam carinhos na face alva.

Ainda ofegante a Swan toma fôlego.

—E por que não? – morde os lábios ao indagar.

—Por que você roubou meus sorrisos, meus sonhos e o pior de tudo, roubou meu coração. –

As palavras de Edward a deixam emocionada. Solta um riso baixo, o beijando-o rapidamente.

—Você e suas falas bregas! – murmura o vendo rir.

—É culpa sua. – Edward diz, entre selinhos. —Você que me deixou assim. –

Passando os dedos no rosto perfeito do Cullen, Bella o olha nos olhos, incapaz de acreditar que exista alguém tão perfeito como ele.

—Bobo. – fala baixo, acomodando suas mãos na face dele.

—Linda. – os dois trocam mais um sorriso, antes de voltarem a se beijar, prestigiando bem o lindo pôr do sol, do primeiro dia de primavera.

[...]

Entrando no mês de Abril, é impossível não reparar na presença forte da primavera na grande cidade americana.

Seja pelas arvores cobertas de flores, pelos pássaros cantando alto ou pelo sol que brilha intensamente no céu azulado.

Contudo não são as flores que fazem a jovem fisioterapeuta soltar vários e vários suspiros durante as tardes de trabalho, e muito menos os pássaros que mantém o belo sorriso na face delicada.

Todo seu bom humor, todas suas risadas altas, toda sua felicidade se deve a ele. Edward.

Assim como Nova York mudara drasticamente nas ultimas sete semanas, sua vida também não ficara para trás.

A cada dia passado com ele era uma nova descoberta. Um novo motivo para sorrir. E uma ansiedade gigante que a tomava a cada vez que se despediam.

Os fins de tardes cada vez menos frios foram cenários perfeitos, para os múltiplos passeio que deram.

Andaram de pedalinhos pelos lago Jacqueline Kennedy Onassis Reservoir, foram até o Strawberry Fields, parando em cima do mosaico em forma de mandala, com a inscrição Imagine no centro.

Ali, Edward ditando as mais belas palavras pedira que a jovem imaginasse como seria sua nova vida, que deixasse seus sonhos expostos a ele, que prometera fazer de tudo para realizá-los.

Suas noites também não foram diferentes. Quase sempre estavam juntos, algumas vezes Alice e Emmet também.

Os dois que, não escondiam em momento algum a espera aflita do casamento breve.

Mas de fato, as melhores foram quando estiveram sozinhos. Os beijos que trocaram no deck de observação do Empire State Building, as idas ao cinema, ou aos pequenos restaurantes que de tão tranquilos fizeram por várias vezes o casal esquecer a correria de Nova York.

Com um suspiro satisfeito, Isabella encosta a cabeça no peito de Edward que mantém o braço posto em sua cintura.

Tivera mais uma noite agradável ao lado dele. Como de costume, o ruivo a buscara no trabalho, e a levara para casa, combinando de busca-la mais tarde para jantarem juntos.

Pontual ele chegara na hora marcada, sendo como sempre um perfeito cavalheiro, educado, romântico, sem deixar as piadinhas com duplo sentido de lado.

Foram até o restaurante Sky Room, no topo do Marriott na Times Square, que iluminara o jantar leve e divertido que tiveram, e após comerem a sobremesa seguiram de mãos dadas até o Central Park.

Seus passos são calmos, e por minutos nenhum fala nada. Ambos apreciando a calmaria da noite estrelada.

Pessoas circulam ao lado do casal, todos aproveitando o fim de sexta-feira, contudo nada importa. Apenas eles, e o grande sentimento que os envolve.

—Sabe Bella, eu estava pensando... – parando com seus passos, Edward quebra o silencio.

—No que? – questiona retirando seu cabelo do rosto.

—Na gente. – explica abrindo um sorriso torto.

—O que tem? – volta a perguntar, enquanto o ruivo entrelaça suas mãos nas dele.

—Estamos ficando a quase dois meses. – fala fazendo carinho nas mãos finas da Swan, com o polegar. —E eu... Bom, eu acho que precisamos mudar isso. –

Cerrando os olhos, a morena o encara atentamente.

—Como assim? –

—É... – soltado uma das mãos da morena, ele coça a cabeça. —Sabe eu pensei em várias maneiras de te pedir isso, mas o medo de você me responder um “não”, em público me fez repensar algumas ideias. – se aproximando mais Edward a olha dentro dos olhos. —Então, er... – mordendo os lábios a Swan vê pela primeira vez a ansiedade e timidez no rosto do ruivo. —Você... Você quer namorar comigo? –

Ouvindo as palavras ecoarem em seus ouvidos, a jovem fica parada por vários minutos até cair na gargalhada.

—Do que está rindo? – sem entender o homem a olha, a expressão de confusão chega a ser infantil.

—De você. – responde, limpando o canto dos olhos com a ponta do dedo. —Está envergonhado. – fala vendo-o corar levemente. —Awn! – solta suas mãos das dele, o abraçando. —Queria tirar uma foto sua assim, acho que é um momento histórico. – brinca o fazendo rir de lado.

—Minha Zangadinha, está mais para Felizinha hoje. – murmura a fazendo rir.

—Bobo. – rola os olhos, acariciando a face máscula. —Primeiro, você vive fazendo piadinha safadas comigo, vive me cantando, jogando charme, se gabando e nunca demonstrou um pinguinho de vergonha. – toma fôlego rapidamente. —Agora na hora de me pedir em namoro, você fica acanhado? – brincalhona arqueia as sobrancelhas a ele.

—Bom...– entortando a cabeça para o lado, ele analisa com os lábios curvados em um biquinho. —É. –

—Você é absurdo! – exclama, segurando o rosto dele entre as mãos. —Apesar de você conseguir me tirar do sério como nenhuma outra pessoa consegue, foi você que me deu e dá motivos para sorrir todos os dias. – declara com a voz baixa. —O que fez você pensar que eu não aceitaria? –

Abraçando a cintura dela com os braços, Edward deixa seus corpos colados.

—Não sei, no fundo todo mundo tem insegurança... – profere sorrindo. —Até uma pessoa linda, e irresistível como eu. –

Rolando os olhos, a morena ri baixo.

—Pelo visto a vergonha já foi embora. – analisa com os olhos presos nos orbes verdes.

—Foi. – é convicto. —Mas então, você aceita namorar comigo? Eu prometo continuar te dando motivos para sorrir, todos os segundos que estiver com você, e até mesmo aqueles que eu não estiver – propõe. —Sem deixar é claro, de te irritar. – abrindo os lábios a morena o encara. —Isso é só para apimentar a relação. Sabe gosto quando fica irritada porque fica sexy e selvagem! –

—Edward! – deixa um tapinha no braço forte rindo. —Seu pervertido. – acusa rolando os olhos. —Eu aceito. – completa por fim, sorrindo largamente.

—Agora é oficial, você não vai mais se livrar de mim. – murmura colando suas testas.

—Nunca quis me livrar. – assume, puxando-o finalmente para um beijo. O primeiro beijo, do casal de namorados.

[...]

Sentada no banco em frente a fonte Angel of the Waters, Bella vê o ruivo parado em frente ao carrinho coberto de doces.

Não segura o sorriso, ao pensar que agora são namorados. Oficialmente namorados.

O fato de estarem ficando há tanto tempo e Edward nunca ter tocado no assunto ‘namoro’ com ela, já vinha preocupando-a.

Chegara a pensar até que ele estivesse só perdendo tempo com ela, afinal um homem tão perfeito como Edward não iria se interessar por alguém tão normal como ela.

Contudo se enganara. Nunca ficara tão feliz por ter se enganado.

Suspira, observando por baixo dos cílios o Cullen se aproximar, e se postar ao seu lado.

Com cuidado lhe entrega uma maçã caramelada. Parando por breves instantes a jovem deixa seus olhos pararem na guloseima, enquanto lembranças saudosas invadem sua mente.

Suspirando chacoalha a cabeça.

—Hey, Bella... – segurando com delicadeza no queixo dela, Edward a faz encará-lo. —Tudo bem, amor? –

O coração dispara no peito da fisioterapeuta que deixa uma pequena mordida no doce.

Sorri com os lábios, se deliciando com o sabor que já havia esquecido.

—Tudo sim. – confirma lambendo os lábios.

—Tem certeza? Ficou séria de repente. – passando os dedos nos cabelos ébanos macios, Edward murmura docemente.

—Quando vi a maçã, me lembrei de quando era pequena... – suspira abaixando o olhar. —E da minha mãe. – completa voltando a morder a maçã.

—Quer que eu compre outra coisa para você? – abraçando-a pelos ombros o Cullen pergunta, odiando vê-la com o semblante triste.

—Não precisa Edward. – profere depositando um beijo na bochecha do moço. —Ela me trouxe lembranças boas, além do mais eu gosto e faz anos que não como. – completa rindo baixo.

—Pode dividir? – questiona sorrindo.

Sem entender a Swan leva a maça até a boca de Edward, que ri alto.

—A maçã não Zangadinha, as lembranças. – fala a fazendo soltar risadas.

—Sim. – confirma com um aceno de cabeça. —Lembrei das vezes que meus pais tinham folga do trabalho, dia quarto de junho, fim de semana... Nós passeávamos por aqui durante as tardes e sempre antes de ir embora eu comia uma maçã. – não deixa de sorrir ao final da frase.

Certamente dói se relembrar disso, contudo é bom manter os momentos que tivera feliz ao lado dos pais.

—Nunca me disse os nomes deles. – beijando-lhe a face carinhosamente, Edward comenta.

—Charlie e Renée. – sibila de imediato. —Já não me lembro muito deles. – fala pós uns minutos de silencio. —É como se minha mente ficasse tampada, embaçada sabe? – sobre seu olhar rapidamente até o Cullen. —Sempre que eu tento me lembrar dos rostos deles... –

Solta mais um longo suspiro, comendo mais um pedaço da maça.

—Isso é normal amor... Com o tempo vamos nos esquecendo da fisionomia das pessoas que já se foram. – com o timbre amoroso, o ruivo coloca os cabelos longos da jovem no ombro.

—Não acho isso justo. – dessa vez a voz da Swan, sai baixa. —Com o tempo nos esquecemos dos rostos, da voz, do perfume, das lembranças boas... Quero dizer, aquilo de bom que só a pessoa tinha, ou fazia nós esquecemos. – engole em seco, sentindo a garganta arder. —Mas a dor e saudade continuam ali, sempre. Nos lembrando a cada minuto que a pessoa que a gente ama não vai mais voltar, nem só por um momento. Nem para te fazer lembrar o que você esqueceu dela. –

Duas lágrimas grossas caem dos olhos da morena, que logo é puxada por Edward para um abraço.

—Odeio ver você chorar. – mantendo seus braços firmes ao redor dela, ele sussurra na orelha pequena.

—Estou bem. – sussurra de volta, engolindo o choro. Não irá estragar a noite com suas lamentações e seus prantos.

—Prefiro ver você brava comigo, me xingando ao ver seus olhos tristes. – um sorriso brota no canto dos lábios da jovem, que logo são cobertos pela boa fina de Edward.

Com paixão os dois se beijam por vários minutos, sem se importar com nada ao redor.

—Então princesa, que tal um passeio de carruagem? – propõe o homem, deixando a fisioterapeuta confusa.

—O que? –

—Olhe. – aponta com a cabeça para frente onde dois cavalos brancos puxam uma carruagem branca.

—Ah, eu vou adorar! – sorri voltando seus olhos para Edward que antes de se levantar deixa um selinho em seus lábios.

Ainda comendo a maçã, Bella segue com a mão entrelaçada a dele, até o homem de cartola na cabeça.

—Está disponível? – atraindo a atenção do condutor o Cullen indaga.

—Está sim, senhor. – o homem afirma, com a cabeça.

—Vamos querer dar uma volta. – avisa a ele, que assentindo desce da carruagem, abrindo a porta da mesma, antes de abaixar os três degraus de ferro.

Com a ajuda de Edward, Bella logo se infiltra dentro do veículo, que em segundos se põe em movimento.

Sorrindo encara Edward e apenas para ter certeza que não está sonhando, o beija.

—Está transformado isso em um conto de fadas. – sussurra no ouvido do moço, antes de se acomodar no peito forte.

—Tudo por você minha princesa. – suspira feliz ouvindo a resposta do ruivo, que deixa um longo beijo em sua testa.

Um passeio de carruagem com Edward no Central Park, iluminado por um céu estrelado e o mais doce ar de romantismo da primavera.

É, realmente não poderia querer absolutamente nada melhor.

Notas finais
Gente, não se descabelem, Bella e Edward terão sim seus momentos 'hot', só que antes de postar isso eu queria que os dois tivesse algo sólido... Qualé nee uma mulher que vivia se isolando das pessoas, ir para a cama com um cara que nem ERA seu namorado é meio incoerente.... Então sim, podem esperar que logo, loguiiinho, eles dois estarão realizando os sonhos calientes da Zangadinha...kkkk Como eu disse para uma leitora, essa fic tá planejada há meses e eu não tenho intenção de mudá-la, por mais que me doa... :( kkkkkkkkkk Outra coisa, não tirem conclusões precipitadas pq eu NUNCA NUNQUINHA daria um fim infeliz, ou triste a Bella ou ao Edward, oook? Terá drama, terá sim. Mas como sempre, no final tudo acaba bem...rsrs Minhas lindonas, vou indo.... Nos vemos em breve, ook?? Se cuideeem, fiquem beem ^^ Beijõõões da Nick :* ------------------------------------- P.S: Estou precisando ler, URGENTEMENTE, kkkkk Alguma de vocês conhece uma Fic boa para me recomendar? Leio fics Beward, Robsten, e Delena *-* Se conhecerem, poooor favoooor, me mandem o nome por MP, taa ook?? Agradeço desde jáa :) Vlw.... Flw... Fuui ;)