Desafios
28 Mudanças
Notas iniciais
Pondo o cabelo atrás da orelha, a morena suspira.
O coração bate acelerado no peito, e novamente se questiona sobre a decisão tomada.
Pensara muito no assunto, porém a ideia de deixar o que é cômodo de lado, para se arriscar é angustiante.
Mas, Edward merece aquilo. Merece que ela se doe por inteiro a ele, e muito mais.
Tomando coragem a moça abre a porta, sabe que o sogro a espera, afinal a secretária já avia informado ao loiro de sua presença.
—Com licença. – meio sem jeito, a moça pede fechando com cuidado a porta grande.
—Sente-se, Bella. – sorrindo o patriarca Cullen aponta a poltrona negra a ela. —Algum problema? Fiquei preocupado quando disse que precisava falar comigo. –
Suspirando a jovem acomoda a bolsa no colo.
—Não, não há nenhum problema. – sorri leve, meio desconfortável.
—O que houve então? Algo relacionado a Edward? – sem esconder a preocupação o loiro aperta os lábios.
Ficando poucos segundos em silencio a morena se arruma na poltrona macia, negando com a cabeça.
—Não diretamente. – apoia as mãos nos colo, abaixando o olhar rapidamente. —Na verdade, está relacionado ao meu emprego aqui. – temerosa a jovem diz as palavras com cautela, observando atenta o sogro.
—Ao seu emprego. – pensativo, Carlisle murmura. —Algo de errado? Alguma questão contratual, ou aumento de salário...? – mordendo os lábios a Swan não deixa de corar com a pergunta do Cullen. —Desculpe, não queria te deixar constrangida. –
Sorrindo amarelo, Bella afirma com um aceno.
—Tudo bem. – suas palavras saem ligeiras. —E não, não é nada relacionado a isso que você citou. Só andei pensando, e decidi pedir demissão. – tomando folego, é direta.
Mordendo os lábios Bella, observa quieta a surpresa tomar conta da face de Carlisle.
—Pedir demissão? Mas porquê? – cruzando as mãos sobre a mesa, ele a indaga.
Respirando fundo a moça retira o cabelo dos olhos.
—É complicado explicar. – profere calma. —Para começar, tudo o que está acontecendo com o Edward. – beliscando o canto dos lábios com os dentes, sente o olhar do sogro queimar em si. —Isso me fez repensar muitas coisas e eu acabei percebendo que o que eu faço não é o certo para mim, entende? –
Soltando um suspiro, Carlisle se mexe na poltrona de couro.
—Não gosta mais da sua profissão? – tentando compreender a nora, ele pergunta.
—Sendo sincera, eu nunca gostei. Só fiz fisioterapia por que era o único curso que eu podia pagar na época. –
—Entendo. – martelando os dedos na mesa, o loiro responde pensativo. —Se me permite, irei lhe dar um conselho. –
—Claro. – meio sem jeito a Swan afirma, acomodando a bolsa sobre as pernas cruzadas.
—Eu sei que o câncer de Edward abalou a todos nós, mas é preciso ter muita certeza em certas escolhas. Se deixar levar pela emoção, o medo, o amor não irá ajudar em nada. Você trabalha aqui a quanto tempo? –
—Seis anos. – firme ela diz, sem entender a onde o sogro deseja chegar.
—Pois então, talvez a fisioterapia não seja a profissão dos seus sonhos, mas você é boa no que faz. Tem certeza que quer se demitir? Não quer pensar melhor? –
Colocando o cabelo atrás da orelha, a Swan reflete as palavras de Carlisle.
Não retira a razão dele. Sabe que ele tem um pouco de razão.
Respirando fundo, Bella ergue o olhar encontrando os olhos do sogro.
—Você está certo Carlisle, mas eu já pensei de mais. E estou convicta da minha decisão. – lubrificando os lábios com a ponta da língua, faz uma breve pausa. —Eu quero minha demissão. –
[...]
Encostada na parede fria do elevador, Bella não consegue esquecer a conversa que tivera com Carlisle.
Ele fora extremamente gentil, e mesmo não concordando muito com sua decisão, ele lhe garantira que, as portas do Centro estarão sempre abertas a ela.
Suspirando a jovem desbloqueia o celular, quando a chegada de uma mensagem o faz vibrar.
Sorrindo, lê calmamente as palavra de Edward.
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Amor, te mandando mensagem, apenas para dizer que passarei o dia com a minha mãe.
‘Coisas de mãe e filho’, como ela mesmo disse.
Me ligue quando sair do trabalho? Irei te buscar.
Te amo, bj.
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Saindo do elevador a moça cumprimenta as enfermeiras que permanecem na caixa de ferro antes de começar a digitar a resposta para o namorado.
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Ok, divirta-se com a sua mãe e não se preocupe comigo, tenho assuntos para resolver na rua.
Também te amo, bjo.
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Fazendo o caminho até a sala onde trabalhara por anos, a moça guarda o aparelho no bolso.
Não pode negar, irá sentir falta do emprego, afinal foram seis anos.
Alguns colegas passam por ela, a cumprimentando formalmente. Nunca tivera muita intimide com nenhum deles, na verdade fez o que pode para se manter afastada.
Sempre amarga, carrancuda, irônica, resmungona...
É, não tem sido uma boa pessoa.
Chacoalhando a cabeça se encontra no corredor sozinha, os barulhos do solta são os únicos a preencher seus ouvidos, porém por pouco tempo.
Logo a moça adentra na sala de espera de seu consultório, onde Ângela permanece vidrada no computador, certamente jogando um de seus jogos enigmáticos.
—Boa tarde. – com a voz leve a morena a cumprimenta, e não deixa de rir ao ver o espanto preencher a face da secretária.
—Senhori... – sem jeito ela pigarra, arrumando com o indicador, os óculos grandes no rosto. —Boa tarde. –
Dando mais alguns passos para dentro, Bella ajusta a alça da bolsa sobre os ombro, enquanto seus olhos correm pela pequena sala.
Quer guardar cada detalhe, cada item decorativo.
—Voltou mais cedo das férias? – girando nos calcanhares, Bella se vira para Ângela que, ainda temerosa se encolhe.
—Sim. – sorri. —Bom, na verdade vim buscar minhas coisas e desocupar a sala. –
Os orbes escuros da assistente se arregalam e um silêncio chato se forma entre as duas.
—Foi transferida? – suspirando a Swan nega a pergunta gaga, de Ângela.
—Me demiti. – informa calma. —Não virei mais trabalhar então preciso pegar minhas coisas para que possam me substituir. –
—É sério que pediu demissão? –
—Sim, é. – mordendo os lábios, Bella concorda. —Bom, vou empacotar minhas coisas, nos falamos mais tarde. – acenando a morena dá as costas para a secretária que permanece perplexa em sua mesa.
Colocando as mãos na cintura, Bella encara as duas caixas de papelão sobre a mesa. Todas suas coisas já devidamente postas ali dentro.
Respirando fundo, sente a garganta arder.
Não sabe o porquê, mas se sente triste.
Por anos aquele hospital fora sua válvula de escape. Mesmo não se socializando muito com as pessoas ali dentro, a jovem se apegara ao Centro.
É difícil deixar as coisas para trás. Virar a página. Trocar de capítulo...
Com os lábios entreabertos, fecha os olhos aspirando com força. Vai sentir saudades dali. Vai sim.
Com cuidado a moça sai do cômodo, voltando a reencontrar Ângela na sala de espera.
Coloca as caixas sobre um dos sofás, e suspira, olhando sorridente para a assistente.
—Pode por favor, chamar um taxi para mim? –
Sem concordar, a moça afirma com a cabeça discando rapidamente no telefone.
—Já está a caminho. –
—Obrigada. – a Swan agradece, voltando sua atenção para o celular que vibrara em seu bolso.
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Assuntos?
Posso saber que assuntos são esses?
Bj.
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Rolando os olhos, segura o aparelho com as duas mãos para digitar.
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Não. Não pode.
Pelo menos por enquanto. ;)
Vá aproveitar o dia, nos vemos mais tarde.
Bjo, bjo.
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Voltando a guardar o celular, a morena respira fundo, abaixando o olhar.
—Já sabe quem vai ocupar seu cargo? –
—Não. Acabei de conversar com Carlisle, mas ele não me disse nada a respeito. –
Chacoalhando a cabeça, Ângela fica quieta por alguns segundos.
—Vai ser estranho não ver a senhorita. Já faz tanto tempo que trabalhamos juntas. –
—Seis anos. – cruzando os braços, Bella sorri de canto. —Eu acho que eu lhe devo um pedido de desculpas. – meio sem jeito, a moça começa. —Não fui uma boa pessoa com você, fui grossa, impaciente... Lembrando de tudo agora, não sei como conseguiu trabalhar comigo por tanto tempo. – abaixando a cabeça, Bella bate o pé no chão, envergonhada. —Eu sinto muito por tudo, e espero que não fique com raiva de mim. –
—Não precisa se desculpar senhorita Bella. – tranquila, a secretária começa a murmurar. —Eu até gostava das suas respostas irônicas. Era engraçado. – erguendo o olhar, a Swan sorri para a moça. —Está tudo bem, sem ressentimento. –
Antes de Bella voltar a falar, o telefone toca. As duas riem levemente, e educada Ângela atende o telefona.
—O taxi chegou. –
Respirando fundo, a Swan assente com a cabeça.
—Ok. – solta o ar pela boca, pegando com facilidade as caixas.
—Quer ajuda? Posso lhe acompanhar até lá embaixo. – saindo de trás do balcão, a assistente se prontifica.
—Quero sim, obrigada. – sorrindo, observa a moça pegar uma das caixas.
Em silêncio as duas se dirigem até o elevador, e ao lado de mais três pessoas descem até o estacionamento, onde o taxi se encontra.
Colocando as caixas no porta malas, Bella lubrifica os lábios pigarreando baixo.
—A senhorita vai fazer falta. – timidamente Ângela alega.
Sorrindo, a jovem apoia uma das mãos no ombro da secretária.
—Vou sentir sua falta, Ângela. – trocando um rápido sorriso, a morena se afasta abrindo a porta traseira do carro. —Obrigada pela ajuda. –
—Não foi nada. –
—Tchau, Ângela. – adentrando no veículo, a morena passa o cinto por seu corpo, acenando para a moça.
—Tchau, senhorita. – pelo para-brisas, Bella observa a imagem de sua ex-assistente se afastar, assim como a imagem grandiosa do Centro.
É difícil deixar para trás algo tão fixo e duradouro como aquele emprego.
Irá certamente sentir falta de lá, mas está na hora de recomeçar, ao lado de Edward.
[...]
Abrindo a porta com o cartão magnético, Bella sorri ao ouvir os barulhos da TV ligada.
Rindo, coloca o objeto sobre o aparador no canto, seguindo para a sala.
Não deixa de rolar os olhos, ao ver o desenho animado da Marvel na tela grande. Edward e suas manias de menino.
—Meu Deus que folga! – deixando as risadas escaparem de sua garganta, Bella coloca a bolsa no sofá menor.
Os olhos fixos no namorado que vestindo apenas uma boxer preta, se encontra esparramado no sofá rodeado por salgadinhos e doces.
—A senhorita com assuntos misteriosos chegou. – se sentando, o ruivo sorri torto esticando os braços para puxara a namorada.
Sentando ao lado do Cullen, a morena segura o belo rosto entre as mãos para colar seus lábios nos dele.
—E então, se divertiu com a sua mãe? – tentando arrumar os fios desgrenhados, a Swan indagada.
—Sim, foi legal. – afirma, roubando um rápido selinho de Bella. —Fazia tempo que eu e ela não passávamos um tempo a sós. – sorrindo a morena assente, cerrando os olhos ao ver os alimentos sobre o estofado. —E você, se divertiu com seus assuntos? –
Rindo a jovem se põe de pé.
—Bobo. – enrola os cabelos pondo-os sobre o ombro, antes de levar as mãos até a cintura. —Comendo salgadinhos e doces? –
Edward sorri amarelo, levando uma batata a boca. Com as sobrancelhas arqueadas a namorada o encara.
—Um vez ou outra... – dá de ombros, se pondo de pé. —E então? Vai vir morar comigo. – mudando de assunto, ele a puxa deixando-a quase colada em seu corpo.
Ofegando a jovem apoia as mãos no peitoral forte, sentindo uma onda de calor percorrer seu corpo.
Droga, porque ele tem que ser tão gostoso?
Mordendo os lábios, tenta espantar os pensamentos perversos. Um desejo ardente se formando em seu baixo ventre.
—Não. –
—Não seja teimosa amor... Eu quero que venha morar comigo. – deixando beijinhos pelo pescoço da Swan, ele sussurra. Baixo e tentadoramente, provocante.
Respirando fundo, a Swan tenta se concentrar nas palavras do namorado, contudo isso é bem difícil quando ele mantém as mãos e a boca em seu corpo.
—Já conversamos sobre isso. – ofegante consegue dizer, sentindo os dedos longos do ruivo, correrem por seus braços.
—E eu ainda não tive uma resposta agradável. –
Inspira o ar com força, quando Edward deixa uma mordidinha provocante, em sua orelha.
—E vai... – soluça quando as mãos do Cullen se infiltram em sua blusa. —Continuar a não ter. –
Sorrindo torto, ele se afasta um pouco apenas para encará-la.
Os orbes chocolates brilham de desejo.
—Acho que eu terei que te convencer então. – com maestria, ele desabotoa o sutiã de Bella, sem nem mesmo tirar a blusa, que ela veste.
Cerrando os olhos, a morena infiltra os dedos nos cabelos macios, enquanto o ruivo se ocupa em beijar toda a extensão de seu pescoço desabotoando lentamente sua blusa.
Esticando os braços, ela o encara.
Não pode haver alguém tão lindo como Edward. Não, realmente, não pode.
Ainda sorrindo, ele desliza a peça de roupa pelos braços da morena, deixando a mesma caia no chão se embolando no tapete de pelos.
O sutiã já desabotoado, logo se junta a blusa da Swan que nua da cintura para cima, esfrega as pernas.
Num gesto rápido, Edward puxa a namorada pela cintura, deixando-a colada a ele. Com apenas um braço em torno dela, ele a levanta centímetros do chão, igualando suas alturas.
Com os olhares unidos, os dois trocam um sorriso safado.
Arranhando as costas largas do Cullen, Bella entrelaça suas pernas ao redor dele se apertando cada vez mais no corpo forte.
—Não vai me convencer facilmente. – murmura puxando o lábio inferior de Edward, com os dentes.
Sentando no sofá, ele passa as mãos pelas pernas da morena.
—Vamos ver. – lançando uma piscadela, ele os vira no estofado.
Deitada no sofá macio a jovem permanece com as pernas enlaçadas na cintura do namorado, que corre os dedos por seu colo nu.
Fechando os olhos a morena prende a respiração ao sentir os lábios deles seguirem o trajeto que antes fora feito por seus dedos.
Se desvencilhando das pernas da namorada, Edward deixa um trilha de beijos na barriga da moça.
Sorri de canto ao ver a pele alva se arrepiar.
Erguendo os olhos ele volta a piscar para ela, e abrindo a calça jeans, pode ver os olhos escuros brilharem de antecipação.
Ficando com apenas uma perna dobrada sobre o sofá, Edward levanta o corpo, e somente com um puxão, ele abaixa a calça e calcinha rendada de Bella, até seus joelhos.
Com os olhos fixos no dela, ele termina de retirar as peças, deixando a namorada nua sobre o sofá.
Arfante a jovem observa o ruivo segurar sua perna direita e começar a distribuir beijinhos em seu tornozelo.
Finca as unhas no veludo claro do sofá, à medida que a boca quente e húmida dele, desce pelo interior de sua perna.
Cada vez mais perto, do local desejado.
—Amor? – com os lábios próximos da virilha da Swan, Edward a chama. A voz mais rouca e sexy, que o comum.
—Hm? – mordendo os lábios, ela o olha. A face corada e levemente suada.
Ela está excitada.
—Vem morar comigo. – pede novamente, deixando uma mordidinha leve na pele macia e cheirosa de sua coxa.
—Não. – nega coma voz sôfrega.
Fazendo um leve biquinho ele finge estar triste, voltando rapidamente a distribuir beijos pela perna da namorada.
Sente seu membro protestar dentro de sua cueca, quando o gemido longo e manhoso de Bella invade seus ouvidos ao deixar um chupão rápido, no interior de sua coxa.
Mesmo querendo se enterrar nela de uma vez, ele se controla.
Sabe que o sexo é uma mineira baixa de conseguir as coisas, no entanto, tudo vale quando se tem uma namorada tão teimosa e marrenta como Bella.
Correndo a língua pelo sexo da morena, ele sente sua língua se molhar percebendo que a jovem já se encontra encharcada.
—Merda Edward... – arqueando o corpo, ela pragueja.
—O que foi amor? – fingindo inocência, ele faz o caminho contrário na perna esquerda da Swan.
—Pare... – respira fundo, o olhando. —Pare de me torturar. – pede vendo o sorriso se abrir ainda mais no rosto quadrado.
—Não estou te torturando... – diz baixo, acariciando com os dedos o seio da moça.
Perdendo o lábio inferior entre os dentes, ela cerra os olhos quando o namorado a penetra com um dedo.
—Hmmmmmm... – geme arrastado, tentando aumentar o ritmo das estocadas, mas para sua frustração, Edward não permite. —Edward... – praticamente choraminga a ele.
—Me diz o que você quer... – retirando o dedo de dentro dela, ele se afasta retirando rapidamente a boxer preta.
—Quero você. Dentro de mim. Agora. – autoritária ela pontua as frases.
Se arqueando sobre ela, Edward deixa seu membro roçar no sexo molhado, arrancando gemidos baixos da Swan.
—Vai vir morar comigo? – segurando-a com um braço, ele para os movimentos da jovem que suspira frustrada.
—Edward... – solta, ainda mexendo os quadris.
—Hm... Vai vir morar comigo? – pergunta novamente, introduzindo apenas a cabeça de seu pênis na vagina de Bella, os lábios finos permanecem ocupados por segundos, dando uma rápida atenção aos seios da fisioterapeuta.
—Vou Edward... Vou. – com a voz arrastada ela confirma. —Agora para de me torturar. –
Sorrindo vitorioso, Edward deixa um rápido selinho em seus lábios, antes de se afundar nela de uma vez.
Abrindo os lábios a morena solta um ofego baixo. O prazer subindo por todo seu corpo, se apossando de cada membro dela, enquanto o ruivo mantém as estocadas fortes e rápidas.
Segurando a namorada pelo quadril, o Cullen a vira de uma vez e com maestria a deixa de quatro no sofá.
Apertando as unhas no braço quadrado do sofá, a morena ouve os embrulhos dos salgadinhos que Edward estava comendo, rangerem alto.
Logo seus gemidos que misturados com os do ruivo, abafam os sons ruidosos.
Abaixando a cabeça, Bella sente o corpo todo chacoalhar, deixando seus cabelos numa desordem total.
Então fecha os olhos, e morde os lábios fortemente, quando o namorado de desmancha em um orgasmo. Sem se controlar, ela solta um grito abafado, se unindo a ele naquele prazer viciante.
Caindo deitada em cima do namorado, a moça curte aqueles minutos de êxtase. O corpo mole e trêmulo, se recusa a fazer qualquer movimento enquanto a respiração tenta se normalizar.
—Não foi tão difícil assim te convencer. – beijando a testa da morena, Edward comenta divertido.
—Você é manipulador barato. – com o timbre mole, ela responde.
Rindo, ele os vira no sofá, deixando a moça de bruços.
Fechando os olhos, Bella sente o desejo voltar a reinar em seu corpo, quando Edward levanta seu quadril.
—Também, amo você. – ouve as palavras do Cullen, contudo sua resposta se perde em sua mente, assim que o namorado volta a estocar dentro dela.
[...]
Com a vista turva a morena olha o apartamento vazio. Droga, anda tão emotiva!
Coça os olhos com a mão, enquanto os últimos carregadores passa por ela, levando seus últimos pertences.
—Amor, já está tudo no caminhão. – ouvindo a voz de Edward, ela se vira olhando-o por sobre o ombro.
Sorri, mordendo o canto dos lábios. Edward é tão sexy, que por Deus... Tem que se controlar para não agarrá-lo.
Com a camisa no ombro, ele caminha até ela.
—Ok, já vou descer. – murmura, com o timbre tremulo.
—Hey, o que foi? Por que está assim? – pegando o rosto da jovem entre as mãos, Edward a encara.
—É bobagem mim... – chacoalha a cabeça, suspirando. —É que eu moro aqui há muito tempo, vai ser estranho sabe... –
—Eu entendo. – sorrindo de leve, ele a abraça.
—Vou sentir falta daqui. – confessa, deitando a cabeça no ombro forte.
—Até do Harry? – brincalhão, o ruivo a faz rir.
—Sim, até dele. – assente, lubrificando os lábios com a língua. —Acho que eu tenho um sério problema em deixar as coisas no passado, e me desapegar. –
—Amor, todo mundo se sente triste com uma mudança. Ainda mais quando uma coisa está a tento tempo em nossa vida. É difícil deixar para trás. – deixando beijos carinhosos no rosto da morena, Edward a consola.
—É. – suspira. —Tem razão. – se pondo nas pontas dos pés, ela o beija demoradamente.
—Sabe o lado bom disso tudo? – abraçando-a pela cintura, Edward abre um sorriso alegre no rosto.
—Qual? –
—Você não vai mais se encontrar com aquele sem noção do Jacob. – orgulhoso, ele vibra.
Rindo, Bella passa os dedos pelos fio cobres de Edward, retirando-os de sua testa.
—Bobo. – rola os olhos, cessando o riso.
—Não pense que eu esqueci da nossa conversa sobre a sua demissão, ok? – mesmo ficando mais sério, ele não deixa de ser carinhoso. —A senhorita não vai escapar desse assunto. –
Se afastando do namorado, ela dá de ombros pegando a alça da mala de rodinhas.
—Não há nada para conversar. Já está feito, não vou voltar a trás e ponto final. – empinando o nariz a jovem bate o pé.
—Você e seu jeitinho difícil. – rindo o Cullen pega a mala das mãos da namorada. —Vamos deixar para conversar isso em casa, de preferência na cama. – piscando para ela, ele caminha em direção a porta.
—Na cama coisa nenhuma. – cruza os braços, emburrada.
—No chão então? Não... Você gosta mesmo é contra a parede não é? –
Cerrando os olhos a moça o fuzila com o olha.
—Cala a merda da boca Edward. –
Caminha com passos duros até ele.
—Não se faça de difícil, Zangadinha... Sei que vai adorar quando eu te comer contra a parede novamente. –
—Edward! – irritada ela o empurra, ouvindo as risadas altas dele. —Se não parar de falar besteiras eu vou fazer a equipe de mudança trazer minhas coisas de volta. – bufando, ela ameaça.
—Hmm... Já disse que eu amo quando você fica estressadinha? Fica tão sexy e selvagem, quero dizer... Fica ainda mais sexy e selvagem por... –
—Edward, estou falando sério. –
—Ok. – afirma prendendo o riso. —Parei. –
—Idiota. – xinga o empurrando para fora do apartamento. As mãos se infiltram no bolso e retiram o molho de chaves.
—Gostosa. – rola os olhos ao ouvir a resposta do namorado.
Ainda não entendo o porquê de ele a irritar tanto as vezes.
Chacoalha a cabeça e respira fundo, dando uma última olhada no apartamento vazio e tomando coragem fecha a porta a trancando.
—Você está bem, amor? – abraçando a namorada pelos ombros, Edward indaga.
—Sim, estou. – sorrindo de leve, ela suspira.
—Vamos, então? – ele pergunta, estendendo a mão a ela.
Olhando por cima do ombro a Swan respira fundo, e fecha os olhos, ficando parada por alguns segundos.
Então, um grande sorriso se forma em seus lábios, e entrelaçando a mão na de Edward, Bella afirma com a cabeça.
—Vamos. – a palavra sai firme de sua boca, e feliz caminha com o namorado até o elevador.
Hora de mudar... Mais uma vez.
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