Desafios
17 Dr. e Sra. Cullen
Notas iniciais
Parando o carro no estacionamento do hospital, Edward desliga os motores potentes do veículo luxuoso.
Soltando-se do cinto, se vira no bando, encarando a namorada que, já se prepara para abrir a porta.
—Nem adianta me olhar com essa carinha de criança carente, Edward. – murmurando a morena puxa a bolsa do banco traseiro. —Não vou faltar hoje. – volta a deixar bem claro sua decisão, antes de beijá-lo rapidamente nos lábios.
Desde que acordaram, o ruivo não para de pedir que ela falte ao trabalho. Obviamente tentara convence-la de várias maneiras, usando das mais baixas chantagens, contudo a moça conseguira se manter firme.
—Bella o que tem de mais você deixar de trabalhar um dia? Ninguém vai morrer por isso. – com os lábios curvados em um biquinho o Cullen cruza os braços.
Rolando os olhos, Isabella ri. Edward e seu jeito de menino.
—E o que é que tem de mais, você aceitar que eu tenho de cumprir meus horários? Você não vai morrer por isso, Sr. Cullen. – beijando a bochecha dele, se vira saindo do carro.
Rapidamente Edward a imita, ativando o alarme do veículo.
—Além do mais, tem pessoas com dores que precisam de mim para ajuda-los. – completa, arrumando os cabelos no retrovisor lateral.
—Eu também preciso de você, e tenho prioridade por ser seu namorado. – parando na frente dela, Edward a abraça pela cintura.
—Você pode esperar, eles não. – bagunçando os fios ruivos com os dedos, a jovem deixa vários selinhos nos lábios finos. —Agora deixe de manha, tenho que ir trabalhar. – segurando a bolsa no ombro se afasta do Cullen.
—Arg, Isabella! – exclama a seguindo de perto. —Você é muito teimosa! –
—Você que é um insistente. – fala o olhando por cima do ombro.
Mordendo os lábios, sente os braços fortes do namorado, envolverem sua cintura. Com um puxão ele os deixam colados.
—Edward... – sussurra arrepiada, com a respiração dele batendo contra seu pescoço.
—Sabia que eu posso sequestrar você? – com os lábios encostados na pele alva e macia, ele diz baixo, deixando-a de pernas bambas.
Respira fundo, colocando suas pequenas mãos sobre as dele.
—Te levar de volta para a minha casa. Subir com você para o meu quarto, e dar o troco, pelo o que me fez ontem. –
Ainda abraçado a ela, Edward deixa vários beijos no rosto e pescoço da Swan.
—Só para constar, eu não fiz nada... Você quem me provocou! – gira nos calcanhares, o olhando fixamente.
—Claro, claro. – afirma sorrindo torto, a expressão safada contornando o rosto másculo.
—Bobinho. – rola os olhos e apoiando as mãos nos ombros largos se estica para capturar a boca rosada em um beijo rápido. —Tenho que ir agora, nos vemos mais tarde, ok? – alisa a face do homem com os dedos.
—Tenho escolha? – indagando a contragosto, ela a faz rir.
—Não, não tem. – abaixa os pés, caminhando até o elevador grande. Aperta o botão no painel eletrônico, esperando pacientemente as portas se abrirem.
—Nos vemos a tarde, não é? –
—Não sei, pretendo ir lanchar com Jacob novamente. – não controla o riso, ao ver a cara séria do ruivo. —Estou brincando! – arqueia as mãos, sorrindo sapeca.
—De onde saiu esse seu bom humor, hein? Que eu me lembre você não era assim, quando nos conhecemos. –
Próximo dela, Edward sorri torto a olhando.
—Espera, espera... – agitando as mãos, ele a impede de falar. —Eu já sei, afinal sou eu quem lhe dá motivos para sorrir não é? –
—Ai Edward, você é tão idiota! – sibila rolando os olhos. Agora sempre que pode o ruivo faz alguma piadinha com o assunto.
—Eu sei que você me ama. – pisca para ela, vendo o elevador se abrir.
—Tanto quando o Hitler amava os Judeus! – fazendo o trocadilho, Isabella se posta dentro da caixa de aço.
—Me preocupou agora. – fingindo estar aflito, o Cullen se põe entre as portas, impedindo-as de se fecharem.
—Meu Deeeus, você é tão irritante! – passa as mãos nos cabelos. —Sai daí, Edward! Eu já estou atrasada. –
—Você me ama tanto quanto... – gesticula com as mãos, a fazendo bufar.
—Tanto quanto a ideia de te dar um chute bem no seu... Arg! Sai, daí! –
—Nhêêê! Resposta errada, Zangadinha! – empina o nariz, vendo a jovem se aproximar irritada. —Você me ama tanto quanto... – deixa a fala no ar novamente, esperando o complemento da moça.
—Você não desiste, não é? – com os olhos cerrados, Isabella o olha.
—Não. – negando com a cabeça, ele ri. —Você me ama tanto quanto...? –
—Tanto quanto amo te ameaçar, ou melhor, te amo tanto quanto você ama me irritar! –
Ao ouvir as palavras, Edward ri alto.
—Então é muito, hein? – pisca a puxando pela mão. —Tenha um bom trabalho, minha Doutora Zangadinha! – deseja a pegando desprevenida com um rápido selinho.
Ainda rindo, o ruivo se afasta e antes de ver as portas se fecharem, lança um beijo no ar para a morena, que permanece com a cara fechada.
[...]
Esperando o chocolate cair de dentro da máquina, Bella bate o pé meio impaciente. Só porque está com fome, tudo parece lerdo de mais.
Bufa, rolando os olhos ao observar a mola rodar lentamente, como se estivesse a provocando-a.
—Maquina idiota! – sussurra apertando os dedos, na bandeja prata em mãos.
—Bom dia! – parando ao lado da jovem, Jacob a cumprimenta sorridente.
O olhando rapidamente a jovem exibe um sorriso meio forçado.
—Bom dia, Jacob. – murmura, quando o enfim doce cai na portinha.
—Não, deixe que eu pego para você. – vendo a dificuldade da Swan em segurar a bandeja com uma só mão, o médico é educado.
—Obrigada. – agradece, após ele colocar o chocolate no recipiente. Respirando fundo, dá as costas ao moreno, seguindo com poucos passos até a primeira mesa vazia.
Concentrada coloca os canudos, no copo com o refrigerante gelado, antes de abrir o embrulho de suas batatas fritas. Arruma o potinho com molho do lado, comendo um dos bacons fritos.
—Posso me sentar aqui, com você? – arqueia a cabeça ao ouvir a voz de Jacob.
Morde os lábios prendendo uma resposta mal criada. Está em seu ambiente de trabalho, e ele fora gentil. Precisa se controlar.
—Claro. – diz, mesmo sem desejar a companhia do homem. Mergulhando uma das batatas no ketchup, a come com poucas mordidas.
—Gosta de Fast Food? – voltando sua atenção ao Black, mastiga mais algumas vezes.
—Não é a minha preferida, mas ir em casa e voltar é meio cansativo. – explica dando de ombros. —Daí como isso mesmo. – completa sentindo o celular vibrar no bolso do jaleco.
Rapidamente retira o aparelho, o levando ao ouvido.
—Alô? – indaga, limpando os lábios com o guardanapo. —Alô? – repete ainda sem ouvir respostas. Apenas um chiado, preenche seus ouvido. —Vou ter que levar meu celular num técnico. – fala pesarosa, assim que a ligação cai.
—Ele está com defeito? – fita Jacob por baixo dos cílios, durante alguns segundos.
Bufa, se arrumando na cadeira de aço.
‘Não, ele está cansado de ficar em casa então o levarei para dar um passeio.’
Respira profundamente, antes de confirmar com a cabeça. É cada pergunta idiota...
—Chato, hein! O meu também esta... –
—Só um minuto. – pede gesticulando com a mão, assim que o celular volta a vibrar. —Alô? –
—Já disse que a sua voz fica ainda mais sexy pelo celular? – não segura o riso ao ouvir a frase de Edward. Mesmo com algumas interferências, o timbre dele permanece perfeitamente sedutor.
—Tudo para você sexy, Edward. – profere corando um pouco ao perceber que o colega de trabalho a encara.
—Tudo relacionado a você, meu amor. – retirando a franja dos olhos, Bella toma mais um gole de seu refrigerante. —Está almoçando? –
—Sim, como sabe? –
—Liguei para sua sala, e Ângela me disse. – expõe mansamente. —Só me diz que não está comendo batatas fritas, hambúrgueres, ou pior se entupindo de café? –
Curva os lábios, beliscando-os com as pontas dos dentes.
—Haam... – solta pigarrando.
—Pelo seu ‘haaam’, já sei que está. – se acomoda melhor na cadeira esperando ouvir mais um sermão do namorado. Ele já deixara bem claro a ela, a opinião sobre essas comidas rápidas.
—Bom, hoje eu não tomei café... –
—Não vou discutir com você sobre isso novamente. – diz a fazendo suspirar relaxada, odeia quando ele fica sério.
—Agradeço, odeio sermões. – ouve a risada de Jacob, um pouco alta de mais.
—Acho bom começar a odiar essas suas refeições malucas, porque essa será a última. E é bom ir se acostumando a ficar sem café, refrigerante, energéticos... – começa a listar, enquanto a Swan exala o ar contrariada.
—Edward, você é meu namorado, não meu pai. –
—Eu sei, mas é minha obrigação cuidar de você e garantir que fique bem, então fique quietinha. –
—Aff... – rolando os olhos, infiltra os dedos nos cabelos, os pondo sobre o ombro. —Me ligou só para atormentar meu almoço? –
—É isso que eu mais gosto em você. Esse seu lado carinhoso e romântico. – relaxada a fisioterapeuta ri. —Mas sério, liguei para te fazer um convite. –
Interessada a jovem cerra os olhos.
—Estou ouvindo. – profere escutando as breves risadas do namorado.
—Quero que passe o fim de semana comigo, numa casa de campo, afastada de Nova York. –
—Amanhã e domingo? – sua fala não esconde o interesse na proposta.
—Isso, amor. – confirma. —Então aceita? –
—Uh, sim aceito. – sorri ao responder, sentindo o olhar de Jacob lhe queimar a pele.
—Que bom que aceitou amor. – Edward diz animado. —Vou deixar você comer em paz, combinamos tudo quando for te buscar, ok? –
—Ok. – concorda, lubrificando os lábios com a ponta da língua.
—Minha mãe vai adorar saber que aceitou, ela está louca para te conhecer! – as palavras de Edward a fazem ficar estática. —Então, até mais tarde minha Zangadinha... –
—Edward... –
—Beijos nessa boquinha sexy, e nesse pescoço sexy também. – ainda paralisada escuta os risos dele. —Até. –
O silencio profundo a faz concluir que ele desligara.
Respira profundamente, esfregando as mãos no rosto. Obviamente ele havia armado tudo, aquele infeliz.
Morde os lábios aflita, tomando um gole exagerado de seu refrigerante.
—Isabella, tudo bem? – olhando para Jacob acena com a cabeça, confirmando.
Está tudo perfeito. A não ser o fato de que está prestes a encarar seus sogros.
[...]
Batendo a porta do carro, se arruma no banco de couro passando o cinto por seu corpo.
Nervosa, apoia o cotovelo na janela, mordendo a ponta da unha do indicador. A aflição já a atormenta desde o telefonema de Edward, nem dormira a noite.
Conseguira pelo menos aproveitar a madrugada para fazer as malas, estas arrumadas no modo mecânico, não conseguira pensar em outra coisa a não ser que ia ficar cara a cara com seus sogros, sendo um deles seu chefe.
Fecha os olhos, sentindo seu estômago gelar.
E se não gostarem dela? Bom, já conhece Carlisle mas, como profissional é uma coisa, e como nora?
Já Esme, a mãe do ruivo, só a vira por foto. Já ouvira também vários comentários sobra a famosa e revolucionária arquiteta, conhecida mundialmente.
Realmente não sabe o que esperar. Edward é filho único, três anos mais novo que ela. Além de ter sido seu paciente.
—Deus! – exclama baixinho, esfregando as mãos no rosto.
—Pare de pensar bobagens. – adentrado no veículo, o namorado a olha rapidamente.
—Lê mentes agora? – com o timbre tremulo, a jovem questiona.
—Não, mas sua carinha diz tudo. – afagando a cocha do jovem, ele sorri terno. —Não precisa se preocupar amor, meus pais irão gostar de você, aliás meu pai já gosta. –
—Gosta como funcionária... – analisa mordendo os lábios. —E a sua mãe meu Deus, vai pensar que eu sou uma papa anjo... – as gargalhadas do ruivo a interrompem. —Está rindo do que, seu palhaço? –
Saindo com o automóvel pela rua, ele nega com a cabeça.
—De você Zangadinha. – afirma ainda achando graça. —Não seja absurda amor... Meu pai aprovou a ideia de te ter como nora, e quanto a minha mãe, bom ela sabe bem o filho que ela tem. – pisca para a morena a vendo bufar.
—Besta. – bufa enrolando os cabelos num coque mal feito.
—Sabe, irmos até lá vai ser bom... – pensativo o homem murmura, enquanto a jovem tenta concentrar seus pensamentos no nascer do sol, no horizonte. —Assim você já fala com os meus pais e pode enfim, me namorar em paz! E claro, terminar o que começou antes de ontem. –
—Edward! – deixando um tapa no ombro dele, ela ralha.
—O que amor? –
—O que?! Você quer chegar lá com hematomas pelo corpo? – irritada a jovem o fuzila com o olhar.
—Não amor... Por mais que eu ache tentador a ideia de realizar seus sonhos calientes aqui dentro do carro, eu prefiro que você deixe marcas em mim, quando estivermos em um quarto. – recebendo a piscadela do noivo, a morena se controla para não estapeá-lo.
—Aff, Edward... Eu vou acabar amordaçando você. – ameaça cruzando os braços.
—Bom eu ia preferir um chicote e... – vendo-a olhá-lo tão brava, o ruivo se cala. —Ok, parei. – informa dobrando as ruas da grande cidade.
—É muito longe, a tal casa de campo? – após longos minutos de silêncio ela o pergunta.
—Uma hora e meia, mais ou menos. – informa, esfregando a mão grande pelos cabelos acobreados. —Você gosta de cavalgar? –
—Edward mais uma piadinha dessas e eu farei você ir empurrando o carro! –
—Bella, deixe de ser tarada! – acusa se fazendo de ofendido. —Perguntei se gosta de cavalgar, porque lá tem cavalos. – mesmo sentindo a ironia na voz rouca, não deixa de corar.
—Aham, sei... – esfrega a mão no rosto, tomando folego.
—Mas só para deixar claro, se gostar tanto assim de cavalgar eu... –
—Meu Deus, eu não aguento você! –
—Eu sei amor, por isso você fica por cima! – arregalando os olhos ela o encara. —Por baixo então? De ladinho? – sorri torto, com um brilho safado passando pelos orbes verdes. —Já sei... É de quatro, não é? –
—Edward, pode me fazer um favor? – entredentes ela indaga.
—Amor, se quer um Streep Tease espere até saímos da cidade, pelo menos. –
—Edward mais uma gracinha sua e eu juro que não deixo você relar em mim por dois meses. –
Parando o Cullen, analisa a seriedade na voz da namorada.
—Ok, Zangadinha. Me calei. – sorrindo irônica, ela agradece com um aceno de cabeça. —Mas se quiser um Streep quando chegarmos... –
—Edward, estou falando sério! –
—Calei. – imita fechar os lábios como um zíper, ficando finalmente quieto.
Se arrumando no banco a morena suspira, mesmo sem assumir, aquelas palhaçadas do ruivo conseguiram acabar um pouco com sua aflição.
[...]
O carro negro é estacionado no caminho de pedras brancas, na lateral da casa. Nervosa a jovem respira fundo, sentindo o coração bater forte em seu peito.
‘Mantenha a calma, Bella. São apenas o Dr. e a Senhora Cullen’.
Pensa, soltando o cinto de segurança.
—Hey amor. – virando a cabeça encara Edward. —Relaxe, são só meus pais... E eu estou aqui, com você. – entrelaçando a mão dela na sua, ele deixa um beijo em cada dedo da morena.
—Mas... –
—Não tem “mas” – faz aspas com os dedos, a calando. —Eles vão se encantar com você, assim como eu, ok? –
Respirando profundamente, ela aperta sua mão na dele, se sentindo estranhamente mais calma. É incrível, o poder que ele tem sobre ela.
Ok. – afirma exibindo um leve sorriso. Se esticando, Edward deixa um rápido beijos nos lábios da namorada, saindo do carro em seguida.
Educado, ele abre a porta para jovem que se apoiando dele, desce do veículo.
Suas mãos voltam a se entrelaçar, e deixando um beijinho no alto da testa da Swan ela a puxa pela curva que o caminho largo faz.
—Edward! – caminhando em direção ao casal, um homem de meia idade, salta o ruivo.
—Hey Benjamin! – apertando a mão estendida pelo desconhecido, o Cullen sorri simpático. —Como vai? –
—Muito bem, e você? –
—Vou ótimo. – afirma, abraçando Bella pela cintura. —Ah, essa é minha namora, Isabella. –
Olhando para a jovem, o homem sorri timidamente.
—Amor, esse é Benjamin, um dos caseiros daqui. –
—Oi. – acena para o homem, de traços indianos fortes.
—Olá, senhorita. – devolve educado. —Seus pais, avisaram a todos que estava vindo mesmo, eles estavam em uma ansiedade que só vendo. – murmura fazendo o ruivo rir, e a fisioterapeuta suspirar nervosa.
—É, faz tempo que não venho aqui. – solta pensativo. —Benjamin, nos falamos mais tarde, ok? Vou ir ver meus pais. –
—Claro, Edward. Foi um prazer te rever, e um prazer conhecer a senhorita. –
Sorrindo, Bella chacoalha a cabeça, angustiada de mais para pronunciar algo coerente.
—Pode estacionar meu carro na garagem? – ouve ao pedido de Edward, praticamente mastigando seus lábios.
Rapidamente, o Cullen lança as chaves ao homem que em um ótimo reflexo as pega no ar.
—Relaxe amor, antes de machuque sua boca. – puxando o lábio inferior dela do meio dos dentes, ele afaga a face nevada. —Não precisa ficar nervosa. – sussurra, antes de beijá-la.
Os lábios se movendo ternos, fazem as línguas seguirem uma dança rítmica e envolvente.
Sem fôlego a morena se afasta, respirando fundo.
—Depois que os conhecer melhor, vai até rir de tudo isso. – ainda afagando o rosto dela, Edward murmura carinhoso.
—Espero... – suspirando a jovem, fecha os olhos. Vai dar tudo certo. Vai dar tudo certo.
—Então, pronta para ir ver o Dr. e Sra. Cullen? – pondo uma mexa do cabelo dela atrás da orelha, Edward a pergunta.
—Sim. – concorda mesmo sem estar muito convicta.
Rindo, Edward a abraça pelos ombros, e com carinho começa a guia-la. Fechando os olhos mais uma vez, Bella tenta relaxar.
Edward é um homem perfeito. Cavalheiro. Doce. Romântico. Educado. Fofo.
Não tem como uma pessoa assim, ter sido criada por más pessoas.
Conclui mordendo o lábio inferior. Olhando rapidamente para o namorado, suspira profundamente, tendo quase certeza de que, vai dar tudo certo.
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