Desafios

16 Desejo e Provocações


Notas iniciais
Ooooooiiiee gatitas!! Vooolteeei, como prometidoo :D Não vou enrolar aqui, porque o capítulo está um tanto quanto provocador, então deixarei vocês lerem kkkk Booa leitura, falamos lá em baixo :)

Guardando o restante dos objetos fisioterápicos, Bella deixa sua mente vagar sem destino. Não acordara muito bem. Sofrera durante boa parte da madrugada com a volta de seus pesadelos.

Agora, além de estar cansada e sonolenta, seu humor não é dos melhores.

Se dirigindo até a mesa de madeira, senta-se na cadeira macia. Esfrega as mãos no rosto, respirando fundo.

Tudo o que precisava para deixa-la melhor, era os pesadelos.

Como se não bastasse a discussão que tivera com Edward, e pior ainda, o motivo dela.

Ainda não engolira o fato dele ter escondido algo tão sério como um noivado. Mas, como sempre, não consegue sentir raiva o ruivo por muito tempo.

Bufa alto ao ouvir o toque alto do telefone, ao lado. Impaciente pega o aparelho preto, o levando até o ouvido.

—Oi. –

—Srta. Swan, o senhor Cullen está aqui na sala de espera, ele deseja vê-la. Mando entrar? –

Ouve as palavras de Ângela, sentindo seus batimentos aumentarem. Suspira profundamente.

—Pode manda-lo entrar. – responde, ansiosa.

Na noite anterior, após ele beijá-la de um jeito um tanto quanto quente, ela acabara se derretendo e deixando a briga de lado. Contudo de manhã, viera mais cedo para o hospital, evitando a companhia dele.

Sabe que é infantil ficar de pirraça, no entanto ele merece.

—Agora? –

Rola os olhos, batendo os dedos na madeira.

—Não Ângela, espere a catedral Westminster bater cinco horas, ai você o manda entrar. – sua voz não esconde o cinismo. —É claro que é agora. – sem esperar por uma resposta dela, a morena bate o celular no gancho.

Sabe que Ângela sempre fora uma boa assistente mas, parece ser seriamente desprovida de inteligência mental.

Toma um gole de seu café, fazendo uma careta ao sentir o liquido frio em sua boca.

Olha a porta a sua frente se abrir, esperando o namorado aparecer.

—Bom dia, doutora! – com um sorriso no rosto, ele adentra na sala. Vestido com uma calça preta de tactel e uma camiseta cinza meio justa, o ruivo não deixa de ser adorável.

Com os cabelos revoltos, ele caminha até ela, exageradamente charmoso.

—Hm... – arqueia as sobrancelhas. —Bom dia. – responde meio a contragosto.

—Pelo visto ainda está brava comigo. – a voz rouca sai leve, e mesmo de olhos fixos nos prontuários sobre a mesa, Bella sente o olhar dele queimar sua pele.

—Edward, eu estou trabalhando... Diz o que quer e cace o caminho de casa. – as palavras da morena o fazem rir.

—Já disse que acho sexy quando está com raiva? – se pondo do lado da fisioterapeuta, o Cullen gira a cadeira, deixando-a de frente para ele.

Num ato impulsivo, Isabella arqueia a cabeça e se vê perdida, assim que seus olhos se unem aos dele.

—Já disse que ainda quero te lançar janela a baixo, não disse? – cruza os braços emburrada. —O que veio fazer aqui? –

—Não te vi de manhã, fiquei com saudade. – fazendo um biquinho, Edward se agacha ficando da altura da jovem sentada.

—Estou falando sério. – murmura rolando os olhos, mesmo estando com os batimentos mais fortes.

—Eu também amor. – refuta colocando com carinho o cabelo da moça atrás da orelha. —Sem você o meu dia é tão sem graça, você nem imagina... –

Morde os lábios, prendendo um suspiro. Como ele consegue dizer coisas tão lindas?

—Você não vai me amolecer com essas suas falas bonitas. – sibila sem desviar seus olhos dos dele.

—Eu sei, conheço a minha namorada. – sorri torto, pegando uma das mãos da Swan. —E sabendo o quão marrentinha ela é, eu tenho outras cartas na manga... – pisca a ela divertido, deixando beijinhos nos dedos da morena.

—Cartas na manga? – sem entender o fita.

—Sim amor. – assente com um brilho diferente nos olhos.

—E o que isso significa? – curiosa indaga, beliscando os lábios com as pontas dos dentes.

—Significa que hoje a noite vamos fazer algo especial. – deixa a fala cheia de suspense.

—Você é cheio de mistérios... – murmura abaixando o olhar, até suas mãos entrelaçadas.

Cerra os olhos ao ver algumas marcas vermelhas espalhadas pelo braço forte do ruivo.

—O que é isso? – pergunta passando o dedo de leve por cima.

—Não sei. – o olhando rapidamente o vê dar de ombros. —Acho que é alergia de alguma coisa... –

—Coça, arde? – intrigada a jovem pergunta ainda analisando as marcas.

—Coça. – morde os lábios ouvindo a resposta de Edward.

—E faz tempo que está assim? – voltando seus olhos para o rosto do homem, Bella não esconde sua preocupação.

—Umas duas semanas amor, é só uma alergia boba. Logo passa. – sorri confiante.

—Hm, não é melhor ir ao dermatologista? –

Se pondo de pé, o Cullen a puxa rodeando a cintura fina com seus braços.

—Não, isso é besteira! – exclama. —Além do mais a única médica que me interessa aqui, não é dermatologista. –

Ergue as sobrancelhas rindo de leve.

—Eu não sou médica, uso jaleco e me chamam de doutora, mas médica eu não sou. –

—Ok, irei recapitular minha frase. – tomando folego, ele a aperta mais nos braços. —A única pessoa que me interessa nesse hospital, não é médica, apesar de usar jaleco e a chamarem de doutora. –

Passando as mãos pelo pescoço dele, a morena ri.

—Você é tão bobinho. – cerra os olhos ao olhá-lo.

—E você é tão gatinha... – fala a fazendo rir novamente. —Acho alguém aqui já não está mais com raiva de mim. – provoca a fazendo rolar os olhos.

—Está enganado, ainda estou furiosa. – solta sabendo que ele tem razão.

—Bom já que meu romantismo não funcionou, irei usar o plano B. –

—Plano B? –

—É, plano B. – afirma divertido.

—E o que é esse plano B? – morde os lábios interessada.

A puxando ainda mais para si, Edward toma os lábios da Swan em um beijo completamente sedutor, e sem usar de mais palavras exibe a ela o plano B.

[...]

Ao mesmo instante em que o relógio apita as oito da noite, as portas do elevador se abrem. Mesmo já estando ali algumas vezes, Bella não deixa de se encantar com a porta de designer inteligente e moderno.

Rapidamente se olha no espelho redondo, embutido na madeira branca, sentindo-se orgulhosa por estar devidamente arrumada.

Puxa os cabelos para cima do ombro, enquanto Edward abre a porta e como um belo cavalheiro libera a entrada da jovem primeiro.

Cerra os olhos ao perceber o ambiente meio escuro, com passos lentos chega até a bela e harmoniosa junção de cozinha, sala e varanda onde várias velas se encarregam em clarear todo o espaço.

Mordendo levemente o lábio se vira para o ruivo.

—Velas? – a voz da jovem sai baixa. —Está tentando me seduzir? – sorrindo torto, ele caminha até ela, as mãos enfiadas no bolso deixando-o ainda mais charmoso.

—Estou tentando ser um namorado romântico. – os olhos verdes brilham intensos. —A parte da sedução é com você. – o timbre rouco da voz aveludada, faz um arrepio passar por todo o corpo da Swan que por segundos se imagina em um momento quente, com o Cullen.

Pigarra meio arfante, com o desejo queimando em suas veias.

—Sei... – com a voz falha dá mais uns passo, chegando até o sofá quadrado. Apoia suas mãos no estofado branco, observando a mesa perfeitamente posta ao lado. —Vamos jantar à luz de velas? – encantada o olha.

—A menos que você queira apaga-las e acender os lustres... – brinca colando seu corpo ao dela.

Subindo as mãos até o peito do homem, Bella sente a pele quente, mesmo por baixo da blusa. A ponto de seus dedos queimam, e uma breve lembrança do tórax desnudo do Cullen a faz ofegar.

Ergue o olhar deixando seus orbes se encontrarem com aquelas esmeraldas vivas, ambos sentem o efeito. Um se perdendo nos olhos do outro.

—Prefiro as velas. – afirma após um longo tempo de silêncio.

—Fico feliz porque deu trabalho acender todas elas. – diminuindo um pouco a tensão o homem brinca a fazendo rir. —Quero conversar com você. –

—Sobre o que? – curiosa indaga.

—Sobre meu noivado. Quero te contar tudo, até que você acredite de uma vez por todas que ela não significou nada na minha vida. –

Com um suspiro a jovem assente. Mesmo não gostando de imaginar Edward com outra mulher, ainda está tentada a saber sobre o termino.

—Já que a conversa é séria... – ele começa a falar indo até o painel grande na sala. —E eu não gosto muito de conversas sérias, vou por uma música para descontrair um pouco. – sorrindo para ela, Edward passa os olhos pela grande pilha de CD’s.

Quieta ela se posta ao lado do Cullen.

—Você tem tanta música... – sussurra passando os dedos pelas capinhas.

—Tenho muito mais no quarto. – murmura, antes de voltar a olhá-la. —Quer escolher? –

Vendo a moça concordar com um aceno de cabeça, o ruivo bate palminhas leves, duas vezes.

Instantaneamente os lustres da sala se acendem. Impressionada a morena o fita boquiaberta.

—O que? – rindo ele se posta atrás dela, as mãos postas na cintura fina a fazem morder os lábios com força.

A cada toque que recebe de Edward é uma sensação nova que a toma. Embora diferentes, todas as levam a só uma: Desejo.

Não apenas desejo carnal, mas uma coisa de alma e coração. É inexplicável.

Sem responder, tenta se concertar nos CD’s. Olhando os discos pelos títulos, se vira para o ruivo, curiosa.

—Você só tem música antiga, dos anos 80, 90... Por que? –

—Por que são as melhores. – pisca para ela, que cerra os olhos. —Elas me trazem lembranças boas... Gosto de ouvi-las. – deixando um beijo na bochecha da morena, ele se afasta pegando um disco. Com maestria abre a capinha, retirando o CD e logo o coloca no micro theater.

Passando os dedos no painel touch screean, ele permanece segundos concentrado, até voltar a bater palmas.

De imediato os lustres se apagam, dando novamente as velas, o papel de iluminar todo o ambiente.

Com carinho Edward a puxa para o centro da sala grande, os braços se enrolam na cintura fina de Bella que apoiando o queixo no peito forte ouve os primeiros acordes da música.

—Você prepara um jantar à luz de velas, coloca uma música romântica e me puxa para dançar... – acariciando o rosto do Cullen, a Swan começa a falar. —Não acho que seja um bom momento para falarmos da sua ex. – faz uma rápida careta.

—Mas Bella eu quero te explicar tudo para que... –

Cobrindo os lábios dele com a mão, ela o cala.

—Se você diz que ela não significou nada, é porque ela não significou nada. – a voz da fisioterapeuta sai baixa. —Acredito em você. –

Descobrindo a boca dele, ela vê um belo sorriso enfeitar os lábios finos. A apertando mais em seus braços, Edward deixa um rápido beijo testa da moça.

—Você é muito linda! – sussurra com os lábios colados no pescoço desnudo da Swan que respira fundo, tentando se controlar.

—E você é muito perfeito. – segurando o rosto dele entre as mãos, ela os deixa com as faces quase coladas. —Perfeito de mais para existir. –

Edward exibe um rápido sorriso antes de beijá-la profundamente. Um se apertando mais no outro, tentando se unir ainda mais.

E no momento nada mais ali importa. Apenas os dois.

[...]

O jantar leve, fora coberto de risos e olhares intensos. Ambos trocados pelo casal que resolvera em silencio, provocar o outro.

Comeram a entrada de frutos do mar em silêncio, apenas trocando olhares rápidos os quais refletiam todo o desejo pairado entre eles.

Logo após se serviram com o prato principal, uma massa francês acompanhada de um bom vinho tinto.

Provocadora a morena passara a língua nos lábios mais vezes do que o necessário após perceber o quão enfeitiçado o Cullen ficava a cada gesto.

Ele que percebendo as artes dela, logo resolveu acompanha-la sempre dando um jeito de tocá-la ou se esticar para selar seus lábios no pescoço desnudo.

Assim entre olhares de desejo e provocações os dois tomaram toda a garrafa de vinho, antes de se servirem com a sobremesa.

Risonhos os dois sobem os degraus da escada suspensa, se direcionando até o quarto de Edward.

O cômodo arrumado e elegante, com a iluminação forte fazem os móveis escuros se destacaram ainda mais.

A cama centralizada e perfeitamente arrumada com lençóis e almofadas claras, combinam exatamente com o jogo de sofás aveludados ao lado, num pequena sala de estar.

Quadros enfeitam paredes, as que não estão cobertas pelas cortinas acetinadas escuras. Como os da sala, as imagens dentro das molduras não passam de histórias em quadrinhos ou heróis da Marvel.

Sorri de canto, Edward é quase um menino.

Indo até o armário de madeira cinza suspenso, a moça olha os portas retratos com fotos. Reconhece de cara, Alice e Emmet na maioria deles.

Seus olhos se param em um redondo, maior que os outros e centralizado. Curiosa fita a imagem onde um Edward de terno e gravata separa um belo casal.

Morde os lábios identificando o chefe, Carlisle que, sorri orgulhosamente abraçando o ruivo. Ao lado oposto uma bela mulher mais baixa, porém com os mesmos olhos e cabelos que Edward.

A face dela é jovial e encantadora. Assim como o sorriso que enfeita os lábios nude.

—Essa é a sua mãe? – aponta com o dedo se virando para o Cullen.

Caminhando até ela, Edward nega com a cabeça.

—Não. – passa os braços pela cintura da jovem, a abraçando por trás.

—Quem é então? – volta a questionar, se arrepiando por completo ao sentir a respiração de Edward, bater contra seu pescoço.

—Sua sogra. – refuta baixo, deixando beijos pela extensão da pele ala. Morde os lábios, respirando profundamente.

—Engraçadinho você. – a voz falha, faz o homem sorrir em meio aos tantos beijos. —Acha que eu não sei o que está fazendo? – cobrindo as mãos dele com as suas, ela deixa a voz mais rouca.

—E o que eu estou fazendo? – tentando soar inocente, ele mordisca com cuidado o lóbulo da orelha da moça, que sente as pernas fraquejarem.

Um frio preenche todo seu estômago, enquanto o desejo crescente volta a fazer seu corpo queimar.

—Está me provocando. – sussurra afetada.

—Eu? – a virando de frente para ele, o ruivo a olha nos olhos. —Você que está jogando com a sedução... Eu sou um rapaz puro e inocente. – murmura antes de roçar os lábios no ombro da mulher.

—Edward... – sua voz soa como um alerta. —Você não sabe quem está provocando... – raspando as unhas na nuca do homem, ela o sente ofegar.

Sorri vitoriosa. Se ele está jogando, porque ela não joga também?

—Amor você me quer tanto que está até imaginando coisas... – voltando a olhá-la, ele sorri safado. —Você não assume, mas eu consigo sentir o quanto você quer me jogar naquela cama e rasgar toda minha roupa... – cerrando os olhos ela o fita. —Mas como eu sou um rapaz de família... –

Mordendo os lábios, Bella o cala com a mão.

—Quietinho, Edward... Você já falou demais! – se pondo nas pontas dos pés a jovem o puxa para um beijo.

A luxuria dominando cada movimento dos lábios e língua.

Apertando as mãos na cintura da fisioterapeuta, Edward arfa ao senti-la infiltrar as mãos por sua camiseta, deixando as unhas correrem em suas costas.

Se afastando dele, a jovem sorri piscando rapidamente antes de empurrá-lo até a cama. Batendo as mãos no peito forte a morena o lança contra o colchão, vendo-o cair deitado.

O sorriso no rosto do Cullen, se abre ao ver a moça retirar os sapatos altos e subir na king size.

Sentando nas cochas torneadas de Edward, passa a ponta da língua nos lábios apenas para provoca-lo.

Tentando sentar, o homem é impedido pela Swan que volta a empurrá-lo deixando-o deitado na cama.

Passando as mãos pelo peitoral de Edward, segue com os dedos até a barra da blusa, a puxando para cima de uma vez e contando com a ajuda do namorado, retira a peça a jogando longe.

Respira profundamente ao ver o físico perfeito do ruivo, que permanece enfeitiçado pelo atrevimento da Swan.

Se debruçando sobre ele, ela deixa a boca correr pelo pescoço dando um rápido e atraente chupão.

Ouvindo a respiração de Edward ficar descompassada, Isabella fricciona os dentes na pele macia e perfumada. Olhando rapidamente para o pescoço do ruivo, sorri diante a marca vermelha deixada por ela.

—Bella você... – pondo o indicador sobre os lábios do rapaz, ela o cala mais uma vez.

—Xiii... Não deixei você falar. – autoritária a Swan o beija, sentindo sua barriga encostar na saliência grande, presente na calça jeans de Edward.

Morde o lábio do ruivo, sentindo as mãos fortes em suas pernas. Não deixa de se arrepiar, a cada segundo seu anseio por ele só aumenta.

Apoia as mãos e os joelhos no colchão para poder correr os lábios livremente pelo tórax musculoso do Cullen.

Entre beijos e leves mordidinhas, a morena logo esbarra no cós da calça clara.

Sorri olhando o grande volume. Pelo visto tem um namorado bem dotado.

Rindo sapeca, ela abre os botões puxando a peça de roupa para baixo.

Ofega baixo assim que os olhos caem sobre a cueca box, verde folha, percebendo com orgulho o quanto deixara seu namorado excitado.

Passando as pontas dos dedos sobre a grande proeminência de Edward, sente o calor colidir com sua pele.

—Amor... – deixa a voz arrastar pela palavra, enquanto brinca com o elástico da cueca de linho.

—Hmmmm? – solta incapaz de dizer algo coerente.

—Eu queria tanto descer meus beijos por aqui.... – passa o dedo sobre o membro coberto do Cullen indo até a metade da cocha. Segura o riso ao ouvi-lo gemer baixinho. —Mas como você é um rapaz puro, inocente... – ainda alisando a região sensível do namorado, continua dizendo manhosa. —Só depois do casamento! – se pondo de pé, a morena passa as mãos nos cabelos arrumando os fios desalinhados.

Ainda abobalhado, Edward a olha.

—Você... Você está brincando, não é? – o tom ofegante dele a faz rir alto.

—Amor, você mesmo disse que é um rapaz de família... Não quero tirar sua pureza e inocência. – se fazendo de boa moça, a jovem sibila arrumando o vestido preto.

A frustração toma conta do rosto de Edward, que de olhos cerrados se senta na cama.

—Bella, você não presta! – acusa vendo-a sorrir safada.

—Eu disse que você não sabia quem estava provocando... Ninguém mandou mexer com fogo. – cruza os braços mostrando a língua para ele.

Rindo o Cullen se levanta, esfrega as mãos nos fios ruivos antes de olhá-la.

—Só quero deixar bem claro... – começa a murmurar ao mesmo instante em que a puxa pela cintura. —Que isso vai ter volta! –

Com os olhos presos nos dela, o homem acaba com a distância de suas bocas.

Beijando-a por longos minutos, ele se afasta deixando a jovem com as pernas bambas.

Ofegante ela o vê se afastar.

—Onde vai? – questiona quase sem voz.

—Tomar um banho frio, antes que eu te ensine a não mexer com fogo! – piscando para ela, caminha até desaparecer no banheiro grande.

Ainda abobalhada a Swan cai sentada na cama macia e desarrumada.

Sorri, mordendo a ponta do dedo.

Mesmo estando levemente arrependida por não ter terminado o que começara, fora bom provocar o ruivo, e o melhor de tudo é saber que irá ter volta.

[...]

Sentada na cama grande, a morena olha de soslaio o rui retornar ao quarto. Vestindo apenas uma boxer branca, ele a deixa boquiaberta.

Engole seco, tendo certeza de estar diante da melhor vista de sua vida. Respira fundo, uma, duas, três vezes.

É, realmente tem um namorado extremamente gostoso.

Chacoalha a cabeça e desvia o olhar, ao perceber que ele também a olha, exibindo na face o sorriso torto perfeito.

—Apreciando a vista, Zangadinha? – deixando a toalha sobre o divã nos pás da cama, ele se aproxima lentamente.

Ajeitando as costas nos travesseiros a Swan cruza os braços.

—Só reparando nas estrias em sua barriga. – murmura sem esconder o quão afetada se encontra.

—Engraçadinha. – se abaixando ele deixa um rápido selinho nos lábios dela. —Sempre soube que era selvagem e sexy... – sussurra no ouvido da morena, a deixando corada.

Rindo, Edward lhe lança uma piscadela.

—Por que não para de ser chato e vai se trocar para me levar embora? – empinando o nariz ela disfarça a vergonha.

—Embora? – fazendo um biquinho fofo, ele a indaga. —Porque não dorme aqui? –

—Não... Não confio em você. –

—Tem medo de não resistir e me atacar novamente não é? – sentando ao lado dela, ele brinca.

—Com uma faca, até que pode ser! – exclama o fazendo rir. —Mas é sério, tenho que ir embora. –

—Porque? – alisando o rosto dela, o ruivo a pergunta. —Dorme aqui hoje, prometo não fazer nada! – arqueia as mãos se fazendo de inocente. —Nada que você não queira, é claro. –

Rindo a jovem rola os olhos.

—Bobo! – lubrifica os lábios com a língua, suspirando. —Por que eu não trouxe pijama, e não posso deixar o Jerry sozinho. – explica.

—Ah amor... Nós não vamos precisar de roupas mesmo. –

—Edward! – ralha dando um leve tapa no braço do homem. Rindo ele a puxa para abraça-la.

—Estou brincando. – sem acreditar ela o olha. —Sem brincadeiras agora, eu te empresto uma blusa minha, do jeito que você é baixinha, vai servir como vestido. – ri da própria piada. —E quanto ao seu gato estranho, ele vai sobreviver se ficar longe de você por uma noite. –

—Meu gato não é estranho. – pontua as palavras. —Ele é lindo. –

—Ok, amor. Seu gato é lindo! – cínico ele afirma. —Mas então, vai dormir aqui, não vai? – volta a indagar. —Vai amor... Dorme, por favor? –

Olhando-o nos olhos, a morena bufa. Como dizer não para ele?

—Tudo bem, eu durmo! – concorda por fim. —Mas nós vamos apenas dormir, ouviu? –

—Você quem manda, Zangadinha! – bate continência se pondo de pé. —Vou buscar uma camisa minha para você, e já volto. –

—Ponha uma também... E um short. – antes de entrar no quarto ele, a olha por cima do ombro.

—Porque? Estou muito gostoso assim? É muita tentação para você, amor? –

Lançando uma almofada na direção do Cullen, a jovem bufa.

—Edward! – finge irritação, assim que ele desvia do travesseiro.

Mandando um beijo para ela, ele adentra no Closet. Rolando os olhos, a morena volta a se encostar nos travesseiros, e mesmo sem querer admitir sabe que o namorado tem razão.

É muito tentador vê-lo apenas de boxer, e pior ainda dormir ao lado dele vestindo apenas a cueca fina, é demais para sua saúde mental.

Com o desejo a queimando por dentro, aquela seria a provocação fatal para ela, que acabaria realmente atacando o Cullen em segundos.

Notas finais
Para quem gosta de capítulos 'quentes', esse ficou legalzinho né? kkkkkkkkk Eu ia colocar nesse, a primeira vez deles, mas pensei e... Náah, ainda é cedo! kkkk Respondendo aqui rapidinho: Yees, estou de férias!!! Estou postando assim tão rápido pq quero concluir Desafios antes de ir para faculdade.... E fora que já tenho ideias para uma próxima Fic... Duas na verdade kkkk (Sendo uma Delena) *-----* Sobre o Drama, quero deixar uma coisa clara : Eu disse que NUNCA, NUNQUINHA daria um FIM triste a Fic... Sobre o Capitulo que citei, sim ele será um dos ultimos... Mais meninas não se preocupem, quero fazer de Desafios uma Long Fic, terá uns 40 capitulos (no máximo), então estamos longe do fim :) Voltando ao capitulo, espero que tenham gostado e se interessado pela parte perva do casal...kkkk Noos vemos sábado o// Atée láa, se cuideeem.. Beijõõões da Nick :*