Desafios
20 Desafios
Notas iniciais
Tendo o quarto numa penumbra gostosa e aconchegante, Bella se acomoda mais nos braços do namorado.
Suspira profundamente, sentindo-se imensamente cansada.
Não deixa de sorrir, pelo motivo. E que motivo.
O relógio digital apita, e logo uma voz gravada avisa a chegada das quatro da manhã.
—Sabe de uma coisa? – quebrando o silencio do cômodo, o ruivo murmura. Os dedos longos lhe fazendo carícias no cabelo.
—O que? – a voz sai falha e rouca, obrigando-a a pigarrear.
—Eu achei que você fosse virgem. – não deixa de rir da afirmação do namorado. Porém para pensando por alguns segundos, antes de se apoiar no cotovelo para encará-lo.
—Por que pensou isso? – encarando-o no escuro, se arruma sobre ele.
—Porque você cresceu no orfanato e... Bom, por querer manter as pessoas sempre longe... –
Correndo os dedos pelo rosto másculo, sente suas digitais serem pinicadas pela barba por fazer. Se abaixa ainda o acariciando, para deixar sobre os lábios finos um rápido selinho.
—É faz sentido. – concorda se virando na cama. Deitada de barriga para cima, deixa seus olhos se perderem em meio a obscuridade. —Mas digamos que, eu tive uma fase rebelde... –
Suas palavras saem extremamente pensativas. Suspira fechando os olhos por breves segundos, tendo alguns flashes da tarde em que perdera a virgindade.
Chacoalha a cabeça, retirando alguns fios do rosto.
—Como assim fase rebelde? –
Olhando-o rapidamente a moça expira o ar com força.
—Foi em meu aniversário de dezesseis anos. – começa a falar, sentindo o peito se apertar. É incrível como não conseguira coletar nenhuma lembrança boa de sua infância e adolescencia. —Você conhece as tradições dos aniversários de dezesseis anos, acho que toda menina sonha com uma festa de princesa. – engolindo em seco, faz uma pausa longa. —E igual a elas, eu também sonhava com uma. Então depois de chorar a manhã toda, eu simplesmente fugi do orfanato... Acabei parando em um bar, onde conheci umas garotas que me deram bebidas, e drogas após eu contar que era meu aniversário... –
Ainda se lembra muito bem da fisionomia das três mulheres. Altas e magras, os rostos cobertos por maquiagem borrada, e as roupas extremamente vulgares.
—Então, após beber e me drogar, eu acabei ficando com um garoto. – conclui envergonhada.
—Uh... – após um silencio absurdo, Edward enfim murmura. —Você realmente me surpreendeu agora... – ri baixo, se aproximando da namorada.
—Eu sei... E não me orgulho disso. – um sorriso forçado estampa seus lábios por segundos.
—Você era uma adolescente... Todo mundo já cometeu loucuras na adolescência. – fecha os olhos ao sentir os lábios do namorado, encostarem em sua testa. —E estava sofrendo... –
—Isso não justifica, Edward. – sentando na cama, puxa os cabelos, os prendendo em um coque frouxo.
—Claro que justifica... Você perdeu os pais cedo demais, foi para um orfanato... Quero dizer, uma hora ia ter que liberar toda essa dor de dentro de você. –
—Ficando bêbada, me drogando, e transando com um desconhecido? –
—Tudo bem Bella você errou, mais e daí? Quem nunca cometeu um erro? Quem nunca fez alguma coisa da qual se arrepende? – sente o braço de Edward enlaçar sua cintura. —Tem que parar de se culpar... Você era jovem e estava passando por uma fase difícil... Seja menos dura, consigo mesmo. –
Morde os lábios inalando o ar com força. Deitando a cabeça no ombro do ruivo, permanece quieta, sabendo que ele tem razão.
[...]
A vida é engraçada. Quando não estamos bem, os dias se passam agonizantemente, lentos. Mas quando se está feliz, eles voam. Correm feitos loucos, nos deixando perdidos em meio as datas.
Sentada na mesa da lanchonete a morena observa Alice, citar rapidamente os itens da lista que ainda faltam para serem cumpridos até seu casamento.
—Meu Deus, Bella eu vou enlouquecer! – cobrindo o rosto com as mãos a moça se mostra devidamente cansada. —Tenho tanta coisas para fazer em tão pouco tempo... –
—Alice se acalme... – esfregando a mão nas costas tenta consolar a amiga. —Vai dar tudo certo, você tem uma equipe de cerimonialistas tomando conta de tudo... Está se estressando à toa. –
—Eu sei... Eu sei... Mas é que isso é tão perturbador, eu sempre organizei tudo e agora que tem outras pessoas cuidando para que o meu casamento saia perfeito, eu... – solta o ar pelos lábios. —Quero dizer, e se não sair perfeito? –
—Alie, eles são competentes. Vai sair tudo mais que perfeito, você só não pode ficar estressada. –
—Tem razão, Bella. – sorri se mostrando mais relaxada. —Obrigada por me ajudar! – exclama a abraçando apertado.
—Não precisa agradecer. – arruma a postura na cadeira, olhando para a baixinha. —A propósito, Edward já confirmou o smoking e eu já fui a Kleinfeld, fiz a última prova do vestido e está tudo certo. –
—Ai que bom... – um suspiro é emitido pela baixinha. —Juro para você, se eu soubesse que casar dá tanto trabalho, eu teria pensado duas vezes! –
Não pode deixar de rir das palavras de Alice.
—Mas vai valer a pena, vai ver. –
—Tomara... – a frase da moça é interrompida pelo toque vibrante do celular. —Só um minuto, querida. – pede a morena antes de se levantar da mesa e se afastar para atender o aparelho.
Pegando o copo de vidro nas mãos, guia o canudo até os lábios tomando um gole do chá gelado.
A movimentação na rua é grande, típica para um dia de sábado onde o sol é o protagonista.
Apoiando os braços na cadeira de metal, vê um carro preto estacionar rente ao meio fio. Cerra os olhos, conhecendo o veículo.
Sorri de canto vendo o namorado saltar do carro, sendo seguido por Emmet.
Seus olhos se encontram com as esmeraldas brilhosas de Edward, o que faz seu coração disparar no peito.
—Oi amor. – ele cumprimenta, se debruçando para alcançar os lábios da namorada em um beijo casto.
—Oi. – sorri, enquanto ele se instala ao seu lado. —Emmet. –
—E ai, Bella? – deixando um rápido beijo na bochecha da morena, o grandão sorri exibindo belas covinhas na bochecha. —Ué, Alice já foi embora? –
—Não, ela foi atender ao celular. – responde com os dedos do ruivo entrelaçados aos seus. —Ela está ali na frente. – aponta com a cabeça, tomando mais um gole do chá.
—Vou ir falar com ela. – avisa caminhando em direção a noiva.
—O que está bebendo amor? –
—Chá gelado, quer? – oferece ao namorado que nega com um aceno de cabeça.
Parando o olhar na face bela, ela o fita. Uma palidez cobrindo as expressões, estranhamente cansadas.
—Está doente amor? – retira os fios cobres caídos na testa, antes de encostar a palma na pele dele, verificando a temperatura. —Você está pálido... –
—Dor de cabeça. – faz uma careta ao responder.
—Desde de ontem? – preocupada ela indaga, fazendo carinhos nos cabelos desgrenhados.
Assentindo, o homem deita a cabeça no ombro da jovem, fechando os olhos.
—Já tomou remédio? –
—Perdi a conta no quinto comprimido. – sibila rindo de leve. —Mas estava pior de manhã, até que aliviou um pouco agora. –
—Vou levar você ao hospital. – informa beijando a testa do Cullen.
—Só se você for a médica. – brinca a fazendo rir.
—Bobo. – os dois se olham rapidamente trocando alguns selinhos. —Mas é sério, vamos ao hospital. –
—Não precisa amor... Só preciso tomar um bom banho e dormir um pouco. – murmura se conchegando mais nos braços da namorada. —Isso é falta de sono, já que certa pessoa vem me tirando o sono durante as últimas madrugadas... –
—Ah e eu posso saber quem é essa pessoa? –
—Você é claro. – afirma manhoso, feito uma criança pequena.
—Eu? O que eu ando fazendo para tirar o seu sono? –
—Sendo gostosa demais... E me atiçando para depois me deixar sozinho e com uma enorme vontade de... – cobre os lábios do ruivo vendo Emmet e Alice se aproximarem.
—Ok, já entendi. – afirma rindo.
—Mas de hoje você não me escapa. – sussurra no ouvido da Swan, a fazendo se arrepiar.
—Algum problema? – a moça indaga a baixinha, vedo-a com um semblante diferente na face.
—Minha mãe dando trabalho. – responde recolhendo as coisas de cima da mesa.
—O que a dona Suzan fez dessa vez? – rindo Edward questiona, tirando a cabeça do ombro da namorada.
—Se atrasou e perdeu o avião. – Emmet diz rindo. —Minha sogra é uma peça! –
—Sua sogra é maluca, isso sim... – rolando os olhos Alice põe a bolsa sobre o ombro. —Acredita que ela se atrasou porque uma vidente disse a ela para sair de casa somente as Três da tarde? –
Não controla o riso ao ouvir o motivo.
—Isso porque ela tinha que estar no aeroporto as três e meia... – Alice bufa arrumando os cabelos num rabo de cavalo. —Vocês se incomodam se nós remarcarmos? Emmet e eu vamos ver se encontramos algum voo para ela... –
—Claro que não nós entendermos. – a morena sorri, cruzando as pernas.
—Eu me incomodo. – Edward levanta a mão, se fazendo de irritado. —Estou brincando, podem ir. – piscando ao casal a sua frente, volta a repousar a cabeça no ombro de Bella.
Trocando mais rápidas palavras, logo Emmet e Alice se despedem seguindo para o carro da baixinha.
—Sabe esse chá é até gostoso... – o ruivo sibila pensativo, tomando mais um gole da bebida. —Falta um pouco de açúcar. –
—Você é um folgado! – exclama o olhando. —Está bebendo o meu chá, e ainda por cima reclama? –
—Amor, estou apenas fazendo críticas construtivas para da próxima vez, você pedir um chá mais doce e dividir comigo. –
—Claro... – rola os olhos. —Edward vamos? Eu tenho que ir buscar o Jerry na Pet On Lex. –
—Você vai lá para casa hoje, não vai? –
Esticando o braço a morena aperta o botão na lateral da mesa, chamando o garçom.
—Não sei... – finge descaso, apenas para provoca-lo. —Você está com dor, é melhor que eu não vá para você descansar. –
—O que? – arregalando os olhos ele a encara. —Não! Não e não! – cruza os braços vendo o homem uniformizado se aproximar.
—Pois não? –
—Pode me trazer a conta? – pede pondo a bolsa no colo. Após pedir licença, o moço se retira voltando para dentro da lanchonete.
—Você está brincando não é amor? – manhoso ele pergunta, fazendo um biquinho nos lábios. —Você vai dormir comigo hoje, não vai? –
Não controla a rizada ao vê-lo pedir com um jeito tão fofo. Acaricia o rosto dele, deixando vários beijos pela face.
—Vou seu manhoso. – um sorriso se abre nos lábios finos, que tomam os dela num beijo carinhoso.
O garçom logo retorna, interrompendo o momento do casal, ao entregar a conta para moça.
—Eu pago. – sorri ao pegar a caderneta preta das mãos da namorada. —Eu pago. – volta a afirmar interrompendo os protestos dela.
[...]
Abaixando o fogo da panela com o molho de queijo, Bella se dirige até o balcão, pondo o macarrão no escorredor.
Vendo a massa em tiras fumegar, lavas as mãos as secando em seguida.
Barulhos na escada a fazem se debruçar sobre a bancada de limestone, onde vê o namorado descer os degraus rapidamente.
Vestindo apenas uma boxer vermelha, o ruivo tem os cabelos mais bagunçados do que nunca, junto com a cara sonolenta.
Coçando os olhos, ele caminha até a Swan pegando-a em um abraço forte.
—Melhorou a cabeça? – passando as mãos nas costas largas ela pergunta.
—Sim. – confirma com a voz grogue. —O que está fazendo amor? –
—Comida... Achei que fosse acordar com fome. – dá de ombros deixando um rápido beijo no peito forte, antes de se afastar.
—Estou mesmo. – dá um sorriso torto, esfregando a mão na pedra do balcão. —Merda! –
—O que foi? Machucou a mão? –
—Devo ter dormido por cima dela, está formigando. – responde após negar com a cabeça.
Indo até a pia o moço posiciona a mão debaixo da torneira que ativada pelo sensor de movimento, deixa a água cair.
—O que vamos ter para o jantar? – abraçando a namorada por trás, Edward pergunta baixo.
—A única coisa que eu sei cozinhar... Macarrão com queijo. – responde o fazendo rir alto.
—Gianna não deixou nada pronto? –
—Disse para ela ir embora mais cedo, que eu cuidava do jantar. – mexendo colher no molho sente o aroma invadir seu nariz. Aspira profundamente, percebendo então o quanto está com fome. —Você está grudando. – fala rindo. —Porque não vai tomar um banho? –
—Você que fez suar bastante, a umas horas atrás. – morde os lábios se relembrando das horas de sexo intenso que tiveram, também foram quase cinco dias de abstinência tudo por causa do período menstrual da morena. —Mas falando do banho... – o beijo demorado que ele deixa na pele da moça, a faz ficar arrepiada. —Você vem junto? –
—Estou cozinhando, não posso sair daqui agora. –
—Então eu espero você. – deixando um apertão na bunda da Swan, ele se senta na bancada de limestone deixando os olhos correrem pelo corpo da moça.
Coberto apenas por uma de suas camisetas, a moça amarrara os cabelos num rabo de cavalo bem alto, o que a deixara ainda mais sexy.
Aperta as mãos na borda do limestone, sentindo a excitação começar a subir por seu corpo.
Ainda olhando fixamente para a namorada a vê se abaixar para abrir o forno. Seus olhos param na calcinha pequena, onde a cor preta se destaca bem no copo da moça.
Esfrega as mãos no cabelo tentando se controlar.
—Está quase pronto. – sorrindo para o ruivo ela informa, desligando o fogo do molho. —Está com muita fome? –
—Muita. – responde encarando a Swan, que de costas nem percebe o olhar faminto de Edward.
Saltando do balcão ele para atrás da fisioterapeuta que o olha rapidamente por cima do ombro.
Vendo-a morder os lábios ele deixa escapar a última gota de controle e paciência que tinha.
—Só mais uns minutinho e... Edward! – exclama sentindo as mãos do namorado adentrarem na blusa e lhe acariciarem a pele.
—Não aguento esperar amor. – sussurra com os lábios presos em seu pescoço. —Quero comer agora. Comer você. – as palavras do Cullen faz um arrepio lento subir por seu corpo. Sente os bicos de seus seios ficarem rijos, instantaneamente.
Fecha os olhos respirando fundo, seu corpo queimando de desejo.
—Edward deixe de ser tarado. – com muito custo ela se afasta dele caminhando até a pia, onde coloca o macarrão num pirex. —Estou cozinhando, espere... –
—Não dá. – colando-se na jovem, ele sobe as mãos pelo corpo esbelto parando-as sobre os seios. —Quero você agora. – lentamente ele os massageia e mesmo por cima da blusa, a moça consegue sentir o calor das mãos pesadas.
Deixando uma mordida no pescoço da morena, Edward sobe as poucos a barra da blusa larga, até tirá-la da namorada.
Ainda a mantendo de costas ele sobe uma das mãos até um seio, apertando entre os dedos o bico duro, enquanto a outra se aloja dentro da calcinha da moça.
Um gemido baixo sai dos lábios da fisioterapeuta quando os dedos de Edward começam a acaricia-la.
Por segundos ele concentra sua atenção no clitóris, massageando-o até sentir a excitação da namorada molhar seus dedos.
Sorri beijando a pele nua das costas alva, abaixando a calcinha de renda até os pés. Corre os dedos pelas pernas longas, até alcançar a entrada molhada de Bella.
De imediato a mulher abre mais as pernas, ansiando pelos toques do namorado.
Morde os lábios prendendo o gemido, ao sentir dois dedos a penetrá-la.
Mantendo um vai e vem lento, Edward aproveita para abaixar a cueca.
Com cuidado empurra as costas da Swan a deixando praticamente deitada no limestone. Retirando seus dedos de dentro dela, enfia de uma vez o membro ereto dentro dela.
Um gemido longo escapa de ambos, que por breves momentos ficam imóveis apenas sentindo o começo do prazer intenso subir por seus corpos.
Agarrando as mãos na cintura fina, Edward logo começa a estocar com vontade. Com a força e a rapidez, que somente esta posição permite.
Sentindo o corpo se mover na pedra fria, diante das investidas potentes do ruivo, a moça geme cada vez mais alto.
O suor brotando nas costas da namorada parece aumentar ainda mais o tesão de Edward que passa a penetrar com mais força, sentindo suas bolas se chocarem no sexo molhado da jovem.
Diminuindo o ritmo das estocada, ele a puxa colando as costas húmidas em seu peitoral.
Uma das mãos permanece na cintura fina de Bella, enquanto a outra segue para o peito gelado.
Voltando a investir contra a fisioterapeuta, massageia o seio rosado enquanto chupa lentamente o pescoço perfumado.
Ficando as unhas no braço forte de Edward, a moça sente todo o corpo tremer e a mesma sensação intensa começar a dominá-la.
Morde os lábios, na vaga tentativa de prender os gemidos e ao sentir o liquido quente de Edward explodir dentro de si, deixa enfim o orgasmo dominar todos seus membros.
[...]
A água fria do chuveiro moderno cai sobre o casal que embrenhados num beijo tórrido, mal nota a temperatura da água.
Arranhando os braços fortes do namorado, Bella se afasta tomando fôlego. Com o corpo másculo grudado no seu, sente o pênis duro de Edward pressionar sua barriga.
Ri sapeca, olhando nos olhos do namorado que brilham de pura luxuria. Se estica, ficando na ponta dos pás para beijá-lo, enquanto deixa uma mão cair até o membro ereto.
Sorri sobre os lábios do ruivo, ao senti-lo ofegar em sua boca.
Esfrega o polegar na cabeça inchada, começando a estocar a mão vagarosamente. Mordendo o queixo do Cullen, o ouve gemer alto.
Deixa seus lábios correrem pelo peitoral musculoso, deixando rápidos chupões enquanto vai se abaixando.
Ajoelhada a moça se encontra bem de frente ao pênis do ruivo, e ainda com as mãos volta a massageá-lo.
Com um pouco de dificuldade pela água do chuveiro, ela o olha. Os olhos verdes estão quase negros de desejo.
Segurando o membro pela base a morena logo começa a usar a boca, dando leves sugadinhas e contornando a glande com a língua.
Um gemido alto sai d garganta de Edward.
Colocando o pênis todo na boca, ela logo volta para a cabeça, repetindo o gesto várias vezes até engoli-lo por inteiro.
O urro alto de Edward, a deixa ainda mais excitada. Olha rapidamente para ele, lançando uma rápida piscadela.
Vendo-o cerrar o maxilar ela o sente infiltrar as mãos em seus cabelos, agarrando-a pelo rabo de cavalo e sem esperar começa a movimentar sua cabeça.
Acariciando as bolas dele com as mãos, a moça sente o membro ir cada vez mais fundo em sua garganta. O gosto, é realmente incrível.
Ainda com a mão presa no cabelo molhado, Edward aumenta a velocidade das estocadas em pênis sentindo-se cada vez mais próximo do orgasmo.
Tirando a mão do Cullen de seus cabelo, ela volta a se concentrar somente na cabeça inchada chupando-a com vontade enquanto as mãos se concentram no resto do membro.
A língua quente da jovem o pressionando, é o fim para Edward que se derrama nos lábios da namorada.
Ainda mais excitada a moça engole todo o liquido agridoce e sem deixar de masturba-lo com a mão se põe de pé.
Cerrando os dentes Edward a agarra pela cintura a puxando para cima.
Abraçando os ombros do namorado com os braços, enlaça as pernas na cintura dele sentindo a estocada forte dele.
—Edward... – praticamente grita, com as costas se chocando no azulejo do banheiro a cada investida que ele dá.
Lançando a cabeça para trás, o sente abocanhar seu seio mordendo-o e chupando-o de um modo deliciosamente selvagem.
Arranhando as costas largas, logo sente a visão ficar turva e o corpo tremer com as investidas ficando ainda mais rápidas.
É como se cada vez que ele a penetra-se conseguisse ir mais fundo.
Um grito escapa de sua garganta, se misturando ao gemido longo de Edward quando o casal, chega ao ápice juntos.
Ficando desconexos do mundo, pela onda de prazer arrebatadora que circula por seus corpos.
[...]
Vestindo apenas uma regata de Edward a morena penteia os cabelos despreocupadamente, antes de levar o pente de volta para o banheiro.
Sorri de canto vendo a parede onde minutos atrás estava com Edward. Fora sem dúvida, uma das vezes mais prazerosas que tivera com o namorado.
Se arrepia somente com a lembrança do prazer indescritível que tivera, e o melhor ainda conseguira chegar ao orgasmo ao mesmo tempo que Edward.
Suspira voltando para o quarto, ainda sentindo o cheiro de queimado rondar pelo apartamento.
Enrolando os fios molhados num coque alto, desce até a cozinha rapidamente.
—Já liguei para a pizzaria. – Edward a informa olhando lhe olhando rapidamente.
—Ótimo. – sorri dando mais uns passos. —Limpou tudo? – questiona cruzando os braços.
Olhando-a por debaixo dos cílios o ruivo coloca a última louça suja dentro da máquina, concordando por fim, com um aceno de cabeça.
—Não sei porque você me fez limpar tudo. – se fingindo de inocente, passa os braços pela cintura da namorada.
—Não sabe? – arqueia as sobrancelhas o olhando. —Por sua culpa o nosso jantar virou carvão. – cruza os braços se fazendo de irritada.
—Ah vai me dizer que não valeu a pena? Por que eu bem sei que você adorou transar contra a parede do banheiro. – deixando um chupão longo no pescoço da namorada, Edward a aperta contra seu corpo, começando a se animar novamente.
—Você não presta! – empurrando-o a Swan ri, caminhando para a sala.
—E você adora isso. – fala vendo-a sentar no estofado claro do sofá quadrado. Por segundos os dois se encaram.
—Amo. – o tom da morena sai irônico, arrancando risos do ruivo.
—Zangadinha, você tenta disfarçar mais eu sei o quão selvagem você é... Não adianta fingir, ou tentar esconder. –
—Cala a boca Edward! – manda bufando. Ainda fica admirada com o poder que ele tem para tirá-la do sério.
—Sei que você adora uma pegada forte, ainda mais quando é pressionada contra a parede, e porra você fica extremamente sexy fazendo um boquete... –
—Edward, eu vou arrancar sua língua! – ameaça o fuzilando com o olhar.
—Se for com uma chupada bem gostosa e lenta eu... –
—Edward! – ralha o calando.
—Ok, sem chupada. – ouve a namorada bufar alto. — Mas que tal se você me calar? Lembra das “maneiras para calar”? – ele provoca deitando a cabeça nas pernas da fisioterapeuta.
—Lembro... Que tal usarmos aquela em que eu te lanço pela janela? –
—Ainda com isso de me lançar pela janela amor? Eu sei que depois que fizer isso, você se lança atrás. –
A risada da Swan sai alta, porém sua fala é interrompida pelo apito do celular sobre a mesinha de centro.
—Tem um carregador para me emprestar? – indaga pegando o aparelho. —Meu celular está acabando a bateria. – informa fazendo uma careta.
—Tenho sim amor, está... –
O toque do interfone o cala, e num impulso ele se levanta, sentindo a vista ficar turva por breves segundos.
Chacoalha a cabeça respirando fundo.
—Deve ser a pizza, eu vou atender o interfone... Você pega o carregador lá em cima? –
—Pego sim, onde está? – deixando um rápido beijo na bochecha do Cullen, ela afirma.
—Tem um no meu escritório, na mesa... – parecendo meio desorientado ele informa. —Terceira gaveta. –
—Ok. – retirando a franja dos olhos, o olha fixamente. —Você está bem amor? –
—Estou sim amor. – garante exibindo um sorriso torto a ela.
Trocando um rápido selinho, o casal se afasta.
Cantarolando uma música qualquer a jovem adentra no escritório, batendo as palmas para a luz iluminar o cômodo.
Sorrindo não deixa de relembrar a primeira vez que estivera ali.
Caminha até a mesa em L, lembrando com clareza dos versos de Shakespeare, ditos romanticamente por Edward.
Ainda estavam apenas ficando sem compromisso, mas já sentia um forte sentimento pelo Cullen.
—Ai, ai! – solta apaixonada, esbarrado sem querer num dos cadernos sobre a mesa. Caindo no chão, ele se abre soltando algumas folhas no carpete. —Merda! – pragueja as recolhendo com cuidado.
Porém uma dela chama sua atenção. Observa atenta a caligrafia bela de Edward na folha.
—Desafios... – lê a palavra no alto, escrita em vermelho sentindo a curiosidade inflamar em seu interior.
Fechando o caderno, o devolve na mesa se concentrando na folha.
Como em uma lista enumerados de um a dez, os itens estavam devidamente escritos, alguns tendo um risco percorrendo as palavras.
Atenta lê um a um, até chegar ao fim da folha onde no rodapé, a frase a deixa congelada.
“Cumprir todos meus desafios. Antes de cumprir os planos de Deus.”
Fale com o autor