Depois Da Tempestade
23 Minhas Vidas
Notas iniciais
bom agradeço a todos os Reviews que recebi. Tinha tanto apelido carinho pra mim tipo, Torturadora ou Marvada.com (kkkkkkkkk amei esse) e recebi também sapatadas via Wi-Fi (que doeu pra caramba) e já estou sob ameaças de Bazucada carregada via Wi-Fi ( to lascada agora), enfim...
Esse cap é dedicado a Lindona da Bruna Pattinson que recomendou a fic, Bruninha sua linda eu amei a recomendação muito, muito obrigada. e a vocês que sairam da escuridão sejam bem-vindas ♥
Desculpe-me os erros de português mas eu tenho um amor platônico com o meu word novo que não corrige os erros :)
Aviso: escutem as músicas é importante para vcs entrarem no clima do capítulo de hoje. Bj bj e (pra vc chefa)
BORA LER CAMBADA
POV EDWARD
Minha cabeça latejava.
Me sentia incômodo. Não sabia identificar onde eu estava. Não coseguia me mover direito, parecia que eu estava amarrado. Imobilizado.
Comecei a escutar vozes. Vozes baixas. Não conseguia identificar nenhuma delas.
Meus braços e minhas pernas começaram a formigar. As vozes começaram a aumentar o tom. Consegui identificar as vozes de meu pai e de Emmett. Meu irmão. A outra eu não sabia a quem pertencia.
Meus olhos começaram a se abrir por vontade própria. Gemi com a claridade e a queimação que senti em meus olhos. Pisquei várias vezes. As vozes que ouvira antes, foram suspensas. Quando meus olhos se acostumaram com a claridade e a queimação passou, percebi que estava em um quarto de hospital. Não sabia o motivo de estar aqui, então chamei meu pai.
Carlisle veio até mim perguntando-me com estava. Não sabia dizer bem como me sentia. Acho que a palavra certa seria: confuso.
Estava muito confuso. Não conhecia quase metade das pessoas que estavam neste quarto.
Quando ia lhe perguntar o que havia acontecido comigo e quem eram aquelas pessoas, fui surpreendido por uma mulher.
Me abraçava chorando, dizia palavras que pareciam confusas para mim. Não tive forças para retribuir o abraço dessa desconhecida. Percebi que me abraçava meio desconfortada, achei que era por eu estar acamado, mas não, logo percebi sua protuberância. Ela estava grávida.
Não sei dizer por quê, mas me sentia confortável em seus braços e não sei dizer como ou por quê também, mas me preocupava por estar chorando tanto.
Apesar de não conhecê-la, era uma mulher muito bonita e meu coração se apertou ao vê-la assim. Abatida.
Esse apertou aumentou gradativamente ao ouvi-la dizer palavras de afeto, carinho e amor, para comigo, mas o que me assustou e me deixou ainda mais confuso, foi ouvi-la dizer “nossos filhos” .
Não! Não poderia ser. Eu nunca tinha a visto antes. Isso seria impossível.
Eu estava assustado. Muito assustado. Eu parecia com uma criança de cinco anos que tinha medo do escuro. Chamei por meu pai e minha mãe. Isso só poderia ser um pesadelo. Um pesadelo de muito mal gosto. Minha mãe não havia percebido nada de errado, mas meu pai, com toda certeza estava enchergando além até do que eu não via.
Comecei a desconfiar de que algo à mais de errado estava acontecendo comigo.
Alice, minha irmã, perguntou o que estava acontecendo, mas pelo visto meu pai não queria responder, pois ficou em silêncio, mas o rapaz loiro que estava abraçado a ela fez a pergunta que não sei se queria ouvi-la, ou se queria respondê-la.
Eu só me lembrava de minha família, e quando disse isso em voz alta, a linda mulher grávida gritou. Não sabia dizer o que sentia neste momento, meu coração parecia que iria partir em mil pedaços.
Isso não poderia estar acontecendo. Se essa mulher fosse tão importante para mim, eu deveria me lembrar dela, mas tenho certeza de que não ha conheço. Droga isso é desesperador. Mas então, por que eu me sentia assim, com o peito dolorido, o coração apertado?
Minha cabeça a cada minuto doia mais.
Seu desespero se tornou o meu desespero.
Deus! Por quê? Só me diz o porquê isso esta acontecendo comigo. Quem é essa mulher, quem é ela na minha vida?
http://www.youtube.com/watch?v=FOM7ITf2Jx4 ( A Thousand Years vs masculina)
Minha cabeça parecia que iria explodir de tanta dor.
Eu queria me lembrar dela, o desespero dela era tanto que começava a acreditar que eu realmente a conhecia.
Alguma ligação tínhamos, porque senão, minha família não permitiriam estar aqui.
A linda grávida me pedia, gritava para que eu me lembrasse dela mas... Quanto mais esforço eu fazia, mais minha cabeça doia. Ela dizia seu nome e eu ficava repetindo-o em minha mente: Bella, Bella, Bella. Não vinha nada. Era muito frustante e desesperador.
No momento em que sua bolsa estourou, me disse uma coisa que fez minha cabeça doer muito mais. A dor estava ficando insuportável, mas as duas palavras pareciam a chave de alguma coisa. “Sua Pequena”.
Minha Pequena. Minha Pequena...
Fechei meus olhos com força. Fleches começaram a entrar em minha mente dolorida. Rosto. Sorrisos. Toques. Brigas...
Eu via uma mulher de costas, cabelos castanhos. Não via seu rosto.
Outra imagem apareceu, e nessa eu estava brigando. Estava brigando com meu melhor amigo, JB. Depois, sua ameaça veio clara. Outra imagem apareceu, dessa vez eu estava em um hospital. Neste mesmo hospital, eu precisava encontrar alguém. Quando encontrei-a, tudo voltou de forma rápida e dolorosa.
Lembrei-me de quando nos conhecemos, a primeira vez em que a beijei, a primeira vez em que nos amamos e por obra divina e do destino, foi neste dia que concebemos nossos gêmeos. Nosso filhos. Lembrei-me também das ameaças de Jacob e do motivo por estar aqui. Lembrei-me do acidente que sofri.
Jacob queria nos matar e por sorte minha Pequena não estava comigo no carro.
Abri meus olhos rapidamente e só encontrei comigo minha mãe. Eu estava ofegante, precisava vê-la.
–Mãe onde ela está? Onde Bella está? Eu preciso vê-la!
Dizia com pressa. Eu precisava estar com minha pequena nesse momento.
– Edward! Filho, você se lembrou! – dizia minha mãe chorando.
–Mãe... Minha Pequena mãe!
– Sim meu filho. Sua Pequena.
Minha mãe chorava abraçada a mim e lágrimas desciam por meu rosto. Lágrimas de alívio, alegria e tensão.
– Mãe! Onde estão todos, bella entrou em trabalho de parto, não foi?
– Filho se acalme, tudo bem! Carlisle e os outros estão com ela.
Eu não poderia ficar aqui parado enquanto mina mulher estava em trabalho de parto.
– Eu preciso vê-la mamãe! Preciso pedi perdão. Preciso estar junto dela quando meus filhos vierem ao mundo. Eu preciso...
– Edward por favor escute-me. – minha mãe pedia tentando me acalmar – Você sofreu um grave acidente de carro, precisou ser operado as pressas. Seu quadro era grave e seu pai precisou... Achou melhor te colocar em coma induzido por duas semanas.
Como assim? Eu fiquei apagado por duas semanas? Tentei me focar em tudo que minha mãe me dizia, mas estava impossível não pensar em Bella, minha Pequena.
De súbto, arranquei a cateter que estava em meu braço com soro e me sentei na cama pronto para por meus pés no chão quando, fui tomado por uma vertigem e me apoiei na beirada da cama. Minha mãe veio até mim passando os braços em volta de minha cintura.
– Meu filho! Por favor, fique aqui. Você ainda esta fraco. Vou atrás de seu pai. Me espere aqui por favor.
– Mãe, não adianta, eu sei muito bem o que meu pai vai dizer.
Quando consegui me livrar da vertigem e firmar meus pés descalços no chão, a porta de meu leito se abre a passando por ela, Emmett.
– Mãe a Bellin... Mano o que você está fazendo em pé? Quer ir ao banheiro? Precisa de ajuda? – vi minha chance ali em meu irmão de me levar até Bella.
– Sim Emmett, me leve até ela. Me leve até minha Pequena e meus filhos!
Ele não disse nada por uns segundos que mais pareciam minutos. Me olhava de um jeito estranho até que sua ficha caiu.
– Porra Edward! – falou um pouco acima do normal – Já estava achando que teria que te dar umas pancadas na cabeça para se lembrar dela!
Emmett sempre será Emmett.
– Então, vai me ajudar ou não? – perguntei ansioso esperando sua resposta.
– Claro que...
– Nem pensar Emmett. – sua resposta foi cortada por Dona Esme – Edward, sei que deve estar sendo desesperador isso, mas, espere seu pai examinar você primeiro, aí sim voc~e vai poder ir atras de Bella e ficar com ela o tempo que quiser. Tenho certeza que ela está em boas mãos e que nada acontecerá nem a ela e nem aos meu netos. – eu não queria ser examinado, queria estar perto de minha mulher e meus filhos – Emmett, procure seu pai ou um dos médicos que olharam seu irmão. Rápido!
Emmett saiu sem olhar para tras. Era um banana mesmo.
– Isso não está certo mãe. Eu tenho que estar com ela. Era para eu estar fazendo o parto dos meus filhos. Eu havia prometi...
– Vai de camisola de hospital mesmo. Senta aí! – olhei para a porta e Emmett estava nela parado com uma cadeira de rodas. – O quê?
– Emmett o que foi que eu te pedi para fazer!
– Mãe, sinto muito , mas papai esta fazendo o parto da Bellinha e se eu estivesse no lugar dele eu também iria quer isso. Ficar ao lado da mulher que amo enquanto meu filho nasce.
– Ah, tudo bem, tentei ser racional, mas já estava perdendo a razão. Senta logo nessa cadeira e vamos para o Centro Cirúrgico.
Emmett e eu a olhamos assustados para ela e não perdemos tempo. Sentei-me na cadeira com esse camisola horroroso de hospital aberto atrás, minha sorte é que senti que não estava nu por baixo.
Praticamente minha mãe e Emmett, correram comigo na cadeira de rodas até ao Centro Cirúrgico. Chegando lá fiz logo o proceso de higienização nos braços, coloquei uma touco e uma máscara, Emmett não sei como, achou um jaleco que se usa somente dentro do CC. Vesti rapidamente e entrei. Meu pai já tinha sido avisado por Emmett. Entrei de cadeira mesmo.
– Fique você sabendo que não é nada bom para você estar aqui. Mas, vai ser bom para ela sentir sua presença. Ela foi cedada, mas não para de chamar por você meu filho. – disse meu pai – Aliás! É bom ter você de volta. – sorrimos um para o outro e uma enfermeira me levou até onde Bella estava. A cesariana não havia começado ainda.
– Todos prontos? – perguntou meu pai – Vamos começar.
Minha Pequena estava com os braços abertos, presos em uma tábua por debaixo da maca. No braço direito estava um cateter onde estava ligado ao soro e aos remédios intravenoso. No braço esquerdo estava um dedal. Um pequeno aparelho que transmite os batimentos cardíacos ao aparelho.
– Edward... Edward – Bella sussurrava meu nome.
– Amor. – peguei em sua mão – Estou aqui amor.
– Edward... Por favor... Se lembre...
– Minha Pequena. Estou aqui com você.
– Por favor...
Bella sussurrava palavras desconexas, estava tendo delírios.
Ouvi seus batimentos acelerarem rapidamente. Sua pressão arterial começou a subir. Ela estava tendo uma eclâmpsia.
– Pai. A pressão dela. – falei sem tirar os olhos dela.
Em todo acompanhamento de sua gestação, Bella nunca apresentou nenhum sintoma de pré- eclâmpsia.
Minha. Minha culpa. Se eu não a tivesse me esquecido dela, nada disso teria acontecido. Nada disso estaria acontecendo.
Eclâmpsia é muito grave em uma gestação ou na hora do parto. Quamdo uma gestante apresenta um quadro pré-eclâmpsia a unica maneira de controlar e evitar que evolua para uma eclâmpsia, é o acompanhamento pré-natal criterioso e sistemático da gestação. Pacientes com pré eclâmpsia leve, devem fazer repousos, medir com frequencia a pressão arterial e adotar uma dieta com pouco sal. Medicamentos anti-hipertensivos e anticonvulsivantes são indiçados para o controle dos quadros mais graves. Mas Bella não percisou de nada disso. Ela nunca apresentou nenhum sintoma e sua alimentação era bem balanceada. O susto que deve ter passado com minha falta de memória com certeza foi o fator x para que sua pressão arterial subisse.
– Bella! Bella! Escute-me amor. Sou eu.
Bella estava ficando mole, sua coloração estava pálida, sua boca já não tinha mais cor. Isso não está acontecendo. Não posso perdê-la.
– Bella. Minha Pequena. Por favor, me escute. Sou eu Edward, seu, minha... Pequena.
Beijava seus dedos, a palma de sua mão, seu pulso, seus lábios sem cor e repetia em seu ouvido para que ela me escutasse.
– Amor. Por favor, tente se acalmar. Eu estou aqui com você pequena. Eu estou aqui e não sairei de perto de você até que você me diga que não me quer mais.
Falava em seu ouvido com a voz calma e firme. Tinha esperanças de que ela pudesse me ouvir.
– Dr Cullen a pressão da paciente esta voltando ao normal. – disse uma das enferme´ras.
Obrigado. Obrigado.... Repetia mentalmente agradecendo a Deus por ela ter me escutado.
– Ótimo! Vamos continuar então. Edward? – olhei para ele – Continue o que estava fazendo filho. – afirmei com um pequeno aceno de cabeça e voltei a falar com minha Peuqena.
– Pequena, se concentre em nossos filhos. Se concentre em trazê-los ao mundo agora. Estou bem aqui ao seu lado, segurando sua mão. – segurei-a pela mão – Estou bem aqui amor. Estou com você minha Pequena.
Alguns minutos depois ouvi um chorinho forte, um ser tão pequenino acabara de nascer. Meu primeiro bebê acaba de nascer.
– Venha cá papai , venha cortar o cordão umbilical de minha neta.
Neta? Quer dizer... Minha filha?
– Minha... filha? Eu tenho uma filha? – não consegui segurar e nem queria, lágrimas desceram por meu rosto, lágrimas de felicidade. Lágrimas de um sonho realizado. Minha filha, meu pequeno milagre. Levantei-me da cadeira sem me importar com nada e fui cortar o elo que ligava mãe e filha.
Assim que cortei, uma enfermeira me passou um pano para que eu pudesse enrolar minha filha e segurá-la em meus braços. Eu tremia. Meu corpo todo tremia ao segurar minha bebê em meus braços. Era tão pequenina.
– Minha filha... Meu anjinho.
Entreguei-a logo para uma das pediatras que faziam parte da equipe que meu pai havia chamado para o parto de urgência de Bella. Por ela ser prematura, não poderia ficar muito tempo com ela.
Logo em seguida, um segundo choro ecoou pela sala. Era mais um chorinho, um choro mais contido, mais parecia um resmungo, uma reclamação.
– Edward... Faça as honras e corte o cordão de meu Neto.
O quê? Um... Menino?
Eu sorria feito um bobo entre as lágrimas. Um filho! Meu filho!
– Pai... Quer dizer, que sou pai de um casal?
Meu pai sorria feito um bobo também, e vi que seus olhos estavam marejados.
Cortei seu cordão e meu filho foi posto em meus braços, assim como a irmã dele tinha sido me entregue minutos antes. Era uma emoção que só quem já viveu sabe o que é isso.
Minha pequenina já se encontrava em uma encubadora e meu pequeno anjo se encaminhava para ficar junto da irmã.
Quando levaram meus filhos na encubadora, para o berçário, voltei para o lado de minha Pequena.
– Sei que você pode me ouvir. Obrigado amor. Obrigado por me dar esses dois milagres, nossos filhos, nossa pequenina e nosso menino. Obrigado minha Pequena. Minha vida.
(***)
Depois de uma hora e quarenta minutos na sala de cirurgia, e depois de minha Pequena se suturada, sai da sala. Bella seria levada logo para um quarto.
Chegando a sala de espera ao lado do CC, onde minha família se encontrava, fui bombardeado de perguntas.
– Como ela está?
– Por que demorou tanto?
– Qual é o sexo dos bebês?
– Quanto tempo vai levar para que Bella seja transferida para um quarto?
– Os bebês estão bem?
– Com quem eles se parecem?
Todos faziam perguntas ao mesmo tempo.
– Pessoal! Calma ok!
– Calma porra nenhuma Edward, desembucha hombre, logo, anda, antes que eu morra em cólicas aqui!
Será que minha mãe ficaria chateada se eu perguntar a ela se Emmett é mesmo meu irmão?
Todos sem excessão, olhamos estranhos para Emmett que fazia cara de que não entendia o porquê de estarmos olhando para ele assim.
–Certo! Respondendo as perguntas. Sim, minha Pequena esta bem. Nascimento de gêmeos demoram mesmo e no começo da cesariana, Bella teve um aumento na pressão que foi controlada rapidamente. Dona Esme. – olhei para minha mãe – A senhora é avó de um casal! – minha mãe e as meninas começaram a gritar e chorar – Daqui a pouco ela estará indo para um quarto. Meus filhos estão bem e ainda não sei dizer com quem se parece.
Emmett me deu um verdadeiro abraço de Urso.
– Parabéns mano e antes que eu me esqueça, bem-vindo de volta.
– Valeu Emmett. Obrigado irmão.
Jasper também me parabenizou por minha “volta” e principalmente pelos meus filhos.
Alice e Rose, me abraçaram também fazendo graça com minha “volta”.
Quando minha mãe veio me dar os parabéns, não foi preciso ser dito uma palavra sequer. Choramos juntos. Abraçados. Minha mãe é minha fortaleza, assim como meu pai, mas, mãe é mãe. Chorei em seu colo, em seus braços. Chorei por tudo, principalmente por tudo que os fiz sofrer durante os dias em que passei em coma.
– Obrigado mãe... Obrigado por tudo.
– Não tem que me agradecer meu querido. Sou sua mãe. E eu te amo.
– Também amo você mãe.
– Agora – ela se afastou um pouco e limpando minhas lágrimas segurou meu rosto entre suas mãos pequena — Quando poderei conhecer meus netos?
Só a mensão de meus filhos já me faziam sorrir.
Levei todos até o berçário. Assim que chegamos, dei três batidadas no vidro e uma enfermeira já de idade apontou para as encumabdoras onde se encontravam meus filhos.
– Eles são tão lindos Edward!
– Obrigado Rose. Realmente eles são os bebês mais lindos que já vi nascer.
– Desculpa aí irmão, mas eles são tudo igual quando nascem. Todos eles tem cara de joelhos.
Em uníssono:
– Cala a boca Emmett.
Depois de todos babarem em meus filhos, me lembrei que não estava em trajes adequados para circular em um hospital.
– Mãe. Me diga que tenho roupas em meu quarto! – todos começaram a rir.
– Sim filho. Trouxemos uma mala pequena com uns pertences seus.
Assim que voltamos ao quarto onde eu estava internado, mau pai apareceu nos havisando de que Bella já estava no quarto.
Tomei um banho rápido, vestindo um jeans escuro e uma camisa de botões vermalha com uma branca fechada por baixo e um tênis.
Todos já estavam no quarto de Bella e estava a caminho de lá, quando fui barrado por meu pai no corredor.
– Edward! Agora que as coisas se acalmaram, vamos fazer os exames de rotina pós coma. Tenho certeza de que não dará nada alterado, mas precisamos fazer.
Meu pai como sempre tinha toda razão.
Fiz todos os exames possíveis e uma hora depois adentrava ao quarto de minha Pequena. Ela ainda se encontrava sob o efeito anestésico.
– Por que demorou? – perguntou Alice.
– Estava fazendo alguns exames. E ela como está? – minha mãe veio até mim e me abraçou.
– Ela está bem, aparentemente, ainda deve estar sob o efeito da anestesia. Sei bem como é isso. Já passei por isso três vezes . Já já ela acorda.
– Bem, como Edward já recobrou a memória e a Bella teve os gêmeos, acho melhor eu ir para casa tomar um banho de banheira bem relaxante e voltar mais tarde. Vamos Jazz? – disse Alice.
– Sim, vamos. Acho que todos nós precisamos descansar por hora. Quando ela acordar, diga que à noite estaremos de volta e que deixei um beijo para ela.
– Pode deixar que eu digo Herói.
Alice me olhou com cara feia mas não estava ligando muito pra isso.
– Vamos todos para casa. Hoje o dia foi bem agitado e exaustivo. Se precisar de alguma coisa nos ligue sim? Mais tarde traremos umas mudas de roupa para ela e suas coisas de higiênização que ela irá precisar.
– Obrigado mãe!
http://www.youtube.com/watch?v=G4ZGPr9hd14 ( Speak Up — Pop etc)
Dez minutos depois que todos foram embora, minha pequena começou a resmungar algo que não compreendia. Começou a abrir seus olhos devagar e fui para perto de seu leito segurando sua mão direita. Seus olhos se encontraram com os meus, haviam esperanças em seus olhos. Engoli o aperto que se formava em minha garganta.
– Pequena... Minha Pequena. — prununciei estas palavras e ela começou a chorar – Não, não chore minha Pequena. Não chore por favor. Perdão.
Eu já me encontrava sentado na cama com nossas testas coladas uma na outra.
– Edward.
– Sou eu amor, eu estou aqui com você. Por favor não chore, isso vai prejudicá-la em sua recuperação Pequena.
– Eu sei é que... Edward, eu tive tanto medo de que você não se lembrasse mais de mim. De nós. – isso foi como uma faca sendo cravada em meu peito, saber do medo que a fiz passar.
– Olhe para mim Pequena. Você me fez lembrar. Você me trouxe de volta, seu amor por mim me trouxe de volta do escuro. Você é minha vida. Minha Pequena.
E fiz o que estava louco de vontade para fazer já a algum tempinho. Beijei-lhe os lábios de forma delicada, mas Bella não estava querendo nada delicado e acabei embarcando em seu beijo voraz.
– Pequena, calma, você acabou de dar a luz a um casal de gêmeos. – disse sorrindo para ela me lembrando de meus filhos.
– Um... Um casal?
– Sim amor um casal.
Bella não sabia se chorava ou se sorria.
– Obrigada. Obrigada por esses dois pequenos milagres.
– Eu que agradeço Pequena. Eles são lindos!
– Edward. Não sei explicar como, mas, eu sentia sua presença na hora do parto. Disse com o rosto tomando uma coloração avermelhada.
– Você sentia porque eu estava lá com você. Fiquei ao seu lado o tempo todo. – ela sorriu – Meu pai foi quem fez seu parto e eu cortei o cordão umbilical dos nossos filhos.
– Eu quero vê-los!
– Eu sei. Eles estão na encubadora por nascerem de sete meses e você terá que esperar um pouquinho mais... Futura Sra Masen Cullen.
Bella piscava os olhos sem entender direito até que...
– O quê?
Notas finais
Avisando que o próximo será o último cap e depois o epílogo, então já sabem.... ouço dedinhos trabalhando já? ha sim eu ouço sim kkkkk bj bj mundiçaiada e até a próxima.
Ah antes que eu me esqueça apenas DUAS pessoas adivinharam o destino de Dog vulgo dogjake, uma foi no começo da fic e a outra foi no último post, a ideia do fim dele veio antes do fim da fic.
Agora sim bj bj e até mais. ♥
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