Notas iniciais
Olá cambada, demorei né? Bem, mas aqui estou para postar a vocês mais um cap.
Bom de início esse deveria ser o último capítulo, mas como ele tinha sido dividido em 4 partes e a 1° estava ficando grande, eu resolvi dividir, então, teremos este, e depois o último, e na sequência o epilogo.
Triste fim esse hein...
AVISO: Vc que não gosta de sexo do mesmo sexo, passe direto e deixe um comentario com os dizeres.... PASSEI RETO, NÃO GOSTO DESTE TIPO DE CENA....ok? Gostaria sinceramente de saber a opinião de vcs.
è hoje que o dog safado sarnento paga seus pecados na Terra kkkkkkkkkkkkkkk, eita porra!!!!
Feliz ano novo 4 dias depois, mas ta valendo e como sempre...
BORA LER CAMBADA!!!

POV DOG SARNENTO vulgo JACOB

Maldito Masen, desgraçado...

Maldita Isabella, você deveria ter morrido naquela época, desgraçada. Você não deveria ter sobrevivido.

MALDITOS!!!

Meu plano era perfeito, Edward e Isabella no caminho para casa perderiam o controle do carro e os dois morreriam, mas não, aquela desgraçada não estava dentro do carro, estava no hospital cuidando de uma emergência. Saco!

Como fiquei sabendo disso? Simples. Fiquei sabendo quando estava sendo preso no aeroporto internacional, já estava com tudo pronto, iria voltar para Londres para nunca mais voltar para os EUA, mas bem na hora do embarque internacional, começou uma muvuca de gente falando e se movendo ao mesmo tempo, bando de curiosos. Mas foi nessa hora que vi alguns policias vindo em minha direção, não sabia o que fazer, então, me fiz de desentendido assim eles passaria direto por mim. Mas não foi o que aconteceu, eles me pegaram na fila de embarque.

- Senhor Jacob Black?

- Sim sou eu, em que posso ajudá-lo?

- Por favor, venha conosco.

- Mas porque, o que foi que eu fiz?

Comecei a me afastar deles.

- Vamos conversar melhor na delegacia Sr. Black.

- Eu não vou a lugar algum com vocês, eu não fiz absolutamente nada para que vocês queiram me levar para a delegacia! – eu não iria para lugar algum.

- Sinto muito Sr. Black, mas o Senhor precisa vir conosco.

- Eu posso saber do que se trata pelo menos?

- Sim. Houve um acidente na estrada, em uma curva perigosa a dois dias e achamos suas digitais no automóvel do Senhor Cullen.

Como assim. Não pode ser, eles não...

- Como assim? Ele está vivo?

- Sim, o Sr. Cullen esta vivo, mas isso não vem ao caso no momento. Por favor, venha conosco por bem, ou teremos que algemá-lo aqui mesmo.

Inferno! Como ele pode sobreviver, eu mesmo me certifiquei de que ele não sairia dessa, ou melhor... Espere um segundo!

Droga!

- Eu não tenho nada haver com isso! vocês não podem me levar assim.

- Sr. Black, peço por favor que se acalme.

- Me acalmar? Vocês só pode estar brincando comigo! Eu não vou a lugar algum com vocês.

Droga, eles falaram somente de Edward, será que Isabella não estava dentro do carro, ou será que consegui pelo menos 50% de meu propósito?

Dois policiais vieram em minha direção, mas eles não irão por as mãos em mim, não mesmo. Me virei e sai correndo. Dois passos depois, eu estava rendido e jogado no chão, enquanto eu era algemado em meio ao aeroporto internacional, cheio de gente.

Fui jogado literalmente dentro de uma viatura policial, sem nenhum cuidado, quem eles pensam que são para fazerem isso comigo? Assim que chegar a delegacia desses merdas, ligarei para meu advogado para que venha urgentemente para cá. Droga, eu tinha que ter fugido no mesmo dia que forcei Edward em seu acidente, mas até agora não ouvi o nome de Bella no meio do acidente, to começando a achar que ela não estava mesmo com o Masen naquele maldito carro.

Quando chegamos a delegacia, declarei logo meus direitos de um telefonema, e assim o delegado me passou um telefone que estava em cima de sua mesa.

- Por favor, sinta-se a vontade Sr. Black.

- Não vai retirar as algemas? – perguntei ficando com raiva desse tipo de tratamento, eu não sou nenhum criminoso para que eles façam isso comigo, será que querer que a justiça seja feita era errado agora?

- Sinto muito Sr. Black, mas não poderei tirar-lhes as algemas, o Sr. Pode querer tentar escapar assim como fez no aeroporto.

- Desgraçado! – sussurrei, mas acho que o delegado ouviu.

- Como disse Sr. Black? – Filho da mãe

- Nada Senhor!

- Ótimo. Pensei ter ouvido um desacato.

Era melhor me faze de desentendido ou as coisas poderiam ficar pior para o meu lado. Liguei para meu advogado que residia em Londres e foi com muita surpresa que recebi a notícia que ele não viria até os EUA para me tirar da cadeia. A corja da família Clewarther o obrigou a não trabalhar mais para mim. Inferno! O que farei agora?

Tentei persuadir mas não deu certo. Ordens expressas que não deveriam ter mais nenhum contato comigo.

Isso tudo por causa de Isabella por ter contado a Leah sobre o passado, tenho certeza disso. Mais uma vez, inferno! Minha vida parecia que piorava a cada segundo que se passava.

- E então Sr. Black, a que horas seu advogado chegará?

- Ele não virá. – sussurrei tão baixo que até mesmo eu tinha dúvidas se tinha escutado minha própria voz.

- O que disse Sr? Eu não consegui ouvir!

- Eu disse que ele não virá. Entendeu agora? – já estava me alterando novamente, droga!

- Calminha Sr. nós só queremos fazer-lhes umas perguntinhas, e não se preocupe, logo logo você irá para sua cela e acionaremos um defensor público para você. Agora, vamos ao que interessa.

- Não direi uma palavra sem a presença do meu advogado!

- Bem, isso então quer dizer que você tem realmente algo a ver com o acidente do Dr. Masen!

- Eu não disse isso! você está confundindo as coisas!

- Se o Sr. não tem nada ha esconder, por que não fala logo o que quero saber sobre a noite do acidente?

- Não direi nada porque não tenho nada para dizer.

- Ok, se é assim que o Sr. deseja. Amarantes, por favor, leve este Senhor até sua cela!

Um homem alto e forte, moreno veio até mim, me pegando pelo braço e me arrastando pelos corredores da prisão. Isso não poderia estar acontecendo, não podia. Quando chegamos a cela, havia mais dois homens nela, um branquelo e magrelo, com umas cicatrizes na face e o outro era maior que o policial que me levava até lá, era moreno negão de mais de dois metros de altura, e muito musculoso. Os dois me encaravam com raiva.

- Mais um pra dividir a cela com vocês. Senhor, vos apresento, Gigante – apontou para o negão – e Fininho – apontou para o magrelo. Lógico.

- Por que ele tem que vir para cá? – perguntou o negão assim que fui jogado a seus pés, sendo trancafiado naquela cela.

- Ordens do Delegado Gigante. – o policial Amarantes se virou saindo. Me levantei e agarrei-me nas grades pedindo.

- Por favor não me tranque aqui, eu sou inocente. Eu não fiz nada de errado!

O policial se virou para mim.

- Certo. Todos vocês são inocentes aqui, nenhum de vocês cometeram crime nenhum. – ele se virou e sumiu.

Droga. Será que até quando vou viver este inferno?

Duas horas depois, fui chamado novamente. Meu advogado mandado pela defensoria pública já estava aqui. Tomara que não seja um merdinha. E que faça seu trabalho direito em me tirar daqui o mais rápido possível.

Quando cheguei a sala do delegado, ele começou com suas perguntas, eu estava certo de que estava encurralado, mas uma coisa me surpreendeu.

- E o que você, sr. Black, tem a me dizer sobre o crime que você cometeu a mais ou menos uns três anos atrás?

Não havia entendido a pergunta, até que minha memória foi puxada para o dia em que Isabella me contara que estava grávida e que arruinaria toda minha vida. Como ele ficou sabendo disso?

- Como... como o ... Como o Senhor sabe sobre isso? Eu não...

- Me poupe de seus argumentos Sr. Black, vou esclarecer uma coisa aqui. Eu tenho em mãos todo o relatório daquele dia em que você agrediu fisicamente a Srt Swan fazendo-a assim perder o bebê que esperava e quase a própria vida. Então vamos aos fatos.

Não tinha como escapar. Resolvi que seria melhor contar toda a verdade, e meu próprio advogado, que não fazia questão nenhuma de saber seu nome, me convenceu de que seria melhor se eu contasse toda a verdade. Somente assim eu teria alguma chance de sair de dentro dessa prisão.

Quando terminei de dar meu depoimento, quase cinco horas depois, foi-me avisado de que não teria fiança. Meus crimes eram graves e como eu já estava sendo procurado pela polícia de New Hampshire , há quase 4 anos...

Realmente dessa vez eu me ferrei, não tinha como sair desse inferno onde fui posto. Só desejo que não piore.

Já estava de volta a cela, onde dividiria por algum tempo com mais dois caras. Eu só pedia para que esse inferno acabasse logo.

- E aí Bonito, qual é seu crime? – pergunto-me o tal Fininho.

- Não te enterssa.

- Oh mais olha só Gigante! O Bonito não quer dizer! – disse ele com tom zombeteiro. Não me abalei com isso, eles não tinham nada haver com o que fiz ou deixei de fazer.

- Deixe-o quieto Fininho. Ele nos dizendo ou não, algo de muito grave ele fez para que o Seu Delega o mandasse para nossa cela. – Gigante dizia com a voz rouca e grave. Não entendi o que ele quis dizer com isso.

- O que você quer dizer com isso? Responda-me?

Gigante levantou-se de sua cama que mais parecia um colchonete do que cama, e veio em minha direção. Eu estava sentado no chão, encostado na grade da cela, tudo aqui era nojento, mas pelo menos o chão era limpo, pelo menos era o que o parecia ser. Quando ele chegou perto de mim, falou.

- Olha aqui Bonito, você parece ser um desses riquinhos metidos a dono do mundo e ninguém é posto aqui nesta cela conosco por acaso, chuto a dizer que seu crime tem algo a ver com alguma mulher. Só não sei ao certo. – como ele poderia saber disso? – Aqui , eu e Fininho, somos conhecidos como Tratamento Vip, se é que você me entende. – disse com um sorriso malicioso no rosto cheio de marcas.

- Não. Eu não entendi e nem quero entender! Vocês dois são loucos.

- Cuidado com o que diz Bonito! Você se apaixonar pelos loucos aqui. – dessa vez que falou foi o Fininho.

Algum tempo depois, o policial Amarantes veio a cela onde eu me encontrava, estava começando a me aliviar de estar saindo desse purgatório em Terra quando ele chamou Gigante e Fininho. A única coisa que eu ouvi foi.

- Divirtam-se!

O policial se foi e os dois presidiários que estavam comigo se viraram pra mim, mas não disseram nada, apenas foram para suas camas. Eu também fui para minha, não era uma cama confortável mas dava pra tirar um cochilo.

Não sei que horas era, mas senti algo prendendo minhas mãos, eu não conseguia me mover, logo em seguida, senti minha calça jeans escura sendo aberta. Abri meus olhos rapidamente e o que vi, fez meu corpo todo tremer. Minhas mãos estavam afastadas e amarradas em cordas no alto da cama e eu estava de bruços, no chão. Comecei a me mover pedindo para que paressem com o que eles estavam tentando fazer comigo.

Minha calça foi arrancada de meu corpo deixando-me de boxe vermelha.

- Hum... boxe vermelha Bonito? Assim eu me apaixono!

- Sai de perto de mim seu magrelo. SOCORRO, ALGUÉM ME AJUDE !

Eu gritava mas parecia que ninguém estava nessa delegacia, quanto mais eu gritava por ajuda, mais Gigante e Fininho riam.

- Isso. Grita Bonito, é assim mesmo que eu gosto. – dizia Gigante

- O que vocês pensam que vão fazer comigo? – eu me debatia contra os dois, não iria permitir que fizessem isso comigo. Não mesmo – Tirem suas mãos imundas de cima de mim! Como vocês conseguiram me por no chão sem que eu acordasse? Hein? – eles não responderam.

Não adiantava gritar, isso já estava nítido, eu não queria perceber, mas eu já desconfiava do que Gigante tinha me dito sobre eles serem conhecidos como “Tratamento Vip”. Ouvi outros presos da cela da frente gritarem também, incentivando Gigante e Fininho a me violarem.

- Deixe-nos ver também Gigante! – disse um dos presos da cela da frente.

- Calma gente, espere um pouco.

Eu não parava de me debater, eu precisava fazer alguma coisa, mas o quê, eu não sabia.

Fui imobilizado por Gigante, enquanto Fininho sentava-se na beirada da cama massageando seu membro, ele estava praticamente esfregando aquilo na minha cara. Eu queria correr daqui. Sumir deste lugar, antes que algo de ruim me acontecesse, mas acho que isso não irá acontecer.

- Gigante, eu to louquinho para sentir a boca do Bonito no meu companheiro aqui. Você quer leitinho do Fininho, quer Bonito?

- Vá para longe de mim seu bastardo filho da puta. Tire issso do meu rosto agora!

O desgraçado nem se moveu, apenas sorriu aquele sorriso de que estava gostando de tudo que estava acontecendo neste momento.

- Calminha Bonito. Tenho certeza de que você irá gostar de nosso tratamento Vip.

Enquanto o desgraçado a minha frente falava, o outro retirava minha boxe. Quando senti que nada me cobria entrei em desespero total.

- NÃO! NÃO FAÇA ISSO COMIGO, EU NÃO FIZ NADA HA VOCÊS! PORQUE VOCÊS ESTÃO QUERENDO ME VIOLENTAR. PORQUÊ?

Eu gritava mas nenhum dos dois fez nenhum sinal de rendição. O Giagnte começou a alisar minhas pernas e foi subindo com as mãos até chegar em minha bunda. Minhas pernas estava amarradas também, as cordas estavam esticadas e amarradas até as grades da cela. Agora eu realmente estava fodido. Literalmente.

- Eu adoro um cara que tenha uma bunda durinha, assim como a sua Bonito. – disse Gigante apertando minha bunda.

Eu estava com vontade de vomitar. Estava enojado disso tudo, do que eles estavam prestes a fazer comigo. Eu não tinha forças mais para lutar, mas também não poderia deixar isso barato.

- Eu juro por tudo que é mais sagrado que eu vou me vingar de vocês dois. – disse entre os dentes.

- Certo Bonito, mas agora, nós vamos aproveitar esse seu corpo sarado e macio. Hum, eu nunca pegeui um macho com essa pele de marrom bombom. Você deve ser delicioso Bonito.

- Droga! Só me digam porque vocês estão fazendo isso comigo!

- Gigante, acho que ele merece saber você não acha?

Fininho já estava com seu membro para fora da calça, estava se masturbando bem na minha cara. Olhei bem pra ele sem querer fazer isso, e entendi porque seu apelido era Fininho. Seu membro era fino, mas comprido, deveria ter ali uns 28cm.

- Hum... Acho que o Bonito aqui ta gostando do que estar em sua cara! Gostou do que esta vendo Bonito? Ele já já estará todinho dentro da sua boca.

- Seu porco, nunca que você irá colocar essa porra fina em minha boca!

- Tem certeza?

- Tenho. Absoluta!

Fininho sorriu e não disse mais nada, apenas ficou movendo sua mão em seu membro para cima e para baixo.

- Vamos. Chega de falação e disse me disse. Bem Bonito, já que você insiste tanto em saber por que estamos , hum... estamos te dando um tratamento Vip,vamos lhe dizer o motivo. Primeiro, todos nós aqui somos bandidos, alguns foram acusados de assassinato, outros por roubar, e alguns por tráfico de drogas, mas aqui ninguém, exatamente ninguém aceita o que você fez. – não entendi nada.

- E o que foi que eu fiz? Posso saber? Pelo que sei, eu não fiz nada, absolutamente nada.

- Sim você fez Bonito. – disse Fininho – Você a mais de três anos espancou sua namorada que estava grávida. Aqui ningué aceita isso, somos bandidos mas não aceitamos nenhum dos presidiários que espancaram, estupraram mulheres ou crianças e você fez isso.

Agora eu entendia o que eles estavam falando. Até aqui aquela vadia da Isabella consegue me ferrar. Desgraçada.

- E você cometeu o maior erro de sua vida. Matou seu próprio filho e quase mataou sua namorada também. Isso não tem perdão meu caro Bonito!

Comecei a rir sem acreditar no que estava ouvindo. Isso só pode ser brincadeira.

- E vocês acham que eu estou errado em fazer o que fiz? Ela ia acabar com a minha vida com aquela merda de gravidez. Ela queria era foder comigo isso sim. Eu só fiz o que qualquer homem que queria subir na vida faria!

Todos os presos que assistiam aquilo começaram a rir. Mas logo em seguida começou uma algazarra novamente, quando ia virar meu rosto para tentar ver o motivo, eu senti. Gigante abriu minhas pernas e se enfiou no meio delas alisando minhas coxas e minha bunda, em seguida senti um tapa forte que me fez morder minha boca. Minha respiração estava muito acelerada a espera do que viria a seguir.

- Esta pronto para começar a receber seu castigo Bonito? Espero que esteja.

Assim que Gigante terminou de falar o sentir abrir minhas nádegas e posicionando seu membro em meu ânus.

- Por favor, parem. Por favo não façam isso. por favor... – a dor era escruciante. Não tinha como descrever o que estava sentindo ao ser violado.

- Tenho certeza que sua namorada também suplicou a você para que parasse e você não parou. Por que eu deveria parar?

Meu rosto estava banhado por lágrimas de ódio de tudo o que estava me acontecendo. Isso não era certo. Não era. A dor não me largava, ela somente aumentava. Parecia que eu estava sendo rasgado literalmente por dentro, canal anal estava pegando fogo.

- Hum, seu rabinho era virgem, que delícia.

- O Gigante, vire um pouco de lado para que possamos ver também cara! – aguém que não conheço gritou da cela da frente.

- Calma pessoal, deixe-me apreciar um momento desse rabo virgem aqui. Esta tão apertado!

Gritei quando ele retirou e enfiou tudo novamente.

- Isso abra mais a boca vai Bonito, chegou sua hora de me chupar gostoso!

Minha cabeça ia de um lado a outro enquanto eu dizia não, na verdade eu sussurrava não, estava totalmente sem forças, com o Gigante metendo em mim com força.

- Se fazendo de difícil Bonito? Assim você só faz com que eu me apaixone mais por você. Agora seja um bom menino e abra a boquinha vai. – ele segurou meu queixo com muita força o que acabou fazendo com que eu abrisse minha boca – Isso, assim. Agora chupe! – ele enfiou aquela coisa nojenta em minha boca e começou a se mover junto com o Gigante – Isso Bonito, chupe ele vai, tem tempo que ninguém faz carinho nele, aaah.

Eu literalmente não tinha nenhuma outra saida a não ser fazer o que estava me obrigando a fazer. Meu corpo estava sendo totalmente violado, e por mais que eu estivesse gritado por socorro e suplicado a eles, eu não teria escapatória.

A cada tapa forte que recebia do Gigante eu por reflexo sugava mais forte Finiho. E isso acontecia a todo minuto. Os dois gemiam muito alto, até os prsos da outra cela estavam gemendo e pelo que podia entender estama se masturbando com a cena deplorável que estavam assistindo do meu corpo sendo violado.

Alguns minutos depois ouvi Gigante dizer para Fininho.

- Olhe só Fininho, o Bonito esta gostando. Ele está de pau duro! – foi com surpresa descomunal que percebi que estava esxitado com a violação em meu corpo. Quis para de chupar Fininho, mas o mesmo não me permitiu segurando minha cabeça com as duas mãos.

- Depois diz que não gosta! Bate uma pra ele Gigante, tenho certeza de que ele vai gozar rapidinho.

Dito e feito. Assim que gigante encostou em meu mebro, gozei. E eles também, Fininho gozou dentro de minha boca o que fez meu vômito sair na hora. Eu estava deplorado, com vergonha de mim mesmo. Não sabia onde enfiar minha cara. Meu único pensamento era... Morrer. Morrer por dois motivos. Primeiro: eu nunca achei que isso aconteceria comigo, fui estuprado em um lugar onde deveriam me dar proteção. Segundo por que eu... gostei.

Notas finais
oi.... to aqui ainda.... não me matem quem não gostou só me deixem saber, Aleh, acho que minha lujinha de ameaças vai render hj !!!!
Bj bj gente e até a próxima que não sei quando!!!! FUI-ME.