Demons

3 Capitulo 3


Notas iniciais
N//W: Espero que gostem n.n N//O: Desculpe-nos pela demora N//W: Curtam n.n

– Bom dia – exclamou feliz, um loiro, adentrando a passos delicados e suaves, uma sala de jantar completamente cheia de diversas pessoas diferentes. Seu sorriso brincava em seus lábios e seus olhos azuis cintilavam mais dos que as safiras, na qual poderia ser comparado.

– Ah, Tenma. Bom dia – sorriu para um loiro, um cara de aparência ruiva. Mas seu ruivo era tão claro, que poderia ser comparado a um rosa. *Desviando de flechas* Seu lado direito da face, era estranhamente preenchido por tatuagens azuladas de fogos selvagens, lhe cobrindo boa parte do queixo, até a parte inferior de seu olho. Seus olhos eram um castanho avermelhado, na qual poderia se ver rigidez brilhando no mesmo. Tinha a aparência de quem completaria seus vinte e poucos anos, mesmo que estivesse perto de seus trinta anos.

– Bom dia Tenma – um menor comentou. Dando um sorriso em seus lábios. Quase imperceptível. Seus cabelos eram verde claro. Uma cor peculiar. Seus olhos brincavam no mesmo tom de seus cabelos. Um verde esmeralda bem reluzente. A baixo de seu direito havia uma pequena tatuagem bem no canto. Era um raio, em cor negra. Mostrava a aparência de um garoto, pouco perto de completar seus dezenove, vinte anos.

Sorrindo para os dois, sentou-se a mesa. Sobre o olhar atento do rosado. O esverdeado de vez em quando, que mandava um olhar para o loiro Tenma.

– Nee, G. Qual vai ser a próxima vez que estaremos reunidos todos juntos? Novamente? – perguntou ao ruivo. O mesmo suspirou cansado, ao ver o loiro desviar seu olhar para uma cadeira vazia no canto da sala.

– Muitos anos ainda Tenma. Sabe que as coisas não podem ocorrer como queiramos. Mas se está preocupado com o Shiryu, vocês devem ficar juntos na próxima. – comentou o referido G, na qual era o rosado. Enquanto massageava uma de suas têmporas. Tenma lhe dava tanto trabalho...

Principalmente em suas versões menores. Com seus dezessete anos.

– Não sei como se preocupar tanto com Shiryu – comentou aleatoriamente, o esverdeado. Enquanto pegava da mesa, algum pão de mel – Parece até que está apaixonado – mordeu o pão de mel. Virando seu olhar para Tenma.

G fez o mesmo. Somente encontraram uma face em vermelho brilhante. Agora falta descobrir se era de raiva ou vergonha.

– N-Não fale besteiras Lampow! – quase havia explodido. Tropeçando em algumas palavras. Vai ver no final, o que Tenma sentia era a mistura dos dois.

– Desculpe-me. – mas Lampow não estava muito preocupado, enquanto falava pegava uma bolacha qual quer em mesa. Mordendo-a e dando de ombros.

– Aee, Tenma, sabe que hoje é sexta, certo? – perguntou G, recebendo um olhar cheio de expectativa do loirinho. G suspirou, um suspiro divertido, antes de continuar – Tem que pegar os relatórios com eles. Poderia fazer isso para mim? – perguntou dando um sorriso de lado ao ver os olhos cheios de emoção do jovem Tenma.

– Mas o que eu ganho por lhe fazer esse favor? – perguntou tentando inutilmente, esconder seus olhinhos brilhando tanto ou mais que uma criança depois de ganhar um doce.

– Maldito! Eu ainda lhe ajudo e assim que você me agradece? – rugiu o rosado, arrancando um arrepio de Lampow e um sorriso travesso de Tenma.

– Mas G-kun, fazer papelada é chato – o sufixo em seu nome, nunca ficava tão ruim quando era pronunciado por um loiro de olhos de cachorrinhos chutado.

– Certo, mas só dessa vez – G sabia que nunca era só dessa vez. Quantas vezes ele já havia falado aquilo?

– Aproveite e mate a saudade de seu Shiryu – comentou Lampow aleatoriamente.

– G, por favor – comentou Tenma mandando um olhara para a figura esverdeada na mesa.

– Com todo o prazer – e com isso, Lampow ganhou um galo enorme em sua cabeça. Algo que desferiu de uma ordem de Tenma e um soco de G.

– Itte! Eu só falei a verdade – comentou o esverdeado, algo que só aumentou seus galos.

Depois de mais um tempo, na qual Lampow tomou a sabia decisão de se manter calado, Tenma havia terminado seu café-da-manhã e estava pronto para fazer o que G havia lhe pedido.

Saiu de sua casa, para pegar os relatórios e matar a saudade do pessoal.

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Era o último lugar que tinha de ir. Já havia ido aos outros três lugares e esse era o quarto. Era o lugar que mais lhe assustava, devido às árvores secas, o céu pintado em um tom preto, o chão parecia ser carbonizado. Logo avistou o que procurava. Uma casa mais especificamente.

Suspirou antes de chegar à varanda do local e tocar a campainha. A porta em questão de segundos foi aberta, uma mão enlaçou sua cintura, acabou fechando seus olhos por um par de segundos, largando os papeis antes em suas mãos, agora no chão.

Quando voltou a abrir seus olhos, estava jogado no sofá em cima de si, um loiro quase albino. O sorriso malicioso enfeitava seus lábios. Seus olhos safiras se prenderam no azul metálico. Mas não por muito tempo, o rosto do albino logo foi para a curva de seu pescoço.

Beijou aquele pedaço de carne exposta, deixando suas marcas. Chupou, mordiscou... Tudo para provocar o menor em baixo de si.

O loiro tentou afastar o maior de cima de si.

Aquilo era errado. Não podiam estar juntos. Mas... Aquele maldito tinha sempre que lhe provocar.

– B-Bastardo – murmurou em um gemido, ao sentir o maior colocar a mão por dentro de sua camisa. Alisou seu peitoral liso, arranhando sua barriga lisinha. Antes da mão do maior ir em direção a um de seus mamilos. Excitando-o.

– Mas você gosta – sussurrou no ouvido alheio. Os olhos nublaram-se de desejo. Desceu sua outra mão a intimidade do loiro, cariciando-a por cima da calça. Poderia senti-la começar a excitar-se.

– Hn~ — soltou um gemido involuntário ao tentar falar algo. Logo a voz do loiro, tornou-se gemidos quase contidos de prazer, a cada toque, marca que o maior lhe fazia. Era tão bom. Maldito.

– Não se prenda. Solte-se, grite – e o pedido do loiro platinado não tardou a ser atendido, logo os gemidos de Tenma não tardaram a ser atendidos. Principalmente quando a mão do maior entrou em sua calça, segurando seu membro aos toques frios.

Gélidos, repletos de luxuria. Fazendo o que a carne almeja. Submisso a vontade de seu corpo. Com a sanidade e qual quer lucidez, banidos de sua mente.

– Aaaahh! – em um último gemido, despejou-se na mão do maior, sujando-a. O maior retirou a mão da calça do loiro, levando-a a sua boca. Sentiu o gosto de seu mante.

Tenma arfava em baixo o maior, e corou ao ver o maior lambendo com prazer estampado nos olhos, à mão seja de sua essência.

Segundos após, Tenma sentiu sua calça ser rasgada. As mãos firmes mais uma vez lhe prenderam pela cintura. E boca do maior foi em direção a sua box. Sentiu a respiração do maior, mesmo que ainda por cima do tecido de sua box.

Retirou com os dentes, a peça incomoda para Tenma. Jogou-a em qual quer canto da casa, antes de desabotoar sua calça, abaixou-a um pouco, junto com sua peça intima, expondo seu membro já ereto.

– E-E-Esper... – Tenma tentou protestar, mas o membro do maior mais uma vez lhe penetrou sem pudor, sem preparo, sem carinho. – Aaaaahhh! – e ele era um masoquista por gostar de tal coisa.

As estocadas começaram. Rápidas e fortes já de inicio. Lhe pegava em seu ponto certo, sua próstata.

Seu canal sangrava como todas as outras vezes. E como de costume, o maior somente saciava os desejos da carne com seu corpo. Inúmeras vezes que tal coisa ocorria. Tenma não entendia como ainda poderia gostar de tal coisa.

O maior sussurrava gemidos em seu ouvido, coisa que lhe excitava mais, enquanto o loiro somente poderia gritar em prazer e luxuria sobre tudo que sentia.

Arqueou as costas tentando sentir mais e mais. Os pensamentos lhe perturbavam a mente, mesmo tendo o prazer de sentir aquilo.

Seria a última vez que faria aquilo.

Sabia que o maior sentia algo por ele, mas doía não receber nenhuma palavra de afeto. Pouco se lixava para seu corpo. A dor física não era nada, se comparada a sua emocional.

– Shiryu... S-Senta – comentou entre gemidos e estocadas fortes do maior. Shiryu arqueou uma sobrancelha para tal pedido, mas vendo os olhos sérios do menor, tratou por atender, queria ver o que ele iria fazer.

Retirou-se do menor e sentou no sofá, em poucos segundos o menor se ergueu. Ficou de pé, antes de sentar-se novamente em cima do colo do maior.

O falo de Shiryu foi engolido pela a entrada do menor em segundos, soltou um gemido rouco e falho ao sentir-se mais uma vez completo. Arfando, Tenma colocou suas mãos no ombro de Shiryu, e o maior em sua cintura, apertando-lhe a carne, ao ponto de deixar seus dedos marcando o local.

Começou a cavalgar, movimentos a principio lentos, mas que se aceleraram, principalmente com a ajuda do maior.

Os movimentos aceleram-se em um níveo extravagante, e agora, a entrada do menor, engolia por completo o membro de Shiryu antes de retirar-se.

Uma das mãos de Shiryu soltou a cintura do menor, o ritmo não foi alterado pro isso. A mão do maior entrou da camisa de Tenma, voltando a brincar com os mamilos do loiro. O mesmo só pode jogar sua cabeça para trás, sentindo o prazer.

Rebolava em cima do membro de Shiryu, engolindo-o cada vez mais em seu canal. Jogou a cabeça para trás, gemendo em gritos.

Shiryu sussurrava em seu ouvido, gemidos contidos e roucos, beliscava e massageava seus mamilos, dando-lhe um prazer enorme.

Não demorou muito para que gozasse entre seus corpos, apertando o falo do maior, que também despejou dentro de si.

Ainda com o maio dentro de si, parou os movimentos. Por agora, não aguentando se levantar. Shiryu ficou parado, sabendo que aquilo foi desgastante para o loiro. Daria um tempo.

– Eu-Eu vou p-precisar de uma c-calça – falou saindo de cima do maior. O mesmo pronunciou mais uma de suas palavras monossilábicas, antes de se ajeitar e sair para ver algo para o menor vestir.

Tenma levantou-se, procurou sua box, não demorou muito para achar e vesti-la. Momentos depois Shiryu voltou com uma calça de moletom negra. Iria ficar grande em Tenma, mas nada de mais. Vestiu-a.

– O relatório – falou, olhando para Shiryu, o maior pegou um envelope em cima da mesa e deu a Tenma.

O loiro suspirou e pegou, antes de abaixar-se e arrumar os papeis que tinha derrubado ao chegar aqui.

Shiryu iria ajuda-lo, mas negou o ato do maior, recebendo uma sobrancelha arqueada em troca.

Levantou-se depois de pronto e murmurou uma despedida. Mas antes que pudesse sair da casa, seu pulso foi agarrado. Uma força que não poderia vencer. Muito menos livrar-se.

– O que foi? – perguntou ao menor, não gostando do jeito que o mesmo estava lhe tratando.

– Nada – tentou se livrar falhamente do aperto do maior, mas o mesmo nem abriu uma brecha, somente apertou mais, Tenma fez uma careta para isso – Está me machucando. Solte-me. – o pedido não foi atendido, mas o aperto foi suavizado. Mesmo assim, impossível para o menor soltar-se.

– Me diga – sussurrou roucamente no ouvido do menor, arrancando lhe um arrepio. Quase sorriu de lado, antes de sua mão deslizar pelo corpo com um pouco de curvas do loiro. Indo em direção membro alheio.

– Pare – Tenma estapeou a mão de Shiryu. O mesmo apertou mais o pulso do menor, recebendo um protesto do loiro, antes de completar seu caminho até a intimidade do menor. Começou a masturba-lo por cima da calça. O loiro se remexeu, tentando impedir o ato, mas o loiro platinado, o imobilizou ainda mais. Prendeu Tenma em um de seus braços, circulando a cintura do menor e junto ao braço esquerdo do loiro.

Tenma abaixou a cabeça. Os soluções escaparam de seus lábios em questão de segundos. As lágrimas rodearam seus olhos azuis, enquanto sua mão livre – sorte que a presa, era a que ainda segurava os papeis — tentava se livrar do aperto que Shiryu lhe causou.

Quando os soluços do menor chegaram aos ouvidos do maior, soltou Tenma na mesma hora, seus olhos acinzentados estavam preocupados.

– Tenma... – tentou tocar a face do menor, mas sua mão mais uma vez foi estapeada pelo loiro. Mesmo que os tapas não doessem fisicamente, machucou-o por dentro.

– Não me toque! – Tenma gritou, com as lágrimas escorrendo por suas bochechas coradas. Shiryu ficou estático. Surpreso, algo que nunca aconteceu com o todo perigoso Shiryu. – Você... Você não presta! Bastardo, maldito... – e Tenma começou a falar todos os insultos que aprendera com o palavreado de G. – Te odeio. – terminou por final.

Uma mentira que machucou os dois.

Massacraram lhes.

Suas pernas se moveram sozinhas, correndo o mais rápido que pode daquele local. Sumindo entre as árvores secas que ficavam perto da casa do maior.

Shiryu poderia correr até Tenma, pergunta-lhe o porquê disso. Mas sabia que o moreno tinha retornado a sua casa. E naquela forma, não poderia botar os pés lá.

Também não tinha animo, aquelas palavras lhe machucaram.

Por fim, decidiu ficar em casa. E esperar o loiro retornar. Ou quem sabe uma próxima vida, onde pudesse procura-lo.

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– Gio-nii, para onde vamos? – perguntou docemente um pequeno moreno, agarrado a mão de seu irmão mais velho. Eram praticamente iguais, a única coisa que lhes diferenciavam, era a cor do cabelo e olhos.

– Vamos encontrar um amigo do irmão, Tsu-chan – comentou o mais velho, sorrindo docemente para o menor, que se agarrava mais forte a sua mão e concordava com a cebça.

Chegaram à pracinha de Namimori. Estava sozinha, somente havia um menino de mais ou menos a idade de Giotto. O menino estava sentado em cima de uma das árvores, no todo, em galhos firmes.

No momento em que chegaram ao local, o menino desceu em um pulo da árvore. Tsuna olhou impressionado com a acrobacia feito pelo maior, já Giotto somente tomou um biquinho em seus lábios.

– Exibido~ — cantarolou para o maior, o mesmo somente sorriu para Giotto.

– Quem é esse com você Giotto? – perguntou ao ver que seu amigo vinha com um pequeno menino em braços.

– Meu irmão! Não é lindo? – perguntou como o irmão coruja que sempre fora.

– Sim – murmurou revirando os olhos para o loiro.

– Nee, quem é você? – perguntou Tsuna para o garoto que agora estava parado do lado de seu irmão. O desconhecido era maior que seu irmão. Meia cabeça maior. Seus cabelos eram quase albino. E seus olhos metálicos.

– Hibari Alaude – o referido Alaude pegou o menor em seu colo, que por alguns segundos levara um susto, mas sorriu se aconchegando nos braços do maior. O outro tinha a idade de seus dezenove anos.

– Ou Shiryu, o apelido que escolheu – sorriu Giotto, enquanto mais uma vez, Alaude revirava os olhos.

– Eu tenho que escolher o meu – Tsuna fez um pequeno biquinho em seus lábios. Se prendendo mais contra o corpo do maior. Sentia-se bem ali. – Mas por que Shiryu, Alaude-nii? – perguntou inocentemente o menor

– Dragão purpuro – sorriu Giotto, provocando o mais velho. Afinal, Giotto tinha dezessete anos.

– Vai à merda, foi um nome idiota, okay? – resmungou Alaude, deixando um pequeno blush invadir suas bochechas

– Purpuro? O que é? – perguntou Tsuna

– Roxo, a cor preferida de Shi, junto a um animal feroz. Um completo carnívoro – comentou Giotto revirando os olhos

– Cale-te. Como eu chamo os outros não é problema seu. – rosnou o maior em direção ao loiro, que somente sorriu diabolicamente.

– Aee, Shiryu-kun, por que você nunca me chamou de onívoro, carnívoro ou herbívoro? – perguntou o loiro curioso

– Tsc – estalou a língua no céu da boca – Não consigo te classificar, nem você e nem o pequeno animal – falou Alaude, essa última parte olhando para Tsuna

– Pequeno animal? – o castanho perguntou curioso

– Você é pequeno, animalzinho – comentou o mais velho, afogando os cabelos rebeldes do menor.

– Mas... Eu vou crescer – imitou o irmão mais velho e deixou o biquinho enfeitar seus lábios rosados.

– Vou esperar até lá – comentou Alaude

– Fui esquecido – choramingou o loiro, recebendo como resposta um riso de seu irmão mais novo e uma revirada de olhos do mais velho

Conversaram mais um pouco, antes de Alaude ser abordado por um de seus irmãos.

– Alaude, pai está lhe chamando – Kyouya chegou lá, despreocupado, tinha em torno de seus dezesseis anos. Olhou para seu irmão mais velho, e o mesmo se virou, reparou que no colo de Alaude tinha uma pequena criança. – Tem uma criança no seu colo? O quão herbívoro você é Alaude? – perguntou Kyouya provocando.

Alaude tremeu de raiva, antes de tentar desferir um soco na face de seu irmão mais novo. O mesmo habilmente desviou, e tentou acertar uma rasteira no mais velho. Alaude pulou para trás. Tudo isso com um pequeno moreno em seu colo.

– Shi! Kyouya-kun! Meu irmãozinho, o merda. – praguejou Giotto, tentando separar a briga dos dois.

– Ieyasu? – perguntou Kyouya virando-se para o loiro, não tinha o visto ali.

– Giotto – corrigiu-o

– Tsc, tanto faz herbívoro – desviou o olhar de Giotto, voltando a olhar para Tsuna – Seu irmão menor? – perguntou

– Sim, não é a coisa mais linda do mundo? – falou o Sawada mais velho com os olhos brilhando

– Parece um pequeno animal – comentou Kyouya. Tsuna fez biquinho para a resposta, enquanto Alaude quase riu. QUASE! Tinha raiva de mais de Ky3ouya para fazer tal coisa. – Qual seu nome animalzinho? – perguntou

– Sawada Tsunayoshi, Kyouya-nii – sorriu o menor. Kyouya desviou o olhar e estalou a língua no céu da boca.

– Já dei o recado Alaude. Até mais herbívoro, pequeno animal – e com tal fala, Kyouya saiu do local.

– Bastardo – murmurou Alaude entregando Tsuna para Giotto – Tenho que ir, até mais Giotto, animalzinho – afogou o cabelo do mais novo e começou a nadar em direção a sua casa.

– Tchau Shi! – gritou Giotto

– Até mais Alaude-nii! – comentou Tsuna, mais baixo que seu irmão.

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Rolou da cama, caindo de cima da mesma em um baque no chão, de cabeça. Por que simplesmente a gravidade lhe ama muito.

Murmurou alguns moxoxos, enquanto massageava sua cabeça. Iria formar um galo mais tarde.

Suspirou pesado, antes de se levantar do chão e olhar a hora no relógio. Tinha mais cinco minutos em cama. Merda. Poderia ser uma hora da manhã, assim poderia dormir mais.

Olhou para baixo. E percebeu um volume em sua calça. Piscou tentando entender a situação.

...

O QUUUUUUUUUUUEEE?

Estava excitado? Nããããããoooooo! Por dois homens transando em seu sonho? Nããããããooooooooooooooo! Malditos! Que Shiryu e Tenma ardessem no fogo do inferno por lhe fazer tal coisa.

Serio! Não. Acreditava. Que. Estava. Naquela. Situação.

Como se já não fosse esquisito de mais sonhar com dois caras se comendo. Se excitar era de mais para ele.

Completamente corado, foi andando de fininho para o banheiro da casa. Com sorte – pelo menos Kami tinha que ter um pouco de piedade para com ele – conseguiu chegar ao banheiro em paz.

Tomou um banho rápido, se lembrando de seu sonho.

A primeira parte foi esquisita. Obvio.

A segunda... Era seu irmão. Novamente. Dessa vez com dois garotos. HIBARI’S!!!! Porra, o que Kami tinha contra ele?

Um auto apelidado de Shiryu. Com a aparência idêntica a porcaria da pessoa! Outro lhe lembrava o Kyoya. Mesmo que seu nome fosse uma letra diferente.

Estava ficando doido.

Esse troço de mudanças deve ter alterado sua mente.

Saiu do banho, agora normal. Mudou sua roupa, colocando o uniforme e desceu as escadas para tomar seu café da manhã.

Chegou na mesa e Reborn não estava, somente seu prato pronto com um bilhete em baixo.

Precisei sair. Bom café da manhã.

P.S.: Se não comer tudo, lhe mostro o sétimo inferno.

Não duvidaria de Reborn. Por isso teria que comer tudo. O problema era que Reborn tinha feito muito. Exagerado como sempre fora.

Mas não querendo arriscar, comeu.

Terminou e pegou sua mochila e um casaco. Colocou-o por cima do uniforme.

Andou até a escola. Não muito preocupado com o horário, tinha quinze minutos para chegar a mesmo.

Caminhou até o local e quando chegou perto do portão, viu Hibari Kyoya.

O mesmo estava vigiando os uniformes dos alunos. E quem não obedecia as regras, era mordido até a morte.

Mas ele estava perfeito.

E mesmo assim, quando passou por Kyoya, teve que desviar de uma tonfa.

– Você é doido! – exclamou para o Hibari. Arrancando olhares surpresos de muitos. Ninguém nunca desafiara Kyoya desde que estavam na Kouko (N//A: Desculpe-nos, sei que no primeiro cap colocamos Chuu. Mas foi um erro, é Namimori-Kouko)

– Você faltou à aula ontem, se não tiver um bom motivo, lhe morderei até a morte. – Kyoya já tinha suas tonfas preparadas.

– Não lhe devo satisfação da minha vida – e ao terminar tal frase, desviou graciosamente de uma tonfa, sobre olhares surpresos de muitos.

– Vamos ver – e lá se foi milhares de ataques vindos de Kyoya, na qual Tsuna desviou, sem problemas. – Tsc, fique parado onívoro – rugiu Kyoya

– E eu sou doido para fazer isso? – perguntou Tsuna, agora parando a tonfa de Kyoya com sua mão – Pare de tentar me bater e ao invés de me exigir alguma coisa, peça com educação – terminou a frase.

Kyoya arqueou uma sobrancelha, antes de tentar mais uma vez, com a tonfa livre acertar Tsuna, para mais uma vez o menor desviar.

– Tsc – estalou a língua no céu da boca – Por que faltou a aula, Tsunayoshi? – perguntou ao menor, que sorriu lindamente para o prefeito

– Fiquei doente Kyoya-san – respondeu sorrindo

– Algo grave? – perguntou ao menor

– Não... Fui liberado no mesmo dia. Meu médico foi um parente seu Kyoya-san. Hibari Fong, conhece? – perguntou alheio

– Meu irmão – respondeu curto e grosso, como sempre fora

– Ahh! Agradeça a ele por mim – sorriu o menor, antes de sair da frente do prefeito. O deixando somente com uma sobrancelha arqueada, para a bipolaridade do menor.

Tsuna chegou a sala e encontrou Hayato e Takeshi, conversaram um pouco e Hayato teve uma briga unilateral com o moreno.

O professor logo chegou e aula passou normal.

Na hora da saída, foi acompanhado por seus dois amigos até sua casa.

Reborn dessa vez estava lá. Sentado na mesa tomando uma xicara de café fumegante.

– Dame-Tsuna, se arrume, vamos ao hospital – falou Reborn calmamente

– Ehhh? Por que? – estava curioso

– Marquei um psicólogo para você, seu pai concordou – falou como se aquela noticia não fosse nada.

– WHHHHHAAAAATTTT?

Notas finais
N//W: Confundiu mais ou esclareceu mais esse cap? xD N//O: Acho que os dois, Walker ._. N//W: Nos vemos no proximo N//O: U3U