Notas iniciais
Gente vai ter um cena que talvez seja um pouco confusa então para você(s) entenderem Takashiro não deixa Haru dizer que ama ele, e ainda diz que o odeia, Haru ainda não sabe o motivo do por que disso.

Capitulo 2.

Eu queria que ele soubesse o quanto eu gosto do seu sorriso, o quanto eu amo sua voz sussurrada,o quanto eu o amo quando ele foge de mim mais infelizmente ele não me deixe dizer isso.

Eu estava na sala de aula olhando atentamente para o relógio, eu não tinha aula com o professor Takashiro o que sempre me deixara desanimado nas segundas-feiras.

Respirei fundo e deixei a aula passar tranquilamente.

O sinal havia batido, era minha chance para ver o professor.

Caminhei pelos os corredores da escola e esperei as pessoas entrarem no refeitório para que eu pudesse ir a sala dos professores.

Caminhava até a sala onde ele geralmente ficava quando ouvi alguns gemidos, eu queria poder abrir a porta mais uma força maior me disse para esperar, sentei ao lado da porta e esperei o gemidos cessarem.

–Haaa. ai mesmo, isso, haaa. -deppois de mais alguns torturantes gemidos com esses, a porta foi aberta e quem saiu dela foi uma garota levemente cansada e com as roupas amassadas, ela me viu sentada no chão e me olhou em panico.

–Não se preocupe, a minha boca é um tumulo. -sorri sarcasticamente, ela saiu avergonhada, eu somente ri e entrei na sala onde encontrei o professor vestindo as roupas.

–Pode ficar sem elas eu não me importo... -ele olhou para mim atônito.

–Ha... Haru. -Sorri cinicamente.

–Eu te assustei. -disse sarcástico.

–Não é isso, você viu?

–Não se preocupe, eu não sou ciumento.

–Me desculpe Haru você tem que sair. -ele terminara de se vestir.

–Por que? -...- Por que foge de mim? -as palavras sairão deliberadamente.

Me aproximei.

–Eu não fujo. -ele dera um passo para trás. Coloquei minha mão em seu rosto.

–Então deixe-me dizer Eu g...

–Não. -ele tampara minha boca. E se aproximara de meu ouvido. -Não ouse dizer tais palavras para alguém que não vai poder te retribuir. -sussurrou. Lambi sua mão.

–Não o faça. -disse ele ainda próximo de meu ouvido.

Passei minha mão por sua cintura, e o imprensei na mesa, o forçando a tirar a mão dele de minha boca.

–Me ame. -murmurei. Apertei seu membro. ele gemeu. Passou o braço por mim.

–Eu te odeio. -ele se soutou e mudou de lugar, agora eu estava imprensado.

–Isso não é um pouco infantil da sua parte, sorri para mim e logo depois me desprezar. -disse encarando seus olhos negros.

–Até pode ser, mas não muda nada. -ele apertara meu braço, se imprensando mais em mim.

–Por que você não me deixa dizer? -tentei aproximar nosso rostos.

–Eu...

–Professor? -ele me largou.

–É melhor você ir, daqui a pouco terá outra aula. -ele estava de cabeça baixa como se estivesse querendo esconder o rosto de mim.

–Você é cruel comigo.

Ele somente deu as costas para mim, era um covarde.

– Professor amanhã eu te darei um presente, espero que você goste. -sai da sala, e caminhei para qualquer lugar. Nós nunca saímos disso, alguns amasso, não é toa que ele está na seca, transando com garotinhas, ele nunca foi tão patético.

Arfei, o corredores nunca aviam parecidos tão longos quando eu estava imersos em meus pensamentos de possessão.

Ele seria meu somente meu, e não haveria mulher, garota ou qualquer sentimento odioso que o tiraria de mim, pós as suas palavras agora se tornariam juras de amor por mim.