Deixe-me dizer que Te Amo.
4 Capitulo 3.
Capitulo 3.
Procurava um presente para Takashiro, hoje era o aniversário dele mais tenho a impressão que ele esqueceu.
Parei em frente a uma vitrine de relógio, parecia o presente perfeito para ele.
Entre, e rapidamente fui antedido.
–Procura alguma coisa meu jovem? — a atendente sorrira gentilmente para mim.
–Eu gostei muito daquele relógio ali.
Apontei para o da vitrine.
–Ele é muito bonito, é para seu pai.? -sorri, não era culpa dela, ela não sabia que não vejo meu pai a muito tempo.
–Não. -sorri. -é para um futuro namorado. -disse educadamente.
Ela me olhou confusa, mas logo entendeu e sorriu abertamente.
–É claro, me desculpe pelo comentário.
–Não a do que se desculpar, bem será que você poderia pego-ló para mim? -mudei de assunto.
Ela assentiu e foi buscar o relógio.
Acabei por comprar o relógio, e pedi que fizesse uma dedicatória, o que saiu muito mais caro.
Cheguei em casa, cansado, pelo volta no centro, agora eu só precisava esperar ele chegar da escola, já que eu faltei.
Depois de uma a duas hora esperando, eu olhara pela janela e lá estava ele incrivelmente patético com a garota de ontem ao lado, provavelmente estava bêbado, ele era tão ridículo que me irritava, afinal eu estou bem aqui então por que será que ele insiste em não me ver em me dar um desculpa para fugir, eu estava ficado cansado de correr atrás.
Realmente ele é um imbecil. Fechei a janela e me deitei na cama, eu avia gastado meu dinheiro atoa.
Chorar é inútil quando o outro a quem se ama não liga para elas, as lagrimas, eu realmente acho patético, os soluços os olhos inchados e o tempo que perco tentando afastar a dor embora ela seja mínima.
Eu precisava tanto sumir com a dor mais parece que até em meus sonhos ele vem me perturbar.
***
‘’Hey, Haru. –senti ser balançado.
'Takashiro. –eu iria abrir os olhos mas...
‘’Não abra os olhos.
‘’Por que?’’.
‘’Por que o sonho pode acabar. –senti ser beijado calmamente na boca. O abracei o mais forte que pude se isso era um sonho mesmo gostaria que nunca acabasse.
***
Eu abri os olhos e ele não estava ali, era um sonho me pregando peças, isso era tão cruel, tão cruel, mas já estava acostumado a perder tudo.
***
5 ano atrás.
A chuva fria me cobria com seu cobertor gélido e me persuadia com seus gritos (raios, relâmpagos). Eu avia sido empurrado do carro eu avia sobrevivido. Ele se foram, todos, por que?
–Abra a porto do carro e pule Angust. –meu pai disse.
–Eu não vou fazer isso!
–Faça o que pedimos por favor meu filho, não suportaremos morrer sabendo que você pode sobreviver. –minha mão falou em seus soluços.
–Mão, pai por favor, como eu vou viver sem vocês.
–Por favor. – a mulher ao meu lado pediu, meu deus eu nem sequer sabia o nome dela, e agora ela iria morrer, para mim viver.
–Eu abri a porta do carro e senti ele balançar, se eu saísse ele iria cair penhasco abaixo.
–Vamos Angust! –e aquele foi a primeira vez e última que eles aviam gritado comigo. Senti meu braço ser apertado eu estava sendo empurrado para fora do carro, pela mulher ao meu lado. Seus olhos, seus olhos caramelos eles nunca sairiam de minha mente,era minha única lembrança daquela que me salvara. O carro caiu e eu perdi tudo de uma só vez, por que? eu me perguntava enquanto as lagrimas saiam descontroladamente se misturando com a chuva.
–Por que!? -eu gritava, perguntava tentava achar soluções em minha cabeça do porque de tudo isso ter acontecido, teria sido uma maldição.
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