Notas iniciais
Espero que gostem.

Capitulo. 1

Eu observava pela janela, como todos as manhãs e realmente nada nele mudava, seus cabelos estavam sempre mal penteado e as roupas dele nunca combinavam, como hoje que ele usara um suéter natalino, provavelmente ganhou de sua mãe, com uma calça surrada, eu ri comigo mesmo ao velo mais um vez parar para amarrar o sapato, ele me parecia sempre tão irritado com alguma coisa, era mesmo um velho rabugento.

Meu nome é Angust, e seu eu tivesse amigos ele me chamariam de Gus, tenho 17 anos e moro sozinho, meus pais morrerão em um acidente de carro quando eu tinha 12, fui levado para a casa de uns parentes que consequente mente me deixaram aqui nesse fim de mundo, dizendo que eu já tinha idade suficiente para me virar, e alem do mais ele colocam uma pensão mensal para mim. E bem eu amo uma pessoa, mas não é qualquer pessoa, eu já conhecia antes mais ele não sabe disso... Ainda.

Sai da pequena pensão onde morava de aluguel, e o segui calmamente, ele morava a frente da pensão e se isso é coincidência''Não''.

–Sensei. -ele olhou para trás me presenteando com seu sorriso mais do que perfeito.

–Haru. -aqui no japão eu me chamo Haru, eu não me considero japonês pós meu pai era Americano por isso o nome Angust. -Vejo que nós encontramos mais uma vez. -ele me olhou carinhosamente mais sem entender o por que de nossos encontros repentinos, ele nunca avia se tocado que eu praticamento sou vizinho dele.

Takashiro, 25 anos professor de literatura, um fracasso como escritor e amante, problemático e fora do controle. Ele é quem eu amo secretamente, e eu pretendo me declarar mais parece que ele sempre me impede.

Sorri em resposta ao que ele avia dito antes, e caminhei até ficar ao seu lado.

Enquanto o o sol brilhava no japão pensava em varias formas de aborda-ló, talvez um beijo, ou eu poderia ir para sua frente.

É me parece uma boa ideia.

Dei um pequeno passo para a frente e para o lado rapidamente até ficar em sua frente.

–O que está fazendo? -me perguntou ainda sem entender.

–Eu preciso de você. -disse em uma voz calma e serena. Eu já avia dito isso tantas vezes.

–O que?

–Eu te...

–Ho meu deus eu estou atrasado. -e lá foi ele correndo da minha teia. -Deixamos a conversa para outro dia! -gritou já longe.

Ele é estranho, afinal não estamos atrasados e ele olhou para o pulso como se ele usasse algum relógio. Sinto que ele está fugindo de mim, mas mesmo assim vou continuar tentando até ele poder entender o quanto eu gosto dele.