Debaixo Do Pôr Do Sol
15 Capítulo 15
Notas iniciais
Tudo bem? Ai, final de semana! Amo!!!
Quero muito agradecer à Fê que recomendou lindamente a fic. Amei!!!
Também quero dizer que estou muito feliz ao ver que a cada dia aumenta o número de favoritos. É uma honra. Muito obrigada!
Hoje um capitulo curtinho, mas que vocês estavam esperando muito :D
O rosto de Marcos é uma mistura de espanto, admiração e tristeza. Não consigo entender a tristeza...
Tento levantar de seu colo e ele me segura. Fecha os olhos e inspira.
- Valentina... Eu sou o homem mais feliz do mundo agora, mas ao mesmo tempo sou o mais desgraçado. – Ele diz com a cabeça baixa e uma voz que mais parece um sussurro.
- Mas por que peão? Casa comigo? Casa? – Pareço uma menininha manhosa, mas não estou nem aí pra isso agora. Por que ele está assim?
- Menina... Eu ainda sou casado, esqueceu? – Ele ergue olhar e está cheio de lágrimas.
- Oh meu Deus... – Falo soltando o ar. – Esse é o problema? – Falo num tom divertido.
- Claro que é! – Ele responde exasperado. – Como posso aceitar casar-me contigo se ainda sou casado com outra?
- Ai, mas eu já havia pensado nisso, seu bobo. Apenas me aceite. É só o que preciso. Quando sair seu divórcio nós nos casamos.
- Mas qual a validade disso se eu nem sequer poderei te dar uma aliança menina? – Ele está realmente triste.
- Segurança peão. Preciso saber que sente por mim o mesmo que sinto por você para poder enfrentar tudo. Eu estou tão perdida, e nunca me senti assim. Eu... Eu o amo. Eu nunca quis me casar, mas pensar em dormir e acordar contigo parece tão certo, e tão bom.
Ele puxa-me para um beijo cheio de paixão e adoração. Toca todo o meu corpo, como se reconhecendo cada parte minha. Jogo seu chapéu e agarro sua nuca, puxando-o para mais perto.
- É óbvio que me caso contigo menina valente. Eu amo você, e é tão bom poder dizer isso em voz alta e pra você. Eu estava morrendo de medo de falar sem querer e você sair correndo.
- Nossa, mas eu sou tão louca assim?
Ele aumenta o sorriso de um jeito que nunca havia visto. É perfeito. Ele quase parece um garoto... Quase... Esse homem nunca foi inocente eu acho. Sorrio de volto e sinto como se o sorriso tomasse todo o meu rosto. Ele me joga de costas na grama e nossos corpos se unem num amasso gostoso e sexy. Mas, me lembro de uma coisa e o empurro.
- Ei, se vamos nos casar, precisamos fazer uma coisa antes. Sai de cima peão! – Ele sai e eu me sento de frente pra ele.
- Estava tão bom menina, por que essa interrupção?
- Quantos anos eu tenho? – Perguntei sorrindo. Ele ergueu as sobrancelhas.
- Eu... Não sei... Acho que entendi. – Ele se arruma sentando encostado de novo na mangueira e me puxa de volta para seu colo, de frente.
- Tudo bem. Eu começo. Quantos anos você tem?
- 26 anos. E você?
- 24. Está fazendo pós em quê?
- Em ortopedia. Combina mais comigo que gosto tanto de animais de grande porte. Você faz faculdade né?
- Sim, de Administração.
- Na sua idade, não estaria já formada?
- Pois é... Não é algo que me alegre de contar. Eu comecei fazendo faculdade de psicologia junto com minha amiga Pollyanna. No segundo anos percebemos que não era do que imaginávamos. Agora ela faz direito e eu adm.
- Hum... E qual seu nome completo?
- Maria Valentina Ramos. E o seu?
- Maria? Verdade?
- Não tire sarro! Gosto do meu nome.
- Não tirei. É que... Comentei com Janaína que, se fosse uma menina, queria que seu primeiro nome fosse Maria. Acho forte. Ela me xingou.
- Jura? Que idiota! Bom, eu amo meu nome, então quando for nossa vez, nossa menina será Maria também.
- Você é linda sabia. Bom, meu nome é Marcos Ferreira e Braga. Eu conheço sua família e já sabe que a minha está em Goiânia, em nossa fazenda, onde tenho mais 04 irmãos. Meus pais são falecidos. O que mais quer saber?
- Só isso. O restante nós vamos aprendendo com o tempo. Agora eu quero saborear o meu delicioso noivo.
- Hum, isso parece bom.
Ele me coloca de costas na grama novamente. Espalha beijos pelo meu pescoço e colo, onde o pijama deixa. Morde meus mamilos por cima do tecido de algodão que fica molhado. Arquejo. Abro os botões de sua camisa e passeio pelo seu peito e pelos. Tão viril. Ele tira a camisa e a coloca na grama embaixo do meu quadril. Abaixa minha calça até os pés. Lambe todo o meu sexo enquanto abaixa a própria calça. Derreto-me. Volta a pairar sobre mim, penetrando devagar, enquanto olha em meus olhos. É tudo tão devagar e tão intenso. Ele começa a se mover. Não consigo parar de olhá-lo. Meus dedos passeiam pelos seus cabelos e peito. Ele só me olha... Olha... Olha... Um orgasmo lento começa a se formar em mim e ele percebe, pois sorri. Ele levanta, sentando sobre os calcanhares e me levando encaixada nele. Estamos tão unidos que parecemos um só.
- Eu te amo... – Ele sussurra quando volta a me subir e descer em sua ereção. Eu me perco, gozando, tremendo. Ele me puxa mais forte e se entrega também. Até que estamos abraçados, enrolados e cansados.
- Eu te amo peão. Eu te amo...
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