Notas iniciais
HELLO MY BABYS!
Por favor não me batam!
Então, eu sei que demorei, MAS TENHO BONS MOTIVOS PARA TER FEITO ISSO!
1° = Recebi uma recomendação TOTALMENTE LINDA E PERFEITA E MARAVILHOSA DA MINHA IRMÃZINHA FOFA E VINGATIVA, PAULA PADILLA *o*
Louca, só você para recomendar minha história duas vezes.
- Mas Roli, porque isso é um motivo para ter atrasado o capítulo?
- Porque eu me animei MUITO pra escrever Dear Sophia õ/
- Mas você A-T-R-A-S-O-U!
- Eu sei, eu sei, mas é que... Bom... Acontece que... eu... jáestoucomtodososcapítulosatéofimdaficprontos >
- É O QUE??
- Eu já escrevi todos os capítulos. A história está terminada, é só postar, Ou seja, SEM MAIS ATRASOS =D
Bom, esse também foi o segundo motivo. Demorei porque estava escrevendo a fic inteira u-ú
Terceiro motivo = EU FIZ UM TRAILER (que ficou uma merda, sejamos francos) PRA FIC!!!!!!
Link:
http://www.youtube.com/watch?v=3YCHpV90ro0&feature=youtu.be
Juro que ainda faço um trailer melhor. Mas enfim.
Espero que gostem, porque eu até chorei com o final da fic ><'
Beijos!
♥

— Então... Você é irmão dela? – Nath perguntou, estreitando os olhos verdes.

— Sim, Glenn Tyler. – Ele sorriu, esticando a mão. – E você, quem é?

— Nathaniel Coller. – Respondeu, refletindo o gesto. – Namorado da Delilah e futuro pai dos bebês.

— Que lindo, pretendem se casar e ter filhos? – Glenn perguntou, sorrindo para mim.

— Hãn... Bom, não sei quanto à parte de casar, mas sei que teremos sim dois filhos. – Respondi, corando.

— É mesmo? – Ele não pareceu surpreendido. Será que na Irlanda, ficar grávida com 16 anos é normal?

— É... – Nath respondeu com uma expressão indecifrável.

— Então, Delilah. – Glenn se virou para mim. – Quando virá para a Irlanda comigo?

Nathaniel se engasgou com o café que tomava e teve um ataque de tosse.

— Bom... – Corei ainda mais. – Eu não sei. Não posso ir tão logo. Amor, você está bem?

— Por que ninguém me avisou que estavam cogitando a possibilidade de levá-la pra lá? – Nate perguntou, indignado e um tanto vermelho.

Peguei em sua mão livre e o fiz olhar em meus olhos.

— Eu não vou. – Assegurei. – Pelo menos não por enquanto.

Antes que qualquer um de nós falasse mais alguma coisa, a campainha tocou.

— Eu atendo. – Falei, tratando de levantar. Fui até a porta e a abri. Samantha foi a primeira a entrar. Me abraçou bem forte e demorou para soltar.

— Também te amo. – Sorri, retribuindo seu abraço. – Que foi, maninha?

— Nada. – Ela sorriu. – Nada não. Onde está meu cunhado chato? – E entrou, enquanto JJ chegava mais perto e tirava meus pés do chão com seu abraço de urso.

— Tá tudo bem? – Ele perguntou em meu ouvido. – Você nos chamou de última hora...

— Tudo ótimo, você vai ver. – Sorri, beijando sua bochecha.

— Também ganho um abraço? – Alley perguntou, abrindo os braços.

— Mas é claro! – Ri, enquanto ela também me apertava.

Esperei que todos se acomodassem (e estranhassem o garoto sentado ali) para começar a falar.

— Então... Reuni todos vocês aqui para avisar algo importante. – Parei para olhar minha irmã com uma sobrancelha arqueada. Sammy estava com a mão direita erguida. – Sim?

— Samantha Agatha Phelps, sou do Jornal da Notícia Diária. – Ela respondeu, imitando um jornalista em dia de entrevista coletiva. – Esse jornal existe mesmo? Eu podia abrir um assim... Enfim! Queria saber quem é essa pessoa estranha ao meu lado. – Ela apontou descaradamente para Glenn. Isso me fez rir.

— Então... Já chego lá. Primeiro, quero dizer que... – Corei violentamente. – É... Eu...

Observei Nath se levantar e colocar o café no chão, indo ao meu lado. Ele colocou as mãos em meus ombros e disse por mim:

— Delilah vai dar a luz à gêmeos.

Todos ficaram em silêncio por um tempo, enquanto a notícia era registrada em suas cabeças. Sammy foi a primeira a sentir a ficha cair. Ela gritou de animação, veio pra cima de mim, me abraçar com uma força que eu achei desnecessária. Minha cunhada veio logo em seguida, pulando em mim também.

Como que eu deixei essas duas loucas se conhecerem? Viraram melhores amigas para sempre simplesmente com uma hora de conversa. Talvez menos.

Aquela sala se encheu com vários tipos de reações, indo desde a alegria total e extrema (Samantha e Allison), passando por surpresa (Jason) e, enfim, chegando à descrença (Glenn).

— Parabéns! – JJ falou, sorrindo de orelha à orelha, assim que as duas me soltaram e pularam no Nath.

— Obrigada. – Sorri, abraçando-o de volta.

— V-Vocês estão falando sério? De verdade? – Glenn perguntou, com seu sotaque carregado.

— É o que estávamos tentando te explicar mais cedo. – Nath respondeu, saindo do meio das duas e vindo me abraçar por trás.

Assim que a bagunça diminuiu e eu vi que Glenn estava mais... É... Calmo... Pedi para que todos se sentassem.

— Então, segunda notícia importante do dia. – Falei mais para Sammy e Alley, pois JJ (sendo o cara que fez o irlandês me encontrar) já esperava por isso. – Esse é Glenn Tyler. – Falei, puxando-o para o meu lado. – Ele veio da Irlanda, e ele é meu irmão também.

Silêncio absoluto.

— Que foi? – Perguntei, surpresa.

— Como você sabe? – Sammy perguntou, com os olhos estreitos. – Como você sabe que ele é de verdade?

— Eu ando, respiro, falo e penso. Acho que sou um menino de verdade. – Glenn retrucou.

— Mas como eu posso ter a certeza que você é mesmo irmão da Delilah? – Ela revidou, levantando e encarando o garoto.

Ele deu um sorrisinho e olhou para JJ.

— Seu irmão que me encontrou. Ele me trouxe até ela. E assim posso levá-la para conhecer nosso pai. – Ele respondeu, despreocupado.

— JJ? Alguma explicação sobre o caso? – Ela perguntou, levantando uma sobrancelha.

— Bom... – Jason passou a mão nos cabelos negros. – Eu pesquisei na internet algo que eu podia usar para encontrar o pai da Dee, e então achei uma reportagem sobre uma loja de armas ter sido roubada, o que eu achei irônico, mas enfim, e então procurei pelo nome do dono da loja. Assim encontrei o nome do Glenn, e me aprofundei mais, descobrindo que o Damian se encaixava em todas as características que temos do pai dela até agora. Encontrei o telefone da loja e falei com o próprio Damian, falando que era de um jornal de Londres e precisava de algumas informações, pois estava fazendo uma reportagem sobre superações. Assim consegui as informações básicas que precisávamos. Perguntei sobre as outras carreiras dele e como foi para ele quando abriu a loja. – JJ encolheu os ombros, enquanto eu o encarava, boquiaberta. Meu irmão é muito cara de pau. — Acontece que Damian comentou sobre ter trabalhado em um bar de “alta sociedade” – Ele fez questão de fazer aspas com os dedos. – na mesma época em que mamãe e papai foram viajar e brigaram. Tudo aponta que Glenn seja seu irmão.

— Podemos fazer um exame de DNA, se quiser. – O irlandês disse, olhando fundo para Samantha.

— Eu quero. – Ela respondeu, cruzando os braços.

Glenn sorriu.

— Providenciarei o mais rápido possível.

Samantha sentou no sofá novamente e Alley deitou a cabeça em seu ombro.

— Então, Glenn, — Chamei, atraindo sua atenção, enquanto ele sentava ao lado de Alley. — quero falar que, se você quiser, pode ficar aqui até a data de volta.

Nath me apertou com mais força no abraço, como em um sinal de alerta.

— Claro... – Completei. — Se o Nath não se incomodar.

— Não. Tudo bem. – Ele disse, meio seco demais. – Ele pode dormir no sofá.

— Mas o segundo quar... – Comecei a falar, mas meu namorado me interrompeu.

— O sofá é bem confortável, garanto. – E sorriu.

— Não tem problema, eu fico em algum hotel aqui perto. – Glenn disse, sorrindo.

— Não! – Reclamei. – Eu faço questão. Não posso deixar alguém da minha família sem hospedagem. Você fica, senão eu acharei que você fez desfeita.

— Ah... Então... – Ele corou. – Eu fico sim.

Sorri.

— Lilah, posso falar com você um minuto? – Sammy perguntou.

— Claro. Vem cá.

Ela me seguiu até o meu quarto. Fechamos a porta e ela sentou na cama. Parecia triste e sem graça ao mesmo tempo.

— O que aconteceu? – Perguntei, superpreocupada.

— Bom... – Ela disse, fazendo círculos no lençol da cama. – Eu... Terminei com o Charles... – Sammy olhou para mim, para ver minha reação. Estava explodindo por dentro, querendo saber “Por quê? Como? Quando? Onde? E ele?” coisas assim. Mas eu sabia que aquilo estava sendo difícil para ela, então tentei ficar sem expressão, permitindo que ela se explicasse. – Bom... Tivemos uma briga, porque eu, você sabe Lilah, tenho muito ciúmes. E você sabe como ele é bonito e charmoso, você mesma viu... E o que chove de garota atrás dele... – Ela parou para respirar fundo e tirar os cabelos do rosto. – Acontece que eu tava na TPM, e ele veio me contar sobre uma prima dele, algo assim, que deu em cima dele, mas não consegui escutar até a parte do “Mas calma amor, você é única para mim” porque eu fiquei muito irritada. E eu nem lembro direito o que eu falei, porque comecei a elevar a voz e ele também e eu só me lembro de ter dito “Então eu acho que não sou boa o suficiente para você.”.

— Sinto muito. – Falei, enquanto ela deitava a cabeça em meu colo e me olhava.

— Por isso faltei na escola, aquele dia que o JJ foi te buscar. O dia que você descobriu que seu pai é irlandês. – Ela encolheu os ombros, enquanto eu afagava seus cachos castanhos. – Eu fiquei muito carente. Estava me sentindo mal, por ter gritado com ele, mas não por ter terminado. Acho que meu orgulho não me deixa sentir assim. Bom, acontece que eu fui à uma festa de aniversário de uma amiga, semana passada e conheci um garoto... – Suas bochechas coraram.

— Não acha que é cedo? – Perguntei, estreitando os olhos. – Digo, acabou de terminar um namoro longo e tudo mais...

— Lilah, eu não posso ficar chorando pelos cantos. – Ela disse, decidida. – Claro que eu ainda gosto do Charles, mas se eu não fazer por onde, nunca vou esquecer esse sentimento.

Sorri. Essa sim era a Samantha que eu conhecia.

— E ele é legal? – Perguntei, enrolando uma mecha de seus cabelos sedosos.

— Muito. – Ela sorriu. – Eu quero ser feliz, sabe?

— Sei... – Respondi, sorrindo também. – Todos querem.

— Então porque não ir atrás da felicidade? – Ela perguntou, franzindo o cenho. – Ninguém vai trazê-la até você.

— Bom... – Passei a mão na barriga, sorrindo. – O Nath trouxe.

Ela revirou os olhos e sorriu.

— E agora? Como faço? Cusfofo 1 e Cusfofo 2?

Ri e a puxei de volta para a sala.

Notas finais
Não mereço reviews, pelo meu atraso, mas porque não fazer uma autora feliz? *-* Reviews fazem bem para o coração e não levam mais que três minutos para serem feitos. EU SEI que você fica entre 5 e 10 minutos na cama, toda manhã, sem querer levantar para ir pra escola ou porque tá com muito sono para pensar. Então porque não gastar somente TRÊS minutos de sua vida fazendo o bem para outra pessoa? *-*
Beijos ♥
PS: Aliás, Paula Padilla, eu shippo Samarles (Samantha + Charles) forever. E eu também te amo. ♥