Notas iniciais
HEEEEEEEEEEEEEY SEXY LAAAAADYYY!
~~mentira~~
OLÁ MEU POOOOOVO!
QUE SAUDAAADES *OOOO*
Então... ME PERDOEM por não ter postado, mas é que me deu um bloqueio criativo TOTAL pra essa fic. MAAAAS, I'M BACK!
Voltamos ao ritmo normal! ~~todos comemoram (só q não)~~
Capítulo TOTALMENTE DEDICADO À SNAPELICIOUS, sua LINDA! FELIZ ANIVERSÁRIO (atrasado) MEU AMOR!
Espero que gostem >< kkkk'
PS: Parte do Nathaniel feita pelo meu noivo. Valeu amor >< ♥
Beeeeeeeeeeeeeeijos!
♥

Pov. Delilah

“17 de dezembro de 1996”.

– Último dia de aula! Finalmente! – Sorri, abrindo a porta de casa exalando alegria. – Acabou!

Vi Nathaniel aparecer no corredor, todo arrumadinho.

– Finalmente livre de provas e olhares nojentos pra cima de você? – Ele perguntou, me dando um longo selinho.

– Finalmente. – Respondi, fechando a porta de casa. – Vai trabalhar assim, tão arrumadinho?

– Aham. – Ele sorriu, arrumando a gravata.

– Você tá lindo. – Disse, jogando a mochila pesada em qualquer lugar por ali.

– Obrigada, madame. – Ele respondeu com uma voz um tanto galante. Sorri e fui até o quarto. Observei Nath me seguir.

Me joguei no colchão e abri os braços.

– Tá bem grandinha. – Ele disse, entrando no quarto e indo até o colchão.

– Também acho. – Disse, sorrindo e passando a mão direita na altura do umbigo.

– Que nome será? – Ele perguntou, se sentando ao meu lado.

– Não sabemos o sexo ainda, meu bem. – Disse, rindo.

– E quando vai fazer o ultrassom? – Ele pergunta, curioso, dando um beijinho delicado em minha barriga.

– Não sei... Porque o desespero?

– Ah... Nada não. – Ele corou, me fazendo abrir um leve sorriso.

– Que você tá aprontando, senhor Coller?

– Naaada. – Ele respondeu, beijando o topo de minha cabeça.

Observei-o levantar do colchão.

- Que acha? – Ele perguntou, abrindo os braços. Olhei para seu traje de garçom (um traje muito chique, pelo visto) e abri um sorriso.

- Quem é você e o que fez com meu Nathaniel? – Perguntei, fazendo-o abrir um sorriso.

- Tenho que ir. Tchau. – Ele se despediu, beijando minha testa e meu umbigo. – TE AMO! – Ele gritou, enquanto eu ouvia o som da porta se fechando.

~♥~

Pov. Nathaniel

Pra ajudar, comecei a trabalhar num restaurante.

“Um restaurante chique” era a frase para descrever aquilo. Um dos restaurantes mais “badalados” de Londres. Não sei como diabos tinham me aceito ali, já que eu não sou exatamente o cara certo pra trabalhar em lugares assim.

Lá estava eu, trabalhando de terno e gravata. Terno e gravata? Nunca pensei que ia usar isso durante um dia que não fosse dia de casamento. Eu andava pra cá, atendia pra lá, levava umas bebidas aqui, comida ali, etc. e tal. Era assim a noite inteira. Graças aos céus, hoje não estava tão movimentado assim. Nunca tinha visto aquele restaurante tão vazio. Provavelmente, porque hoje era o dia do último capítulo de uma certa novela que todo mundo assiste.

Vi uma pessoa chegando, e logo fui até a mesa dela. Era uma menina sozinha, de cabelos encaracolados e vermelhos.

- Vai fazer um pedido... – ia completar com um “moça”, mas então vi que era Marianne – Ma-Mari?

- Nath! Quanto tempo hein – ela disse, com um sorriso.

- É... Que ta fazendo aqui?

- Eu vim comer, seu bobo. O que mais fazemos num restaurante? – ela perguntou, rindo.

- É... Você tem razão. O que você... – e ela me interrompeu.

- Como vai a Débora?

- Débora?

- É... Não sei se esse era o nome dela. Só sei que começa com “D” – ela disse, olhando o cardápio.

- Delilah.

- Ah sim... Como vai ela?

- Vai muito bem... Eu e ela vamos muito bem.

- Ainda estão namorando?

- Sim, e estamos melhores do que nunca – falei, meio que jogando na cara dela isso. Não, não tive intenção – pintou o cabelo?

- É, preciso mudar de vez em quando, você me conhece não é?

- Quando escolher o que quer, é só me chamar ta? – falei, e já ia me afastar, mas ela me segurou.

- Qual é Nath, o restaurante ta vazio, e faz tempo que não nos vemos. Me conta, que você anda fazendo?

- Hn... – é, realmente estava vazio, acho que não teria problema eu conversar com ela um pouco – comecei a trabalhar aqui recentemente, é bem legal.

- Imagino...

Ela ainda gostava de mim, só pode. Me olhava com uma tristeza profunda, mas não demonstrava claramente isso. E eu? Não, não pensava mais nela. Só queria a minha Delilah, e só ela.

- E você, o que anda aprontando?

- Ah... O de sempre... Tirando fotos de tudo que vejo pela frente. Mas me desanimei ultimamente...

- Por quê?

- Eu sinto sua falta Nath. Sinto... Muitas saudades suas – ela falou, com lágrimas começando a se formar nos olhos.

E não, eu realmente, de jeito nenhum sabia o que fazer nesses casos.

- Mari... – falei, colocando a mão no ombro dela – você é bonita, inteligente e muito legal, vai encontrar outra pessoa pra você, ta bem?

- Eu não quero outra pessoa Nathaniel – ela pegou na minha mão, que estava no ombro dela – porque você está com a Delilah? O que ela tem que eu não tenho?

- A Delilah... É uma menina incrível. E precisa de alguém pra cuidar dela, por que...

- Ela vai ter um bebê. Mas e daí? O filho não é seu!

- Não, mas...

- Você ta ficando com ela por dó, não é? Não adianta fazer um relacionamento baseado nisso...

Ok, aquilo me irritou um pouco.

- Dó? Não. Eu gosto mesmo dela. Amo ela. Acho que nunca amei alguém tanto assim, e vou cuidar dela do jeito que ela merece. Não tem nada a ver com “dó”.

Ela ouviu aquilo, e ficou triste e quieta. Minha mão ainda estava em seu ombro.

- E aquele dia? O que aconteceu com você e com o seu... Namorado? – perguntei, sobre aquela vez que ela tinha me ligado.

- Hn? Que dia?

- Aquele dia que você me ligou chorando, dizendo que ele tentou... Abusar de você.

Ela demorou para se lembrar, mas logo fez um grande “aaaaaah sim”. “Aaaah sim”? É claro que aquilo de abuso era só uma mentira, pra ganhar minha atenção. Eu não gostava de ver ou de fazer uma menina sofrer, mas aquilo era necessário:

- Olha Mari, foi bom encontrar com você de novo. Vou chamar outro garçom pra te atender – falei, me retirando. E já de longe, disse pra ela – lembra do que eu disse.

E ela ficou lá, chorando em silêncio profundo.

~♥~

Pov. Delilah

“Querido Cusfofo, meu amor... Minha situação nunca foi tão ruim. Estou indo mal na escola, você me causa dores horríveis, meus pais não querem saber de mim – o que não era muito ruim –, as contas para pagar nos deixam cada vez mais apertados e não há lugar que me aceite como funcionária. Provavelmente porque não querem pagar e/ou dar licença maternidade. Mas... Sabe... Fora isso, não tenho do que reclamar, na verdade. Claro, tenho meus pontos baixos na vida, mas os altos...”

Suspirei, sorrindo.

“Primeiramente tenho um namorado lindo que me ama, moro em casa própria, posso contar com a ajuda do meu namorado, dos meus irmãos, da minha cunhada e, ainda por cima, da Alicia e da July, amigas que me acolheram quando eu não tinha onde morar.”

Passei as mãos nos cabelos e respirei fundo.

“Mas ainda tem um problema... Eu não sei quem é meu pai... Minha mãe mentiu todos esses anos para mim... Espero que, quando você nascer, já saiba quem é o seu avô. Só sei que ele mora na Irlanda. Bom, há 16 anos ele morava... Vidinha complicada a minha...”

Sorri.

“Mas, de um modo geral, estou feliz. Você é a minha maior felicidade.”

Disse, passando as mãos carinhosamente na barriga.

“Você é o que eu tenho de mais importante. Pode não ter nascido ainda, mas eu já te amo com todas as minhas forças.”

Senti uma lágrima escorrer por minha bochecha.

“Você é muito precioso pra mim, bebê. Não sei o que seria da minha vida se você não tivesse aparecido...”

Suspirei e fechei os olhos por alguns segundos. Abri novamente e olhei diretamente para a lente da câmera.

“Eu nunca vou deixar nada te machucar. Eu prometo.”


Notas finais
E aí?
Gostaram?
Voltei com tudo xD
ALIÁÁS, vou aproveitar minha cara-de-pauzisse e pedir pra vcs passarem em uma fic interativa minha >< kk
To bem animada com ela também *uuuuu*
Ta aí, pra quem quiser:
http://fanfiction.com.br/historia/285720/Promise_-_Fic_Interativa/
CORRE QUE TEM POUCAS VAGAS
Beijos ♥