Notas iniciais
Hey cerejinhas, eu ia postar esse capítulo amanhã, mas como acho que vou conseguir escrever algo ainda hoje eu vou posta-lo. Boa leitura!!

POV- Nico

Já falei que eu quero matar minha irmã? Vi ela armando algo na biblioteca e resolvi impedir, mas sabia que não tinha como entrar em uma luta com ela na mesma, então resolvi garantir que a Grace não iria lá. Bateu a troca de tempo da nossa aula de história para matemática e um pouco depois eu vi a Grace.

— Aonde vai? — Perguntei, todos já estavam em sala.

— Matar aula.- Ela disse parando para me encarar, eu só esqueci de um detalhe, eu não tenho ideia de como fazer ela não ir para a biblioteca, porque argumentar que a aula era importante não ia adiantar de nada.

— Na biblioteca como sempre? — Perguntei e ela respirou fundo.

— Pode ir comigo se é isso que vai perguntar, mas vamos logo porque a qualquer momento pode passar alguém.

— Não acho que devemos ir para lá. — Disse e ela levantou uma de suas sobrancelhas expressando curiosidade.

— Vai me dizer que quer assistir aula e precisa da minha presença? Acho que pode se virar sozinho Nico. — Ela disse e aquilo estava me irritando, levei a mão ao bolso por mania e ela revirou os olhos.

— Não vai. — Pedi e ela negou.

— Não Nico, ou você me dá um bom motivo para eu não ir matar aula ou você fica aí.

Tudo bem, pensa Nico, falar que sua irmã quer matar ela está completamente descartado, afinal ela iria à enfrentar agora mesmo e isso geraria a Grace morta. Eu matar ela também não está em cogitação, porque apesar de estarmos sozinhos eu quero entender porque meu pai teve tanta dificuldade.

Ela revirou os olhos e passou por mim e eu fiz a primeira coisa que me veio à mente, puxei seu braço esquerdo a puxando em minha direção fazendo com que ela batesse contra meu corpo com certa brutalidade, levei a mão em seu cabelo e a beijei.

Ela travou e demorou alguns segundos até que ela relaxou e por fim retribuiu o beijo, sua mão foi a minha nuca e ela passou a unha de leve me fazendo ficar arrepiado, uma de suas mãos estava no meu braço e a outra agarrou o meu cabelo o puxando contra ela até que ela pareceu dispertar e separou o beijo.

— Não Nico, eu não estou interessada. — Ela disse ofegante, estava a poucos centímetros de mim e cada mão sua estava em um dos meus braços.

— Tá. — Disse e me arrependi, porra Nico você beijou ela para evitar que ela vá para a biblioteca e seja morta por sua irmã e taca um tá depois que ela diz que não, tá de sacanagem?

Ótimo, também estou falando comigo mesmo, esse beijo me bugou, essa garota está me deixando louco, eu quero matá-la, mas minha curiosidade não deixa.

— Tá? — Ela perguntou incrédula.

— Eu entendo se você não está interessada o que eu posso fazer? — Perguntei torcendo para que ela caísse nessa.

Ela parecia confusa, como se depois dela ter dispensado alguém ela nunca tivesse recebido um tá, o que é lógico, quem recebe um tá?

— Não. — Ela disse irritada.

— Não? — Perguntei, eu não falei, essa garota me deixa confuso e mexe com minha curiosidade de uma forma que eu não entendo.

— Você não pode dizer tá depois que eu te dispensei, parece que você não se importa, não diga tá para uma garota.

— Desculpa? — Perguntei confuso, o que ela tem na cabeça?

— Não, vamos fazer a cena de novo e você me dá uma resposta decente agora, ok? — Ela perguntou e eu provavelmente fiz uma cara de taxo gigante e ela revirou os olhos.

— Thalia isso não é teatro, você não pode refazer a cena quando você não gosta dela.- Disse achando aquilo inacreditável.

— Claro que posso e vou. — Ela disse e eu ri.

— Seu pai tem razão você é mimada. — Disse e ela me deu um tapa no braço.

— Cala a boca e segue o roteiro- ela disse e eu ri.

— Quer voltar de que parte? — Perguntei entrando no jogo, pelo menos manteria ela longe da biblioteca com uma irmã demoníaca.

Ela parou alguns segundos parecendo se decidir qual cena ela refaria, então depois de um tempo em silêncio ela me puxou pelo casaco colando nossos lábios, sim bela cena para se refazer.

A puxei para mim e me deixei levar pelo beijo, pelo menos tiraria algum proveito nisso. Puxei seus cabelos a fazendo ficar na ponta do pé, ela levou a mão para dentro do meu casaco e mordeu meu lábio inferior o puxando de leve. Ela ia separar o beijo, mas eu comecei logo outro antes dela voltar a falar, a garota sabia beijar, passei a mão por suas costas a apertando mais contra mim e por fim ela separou o beijo.

Seus olhos estavam arregalados e fitavam no meu, fiquei esperando ela falar, mas ela ficou em silêncio, apenas me encarando.

— Thalia, a fala. — Disse e ela piscou confusa.

— Hã.

— Esqueceu a fala?

— Acho que a gente pode ficar. — Ela disse e eu ri de leve e a puxei para outro beijo.

Por ela ser mais baixa do que eu, ficar inclinado para frente começou a me irritar, desci as duas mãos pelas suas costas e por fim parei na sua cocha e a peguei no colo, sem interromper o beijo, ela puxava meu cabelo em urgência.

A bati com um pouco de força contra a parede a fazendo arfar, ela puxou minha blusa para cima e começou a arranhar minhas costas, notei que ela precisava de ar e comecei a distribuir beijos e chupões por seu pescoço. Seu corpo estremeceu em contato com meu toque o que me fez chupar seu pescoço com mais força.

— Nico. — Ela sussurrou chamando me fazendo descer um pouco mais a área que eu atacava. — Vamos sair daqui?

Isso meio que me despertou, estávamos no meio do corredor da escola. Desci ela e a beijei novamente, agora mais calmo, dei alguns selinhos nela e a puxei pelos corredores da escola, queria saber quanto tempo a Bianca levaria para descobrir que ela não está na escola.

Thalia parou no armário para pegar alguma coisa, assim que ela o abriu um papel branco caiu e nele tinha um endereço em uma letra corrida, e em baixo tinha alguns números o que eu supus se a hora.

Ela tirou uma foto do papel e o guardou na mochila que estava ali, ela pegou a carteira e fechou o armário, não demorou muito estávamos na minha casa.

Subi as escadas e dei espaço para ela passar, tinha reformado o lugar, apesar de eu poder usar meus poderes para o fazer eu tinha decidido fazer sem usa-los e tinha gostado do resultado.

Assim que eu fechei a porta a Thalia me empurrou contra a mesma e me beijou, levei a mão para sua bunda e a apertei com força a fazendo ficar na ponta do pé, ela tirou meu casaco e o tacou no chão, ouvi o barulho do meu celular quebrando e ela olhou preocupada.

— Depois eu concerto. — Disse e a taquei contra a parede a beijando.

Ela usou uma das pernas para me puxar mais para ela e usou as mãos para tirar minha camisa, e ela literalmente colocou as suas duas mãos sobre meu peitoral e arranhou até chegar a barra da calça, era incrivelmente excitante a ver fazer isso, ela mordeu o lábio e parecia tão centrada.

Segurei seu rosto pela parte de baixo e a fiz olhar para mim e a beijei com um pouco de brutalidade exagerada, mas aquilo era bom demais e digamos que ela não reclamou, tirei seu casaco e sua blusa assim que nos separamos do beijo, mordi seu pescoço de leve e desci revessando entre beijos e chupões até seu umbigo e subi a sua boca tão lento quanto eu desci, ela não gostou da minha demora, mas seus gemidos discordavam a contradiziam, ela me empurrou agora eu estava contra a parede novamente, ela abriu meu cinto e o puxou e um só movimento, ela abriu minha calça revelando meu membro ereto que ela mordeu o lábio em ver.

Ela resolveu brincar com tortura, pois ela passou a mão por cima da minha cueca, tá de brincadeira comigo? Ela ficou acariciando meu membro enquanto me beijava e em um movimento ágil ela o tirou e se abaixou e começando a beija-lo devagar.

— Entendi Grace.- Disse arfando e ela riu.

— Entendeu o que querido Di Ângelo? — Ela perguntou dando outro beijo no meu pênis.

— Sem torturas. — Disse e ela riu e colocou meu membro na boca começando a fazer movimentos de vai e vem.

Seguei seus cabelos para controlar a velocidade até que escutei a maçaneta sendo girada. Thalia levantou em um pulo e eu bati com porta impedindo que a minha irmã entrasse, sabia que era ela, era a única tirando a Grace que conhecia esse lugar.

Thalia começou a se vestir e eu apoiei meu corpo contra a porta para fazer o mesmo e escutei minha irmã me xingar, mas ela não tinha simplesmente aparecido ali o que deixou obvio que ela sabia que a Grace estava aqui.

Depois de me vestir de um modo ninja abri a porta com uma cara não muito boa e a Bianca sorriu contente, depois olhou para Thalia e fingiu surpresa.

— Atrapalhei algo? — Ela perguntou sorrindo de leve fingindo estar envergonhada.

— Não. — Thalia disse passando a mão no cabelo que estavam em formato de juba de tanto que eu tinha puxado.

— Não deveria estar na escola Bianca? — Perguntei e ela deu de ombros fingindo realmente que não atrapalhou nada, sério, qualquer ser vivo notaria que ela atrapalhou.

— Eu vi que você não estava lá e fiquei preocupada então resolvi te procurar e o primeiro lugar que eu pensei foi em casa. — Ela disse inocente e eu queria matar ela.

Se eu disse que queria matar ela antes só por ela está se metendo na minha missão imagina agora?

— Eu estou bem. — Disse não fingindo estar contente.

— Tá. — Ela disse mandando um sorrisinho de tipo, nossa atrapalhei mesmo né?

— Acho que eu vou para casa. — Thalia disse desistindo do cabelo.

— Eu te levo até seu carro. — Disse e passei com a Grace pela minha irmã que me mandou um olhar mortal.

Juro eu vou matar essa garota.

Notas finais
O que acharam?? Beijos