Deadly Games

66 Boa sorte com isso!


Notas iniciais
Hey cerejinhas. — Mais um presente para a Tia Ally Valdez e MaryDiÂngelo, promessa é promessa e cá estou eu, acabando com meu estoque de capítulos prontos para dar um presente decente para essas duas que tanto amo ♥ — Espero que gostem e boa leitura!!

POV- Thalia

Entrei na cede de Poseidon e assim que o fiz várias armas foram apontadas para mim e eu ri.

— Não vejo ninguém realmente experiente aqui, atiro nela e em mais dois mais rápido do que qualquer aqui aperta o gatilho. – Disse alto sorrindo. – Agora alguém pode chamar Poseidon.

— O que faz aqui Thalia? – Poseidon disse aparecendo e eu sorri para ele.

— Precisamos conversar. – Disse e ele assentiu e indicou que eu abaixasse a arma da cabeça da garota.

Assenti e abaixei a arma e travei ela caminhando até Poseidon.

— Precisava de tudo isso? – Ele perguntou indicando que eu o seguisse.

— Seu grande grupo de palermas medrosos atirariam em mim se eu não fizesse. – Disse entrando na sala em que ele indicou que eu entrasse.

O homem entrou logo em seguida e fechou a porta indicando que eu poderia me sentar e ele foi em direção a sua cadeira.

Era um escritório simples, uma janela inteira de vidro que dava a vista para o mar a distancia, uma mesa de madeira branca e três cadeiras confortáveis da mesma cor, sem falar de estantes de livros e armas dispostas a parede decorando e dando um pouco de personalidade ao local.

— O que é tão importante que precisou entrar aqui com um refém? – Ele perguntou e eu suspirei.

— Deve saber da suposta doença que está afetando as pessoas na cidade. – Comentei e ele assentiu indicando que eu continuasse. – Então eu estou com uma conclusão, é mais algo sem grandes provas, mas eu adoraria que checasse e se possível falasse com meu pai, ele não me ouviria, mas bom eu acho que estamos sendo envenenados, ou melhor, vocês estão eu não estou na cidade, mas eu acho que colocaram algo na água e isso é um modo de eliminar a ameaça, ou ameaças, sabe água todos precisam, mas assim que eu senti o cheiro eu imaginei que tivesse algo haver. – Disse olhando os olhos verdes intensos do homem que assentiu.

— Sabe que se acha que isso realmente está acontecendo metade da cidade se não ela inteira está contaminada. – Ele disse e eu assenti.

— Mas não doentes, então pode ser cedo para evitar que a cidade vire fantasma com a morte de todos, sem falar que podemos... você pode investir em cuidados médicos e pesquisas para uma cura. – Disse me apoiando na mesa e ele suspirou.

— Sabe a situação em que nos encontramos Thalia? – Ele perguntou e eu neguei apenas com a cabeça e ele assentiu.

— Estamos em alerta máximo, corpos se acumulam de ambos os lados, criaturas que nunca pensamos que teríamos que enfrentar novamente desejam vingança, se tivermos que nos preocupar com água e comida, sabe que estaríamos perdidos? – Ele perguntou e eu assenti.

— Sei, existe apenas um reservatório na cidade, que está fechada sem internet ou qualquer contato com o mundo exterior, sei que está fazendo o possível para manter a discrição, mas qual é Poseidon, não demoraria menos de uma hora para checar a água e não pode descartar uma ameaça como essa, afinal do que adianta ficarem se matando para lutar contra monstros e sobreviver e bebendo veneno quando chegam em casa? – Perguntei e ele suspirou.

— Eu não tenho pessoal para isso, todos estão em campo. – Ele falou e eu assenti me jogando contra a cadeira.

— Como deixamos chegar a esse ponto? Fazíamos tudo direito. – Disse e ele assentiu.

— Criamos muitos inimigos, fomos e somos movidos por desejos de vingança e no meu caso e do seu pai, por um desejo sem sentido que não podemos controlar, algo que nos matem vivo e faz com que nos movemos, matamos muitos e agora eles possuem não só suas necessidades básicas, mas o mesmo desejo que nos moveu por muito tempo e nos cansou tanto, vingança, o que nos cegou, acordou eles e demoramos para perceber isso. – Poseidon falou sério e suspirou logo em seguida.

— Queria que todos nós pudéssemos conviver uns com os outros, bem. – Disse e ele assentiu.

— Vou checar o que disse Thalia, mas não devia ficar perambulando pela cidade, seu pai está em um ponto que regras são regras. – Ele disse e eu assenti me levantando.

— Me fale o que achar. – Disse e ele assentiu sorrindo leve.

Voltar foi tão fácil quanto tinha sido para andar pela cidade, não tive problemas para chegar em casa, ou melhor, na casa do Nico.

— Estava preocupado. – Nico disse assim que eu apareci em seu campo de visão.

— Estou bem. – Disse beijando-o.

O moreno estava sentado na escada na frente de sua casa e ele me puxou para sentar no seu colo. Beijei os lábios do garoto que tanto me viciaram até que ouvi algo se mexendo e notei que Nico também tinha escutado.

Me levantei e peguei uma das duas armas que estavam comigo, Nico também se levantou e os seus Sais apareceram em suas mãos.

— Quem está aí? – Perguntei alto e logo meu pai e Luke apareceram em meu campo de visão e Luke tinha um olhar demoníaco. – O que fazem aqui?

— Luke está certo, desde que seu namoradinho chegou na cidade tudo começou a desandar, vamos colocar de volta nos eixos. – Zeus disse puxando a arma e Nico levantou uma sobrancelha.

— Eu sou imortal, boa sorte com isso. – Nico disse olhando a arma que o homem tinha em mãos.

— Adivinha também sou. – Zeus respondeu sorrindo de um modo psicótico.

— Não vou deixar você tocar nele. – Disse irritada e ele assentiu.

— Imaginei que iria se envolver, por isso trouxe o Luke. – Zeus disse e eu olhei o loiro.

Logo e sem aviso a luta começou, o primeiro tiro foi disparado. Soquei Luke no rosto e ele pulo em mim fazendo que minha arma voasse longe, coloquei meu joelho entre seu abdômen e meu corpo e fiz força, deixei que os raios passassem pelo meu corpo fazendo ele ser jogado longe.

Me levantei e vi Nico cortar a arma do meu pai ao meio e em um movimento rápido meu pai tirou outra arma e atirou, a bala passou Nico de raspão no braço, mas antes que eu pudesse raciocinar senti uma dor forte no peito.

— Thalia!- Ouvi a voz do meu pai distante e meu corpo ficou mole caindo no chão.

Minha visão começou a ficar turva e de certo modo soube que finalmente iria morrer, aquilo estava lento demais, diferente demais. Minha visão ficou turva, senti Nico me envolver, senti a bala saindo do meu corpo e sua mão pressionada contra meu peito sangrando, mas ele também sabia.

— Por favor acha a porta! – Ele disse, eu conseguia sentir ele tremendo, conseguia sentir seu poder aumentando, ele perdendo o controle e eu soube como machucaria o Nico, morrendo.

POV- Nico

O coração dela parou de bater e seus olhos azuis perderam completamente a cor viva que tinham, vi sua alma branca ir para o mundo dos mortos, como um puxar leve. Olhei os olhos do pai dela e eu entendi sua profecia, entendi porque a maldição nunca deu certo, quando a profecia dizia que a Thalia morreria pelo pai, não era para o salvar e sim por suas mãos.

Senti meu corpo tremendo, ouvi mais gente chegar.

— Nico. – Ouvi a voz fraca de Bianca, mas não tinha cabeça para ouvi-la, não tinha cabeça para nada.

Abracei o corpo de Thalia com força e fiquei ali, em silêncio sentindo meu corpo cada vez mais tremer e meu poder me envolver e crescer cada vez ele crescer mais e mais e eu sabia que minha maldição tinha se quebrado junto com a dela.

Notas finais
- Fic movida a comentários. — O que acharam?? — O que querem que aconteça?? — Para quem não sabe eu dou aulas de torturas para a Mary e a pedido eu resolvi começar a turma de 2017 mais cedo, então os testes foram iniciados e espero ver vocês lá: Fanfic School Killers postada https://fanfiction.com.br/historia/720546/School_Killers/ https://spiritfanfics.com/historia/school-killers-7544846 trailer:https://www.youtube.com/watch?v=7rr5i-taQJ4 Beijos e até!!