Notas iniciais
Hey cerejinhas, tudo bem? Eu sei, eu sei, eu morri e é isso aí. Então, eu vou reescrever essa fanfic e eu já tinha aceitado isso, mas ao mesmo tempo eu não me sentia confortável o suficiente de abandonar esse bebê aqui, o primeiro que deu início a tanta coisa, a uma bomba de inspiração que eu tive desde que essa história surgiu, mas com tudo isso minha escrita mudou completamente, eu nem em primeira pessoa escrevo mais e os erros gramaticais me dão uma dor tão grande, a narração rasa e tudo mais, porque eu amo essa história, amo mesmo, juro pra vocês, mas meu coração doí com o fato de no início ela ter sido tão mal escrita. Entretanto isso significa que eu melhorei e tudo mais, então eu vou terminar essa história, porque meio que é sacanagem com vocês né, eu sei que é, principalmente tão reta final e sabendo tudo que tem para acontecer nessa fanfic e depois, mais para frente, eu trarei a segunda versão dessa coisinha, com um trailer novo, profecias melhores elaboradas e tudo que realmente merece ter a atenção devidamente feita para vocês, talvez com um final alternativo, para não perder a graça. Então leiam, fiquem de olho nos links que eu coloco no final do capítulo e vamos lá. Espero que gostem e boa leitura!

POV- Thalia

Se tudo já parecia uma loucura completa antes, com certeza depois de dito em voz alta que Nico era o filho da bruxa que tinha dado a vida a tudo e causado todas as loucuras que existiam em nosso planeta aparentemente explodiu uma grande bolha. E essa bolha era denominada caos.

Bianca abriu a porta novamente, seus olhos negros tinham uma mistura de nervosismo e pavor, sua respiração acelerada.

— Vocês precisam ver isso — a Di Ângelo alertou, indicando que todos fossem o mais rápido possível para o andar debaixo.

Meu corpo travou no lugar de imediato, meus olhos se arregalaram com a enorme fumaça azul começando a se condensar ali, em uma nuvem estranhar que ganhava uma forma humana lentamente, mas ao mesmo tempo parecia bem maior e letal do que uma.

— Bem-vinda de volta a vida maninha — Jason parou ao meu lado, me entregando tanto minha adaga quando minha arma e eu sorri para ele que retribuiu o ato e olhou o monstro a nossa frente.

Um homem alto e musculoso, cabelos brancos e pele quase transparente, seus olhos não tinha distinção entre a íris e o cristalino, era tudo da tonalidade azul escuro, como de um céu tempestuoso a noite, entretanto ela se movia como se ainda ali fosse a fumaça que ele havia usado para se condensar, mas não tivesse obtido tanto sucesso naquele local.

— Cronos — Bianca e Nico falaram em uníssono, não demorando a reconhecer o homem a sua frente, afinal tal homem além de ser conhecido como o tempo, tinha causado grandes problemas para a família.

— Eu esperava que esse dia nunca tivesse que chegar — ele disse, mas sua boca não se mexia, o som parecia vir de dentro de minha cabeça, olhei para os lados em busca de descobrir se era a única a escutar, mas todos procuravam de onde vinha o som.

Uma risada agoniante ecoou por toda a floresta, pássaros levantaram voo em busca de um lugar seguro, as folhas das árvores se mexendo como se um vento forte as tivesse soprado, mas o ar estava parado, seco, quase sufocante.

— Eu pensei que seria mais difícil, mas vocês nem conseguem entender a complexidade de meu ser, o tempo, uma criatura eterna que estava vivo antes mesmo da vida e da morte, antes de vocês não passarem de um broto de imaginação da cabeça de minha esposa, um rabisco de sua mente paranoica por diversão e controle — a voz continuou a falar, mas ele nem ao menos se movia, sua respiração era inexistente, era como se ele não passasse de uma representação física de algo impossível de existir.

— O que você quer? — Bianca questionou e novamente ele riu, como se qualquer coisa que nós pudéssemos fazer não ia afeta-lo mais do que apenas o fazer sentir pena, como se uma luta fosse algo ridículo em sua cabeça.

— Não é óbvio, com a possibilidade de um novo tempo eu tenho que cuidar da ameaça, antes que ele saiba usar seus poderes — a fumaça escorria pelo seu corpo, começando a se espalhar e era como se minha mente desacelerasse, meus pensamentos não conseguissem formular o que estava acontecendo — sua mãe foi esperta, é claro que ela arrumaria um jeito de você quebrar a profecia, algo que te ligasse a Grace e quebrasse seu coraçãozinho além de ter o bônus de irritar todas as paixões dela, as melhores criações como ela chama.

— Então é comigo o seu assunto — concluiu Nico, e tudo parou.

POV – NICO.

Tudo simplesmente parou, a fumaça se condensou completamente, o ar, a respiração, as pessoas, o céu, o mundo havia parado eu tinha plena consciência disso, inclusive eu, meu corpo tinha parado, não sentia minha circulação sanguíneo, batimentos cardíacos nem a necessidade de respirar, mas eu conseguia me mexer como se tudo estivesse parado.

Agora os olhos dele eram normais, tinham a tonalidade cinza claro, quase como se um dia eles tivessem sido azul, mas petrificados em na hora de sua morte.

— Quando voltamos no tempo, ou andamos ele mais rápido, qualquer coisa em nossa perspectiva, nosso corpo também volta — contou, começando a andar, ele parecia mais humano agora — nos afetamos com nossas ações, coisas que acontecem muito rápido ou muito lentas tornam se facilmente despercebidas a olhos normais.

— Pensei que iria me matar, mas mudou de ideia, quer me dar aula de como funciona ser o tempo? — perguntei irritado, olhando Thalia, que estava estática, o tempo tinha parado para ela, também tinha para Jason, Leo, Nico, Bianca e todo o resto do mundo.

— Eu não tenho nada contra você Di Ângelo, abra mãos dos seus poderes e eu não me intrometo em sua vida, deixo você seguir com ela normalmente, pode viver ao lado da sua namoradinha que um dia vai envelhecer e morrer naturalmente...

— Ela é imortal — cortei o que o arrancou uma risada, menos assustadora agora que sua versão era quase humana.

— Ela atravessou o mundo dos mortos, Nico, acha mesmo que ela vai continuar Imortal? Que ela não vai envelhecer? Que não vai se gripar, ela pode ser uma kitsune, mas isso não a vai sustentar por muito tempo, muito menos se você não estiver vivo para ajudá-la, o mundo apocalíptico, criaturas procriando mais rápido se preparando para a guerra, o veneno na água potável, os instintos sendo apurados pela água, o ódio entre as espécies, quanto tempo acha que ela vai sobreviver sem os talentos dela, sabe muito bem que ela não estaria viva se a profecia não fosse tão especifica quanto ao modo dela morrer.

Engolir em seco, apenas de ter que imaginar Thalia morta novamente fazia com que meu coração apertasse, mas ela tinha que continuar Imortal, me recusava a acreditar que depois de tudo ela se tornaria um alvo tão fácil, algo tão prático de matar como uma simples criatura, uma kitsune.

Meus olhos se voltaram a morena estática, parada no tempo, sem nenhuma noção do que estava acontecendo ali, o que aconteceria ali.

Entretanto, eu sabia, que se ela realmente não tivesse seus poderes, ele como um simples humano não poderia lhe ser útil de nenhuma maneira, afinal todos os seus talentos eram devidos a sua espécie, sem tal ele seria apenas um peso morto para a garota, não parecia fazer sentido ceder ao que o homem argumentava, pois a deixaria inevitavelmente, entretanto como o tempo realmente dito poderia manipula-lo ao favor da menina.

E qual seria o sentido de Cronos, o tempo, ser piedoso? Com certeza ele nunca pode ser denominado com tal característica, quando o amaldiçoou antes mesmo de nascer, arrancou sua mãe de sua família, quantas vezes fez o tempo passar mais rápido para as pessoas, deu nomes e mais nomes para a morte levar para o mundo inferior, o tempo não era piedoso, porque ele seria agora.

Entretanto, ele era esperto, não oferecia um acordo de paz se não tivesse a possibilidade de ele perder, e com certeza era naquilo que eu me agarraria.

— Então acredito que o melhor será garantir que eu não perca essa luta — conclui em voz alta, deixando que os meus dois Sai aparecessem em minhas mãos.

Um sorriso de lado surgiu em seus lábios, que ao mesmo tempo que transparecia que ele havia gostado do desafio e que adoraria ganhar aquela batalhar, também tinha um ar de ridicularização, como se aquilo tudo fosse uma grande piada para o homem.

— Você que escolhe, Di Ângelo, é o único que tem algo a perder aqui — Cronos anunciou, sua postura ficando ereta e uma girando em sua mão uma espada quase do meu tamanho apareceu nas mãos do homem, a lâmina queimando em um fogo verde, e o cabo tinham diversas mãos esqueléticas como se tentassem fugir de dentro do metal.

Antes que eu conseguisse raciocinar o homem estava a minha frente, a espada encravou logo abaixo da minha costela e um grito de dor escapou de meus lábios. Eu não podia sentir dor. O fogo envolveu minha pele e eu o senti girar a arma espada com ela encravada em meu abdômen, meus olhos se fecharam e eu levantei em um movimento brusco o Sai que estava em minha mão direita, passando pela garganta encravando as duas lâminas menores em cada lado do queixo de Cronos.

Ele riu como se ele nem sentisse aquilo, tirando a espada, e girando o corpo, desta vez conseguindo me dar tempo de desaparecer e aparecer atrás dele, evitando ter minha cabeça decapitada em um movimento único, entretanto perdendo um de meu Sai direito para o queixo dele.

Assim que a chama em meu corpo se apagou a dor passou e meu corpo se curou quase instantaneamente e não precisava ser um gênio para adivinhar que o que me mataria ali era o fogo, não a espada.

Passei o Sai esquerdo para a outra mão, girando-o, analisando cada movimento que eu poderia fazer, vendo a fumaça que o tinha condessado escorrer como sangue dos buracos em seu rosto feitos por minha arma.

Novamente ele veio em minha direção e por pouco consegui segurar sua espada, a prendendo entre a Monouchi¹ e a Yoko², usei as duas mãos para sustentar o peso da arma dele junto com a sua força que ele fazia, meus olhos assumindo a tonalidade negra e eu sentir o poder fluir pelo meu corpo, meus olhos desviaram para Thalia que estava ainda estática ao fundo da luta.

Encarei Cronos nos olhos, fazendo mais força contra a espada, sabia que existia a possibilidade dele conseguir quebrar minha arma e me desarmar completamente, mas ao mesmo tempo eu não tinha muito o que fazer.

Não sei ao certo como, mas o fogo da espada do homem começou a passar para meu Sai, mas não como se fosse algo que iria me atacar, como se estivesse roubando tal poder, tomando forma para si próprio.

Ao notar o ato, Cronos se afastou em um movimento brusco, cansado da briguinha de força física e me atacou em um momento único e rápido.

Notas finais
Então amores, depois de milhões de anos saiu um capítulo em Deadly Games. Espero que vocês continuem aqui comigo e tudo mais. Desculpe a demora, mas realmente a escrita dessa fanfic estava me dando nos nervos, mas vou continuar e ela e depois com calma reescreve-la mais detalhada e elaborada. Eu postei algumas -muitas- fanfics durante esse tempo que eu estive fora, então sugiro que deem uma olhada em meu perfil e em todos os links que eu vou deixar aqui embaixo. Links para todo mundo ficar feliz ♥: YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC4mUN1cGsKrRfcDTwvsDEFg Grupo do facebook: https://www.facebook.com/groups/semideusadorockfanfic/ Instagram (inspiracao_nerd): https://www.instagram.com/inspiracao_nerd/ Site: em desenvolvimento(x_x) Sigam tudo e não percam mais nada! Beijos e até!