De repente....
22 Capítulo 22
Corri para atender e quando abri, lá estava Finn, lindo como sempre. Ele disse “oi” e eu disse o mesmo e mandei-o entrar. Ficamos na sala mesmo. Disse para ele se sentar no sofá, ele se sentou e eu fiquei em pé. Logo comecei:
– Por que você me pediu para fazer o dueto com você?
– Ok. Eu meio que gostava de você.
– Como assim? – perguntei surpresa.
– Apesar de você falar demais e se vestir como uma velha, eu acho você bonita, talentosa e esforçada. Não sei, eu meio que te admiro. – fiquei boquiaberta.
– Por que você não me disse antes? – perguntei sentando ao lado dele.
– É por isso que pedi para fazer o dueto com você. Para me aproximar de você.
Quase ia beijá-lo, mas lembrei de uma certa criatura: Quinn Fabray.
– Se você gostava de mim, por que começou a namorar a Quinn?
– Ela estava se aproximando de mim desde semana passada, mas eu nem ligava. Aí teve um dia que ela me pediu para levar o carro dela para consertar no Burt. Quando estava levando ela de volta para casa, paramos para tomar um sorvete e aí ela me beijou e eu correspondi. Combinamos de ir ao Breadstix para conversar sobre isso. Pensei bastante antes de ir ao “encontro”, e cheguei à conclusão de que se eu namorasse a Quinn, talvez o Karofsky e o Azimio parassem de me perturbar por estar no Glee Club. Aí, no encontro, a pedi em namoro e ela aceitou.
– Então você está namorando a Quinn para pararem de te perturbar? E de quem você gosta de verdade.
– Eu gosto de você, mas quero gostar da Quinn.
– Finn, você é a pessoa mais covarde que eu já conheci.
– Rachel, só de ter entrado para o New Directions, passei a levar slushie na cara todos os dias. Hoje foi o primeiro dia que eu não levo desde que entrei para o glee club.
– Caso você não saiba, desde que entrei no McKinley, levo slushies na cara e, quando entrei para o New Directions, passei a levar 2 vezes por dia. Graças ao Noah, eu parei de levar slushies. – falei com raiva.
– Quem é Noah?
– Puck, seu melhor amigo. – pensei “como ele não sabia o nome do melhor amigo”.
– Não sabia que eram tão amigos assim.
– Finn, vai embora. Não aguento olhar mais para você.
– A gente não ia ensaiar?
– Depois a gente vê isso. Agora saia daqui.
Ele saiu e eu fiquei um tempo sentada no chão pensando “como eu fiquei tão cega para gostar de um covarde como o Finn?”.
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