De Repente em Nárnia 2º Temporada
1 Pevensies no Brasil... What???
Notas iniciais
Rany pov’s
“Pensa Raihany, pensa”... Falava para mim mesma tentando lembrar de algo que talvez eu possa ter esquecido de pôr na mala. “Já sei” corri para a gaveta e peguei meu ipod sentei na cama peguei meu not e passei todas as músicas que eu gostava pro ipod, peguei minha câmera e um pen drive pois para onde eu iria não poderia levar celular nem notebook “saco” pensei na hora, peguei também outra mala menor e escolhi alguns livros para levar, uns que eu já havia lido e uns que nem desembrulhar eu desembrulhei.
Desci as escadas da minha casa e fui para o carro prata que me esperava, minha mãe já estava no volante, coloquei minhas malas no porta malas e deixei um espaço pois iriamos passar na casa de minha sobrinha para leva-la também, entrei no banco do passageiro e fomos para casa de minha irmã, minha sobrinha coloca as malas dela junto com as minha e eu e ela agora vamos no banco de trás com minha irmã no banco do passageiro, passei na casa de Fernanda e minha mãe buzina, ela também iria junto com sua irmã Franci em outro carro (um carro azul) ela sai com as malas entram no carro e nos seguem, demos mais uma parada na casa de Gleice pois ela também iria em outro carro que era vermelho e ela nos segue e por fim passamos na casa de Gabriela e ela nos segue em uma carro verde musgo.
Enquanto estávamos na estrada peguei meu ipod e pus pra tocar e cai justamente na música “The Call”, “pronto é agora que eu choro” pensei comigo, virei para a janela e fiquei observando a paisagem e lembrando daquele dia horrível onde descobrimos que tudo que aconteceu em Nárnia era um sonho, mais o que não me saia da cabeça era: Como nos 4 tivemos o mesmo sonho?? Igualzinho?? Bom, isso eu não sei, mais que é estranho é. Pensava também no novo lugar onde iriamos ficar, estávamos indo para um novo internato que abriu na cidade, Internato “Sant’ Lucida” alias internato que ficava bem no final da cidade e era bem deserto. Lá iriamos fazer aulas normais de escola e mais atividades extras, dormiríamos e nos fins de semana voltaríamos para casa ver nosso pais e na segunda de manhã voltar para o internato. Bom eu não gostei da ideia queria ficar com minha família mais quase todos os adolescentes da cidade estavam indo para lá e o diretor tinha uma boa fama. Voltei a lembrar de Pedro será que o veria novamente? Será que tudo foi mesmo um sonho? Será que se não foi sonho irei voltar ao meu posto de rainha de Nárnia? Adormeci pensando nisso.
Narrador
Numa noite fria em Nárnia Pedro se remexia em sua cama sofrendo com um sonho, o sonho da pior noite da sua vida até então. Flashes da noite passavam por seu sonho. O grito da pessoas. O grito de Raihany ao cair naquela fenda. Ao cair das quatro rainhas tudo se sessando e a fenda se fechando e Pedro caindo sob seus joelhos com um grito que ribombou por todo reino. Um Grito sofrido cheio de dor. Um " VOLTA" de partir o coração de qualquer um. Ao seu lado Eddie e Caspian acordam com seus gemidos de "volta" "não me deixe" " porque se foi?". Já havia se pesado várias noites em que Pedro tinha os mesmos sonhos e seu irmão estava em pedaços por velo assim. Sentado na cama Eddie se entreolha com Cas e vai a beirada da cama de seu irmão ao chegar uma lagrima escorre de seu olho direito, seu irmão estava em cacos assim como Eddie por sua namorada Gleice. Sentou-se sobe a cama e olhou seu irmão que ali estava agarrado o cobertor com uma expressam de dor, rugas eram vistas em sua testa, a camisa toda molhada de suor assim como seu cabelo grudado a sua face. Pálido e com os lábios roxos ele se remexia dizendo palavras sem nexo. Havia 4 dias em que Pedro não se alimentava direito. Aliás nenhum deles. Edmundo tocou o ombro de seu irmão a qual nem se importou pois o sonho ainda o importunava. Então Eddie passou a mão pela testa suada de seu irmão retirando o suor e o chamou:
—Pedro meu irmão. Acorde.
Pedro levou um susto daqueles mais logo Eddie abraçou sua cabeça dizendo que tudo iria ficar bem.
—eu não aguento mais meu irmão — dizia Pedro — isso está acabando comigo. Com todos nos. — Pedro olha pra seu irmão que também chorava abatido e para Cas que chorava em silencio.
—Tudo ira ficar bem garotos. — disse Cas — Aslam dará um jeito. Agora precisamos dormir. Estamos exaustos. Deitem e descansem — Cas tentava consolar. Então assim todos o fez. Pedro logo dormiu de exaustão Cas também mais Eddie ficou ali a chorar baixinho por sua amada.
Na manhã seguinte em Nárnia....
Susana e Lúcia tentavam convencer seus irmãos, Cas e Eustáquio a irem fazer um pique nique no meio da floresta. Nenhum deles queriam ir, estavam tristes, mais ao olhar aqueles olhinhos verdes de Lúcia Pedro e Eddie se convenceram a ir por ela que estava muito triste também. Caspian não queria mais sair da biblioteca lá ele dizia que podia passar o tempo sem lembrar da dor de perder Fernanda e o único que entendia seus sentimentos era o Pégaso Ash. Às vezes Caspian passava as tardes com ele conversando e lembrando como Fernanda era mandona e chata, mais a mando chata mais linda do mundo e que eles amavam. Então por fim ele decidiu não ir e ficar com seu mais novo fiel companheiro.
—----Na floresta-----
Sobe o quase cair da tarde lá iam os irmãos Pevensie e seu primo, Eustáquio. Lúcia levava alegremente uma cesta com doces ao lado de Eddie que segurava sua mão. Pedro ia com as mãos no bolso de cabeça baixa com a irmã Susana ao lado levando mais uma cesta e uma toalha xadrez azul. Eustáquio ia logo atrás deles chutando algumas pedras que havia sobe seu caminho há pensar em Gabriela. O silencio pairava no ar, eles já estavam quase no meio da floresta e Susana começou a puxar assunto com seu irmão, tocou o ombro do loiro e lhe disse:
—Pedro meu irmão. Não fique assim. Ira ficar tudo bem. Você tem que se animar e comer mais, olha como esta pálido e magro. Não só você mais Eddie também. — ela diz e olha pra seu irmão que estava mais a frente com Lúcia a tentar brincar com ele.
—Sei disso minha irmã. — disse o loiro ainda encarando o chão. — Mais ainda assim não consigo me convencer. Será que elas estão vivas em algum lugar pelo menos? — disse ele levantando a cabeça a olhar para sua irmã com os olhos vermelhos.
—Certamente que estão. Vai ver o tempo delas acabou por aqui e ela voltaram para seu mundo. Quem sabe um dia elas voltem. — disse ela encolhendo os ombros.
—Talvez.... Mais tenh.... — Pedro ia dizer algo mais o grito agudo de Lúcia o assustou. Parada estava a ruiva a olhar para uma figura negra que passou correndo entre as árvores. Pedro sacou sua espada assim como Eddie:
— Vamos pega-lo, pode ser um forasteiro ou ladrão... — disse Pedro indo em direção a onde a figura havia ido, sendo seguido por seu irmão, primo e irmãs logo atrás.
Correndo pela floresta com a espada em punho, iam eles atrás da criatura. Quando de repente a criatura entra em um lugar muito apertado e cheio de folhas, os Pevensie vão correndo atrás com Pedro cortando os arbustos a frente que pareciam os puxar e agarra-los. Logo eles veem uma luz lá no final e se esgueirando por meio das folhas vão em direção a ela. Quando finalmente se livram das folhas eles já não estavam em uma floresta e sim na beira de uma estrada com um matagal atrás de si. Do outro lado da estrada duas casas pobres, com várias roupas estendidas e uma senhora na janela de uma das casas sorrindo. Ao olharem para si próprio os Pevensies estavam aos trapos, com as roupas rasgadas e as espadas não estavam mais em suas mãos. Sem pensar duas vezes eles atravessado a estrada indo em direção as casas que do outro lado estavam.
—Olá? Poderia nos dizer onde estamos? – Disse Susana.
—Ahhh mais cês demoraram hem? – disse a senhora com um sorriso amarelo com apenas dois dentes em sua boca, com um vestido estampado, enrugada e com um lenço verde amarrando em seus cabelos brancos. – Ahh meus fios... cês tão em Minas... Cês não sabiam não? – disse a velha com um sotaque roceiro.
—M-minas? Onde fica isso? – Disse lúcia que por incrível que parece entender a língua portuguesa e aquele sotaque e a fala-lo assim como todos eles. Talvez magia? Não sei.
—É o cabelo de foguinho. Descurpa mais cê éh muito forfa garota. – disse a velha abrindo seu sorriso amarelo. – Entren crianças. Vamo... querem um cafezinho? – disse ela saindo pela porta e os chamando com a mão. Os Pevensie mesmo sabendo que não se pode entrar em uma casa desconhecida, entraram.
Ao entrarem na casa o cheiro de mofo queimou os pelos de suas narinas. A casa era pequena e tinha móveis velhos mais parecia ser confortável.
—Sentem ai os crianças. – disse a senhora.
—Desculpe senhora mais como minha irmã perguntou, onde estamos? Sei que é Minas, mais o que é Minas? – disse Susana com o cenho em rugas.
—Ôia pelo que eu esturdei quando erra pirralhinha é um estado do Brasil fia.
—Brasil? – Indagou Pedro assustado, pois era do brasil que as rainhas antigas tinham vindo.
—É meu fio. Cê éh surdo? – disse a velha. Ela parou e começou a olha-los de cima em baixo. – Cês tão nos trapo neh? – ela colocou a mão na cintura e os Pevensie ficaram envergonhados. – Ôia... eu tinha uns fios que morreram num acidente nessa estrada aqui. – disse ela apontando pela janela e o ar de tristeza veio em seu rosto. – Mais enfim... Eu ainda tenho as roupas deles. Cês treis... – disse ela apontando para Pedro, eddie e Eustáquio. — ... Eram iguarzinho a eles. Cês quê umas roupinhas?
—Obrigado mais... – Começou Eddie mais ela interrompeu.
—Não prisisa ficar nervoso não meu fio. – disse a senhora que parece ter adivinhado que ele estava mesmo nervoso.
—Ôia vem cá... ficam ali no quarto que eu vou arrumar umas trouxinhas pro cêis. Agora rorpa de minina eu não tenho. Mais minha irmã tem duas filhas que tem o mermo tamanho delas e deve dar umas rourpinhas pra elas. Pêra um pouco... – disse a senhora indo para a janela:
—ÔÔÔÔÔ Jurema. – disse em direção a outra casa. – JUREMAAA! Ô mula véia aparece ai fia. – Logo uma senhora mais gordinha apareceu na porta com uma tigela nas mãos aparentemente amassando um bolo.
—Que foi Julesca. – disse a senhora rabugenta.
—Ôia tem duas mininas aqui que tão precisando de umas roupas. Será que você não pode fazer uma trouxinha pra elas com algumas das roupas de Juliane e da Camile? – disse a senhora magra. Os Pevensie apenas se entreolhavam confusos.
—Ara mais craro... vem cá meninas entren vou arrumar umas coisinhas pro cês. – Pedro olhou para elas preocupado mais disse com o olhar para Susana “Vá. Sempre é bom ajuda”, como os dois eram muito ligados ela rapidamente entendeu e seguiram a senhora gordinha. Logo que elas saíram. A senhora magra virou e lhes disse:
—Vem cá meus fios... Vou arrumar umas roupas pro cês... – a mulher pegou três mochilas abriu um baú que ficava no pé da sua cama e tirou três calcas jeans em tons diferentes e uma camisa vermelha, uma azul e uma verde, três par de tênis e de meias, sabe-se lá como a senhora sabia as medidas de cada garoto, entregou-lhe a eles e começou a encher as mochilas com outras roupas.
Com as mochilas já cheias e os garotos já trocados pois ela havia ficado na sala para dar liberdade a eles ela lhes disse.
—Espero que ocês fiquem bem... Há alguns km daqui abriu um novo internato, talvez eles acolham vocês lá, se bem que eu ouvi dizer que ele é pagado mais cês tenta vai que dá certo?! – disse ela ainda com seu tom roceiro.
—Obrigado. Muito obrigado mesmo. – disse Eustáquio. Os três meninos se viraram indo em direção a porta ao saírem se deparam com as garotas saindo da outra casa cada uma com uma mochila nas costas. Susana saiu na frente puxando seus shorts EXTREMAMENTE curtos. Pedro e Eddie ficaram com ciúmes da irmã. Mais deixaram porque enfim era uma roupa doada então não podia desdenhar. Lucia saiu logo atrás com um vestido rosa fofo.
—Obrigada Jurema. Você é um amor. – Disse lúcia beijando a bochecha de Jurema.
—Agora andem meus fios. A estrada é longa até o internato. – disse a senhora – E o sor tá quente. Vão queimar os miolos assim.
—Obrigada mais uma vez Jurema. – Disse Susana.
Pedro então agradece mais uma vez Julesca e jurema e seguem em diante rumo ao internato. Alguns metros adiante lúcia ousou olhar para traz pois havia gostado muito de Jurema e queria dar o último “Thau”. Mais ao se virar viu apenas duas mulheres lindas com asas que deram “Thau” para ela e logo voaram para o céu e as casas que antes ali estavam viraram um pó dourado.
—PEDRO!!! – a ruiva gritou para seu irmão e todos olharam para traz e se assustaram.
—Elas sumiram? – disse os outros ao mesmo tempo.
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