De Repente em Nárnia 2º Temporada
2 Um Recomeço
Notas iniciais
(Narrador)
—Por Aslam!!! – Admirou-se Pedro ao ver as duas senhoras voarem pelo céu azul da tal “Minas”.
—Acho que ainda estamos em Nárnia, Pedro. Não sei, esse lugar deve ser alguma parte inexplorada do “guarda-roupa”.— Indagou sua irmã Susana.
—Acho melhor fazer o que elas disseram pra fazer. Ou seja, ir para esse tal de internato. – Disse eddie indo em direção ao que as velhas senhoras lhe disseram.
—O que é aquilo? Será que é fogo? – Disse lúcia ao perceber algo vermelho vindo na direção deles.
—Parece uma carruagem sem cavalos. Ou uma versão atualizada dos carros da Inglaterra. – Indagou Eddie.
Iris on
—Aiii mãe a gente já chegou? – Perguntei cansada para minha mãe que estava no banco do passageiro com minha avó. Olhei para o lado e parece que Rany tinha pegado no sono. Seeempre assim, não pode escutar música que já cai logo dormindo. – Olha ai a Rany já dormiu de tanto que esse lugar é longe.
—Oh íris? Quer ficar quieta e colocar o cinto?
—Ainnnn tá bom... – disse me levantando do colo da Rany onde estava deitada e com os pês na janela e coloquei o cinto. – Mãe? Quem são aquelas pessoas ali? – Disse apontando para umas pessoas no meio do nada.
—Eu não sei... parecem perdidos. Mãe para o carro perto deles. As vezes precisam de alguma informação. – Disse minha mãe para minha avó. Logo ela encostou o carro perto dos garotos.
—O-olá. – Disse um garoto loiro.
—Precisam de alguma coisa crianças? – Perguntou a minha vó.
—Só queríamos saber se ainda está muito longe do internato novo. – Disse um outro menino moreno.
—Olha ele fica a 1km estamos quase chegando, se tivéssemos lugar no carro para vocês quatro eu daria carona pra vocês.
Enquanto minha mãe e minha avó falava com as pessoas eu fui observando como aqueles garotos eram lindos e é claro tinha que comentar isso com a Rany. Cheguei em seu ouvido e sussurrei.
—Rany olha que meninos lindos, acorda. – E ela nem se mexeu tirei seus fones e falei de novo mais ela não escutou novamente.
—Então está bem. Lá nos encontraremos. Não deve ser tão longe. – Disse o menino loiro. E minha avó começou a dar partida no carro e eu desesperada para a Rany ver os meninos quitei:
—RAIHANY ACORDA...— a chacoalhando. E ela acordou assustada e também pude notar a expressão de susto no garoto loiro mais minha avó já tinha dado partida no caro e eu olhei para trás mais não dava pra ver mais eles.
—POR ASLAM! PORQUE VOCÊ ME DEU ESSE SUSTO GAROTA? — Disse Rany brava.
—Ainnn eu só queria te mostrar os garotos lindos que estavam pedindo carona. E o que é “por Aslam”??
—Ahh e eu lá quero saber de algum menino? Só tem um que me interessa e está impossível pra mim.
—O que? Como?
—Nada. E “por Aslam” é uma expressão que... bom eu usava mais... ahhh deixa pra lá.
Narrador
Pedro ao ouvir o nome de Raihany se assustou e até chegou a comentar com os irmãos e com Eustáquio mais eles acharam que Raihany é um nome muito comum então deixaram pra lá e seguiram para o internato.
Com o bater das malas no chão Raihany teve a certeza que não teria mais volta e que teria que encarar aquele internato. Olhou de relance para ele e até que era bonito, um jardim em frente, alto, várias janelas e uma porta de entrada enorme. Vários alunos já estavam entrando e na porta estava uma moça bem afeiçoada anotando os nomes de todos. Rany respirou fundo, despediu-se de sua mãe e sua irmã e prometeu cuidar de sua sobrinha Iris. Fernanda também se despediu de seus pais e prometeu cuidar de Fran sua irmã. Gleice e Gabriela simplesmente se despediram de seus pais pois seus irmãos já eram maiores de idade e já tinham acabado a escola. As quatro amigas se reuniram num canto depois da partida dos carros e se abraçaram desejando que ali fosse um bom recomeço e que tudo que ouve em Nárnia não houvesse sido um sonho. Fran e Iris acreditavam em Nárnia tanto quanto as rainhas e sabiam da história então não tinha o porquê de manter segredos com elas. Na porta do internato todas deram as mãos e respiraram fundo, seguiram em frente e deram seus nomes e entraram. Gabriela ao entrar sentiu seu estômago embrulhar, viu tudo girar e quando voltou em si já não sabia mais onde estaca e quem eram aquelas pessoas.
—Gabi? Tá tudo bem? — diz Gleice confusa.
—Quem é você? Quem são vocês? Que lugar é esse? Preciso ligar para minha mãe.
E então saiu correndo para fora do internato com o telefone na mão e em minutos sua mãe estava lhe buscando. Ninguém entendeu nada mais tbm não tinha muito o que discutir...
Quando entraram tinham pegado os papeis com o número dos quartos e os horários das aulas. Por sorte ou destino, todas saíram na mesma sala, neste mesmo papel estava escrito que todos conheceriam o diretor as 14:30hr e nesse meio tempo tinham o tempo de arrumar suas coisas em seus quartos. As garotas assim o fizeram e logo estava tudo ponto então tiveram tempo para descansar.
Do outro lado da rua os Pevensie chegavam exaustos para a entrada para o internato. Atravessaram a rua e chegaram em frente a moça que estava anotando os nomes. Ela os olhou de cabo a rabo, olhou a lista e não achou os nomes dos Pevensies... "Sinto muito garotos mais vocês não estão inscritos aqui! Tem certeza que fizeram a inscrição?" Disse ela abaixando os óculos e encarando Eddie " S-sim moça" então a moça olhou novamente e os nomes estavam lá. Ela tirou os óculos, limpou em sua camisa e ou colocou de novo, "Me perdoe crianças, vocês estão aqui sim. Aqui está o quarto e os horários das aulas de vocês. Sinto informar mais vocês não ficaram todos juntos, as meninas vão ficar na ala nas meninas." Disse cruzando os dedos. "Sem problemas!" Disse Lúcia pegando os papeis. "Ahh, as 14:30 o diretor falara com todos no pátio central. Até lá vocês arrumam suas coisas nos quartos" disse ela novamente. Lucia balançou a cabeça positivamente e todos adentraram o internato e logo em seguida recebendo um calafrio na espinha.
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