Dc

5 Capitulo 5


Notas iniciais
Obrigada pelos comentários de todos *-* Fico muito feliz de saber que estão gostando, e espero que gostem também desse capitulo :3

–T-tocar você?

–Deixa para lá.. — falou envergonhado, com o rosto virado para a parede.

–Não! (Droga DC! Por que tu me pergunta algo assim?)
– Eu não VOU deixar para lá! — Falei o fuzilando. – Eu vou fazer!

(Ele tava de sacanagem comigo me deixando tão constrangida!! Poxa, eu mesma já tinha pensado em fazer isso, mas quando ele falou fiquei com tanta vergonha que mal respirei.)

–Ok — respondeu o DC baixinho

Continuei parada, mesmo falando que ia fazer não tomei nenhuma atitude.
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Droga, estúpido! Estúpido! É a primeira vez dela e eu peço algo assim? Sei que sou o Do Contra, mas não precisava exagerar! Tanso!
Olhei para ela, tão linda! Aquele corpo perfeito e ela tava ali, se entregando para mim e eu dou uma mancada dessas!

–Mônica, — ela continuava parada, parecendo muito envergonhada. – Deixa para lá. –Fui em direção a ela, com intenção de lhe beijar, mas ela começou a murmurar.

–E-eu não sei como fazer – me olhou com uma expressão tão louca que eu a principio não soube como agir! Dava para sentir de longe que ela queria me tocar, e a vergonha dela é por que ela nunca tinha feito! Sorri de forma pervertida.

–Isso não vai ser problema, tenho muito tempo para te ensinar. –Passei a língua pelos meus lábios, de forma provocante. Olhei para a calça dela. –Tira a roupa.

–Oh, você mandando em mim? Que inusitado. Hehe (Foi impressão ou ela gostou disso?)

A Mônica começou a tirar o sapato (ela ainda estava com ele?) e me olhou de forma sensual, cobrindo seus peitos com os seus joelhos – Você vai continuar vestido?

Fiquei meio sem graça e comecei a tirar a minha calça, de costas para ela.

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(O que deu nele para mandar em mim? Mas é até bem excitante o ouvir falando assim.) Mordi os lábios inferiores.

Tirei os sapatos e as meias.

(Eu vou mesmo toca-lo? Será que eu sei fazer Isso?)

Tirei a calça até o joelho e olhei para ele. – O que? – sussurrei para mim mesma.
Tirei rapidamente o resto da calça e fui até ele, coloquei os dedos lentamente nas costas dele – Que linda!



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Tava terminando de tirar a calça quando senti o toque da Mônica em minhas costas, ou melhor... Na minha tatuagem.

–Que linda! –ela disse.

Senti seus dedos seguindo o desenho, tocando de leve como o toque de uma pena e isso me deixou arrepiado. Ela continuou, e onde os traços afinavam ela passava a unha, me deixando louco.
Até que ela deu um beijo no meu pescoço e passou seus braços por ele, fazendo pressão com seus peitos em mim.

– Eu quero continuar... –mordeu a minha orelha.

Não aguentei, me virei e a joguei na cama. Olhei para ela por um segundo antes de falar.

–Eu te amo.

Ela abriu um sorriso tão lindo que tudo na minha vida valeu a pena.

–Eu também te amo.

Nos beijamos, um beijo que confundiu todos os meus sentidos! Tinha que me concentrar em lembrar que respirar era necessário, e de vez em quando parar nossos beijos ou isso nos mataria.
Passei a mão pelo corpo dela, ela era tão delicada. Mesmo sempre se fazendo de forte tocar o seu corpo me fazia ter certeza de como ela era frágil.

Minha mão que estava a sua cintura começou a procurar por algo com mais carne onde pudesse se segurar (como podiam dizer que ela era “gordinha”?) e foi até a sua bunda, a pegando com força e trazendo o corpo dela mais próximo ao meu, nunca perto o suficiente.

Ela começou a se mexer novamente me deixando desnorteado. Senti que não tinha mais força para ficar me segurando por cima dela e fiquei até com medo de meu braço falhar e eu a machucar. Mas ela não parava, tocava sua cocha no meu pênis e me olhava com aquela cara de pervertida que eu só fui conhecer hoje. Desisti e me deitei ao lado dela, ela me olhou com uma cara safada de quem estava aprontando. Eu não fiquei com medo, pois qualquer coisa que a Mônica apronta-se seria bom.

Ela botou a mão no meu peito e me beijou. Enquanto me beijava a mão começou a descer, descer, descer até que chegou à minha cueca, enfim parou e foi colocando os dedos, um por um, debaixo do elástico a fim de continuar seu trajeto.
Eu já tava excitado só de imaginar o seu toque, mas quando realmente aconteceu não consegui me segurar. Meu corpo se estremeceu todo e eu não consegui mais comanda-lo!
Ela finalmente o segurou e eu dei um gemido. Seus lábios destocaram os meus para formarem um sorriso provocante (nunca tinha visto um desses, mas já estava sendo o meu preferido).
Continuou segurando firme, um dos dedos começou a sentir o tecido como se buscasse entender melhor aquilo. Ela então saiu do meu lado, sem destocar meu pau e sentou sobre as minhas pernas.

Com a outra mão desceu o que me sobrava de roupa, visualizando-me totalmente nu. Ela o olhou e ficou com vergonha, a mão dela que já estava segurando firme me segurou com mais força e eu me contorci na cama, com muito prazer e um pouquinho de dor também, ela viu o efeito e quis testar um pouco mais. Começou a deslizar sua mão para baixo e para cima e eu me segurei na coberta da cama. Ela me olhou e eu senti que quase me perguntou “O que eu faço?”.

–Mais rápido...

Ela atendeu o meu pedido e fez mais rápido, o ritmo aumentava constantemente e eu nem conseguia mais respirar direito, e fiz uns barulhos estranhos.

–Mô...

Ela não me ouviu

Tentei falar mais alto: -Mô....

Ela me olhou, não parando o que estava fazendo.

–Se você não parar, eu não vou conseguir me segurar.

–Eu não quero que você se segure.

–Mas eu não quero terminar aqui!

Levantei dali com as ultimas forças que tinha e fui atrás da droga de uma camisinha, eu tinha uma na gaveta para se precisasse, e fui atrás dela.
Voltei com a camisinha na mão, e a Mônica me olhava com atenção. Fiquei até com vergonha de colocar na frente dela, mas tenho certeza que ela devia estar muito mais nervosa!

Terminei e fui até ela, que no momento tinha um olhar diferente. Coloquei a mão no seu rosto tirando o cabelo que estava grudando por causa do suor e perguntei:

–Você está com medo?

Ela me olhou com os olhos já me respondendo, antes mesmo dela poder falar.

–Sabe, se você não estiver pronta para iss...

– Eu estou pronta! Só um pouco nervosa... –E lá voltou aquele sorriso lindo, só dela.

A dei um celinho, coloquei ela na cama e abri as suas pernas.
Segurei sua mão e fui colocando bem devagar, ela fez uma cara de dor e eu fiquei preocupado por um momento. Mas continuei, usando todo meu alto controle para ir devagar.

Eu finalmente estava dentro dela, nem conseguia acreditar. Agora sim estávamos próximos o suficiente, fiquei por um momento apenas parado, segurando a mão dela e deixando acontecer aquele momento único.

Afastei-me um pouco, bem devagar, voltei e continuei em um ritmo. O rosto da Mônica que demonstrava dor no principio foi mudando para um profundo prazer, e isso me deixou confiante para continuar. Ela me olhava com muito tesão, e não só eu me mexia agora,ela também buscava encontrar-me.

Estávamos arfando, mal respirávamos, cada vês mais excitados. Um buscando o outro.
Em um momento senti que não conseguiria me segurar, mas fiz um esforço. Queria que ela gozasse. Não valeria a pena se fosse bom apenas para mim.
Fui com mais força, ela gemeu, arqueou as suas costas e gritou. Pensei em tentar abafar o seu grito, mas meu corpo foi repleto de uma sensação que nunca experimentei, foi um prazer que sobrecarregou todos os meus sentidos e espalhou tremores por todo o meu corpo, assim nós dois gozamos.
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Notas finais
Bem... Geralmente eu mostraria a primeira vez da Mônica na visão da Mônica, mas como ela arranjou um namorado um tanto complicado (que se ela não quiser, eu quero *¬*) achei legal mostrar por outro angulo. O que acharam?