Dc
4 Capitulo 4
Notas iniciais
– Alguém em casa? -Truum, barulho de porta abrindo. (Como é estranho entrar na casa dos outros assim), penso enquanto olho p um lado e p o outro.
–Estou entrando...
–Acho q o DC estava falando sério quando disse que não tinha ninguém aqui — sussurrei, pois as vezes não conseguia ter certeza de quando ele falava as coisas pra valer ou apenas para contrariar.
Entrei na sala que não era muito diferente da minha, um lugar elegante sem muito luxo o que me fazia sentir acolhida de uma forma gostosa.
Passei pelo sofá, tocando nele para sentir o tecido, mas depois de um segundo lembrei da história da Magali e corei.
–Eles não se contiveram mesmo hehe
Sentei no sofá
–Será que comigo também vai ser assim?
(Eu sei que devia me deixar aproveitar, mas fico tão nervosa... — põe a mão rosto.
Com o Cebola mal rolava beijo, e com o DC... fala sério, era difícil ficar só com beijos)
– Ai Deus, tão difícil! — Me jogo no sofá.
– O que é difícil Mô? – De repente aparece um lindo garoto de toalha, o abdômen amostra...
Antes eu nem reparava nisso, mas depois do que a Magali tinha me contado eu não conseguia não reparar!
Demorei um pouco para reconhecer quem era, provavelmente porque demorei um pouco para olhar o rosto dele.
–Nimbus?!? O Que você faz aqui?
Sorrisinho irônico nos lábios
–Eu moro aqui. –respondeu, me olhando de forma maliciosa como se percebesse onde meus olhos tinham focado até o momento — Agora, o que a senhorita faz aqui?
Fiquei muito constrangida, me segurando para não olhar p ele.
–O DC pediu para espera-lo aqui...
Ele se sentou do meu lado
–Hum, então quer dizer q vocês estão namorando mesmo? – abre um sorriso — Quando a Denise me falou fiquei meio em duvida... Afinal, ela às vezes aumenta um pouquinho às coisas.
–Por que?
–Por que o que? –me encarou sem entender.
–O DC não te contou que nós estamos namorando?
–Bem, -ele fez uma cara estranha- digamos que ele nunca fala sobre os sentimentos dele com o maninho aqui. Na verdade, só fiquei sabendo que ele gosta de você quando ele contou para você.
–Sério?!
–Sim, e fiquei sabendo que você o ama há umas horas atrás... –Olhei intrigada.
– Err?!? Como você sabe disso!?
Parecia que ele ia rir.
– Não duvide da Denise hehe -pega o celular em cima da mesa de centro, deixando visível sua costas de forma sensual me deixando muitoooo envergonhada.
– Ninbus, tem como você por alguma roupa? -Falei já n aguentando mais.
–Ah. — Ficou vermelho. — Foi mal, já tinha me esquecido... Feche os olhos.
Fechei
–Pode abrir.
E num passe de mágica ele já estava vestido
–Então, a Denise postou o fecebook uma foto, e uma descrição da cena. –virou o celular para que eu visse.
Depois de ler tudo, soltei minha raiva.
–Eu mato aquela guria!
– Hahaha mata nada, ela doida mas....
–Mas?!
–Ia dizer que ela era legal, mas tenho minhas dúvidas...
(((Magoei ç-ç : disse Denise)))
–Ela é sim, hahaha
Continuamos a conversar por uns 10 minutos, ele me explicou que estava atrasado para um encontro com a Ramona e me deu instruções de como chegar ao quarto do DC. Não quis dizer que já sabia como chegar lá para ele não pensar besteira, e fui espera-lo.
Sentei na cama, olhei tudo em volta e prometi a mim mesma que ia ficar quietinha no meu canto! Me segurei.... muito... muito mesmo... por uns 5 minutos e não me contive de curiosidade. Afinal, não é todo dia que você fica sozinha no quarto do seu namorado!
Fui para mais perto da parede dele, onde tinha vários pôsteres de bandas, ENORMES. Um mais estranho do que o outro, caras com cabelos enormes e bagunçados, cheio de piercing e tatuagens. Tá, confesso que tinha uns carinhas bonitinhos no meio, cheio de estilo e coisa assim, mas a maioria era estranha.
Parei num pôster, um cara com a cara pintada e sem “camisa”, cheio de tattos loucas, mas lindas! Uma flor meio estranha, que tinha um efeito louco que não sei explicar, mas que deixava com vontade de toca-la.
–Será que o DC tem algo assim? –falei baixinho, já imaginando como ele seria sem aquela camisa... (Eu não tenho ideia o que pode ter por baixo daquela camiseta. Ele já é tão gostoso com ela... como será sem?!), corada. (Aqueles braços, ele é realmente forte. As vezes ele me segura e eu fico realmente sem reação! Mesmo com toda essa minha força) –passa a língua pelos lábios- ( E aquelas pernas, QUE PERNAS! Nas raras vezes que eu o vi de bermuda pude analisar aquelas pernas!)
– eu quero toca-las, tocar todo o seu corpo! Ver seu corpo....
Truummm, a porta se abre.
–Ah, você já chegou?! – o Do Contra entrou no quarto, fechou a porta– Tás vendo os pôsteres? Bacanas néh? – e foi para o canto oposto guardar a mochila-
–Tira a camisa... –falei, olhando ainda para o pôster
Senti que ele parou e me encarou, mesmo estando de costas para ele:
–Tipo, assim do nada?
Eu o olhei com uma cara bem pervertida, resposta para todos os pensamentos que acabei deter. Ele pareceu gostar desse olhar e me respondeu com um sorriso malicioso, vindo na minha direção.
–Tira, por favor, a droga da camisa!
Ele sentou na minha frente.
–Não.
–E-err?! Como assim não?
–Eu não vou tirar. –pegou a minhas mãos e as colocou por baixo da camisa – Mas te dou permissão para tira-la. –Sorrisinho safado.
Eu fiquei parada, minha mão tocando a pele dele. Comecei a toca-la de verdade, procurando todo cantinho daqueles músculos que eu pudesse tocar. Mas, tá louco se isso era o suficiente!
Peguei a camisa, e com calma fui descobrindo aquele corpo, tirando-a lentamente, aproveitando o momento para tocar e olhar aquele abdômen, aquele tórax, aqueles ombros, aqueles braços... Eu estava ficando muito excitada só de olha-lo.
–Então, tenho permissão para tirar a sua?, disse o DC.
–Ok-k... –Lambi novamente meus lábios.
Ele sorriu, e aquilo me deu a certeza que ele não ia tirar a minha camisa.
O DC colocou a mão por baixo da minha blusa, e eu comecei a me sentir mais estranha do que eu já estava me sentindo.
Arrepiava todo lugar onde a mão dele passava! E a mão dele continuava a subir, chegando até o meu sutiã.
Ele me olhou com aquela cara safada.
–Posso?! –Eu morri de vergonha, (ele tinha que perguntar?) Por impulso, respondi que não com a cabeça. Mas, parece que foi o estimulo certo para que ele continua-se!
Foi a primeira vez que alguém tocou no meu peito, eu não sabia como ele era sensível até o momento. Mal ele chegou a tocar e eu já me estremeci toda. A mão dele foi até o bico do meu seio direito, tocou levemente fazendo movimento em círculos.
–Dc....
Ele colocou a mão que sobrava nos meus cabelos, me puxando para mais perto e lambeu o meu pescoço. Começou a dar vários beijinhos onde tinha lambido, sua mão no meu peito começou a segurar com força, e eu percebi como meu peito estava excitado! As pontas bem durinhas.
Ele mordeu minha orelha e eu soltei um gemido: — Arr-r
Ele me beijou logo em seguida, um beijo profundo que quase tirou todo o meu ar. Eu o puxei mais para perto, ou fui mais para perto, não sei. Só sei que estava com as pernas em volta dele. Senti algo duro perto do meu ventre, mas não consegui pensar muito sobre isso, pois ele me beijou de forma mais excitante ainda (mesmo eu achando impossível).
Ele começou a tirar a camiseta lentamente, (tu acha que eu aguento mais alguma coisa lentamente aqui?!) mas eu o ajudei e tirei minha camiseta em dois segundos.
Ele colocou a mão na travinha do meu sutiã, e eu ia ajuda-lo quando:
–Não se atreva! –Olhei meio assustada – Você não tem ideia do quanto eu espero por isso...
Ele falou sério, obstinado. E eu não me meti.
Ele tirou o meu sutiã e olhou para os meus peitos, admirando.
–Agora sim, disse antes de abocanhar o esquerdo. –Ahhh!, gritei e ele tampou a minha boca com a mão.
Eu tava tão excitada que tava perdendo minhas forças, me deixando levar totalmente por ele.
O DC me lambia, chupava, mordiscava e eu sentia lá embaixo ele pedindo por mais, e sem perceber comecei a responder movendo meu corpo devagar, para frente e para trás. Sentindo o seu corpo mesmo com as nossas calças Jeans no meio. Eu continuei, buscando e encontrando seu pênis cada vez mais rígido. Eu não conseguia mais parar, já estava fora do meu controle.
O Do Contra largou o meu peito, o que foi um choque para mim, eu não queria que ele largasse.
Ele estava com uma cara de desejo que até então eu não tinha visto!
–M-mônica – ele sussurrou, e eu vi como estava difícil para ele respirar. Percebi que o que eu estava fazendo estava deixando ele muito excitado e continuei, acelerando o ritmo.
–Mô – ele falou, colocando a mão na minha calça. – Eu quero você!
–Eu também te quero – Coloquei a mão na calça dele, e ele se retorceu todo. – Te quero muito...
Abri o zíper dele enquanto ele abria o meu (Merda! por que vim de calça? só atrapalha!!) desci um pouco a calça dele, com dificuldade, mas minha força voltou nessa hora e toquei novamente no pênis dele (e dessa vez por querer), queria ver a cara que ele fazia ao meu toque e fiquei impressionada! Ele tinha que parar o resto e se focar apenas naquela sensação, eu queria mais... Queria ver ele perdendo totalmente a compostura, para que quando eu falasse “faz isso, tira isso,” ele me levasse a sério e o fizesse.
–M-mô... –eu olhei para ele, mas ele desviou o olhar. –Me toca? – Falou envergonhado.
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