Daughter Of Water And Ice
8 Triste
Notas iniciais
Este capítulo é totalmente dedicado a ela.
Beijos e boa leitura!
Os gritos daquele lugar estava deixando o cérebro de Mei chacoalhar dentro de sua cabeça. Gray começou a discutir com Natsu devido ao pedido de Chang sobre ela ir junto com ele para a missão de Classe S. Os amigos dele entraram um conflito que tenta apaziguar.
Vendo aquilo viu tantas emoções lhe emoldurarem o rosto. Ela sorria, uma coisa que não sabia, realmente, como aprender e fora tão fácil. Agora mais do que tudo ansiava por sentir suas bochechas doerem mais uma vez por essa sensação desconhecida que adentra o seu coração de forma tão brusca.
Juvia assistia a tudo aquilo com um sorriso nos lábios, também. Lembrou-se de que havia se esquecido algo em casa. Olhou para Mei e parou rapidamente. Aquele sorriso, era conhecido para ela, o cabelo que iniciava no topo da cabeça escuro e que caia e grandes mechas douradas, lembrou-lhe a parte escura alguém. Voltou sua atenção a Gray que conseguiu empurrar Natsu e agora um olhava para o outro mortalmente. Respirou fundo não crendo no que seus olhos viam. Olhou de uma para o outro e depois se distanciou.
Não aquilo nõ podia ser verdade – disse para si mesma. E bateu na cabeça se lembrando que a criança que descobriram ser seu filho pode não ser seu filho. O sorriso e cor do cabelo lembravam muito a ele, seu amado Gray-Sama. Balançou a cabeça tentando esquecer seus pensamentos, mas fora algo tão repentino que acabou pegando a menina a força e a tirando de lá. Mei nem notara a força que Juvia fazia, mas conseguia ouvir as risadas dela.
Gray viu a saída das duas, sabia elas que ele estava brigando com Natsu pelo fato de seu filho ser tão imprudente de se esquecer que não poderá levar Mei com ele por ela nem ao menos ter o símbolo da Guilda nela. E também pelo fato de algo que ele sente pela menina surgir tão fortemente dentro dele mesmo. Quando Chang apareceu pedindo para que ela lhe acompanhasse ele quis voar até o pescoço do garoto:
–Se você prestasse a atenção saberia que Chang gosta de Mei e só queira a companhia dela. — berrou Natsu deixando o filho vermelho.
–Mas isso não é desculpa para ele querer leva-la para algo perigoso. — berrou de volta.
–Oras picolé, estás se comportando como o p... — Natsu parou de falar com observou o que diria.
–Como o quê Natsu? — perguntou Gray com os punhos cerrados.
–Vai dizer que você e Juvia...
–Sim nos apegamos a ela algo contra?
–Não. Mas porquê? — perguntou o Dragneel saindo de sua posição de ataque.
–Porque ela faz a Juvia sorrir. — e a mim também, completou mentalmente.
–E quanto a você? — perguntou o mestre ao lado de Laxus que tinha o cenho franzido.
–Ela... Ela... Faz-me lembrar de Juvia em diversas coisas... Acho que essa garota nos pegou em um momento tão fraco que acabamos nos apegando rápido de mais nela.- respondeu saindo da guilda.
Enquanto caminhava pensava no quanto aquelas palavras lhe afetaram.
Em casa Juvia não parou de fazer perguntas estranhas a Mei. A menina achou estranho o comportamento da mulher, mas depois não parou de rir. Era tão mágico estar com ela, com ele também. Ela sentia algo muito forte estar crescendo dentro dela, por eles.
Mei sentiu seu coração se apertar dentro dela, mas de uma forma muito boa. Adorou aquela sensação. Podia sentir o sol brilhar mais um pouco, o céu ficar límpido, tudo ficou melhor e logo se esqueceu das dores de seu passado. E focou naquele momento único. Respondeu a Juvia sobre os seus pais, se eles ficavam em forma humana como um dragão que ela conhece. A menina olhou séria para a mulher chuva quando afirmou aquilo, mas sim seus pais ficavam na forma humana também.
–Como eles são? — perguntou Juvia com o rosto bem próximo de Mei e deixando-a corada.
–B-bem... Oceana tem os cabelos dourados e os olhos claros... Não lembro bem de Wintter... Mas tenho certeza que seus cabelos eram de um azul gelo. — respondeu devagar.
–Ah! — Juvia ficou um pouco surpresa e depois não parou de sorrir e de derramar lágrimas. Mas Mei sentiu dentro de si mesma que aquilo era por ela.
Gray chegou em casa após o anoitecer. Culpa de Natsu que ficou discutindo com ele enquanto Juvia e Mei saiam de fininho da guilda e iam para casa depois de um longo dia que a pequena teve com Lucy e Flare.
A sala estava escurecida quando chegou e não havia sons na casa. Encostou a porta atrás de si, e caminhou até a cozinha onde encontrou um prato de comida e um bilhete sobre este. “De Mei e Juvia” estava escrito e Gray sorriu ao perceber que não era a letra de Juvia.
Embora o prato parecesse estar muito bom, o dispensou ao ouvir um suave ronco vir de seu quarto. A porta estava entreaberta e quando se aproximou pode ver pela fresta que as duas dormiam. Tentou abri-la em silêncio, mas a porta rangeu nas dobradiças. Fez uma careta esperando não ter acordado as duas. Lembrar-se-ia de passar um óleo nelas mais tarde.
Observo-as dormir. Juvia abraçava-lhe a cintura, enquanto Mei tinha o rosto próximo dos seios da jovem. Dormiam o mais perto que podiam uma da outra, como se aquilo fosse o sinal de afeto. E era, pensou Gray. Os longos fios do cabelo mesclado de Mei estavam espalhados pela cama, e Gray não deixou de notar como a cor mais escura assemelhava-se ao seu.
Aliás, ele notara. O jeito como a garota andava era semelhante ao de Juvia. O modo meigo como se comportava era o mesmo estilo que o encantara tantos anos atrás em Juvia. O formato de seu rosto lembrava-lhe tanto Juvia que chega a ter vislumbres da esposa.
Gray balançou a cabeça negativamente afastando os pensamentos.
Não é ela, afirmou para si mesmo, mas sabia que seus pensamentos não tinham confiança nenhuma. Mei não podia ser sua filha... Sua filha morrera dezesseis anos atrás, muito longe da mãe ou do pai verdadeiro. Mal pudera ver o mundo, e já partira.
Caminhou até a cama não querendo pensar no assunto.
Afastou os fios de Mei, e os recolheu junto ao corpo frágil da menina, e acomodou-se ao seu lado dando-lhe um beijo na cabeça, como um pai faria com sua filha. Logo em seguida, alcançou o rosto de Juvia e deu-lhe um beijo nos lábios. Seus olhos tremeram e segundos depois ela correspondeu ao beijo do marido.
–Está atrasado...- murmurou um pouco sonolenta depois que Gray se afastou e deitou ao lado de Mei, passando um braço por sua cintura como Juvia.
–Estava na guilda, discutindo com Natsu- A maga d’água revirou os olhos e murmurou um “novidade” que fez Gray rir baixo. Juvia desviou os olhos dos de Gray e mirou Mei entre eles, dormindo serena.
–Tadinha... Lucy e Flare deixaram-na tão cansada...- Fez uma pausa enquanto deslizava dois dedos sobre as bochechas de Mei. Juvia olhou para Gray novamente.- Néh... Gray-sama... A Mei...-Gray a interrompeu.
–Juvia eu não acho...- Ele achava.
–Mas ela tem a mesma idade!- Protestou Juvia encarando as orbes negras de Gray- E o seu cabelo... exceto pelas mechas loiras, mas é o seu cabelo!- Juvia disse convicta. Gray concordou mentalmente lembrando-se de seu pensamento anterior.
–E o seu rosto...- escapou-lhe as palavras enquanto desvia o olhar brevemente. Quando tentou negar, viu os olhos de Juvia marejados e calou-se.
–Gray-sama... pode ser ela!
–Talvez... não temos certeza...- discordou embora quisesse que aquela pequena entre eles fosse realmente sua filha.
–Mas...- Uma lagrima escorreu do rosto de Juvia e pingou no rosto de Mei. Rapidamente Juvia a secou, antes que a menina acorda-se.
–Juvia...- começou Gray mas foi interrompido pelo som da chuva. Os pingos bateram no telhado e a casa antes silenciosa se encheu de sons repentinamente. Os dois observaram a janela e viram a chuva cair fraca.
–Mei...- disseram juntos enquanto olhavam na direção da pequena que tentava inutilmente secar suas lagrimas.
–desculpe...- murmurou fungando- é que... vocês falam sobre ela... e agora... é a primeira vez que...- A chuva intensificou quando novas lagrimas desceram pelo rosto da menina molhando o lençol da cama.- ... que sinto como se estivesse com meus pais...- Chorou novamente enquanto Juvia derramava sua próprias lagrimas ao ouvir o que a menina dissera. A abraçou forte, trazendo-a mais perto de si, e deu-lhe um beijo na testa.
–Mei...- disse Gray gentilmente retirando mechas soltas do cabelo de Mei de seu rosto.- Nós... – Juvia olhou-o com os olhos marejados e teve certeza do que iria dizer — queremos ser.
Mei fungou novamente enquanto assentia com a cabeça.
–sim... Otõsan... Okãsan... (Papai... Mamãe...)
Mei levantou com força da cama. Havia sido apenas um sonho. Que ela quis ser verdade. Talvez ela estivesse certa sobre isso, mas não podia ser verdade. Ela não podia dar aquele momento de felicidade ao casal sendo que teria que partir em breve e logo agora Changa a chama para poder fazer uma missão. O que ele quer tanto com ela?
Rolou na cama para sair dela, tocou o chão frio com os pés descalços e sentiu seu coração martelar em seu peito com força. Levantou-se e deixou que a barra de seu vestido de dormir deslizasse até seus tornozelos, assim como o seu cabelo de duas cores.
Olhou para a janela que tinha as corinas abertas e deixava a luz da lua inebriar seu corpo, fez a menina pensar que talvez algumas coisas eram sim parecidas com aqueles dois. Mas balançou a cabeça, não queria criar esperanças que no futuro podem machuca-la.
Voltou sua atenção para a porta e a atravessou e caminhou devagar até o quarto do casal. Abriu uma fresta e começou a ouvir os suspiros altos que vinham deles. Abriu a porta e ouviu o ranger dela. E mesmo assim entrou no quarto e ficou de frente para a cama deles. E ficou a observa-los. Uns estrondo ecoou atrás de si e se perguntou se era uma tempestade de raios. Outro estrondo e fez a menina recuar um pouco. Teve a ideia de entrar por debaixo das cobertas do casal e quando o fez sentiu ser abraçada por ambos os lados.
Gray a puxou pela cintura e Juvia fez de seu braço um travesseiro para ela. Mei se agarrou ao corpo esbelto de Juvia e se descobriu fazendo o mesmo que no sonho. Ouviu Juvia murmurar algum nome e Gray rosnar. Mas não deu bola. Mesmo com a tempestade de raios próxima, ela sentiu que estava protegida. Sentiu realmente a paternidade que nunca ouviu falar, balançar o seu pequeno coração.
Gray acordou com dores no corpo inteiro. Abriu os olhos e num salto saiu da cama e descobriu o motivo de suas dores. Mei e Juvia estavam espalhadas na cama com braços e pernas abertas. Olhou para si para ver se não fora injuriado durante a noite e também se não ficou nu. Pois a criança estava em sua cama. Olhou novamente e piscou diversas vezes, realmente ela estava na sua cama e com Juvia a abraçando. Parou de olhar aquilo com incredulidade e desenvolveu um olhar carinhoso. Aquela cena mexera tanto com ele que teve que limpar rapidamente uma lágrima que descia quando viu que Juvia abria os olhos e olhava para alguém que se agarrou a ela naquele instante.
–Mei-Chan. — falou baixinho não acreditando. Mas logo a sentiu se mexer e se apertar mais por entre os seus braços. Olhou para Gray que tinha um doce sorriso nos olhos. Juvia devolveu seu olhar para a menina que estava adormecida em seus braços e a apertou mais contra si. Deu-lhe um beijo em sua testa e voltou a dormir.
–Ela vai embora, Juvia. Não se esqueça disso. — disse-lhe Gray se virando de costas para elas.
–Mas isto não queira dizer, que Juvia pode aproveitar no presente. — respondeu ela e sorriu quando Mei a apertou mais forte. — Né Gray-Sama?
–Sim. Nós podemos ser felizes até o futuro novamente nos tirar algo que se tornou precioso.
***
Chang estava na porta da guilda com Seiji, Ryuu, Flare e, infelizmente, Akemi todos gritando com ele. Suspirou pesadamente enquanto olhava para cada um, suas vozes misturadas, deixando-o zonzo. Pôs as mãos nos olhos e contou até dez antes de gritar com todos fazendo-os ficarem calados e olharem sem entender.
–Vocês estão me deixando louco! — bradou.
–Ora se não tivesse nos deixado de lado talvez não estivessemos deixando louco. — disse Ryuu.
–E por que só chamaras Mei para ir com você? — perguntou Seiji
–Gente vamos com calma, Chang-Chan vai responder a nossas perguntas não é? — disse Flare.
–Quem é Mei? — perguntou com os olhos saindo faíscas, Akemi.
Lucy observava tudo aquilo com um certo sorriso nos lábios. Aquilo lhe lembrava de quando era Natsu e os outros. As aventuras que tiveram deixaram-na tão feliz e mais ainda por se tornar uma maga tão poderosa. Agradeceu ao destino por trazer o homem que amava e também ao filho que receberas. Alisou a barriga e agradeceu mais uma vez pela vida que irá dar.
Porém sentiu-se triste por lembrar da amiga que não podera ter este privilégio. Lembrou-se, também, das palavras que Gray falou na noite passada. Realmente aquela criança estava dando novos sorrisos para o casal. Entristeceu-se quando pensou o que eles fariam caso a menina fosse embora. Ah! Sim, Juvia havia contado a Lucy que Mei iria embora um dia. Pediu serenamente e secretamente que a menina ficasse para trazer aquela alegria ao casal que durante anos ficou com o rosto coberto pela tristeza.
–Mei-Chan! Você veio! — disse Flare e Lucy virou o rosto para ver a menina de cabelos mesclados socar uma mão na outra que estavam cobertas com luvas sem dedos pretas, uma blusa listrada azul com branco por baixo de uma outra blusa azul, uma calça jeans branca com quatro botões negros e coturnos pretas. O cabelo voou mostrando o seu comprimento enquanto mostrava um sorriso de satisfação ao grupo.
–Estou pronta. — disse ela.
–Mei-Chan está linda! — disse a menina de cabelos vermelhos.
–O-obrigada. — gaguejou vermelha. — Juvia me ajudou a escolher a roupa. Mas você também está bonita Flare-chan.
–Obrigada. — respondeu-lhe a menina. Flare usava um vestido rosa claro com detalhes em branco, um sapatinho de cor escura com branco, também.
–A minha Tenshi (anjo) fica linda de qualquer forma. — disse Ryuu. Mei analisou-o com suas roupas puxadas para a cor do metal e o cabelo bagunçado.
–Olhe a boca, rapaz! — gritou alguém de dentro da guilda. Ryuu olhou para trás com certo medo e riu envergonhado. Uma mulher de cabelos iguais a Flare lhe devolvia um olhar mortal enquanto Levi tentava acalma-la assim como Lucy.
–Acho que ela não vai gostar de você como genro. — disse Seiji com um pirulito na boca. O garoto usava um camiseta branca com um colete azul, uma calça jeans com botas pretas.
–Tenho certeza que seria melhor ter a mim como genro do que você! — berrou Ryuu contra Seiji que o olhou mortalmente.
–Do que você pensa que está falando cabeça de prego? — perguntou-lhe.
–Quer realmente saber? — disse-lhe com os punhos já fechados. Flare suspirou antes de chegar até eles e tentar separa-los.
Mei riu de canto com a briguinha deles. E se voltou para enxergar uma menininha de cabelos brancos presos, os olhos grandes e dourados pareciam fuzila-la, As roupas eram um blusa verde claro com um casaco verde escuro e com uma saia da mesma cor e sapatilhas pretas.
–Olá. — disse-lha amigavelmente à menina que não conhecia. — Sou Mei Draco.
–Você... — começou ela.
–Vamos Mei. Temos que iniciar esta missão logo. — cortou Chang.
–Chang-Chan... — Mei ia dizer algo, mas parou para observa-lo. A camiseta cor de vinho, as calças cinzas, o casaco preto longo, botas de amarrar pretas e o cachecol branco que ela nunca notara nele. O negro dos olhos dele pareciam chama-la para algo íntimo, mas dispersou aquela ideia. — V-vamos. — disse de uma vez dando as costas e caminhando para a primeira coisa que não faria sozinha.
***
Dentro do vagão do trem indo para Minstrel. Lá teriam que destruir de uma vez por todas a base de uma guilda escura, que Chang lhe explicou que eram guildas diferentes daquelas que ela conhece. Chang lhe contou o suficiente e do porque ela era crucial para aquela missão. O mestre da guilda era um mago de tipo gelo e como Mei era uma Dragon Slayer de água e gelo aquilo poderia lhe dar vantagem sobre o homem, já que ela pode devorar os ataques dele.
O que Mei achou fascinante foi saber que a guilda tinha apenas três componentes, mas dão uma dor de cabeça incrível ao Conselho Mágico. Primeiro era uma garota de cabelos dourados e de olhos verdes incrivelmente chamativos. Outro era um garoto que deveria ser mais novo que eles, mas pelo que Chang sabe, ele é bastante perigoso. E o último era o mestre um velho que parece gagá, mas na verdade é só uma máscara.
Quando o trem começou a andar, Mei percebeu no ar um cheiro conhecido. Logo ao seu lado um casal passou, mas estava totalmente envolto de malas e roupas que não a deixavam ver quem poderia ser, sentaram-se a alguns bancos a frente deles. Logo outro perfume adentrou as suas narinas e que parece que estava no banco atrás de si.
–Hey... Chang-San... Por que não chamou os outros? Eles poderiam ser de grande ajuda. — disse ela fazendo sinal de que havia algo errado.
–Já viu Seiji e Ryuu, não param de brigar. Flare... Não sei, ela ainda não despertou o seu poder.
–Poder?
–Ah! Sim. Flare tem o mesmo poder que o pai, ele foi um dos dez magos santos, tendo também a magia que fora considerada “divina”.
–Chang-San o que sabe sobre o pai de Flare-chan? — perguntou olhando para os bancos a sua frente, procurando pelo casal que passou a pouco por ela.
–O suficiente para saber que ele é bom.
–Que bom. — disse baixinho.
–Mas continuando. Se trouxesse eles iria ser um caos. E também teria eu que dividir a recompensa com eles também...
–Seu moleque pão duro! — gritou o homem que estava nos bancos da frente. Tirando o excesso de roupas, mostrou-se ser Ryuu.
–Cara você não presta para ser ator sabia?! — berrou Seiji no banco de trás de Mei.
–Calado cabeça de ovo!
–Vem me fazer calar, cabeça de prego! — Mei olhou para Chang e sorriu, o menino lhe devolveu o sorriso.
Flare que tirou também seu disfarce olhou pela janela e suspirou.
Estou aliviada. — disse a si mesma.
–Chang-San, como pode deixar a sua esposa na guilda e ainda sair com outra garota!? — perguntou a menina de cabelos brancos.
–O que esta pirralha está fazendo aqui?! — perguntou Ryuu.
–Vou te mostrar quem é a pirralha. — disse ela com os olhos faíscando e cerrando os punhos.
–Essa viagem vai ser longa. — disse Mei por entre risos.
Notas finais
Não deixem de me contar.
Beijos
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