Notas iniciais
Quem esperava por ação, aqui tem um capítulo.
Beijos e boa leitura!

Durante o logo trajeto até o grande país de Minstrel, brigas e risadas foram ouvidas. Ryuu e Flare não se desgrudaram nem um pouco durante a viagem, deixando Mei tranquila. A pequena Akemi colou no braço de Chang e não o soltou e ainda mandava olhares nada amigáveis para a dragon slayer. Seiji dormiu a viajem inteira e ainda resmungava algo “eu sei que sou bonito, mas gosto quando dizem”.

A menina percebeu que uma das sacolas que traziam se mexia regularmente. Prestou atenção durante a noite e por fim resolveu abrir a sacola. Lembrou-se que aquela sacola pertencia a Chang e que nela havia algum alimento para a viagem... Se ela se lembra bem era peixe. Olhou para os amigos que dormiam. Voltou-se para a sacola que se mexeu levemente. Pegou-a com certo receio e a abriu devagar, dando de cara com uma gato azul dormindo tranquilamente.

–Um gato? — sussurrou confusa. Ele era bem grandinho e usava um lenço verde no pescoço. Ele suspirou e Mei descobriu estar se derretendo por ele. Riu quando descobriu que não havia mais nenhum peixe dentro da sacola. Pegou o gato no colo e voltou para o seu lugar. Deitou a cabeça no vidro da janela do trem e dormiu serenamente enquanto afagava gentilmente a cabeça do gato azul.


–HAPPY! — bradou Chang quando viu o gato azul no colo de Mei fazendo todos presentes acordarem com o grito.

–Aye! — disse o gato sonolento.

–Então você o conhece. — afirmou Mei olhando de Happy para Chang.

–Ele é o exceed de meu pai. — disse ele com os olhos em chamas para cima do gato. Mei abraçou o gato mais forte para fazer com que ele sentisse que estava em segurança com ela.

–Exceed? — perguntou.

–Existe uma outra dimensão que se chama Edolas, era lá que todos os Exceed vieram. — respondeu por entre dentes. — Ele comeu todo o peixe que pesquei.

–Aliás todos os exceed tem uma magia também, além de serem gatos. — disse Flare coçando os olhos.

–Happy sabe voar. — disse Ryuu se aconchegando em Flare que riu com o ato.

–Happy-San... Como veio parar dentro da sacola de Chang-Chan? — perguntou Mei.

–Eu senti o cheiro de Peixe e só fui chegando. E quando vi encontrei um baú de tesouros, e depois me tranquei lá dentro para que o Natsu não me encontrasse e comece todo o tesouro.

–O tesouro era a minha comida para a viagem seu gato maldito! — disse Chang o pegando.

–Aye!



Depois de salvar Happy de Chang. Todos se reuniram para ouvir histórias, que eram contadas pelo gato. Happy contou todas as aventuras de Natsu, Lucy, Gray, Erza e dele. Assim como de todos da guilda. Risadas ecoavam pelo vagão, pois muitas eram engraçadas. Mei adorou estar sorrindo, era algo tão natural agora que estava com eles. E quanto mais sabia sobre a guilda, mais queria saber. Mais se apaixonava. A sim, se ela não tivesse seus problemas ela iria querer ficar eternamente ali, com eles. A menina lançou um olhar mortal para o gato azul, quando ele começou a falar coisas sem nexo sobre Juvia, e que logo ele contou coisas ótimas.

Chang fez todos pararem com o que estavam fazendo para enfim organizar a missão que ele tanto tentava concluí-la em sua mente. Ryuu se encostou em alguma coisa com Flare ao seu lado, Akemi grudou-se no braço de Chang que estava sentado a frente de Mei e ao seu lado estava Seiji cochilando. Happy descansava seu pequeno corpo no colo da Dragon Slayer. Chang suspirou derrotado depois de tentar pela milésima vez se soltar de Akemi, mas mesmo assim se voltou para os outros a fim de contar o que sabia e como finalizar aquela missão:

–Essa guilda só tem três componentes. Primeiro é o mestre, que tem poderes do tipo gelo, a mulher que faz parte... Se não me engano ela só pode ser rápida por meio das sombras. E por último o garoto que tem poderes de tipo veneno.

–E o quê você pensou sobre isso Changuinho-Chan? — perguntou com a voz melosa, Akemi, à Chang que lhe fez careta com o apelido novo.

–Como somos seis podemos nos dividir, assim seria mais fácil procurar nosso inimigo e também daria vantagem já que eu e Chang somos qualificados para enfrentar o mestre. Ryuu e Flare podem tentar contra a mulher e Seiji e Akemi contra o garoto. — pensou Mei.

–Concordo. — disse Flare. — Meus poderes podem sr totalmente fatais para mulher das sombras.

–Akemi pode transformar aquele moleque em pedra quando quiser. — murmurou Seiji.

–Essa garota quer me deixar longe de meu marido. — dizia por entre dentes a criança para Mei que nem percebeu.

–Todos concordam? — perguntou Chang. Todos assentiram e suspiraram quando ouviram a barriga de todos fazerem barulho.

–Desculpe gente, mas não sobrou nem um peixe – disse Happy e Chang lhe lançou um olhar maldoso. — Aye.


Após a saída do trem, encontraram-se em uma cidade fantasma. Ninguém caminhava pelas aquelas ruas, nem se quer ouvia o som de uma respiração. Mei tentou sentir algum cheiro, mas nada, algum som, nada. Sentiu-se inútil. Olhou para os amigos que caminhavam olhando para todos os lados em busca de algo.

Passou a menina na frente de uma casa, que de alguma forma lhe chamou a atenção, bateu nela e a porta caiu aos seus pés. Entrou dizendo um “com licença” e passou seus olhos na mobília pobre. O cheiro que entrou em seu nariz fora sufocante e nojento. Sentiu ela o cheiro de morte e tristeza e logo se pôs a sair de dentro da casa.

Com as mãos no rosto, ela correu com os olhos fechados e tombou em algo e caiu em cima desse “algo”. Abriu os olhos lentamente e se encontrou fitando os olhos escuros do menino de cabelos claros de classe S. Ele sorriu distraidamente enquanto puxava uma mecha do cabelo de Mei e enrolava com a ponta dos dedos:

–O-onde e-estão o-os o-outros? — gaguejou a pergunta, Mei.

–Nos separamos, para procurar melhor. Seu cabelo é bonito. — elogiou.

–O-obrigada. — disse ela saindo de cima dele com o rosto fervendo.

–O que a fez sair daquela casa, desse jeito?

–O cheiro... Era ruim. — respondeu tentando em vão não olhar para Chang.

–Onde está o Happy?

–Aqui!!!!!!!!!!!!!! — gritou dentro da mochila de Mei. A menina havia se esquecido que colocou o gato dentro da mochila para que Chang não o matasse.

–Desculpe Happy. — pediu quando o gato puxou o ar com força, assim que Mei abriu a mochila.

–Tudo bem... — disse ele levantando voo.

–Você sabe voar! — disse Mei apreciando o gato.

–Todos os exceed sabem, mas poucos tem uma coisa a mais do que voar. — disse Chang.

Mei sorriu-lhe e passou a seguir Happy que voava por sobre a cidade. Chang conseguiu chegar ao lado de Mei, que olhava com cautela para todos os cantos da cidade. E sem se importar, ou ter percebido, Chang enlaçou a sua mão. Ele sorriu tímido, mas parou quando viu uma pequena flor no meio da rua. Mei parou junto com ele e ficou se perguntando mentalmente o que ele queria fazer. O menino pegou a flor do chão, era uma rosa, mas ela tinha a coloração azul, achou perfeita para Mei, já que ela tinha poderes que eram representados por tal cor.

Pela primeira vez não ficara vermelho em fazer algo pela dragon slayer. Pegou a flor e colocou-a na orelha da menina, que lhe sorriu em agradecimento. E aquele sorriso fez seu coração se acelerar.

–Chang. — Mei disse o nome do menino sem o sufixo, o que achou interessante.

–Mei. — sussurrou o nome dela. Chang largou a mão dela e segurou seu rosto. A menina fechou os olhos, esperando aquilo, que nos livros que Lucy e Flare a fizeram ler, aconteceria.

Porém foram interrompidos pelo gracejo de uma risada maligna.

–Desculpem-me por interrompê-los.



Um homem que passava pela cidade em busca da mesma coisa que aquele grupo. Parou sobre um dos prédios e ficou a ver a cidade que fora largada pelo medo. Queria ele poder fazer algo incrivelmente para poder fazer com que ela voltasse a ativa. Mas infelizmente, se seu nome fosse soado no concelho seria terrivelmente caçado, uma coisa que não é diferente agora.

Suspirou o ar triste do lugar e se sentou na beirada do prédio e ficou a imaginar algo incrivelmente belo aos seus olhos. Sim ela era simplesmente a melhor visão que poderia ter. Lembrou-se de vê-la vestida de noiva, vestida de pureza, coragem e beleza. Não tinha outra coisa mais bela que ela. Pena que ele teve que desaparecer por um longo tempo, na verdade tinha coisas a fazer ainda, antes de voltar para casa. Ela era seu lar e ainda estaria lá o esperando. Ela prometera isso a ele.

Abriu os olhos quando ouviu algum barulho vindo das ruas abaixo de si. Observou o lugar e deu e cara com o cabelo rubro da mulher que amava. Fechou os punhos quando a viu agarrada ao braço de algum cara de cabelos negros. Quis ele descer imediatamente e socar quem estivesse com ela, mas lembrou-se da promessa.

Ela nunca faria isso – pensou.

Sorriu, pois deveria era estar feliz e não sentir um incomodo ciumes. Ela era dele.

Para sempre.



Mei gritou de dor quando foi jogada longe por mais um golpe do homem velho que a olhava com olhos vermelhos sangue. Levantou-se com os meros ferimentos, ainda não se daria por vencida. Sorriu de canto para o velho, o mesmo apenas se irritou mais ainda. Chang voou longe apenas com um golpe do homem, pois este o pegara de surpresa... Gelo, lembrou-se ela, poderia machuca-lo também.

Juntou as mãos, entrelaçando os dedos e rezou que ele estivesse bem. Abriu os olhos e percebeu que seu olhar mudou, estava ela empolgada com aquela luta. O velho apenas se irritou ainda mais:

–Como ousas tu rires de mim! — bradou. — Darei-te a honra de morrer criança. Itami no ya ( flechas de dor) – o gelo em forma de flechas voaram em direção a menina que ria conforme elas lhe atacavam o corpo, fazendo uma grande camada de poeira subir. As risadas pararam de ecoar. — Venci. — disse o velho. — Crianças tolas.

–Você bem que podia me dizer o seu nome. — bradou um nome atrás de si. Chang estava com uma aura vermelha envolta de si.

–Você. É filho daquele maldito Dragon Slayer. — disse o velho admirado. — Não poderia ser de menos, sabia que poderia sobreviver. O mesmo ataque não foi muito afetivo em seu pai.

–Eu lhe fiz uma pergunta. — disse com a aura aumentando.

–Posso saber por quê? — perguntou o velho rindo.

–Porque... — uma voz, surgiu no meio da poeira que ainda não havia abaixado, mas ela vinha caminhando. Sua roupa um pouco rasgada, mas isso era compensado pelo sorriso em seus lábios. Ela surgiu com a sua aura pairando maior que a de Chang. — Porque eu vou escrever com o seu sangue em sua sepultura.

–Isso vai ser divertido. — murmurou novamente o velho. Como Chang havia dito, eles enfrentariam o mestre e, observou ele, que aquele velho poderia ser o tal mestre da guilda das trevas de três pessoas era.

–Suirō to Aisudoragon no Arashi (tormenta do Dragão de água e do Dragão de Gelo) – uma tempestade de água envolveu o corpo de Mei fazendo como estilhaços pedaços de gelo afiado rodarem pelo seu corpo e ir diretamente contra o velho que esquivou, mas levou alguns cortes. O gelo soltava-se sem que ninguém percebesse.

A dragon slayer parou ao lado de Chang que olhava para o velho tentando saber seus pontos fracos e fazer disso algo que lhe ajudassem. O velho se ergue encostando-se encontrando ferimentos que ele achou que nunca conseguiria ter.

–Nunca fui ferido em toda a minha vida. — olhou para Mei com raiva. — Você irá pagar por isso, criança.

Sem perceber Chang chegou perto dele o suficiente para lhe dar um soco que jogou o velho longe. Juntou as mãos e um círculo mágico surgiu:

–Hinotama (bolas de fogo). — pequenas esferas de cor vermelha e flamejantes pairaram em círculo onde o velho se encontrava e juntas jogaram-se contra ele no chão. Mais uma camada de poeira se ergueu. Mas por entre ela Mei conseguiu ver e gritar.

–Cuidado Chang! — o menino pulou antes que uma montanha de gelo conseguisse ataca-lo vindo de debaixo da terra. E antes que pudesse ver, estava encurralado por uma parede de gelo.

Ele gritou e Mei gritou por seu nome, indo rapidamente, correndo por sobre a parede, até ele. Chang começou a cair, mas ela conseguiu alcança-lo. A menina segurou-o nos braços e conseguiu chegar ao chão com ele em segurança. Chang agradeceu a ela por te-lo salvo de uma queda e tanto e se juntou a ela para mais um ataque. Mei juntou as mãos, como se ela segurasse uma bola e uma energia surgia na cor azul escura. Chang juntou novamente as suas mãos para um novo círculo mágico surgir.

–Suirō to Aisudoragon no Rappingu (o bater de asas dos dragões de água e gelo). — navalhas de água e gelo dançaram no ar antes de atingir o velho.

–Arashi no honō (tempestade das chamas). — em forma de um chicote em chamas, que rodou em círculos até ficar na forma de um cone, entrou no meio das navalhas de Mei e juntaram-se para atacar o velho juntos.

Uma explosão de poder ocorreu naquele lugar, mas logo se perderam em meio a força que emanavam juntos e recuaram um pouco. Quando tudo se acalmou olharam para o que fizeram e arregalaram os olhos, o velho estava de pé e intacto. Mei sentiu uma formigação em seu corpo, Chang não demonstrou nada.

–Vocês são patéticos. Deveriam saber que era óbvio de mais eu estar mostrando meus pontos fracos, quando na verdade eles são os meus pontos fortes. — Mei olhou para Chang que ainda não demonstrava nada.

–Você é muito esperto. — disse ele finalmente. — Você não usa magia do tipo gelo. Mas usa anéis de magia que o ajudam nisso.

–Finalmente descobriu. — sibilou o velho.

–Chang... — chamou olhando para o velho, a menina. Os olhos de Mei estavam ficando diferente naquele momento. Chang a olhou e sorriu.

–É todo seu. — disse ele.

Como Mei era uma Dragon Slayer, ela podia usar o Dragon Force, uma magia que poderia deixar o mago com uma força equivalente ao de um dragão, mas como Mei era de dois dragões... Com certeza coisa boa não iria acontecer com aquele velho.

–Mei... — Chang a chamou. — Tome cuidado... Com a luz. — Mei sorriu.

Escamas surgiram no pescoço da menina, brilhavam em duas cores de um azul mar a um azul gelo. Ela olhou para o velho com o seu poder explodindo dentro de si. Seu cabelo mesclado subiu para cima quando sentiu o poder em seu auge.

–É para me causar medo? — perguntou o velho rindo novamente.

–Se não está agora... — começou a menina – Logo vai estar. — sua voz mudou para algo rouco e sombrio, suas íris estavam avermelhadas e suas pupilas estavam como se estivessem sido puxadas para cima e para baixo... Os olhos de um dragão.

Mei voou contra o velho com o punho. O velho também saltou contra ela e seu punhos se encontraram, um com o outro. Um vento trazido com o encontro levou Chang a se segurar. Ambos estavam conseguindo socar um ao outro com tamanha força.

A dragon slayer chutou o homem de baixo para cima, fazendo-o erguer a cabeça e quando voltou-se encontrou o punho dela contra o seu olho esquerdo. A menina rugia enquanto o atacava. O velho conseguiu acertar o rosto de Mei fazendo-a recuar e depois socou o estômago dela, fazendo a mesma ficar sem ar. Ela não iria perder, ela não queria dar este gosto a mais uma pessoa. Chutou de cima para baixo o velho prendendo-o no chão.

Kōri no nagare (correntes de gelo) – segurou-o no chão com correntes feitas de gelo. Recuou um pouco, inclinou o corpo para trás e juntou ar antes de gritar. — Suirō to Aisudoragon no hōkō ( Rugido do Dragão de água e do Dragão de gelo).

Outra explosão ecoou no lugar. Chang descobriu que destruíram boa parte da cidade. E quando conseguiu ver o que Mei havia visto. Ficou imóvel. Ela estava no chão, caída. Com o pé do velho por cima dela.

Não... Isso não pode estar acontecendo... Ele não a m...

–Maldito! — gritou ele mesmo tirando-o de seus pensamentos. — Eu vou matar você!

–Venha. — convidou-o o velho.



Ao longe, uma mulher tentava correr até o local em que estava tendo uma grande luta. Mas sempre que conseguia chegar perto, era jogada longe mais uma vez. Suspirou quando conseguiu mais um vez chegar perto do local. E se abaixou e se segurou em alguma coisa para não ser levada pelo vento forte que surgia com o confronto de magos.

Quando viu que nada mais acontecia, ergueu seu corpo para ver o quê estava acontecendo. Encontrou um par de asas brancas a sua frente e juntamente um “Aye”.

–Happy?

–Por favor, ajude os meninos.



Mei, abriu o olhos que estavam pesados. Mas conseguiu ver o corpo imóvel de Chang a alguns metros do dela. Algo brotou em seu peito, vendo o corpo dele jogado daquela forma. E pela segunda vez fora derrotada. Primeiro por sua mãe que a desprezou por isso, e agora por um velho, que ela nem sabe como conseguiu ser vencida, mesmo tendo usado o Dragon Force. Seu corpo clamava que ela parasse. Mas ela se rastejava até o corpo do menino. Lágrimas lhe vieram aos olhos e logo viu que o tempo estava fechando. Sentiu as gotas frias e finas chegarem até ela. Rastejou até ele, mas quando faltava pouco ela não tinha mais forças. Esticou o braço ara alcançar a mão dele que estava inerte.

Chang estava de bruços no chão. Mei começou a soluçar com mais força quando não conseguia ouvir a respiração dele.

Concentre-se Mei. — implorava si mesma. — Tente escutar o coração.

Arregalou os olhos quando não escutou nada. Esticou-se para ver se conseguia alcançar a mão dele. Enquanto isso sussurrava desesperadamente várias vezes:

–Sinto muito.



Notas finais
Como este capítulo foi da dupla Chang e Mei, que chamo de "Meng", o próximo será de outra dupla.
Beijos e não deixem de me contar sobre o que acharam do capítulo.