Daughter Of Water And Ice
7 Entretida
Notas iniciais
Postando capítulo novo e agradecendo a Kisally, Milena Corrêa, Vicky Megurine e Rachel por terem comentado o capítulo anterior. Obrigada meninas.
Beijos e boa leitura!
Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.
Flare ficara com o rosto triste durante o passeio, mas ajudava o máximo que podia. Mei ficava constrangida toda vez que aprendia algo novo. Fora abduzida a ler rapidamente com os óculos que recebeu de Lucy, e que a mesma roubara para aquilo da amiga Levy. Lucy dera para Mei ler o dicionário e também m livro sobre o assunto romance e amor. Não era óbvio que Lucy queria Mei como sua nora. Mesmo assim a menina não deixava de ficar fascinada pelo mundo que desconhecia e conhecia em minutos com a ajuda de um bom livro.
Flare a levara para a sua loja de tortas favorita e lá comeram uma que Mei pediu para levar um pouco para o casal que a esperava sempre com um sorriso no rosto.
Na casa do casal mais engraçado de Fiore. Juvia ria alto. Ela sentiu pela primeira vez aquela sensação martenal dentro dela naquela manhã. Não pode deixar de ficar feliz com isso, penteando o cabelo dela a deixava tranquila e quando ela começou a cantar a música que ela mesma cantava enquanto apreciava o pôr-do-sol com Gray enquanto alisava a barriga que já tinha um certo volume.
Observando Magnolia pela janela de sua sala, sentiu ela ser abraçada por trás e lábios gélidos em sua nuca. Gray sabia o que ela estava sentindo naquele momento, vira tudo o que houve naquela manhã. Sabia ele também o quão maravilhoso foi sentir a criança em seus braços e embala-la como se fosse sua própria filha.
-Como se sentiu? — perguntou ele já sabendo a resposta.
-Maravilhosa. — respondeu se voltando para o marido. — Gray-Sama e se pedirmos para que ela fique aqui... Tipo... Para sempre.
-Isso vai deixa-la feliz? — sorriu de canto quando Juvia assentiu. — Então isso me deixa feliz. Peça quando quiser.
-Mei-Chan cantou a música, Gray-Sama sabe qual?
-Sim, eu sei. — ele também sabia que não suportaria ter que ouvir Juvia pela casa cantarolando tristemente quando a menina se fosse.
-Juvia ama Gray-Sama. — disse o abraçando fortemente.
-Eu amo você Juvia. — pegou o rosto da mulher e lhe beijou os lábios. E de novo e de novo. Juvia pôs as mãos nanuca de Gray para puxa-lo mais para si.
O beijo ficou mais quente, mais apaixonado. A mulher chuva ficou com os lábios inchados quando se separaram, mas Gray continuou com beijos descendo-lhe pelo pescoço. Conseguiu ele deita-la na sala e beija-la ardentemente quando voltou para os lábios dela. Juvia conseguia arranhar as costas de Gray que, como sempre, estava sem as roupas. Gray começou a desabotuar o cossaco de Juvia enquanto a beijava. Pediu passagem com a língua que ela permitiu, e depois deixou a sua entrelaçar com a dele.
Juvia já estava sem o seu cossaco e estava com um vestido fino de cor branca, que lhe deixavam os seios pesados ficaram um pouco à mostra. Gray os pegou com força, fazendo-a arquejar. Mordicou-lhe o pescoço e depois o a orelha. Juvia murmurava calhunias para Gray enquanto ele descia as suas mãos geladas até a sua feminilidade.
-O que estão fazendo? — pergunta Mei parada na porta. Gray cai no chão com o susto enquanto Juvia tenta pegar seu cossaco para tampar o marido.
-N-nada. — responde Juvia vermelha. Gray tentou levantar, mas bateu a cabeça na ponta da mesa de centro da sala, Juvia lhe jogou o cossaco que ele vestiu sem cerimônias.
-O.K. -diz Mei que também ficou vermelha. Sabia ela que aquilo que fariam era a tão falada dança do amor. Passou rapidamente para o quarto que lhe deram, mas suspirou triste quando se lembrou que era por pouco tempo.
Porém o pouco tempo que ficou ali fora tão precioso. Pôs as mãos sobre os peitos para sentir a vibração de seu coração e a tormenta que o indagava. O que eram aqueles sentimentos que a penetravam como agadas geladas e dormentes? Ela não sabia decifrar.
Mesmo tendo aprendido tanto em pouco tempo, ainda sim teria mais o que aprender. Logo agora que fizera uma amiga tão íntima quanto a garota de cabelos escarlates. Cai-se arrastando as costas na porta ao chão lembrando-se do que a menina lhe contara sobre os seus sentimentos em relação ao pai. Eles não eram piores que os de Mei, mas fazia a menina querer repensar na vingança contra o dragão de água Oceana.
-Quisera eu não ter tido ele como o meu pai. — dissera Flare com o seu cabelo de cor sangue dançar no ar junto com o vento. Mei segurou os seu, pensou ela que se ficassem como os de Flare poderia por em risco eles ou até mesmo a vida de uma pessoa.
-Por que dizes isto? — perguntou Mei escorada em uma árvore. Ambas estavam no meio de algo parecido com uma floresta, uma na qual fora onde Natsu Dragneel aceitou “brincar” de casinha com Lisanna quando Happy ainda era um ovo.
-Pelas histórias que ouvi sobre ele. Aquele homem é tenebroso, mal, assassino.
-Mas você sabe que nem tudo que ouvimos é verdade. — tentou indagar Mei.
-Ouvi de minha mãe. — contou a menina que dexara cair seu olhar. — Estava escondida e ouvi muitas coisas sobre ele. Não sei como a minha pôde ter se casado com ele. Como ela pôde amar um cara como aquele.
-Flare?
-Ele foi embora porque ele tinha coisas para fazer, mas nunca voltou. Minha mãe chora todas as noites pensando nele. Desde de pequena sonho em encontra-lo e castiga-lo com a própria magia, na qual eu herdei e fazê-lo se arrepender de ter feito a minha mãe derramar lágrimas...
-Não acha que está sendo imprudente de mais? — perguntou Mei olhando para os negros olhos da menina.
-Por quê?
-Você parece querer se vingar. Mas não sabe os motivos dele. Você mesma disse que ele se foi porque tinha coisas para fazer. E se não voltou ainda é porque ele não as terminou. Outra coisa que acho, é que ele se foi para fazer algo por você e por sua mãe.
-Do que está falando? — perguntou não entendendo nada.
-Perdoe-me Flare-chan, mas desde que conhecia a Titânia, algo me diz que ela não se apaixonaria por alguém como a pessoa que você descreveu, nem ao menos perguntou para ela do porque seu pai ainda não ter voltado.
-Você tem razão Mei-Chan, mas sempre terei eu aquela dúvida maldita.
-Que dúvida?
-Se ele realmente amasse a minha mãe ele não teria deixado que aquilo acontecesse com ela.
Flare não contou a Mei o que aconteceu com Erza. Mas ela se lembra de ter visto a mulher dentro da guilda, mas não vira nenhum requício de tristeza ou amargura. Apenas o sentimento de uma mulher que consegue esconde-los muito bem.
O sol fraco que estava desaparecendo por trás de montanha qualquer, enquanto a trsite noite ainda não vinha. Uma menina de cabelos vermelho escarlate, não era a toá que seu sobrenome era Scarlet e muito menos o nome que levava, na qual sua mãe lhe dera devido à chama que ainda deve ser acesa por sua própria dona. A chama a que tanto sua mãe lhe diz que seria despertado, era o grande poder de Flare, mas o poder que ela tinha era o mesmo de seu progenitor. O homem que mais odeia em toda a face da Terra.
Ficou confusa demais para contar a Mei, a única garota da sua idade pela qual confiou totalmente seus sentimentos sobre o homem que magoara tanto a sua mãe. E dela nutria um certo medo de perguntar porque a si mesma. Olhou em volta e se descobriu debaixo da árvore de folhas cor de rosa, que diz sua mãe, que fora o local onde ele a pediu em casamento.
Era sempre lá que ela ficava para pensar. Era lá que ela via as folhas tão delicadas quanto petálas de uma rosa cairem serenamente e pousarem facilmente sobre o chão de terra arenosa. Queria ela poder voltar ao tempo e nunca ter ouvido aquelas palavras de sua mãe. Aquelas que diziam de sobre seu pai ser malvado.
Aquele homem, mesmo sem tê-lo visto, sonhava com ele. Sonhava que ele era um príncipe azul que sempre a salvaria de algo estritamente perigoso. Mas ela nunca o conheceu e não seria agora que teria que conhecer. A primeira vez a que ouviu a sua mãe chorar, Flare desconfiou que alguma coisa gravev aconteceu com alguém conhecido, mas quando ouviu o nome dele ser pronunciado por entre os soluços dela pensou em algo drásticamente errado de sua parte. Que ele talvez tinha morrido. Mas as mesmas palavras que o descreveu para Mei, foram as que sua mãe disse logo depois que disse o nome dele novamente.
Suspirou pesadamente quando viu que uma folha mais clara que as outras caia lentamente.
-Você está bem? — perguntou uma voz que já conhecia e que sempre se continha para não abrir um grande sorriso quando o via.
-Por que não estaria? — perguntou a ele ue se sentou ao lado dela.
-Desculpe-me, mas algo que herdei de meu pai, além dos olhos diabólicos, foram os bons ouvidos.
-Você...
-Sim. — Flare achou aquilo incrivel, agora o garoto pelo qual tinha uma paixonite sabia o que sentia. Sentiu-se tão fraca. Sua mãe era a poderosa Titânia e ela tinha que ter tamanha força também para que os outros não caçoassem dela.
-Ryuu-Kun... Se puder guardar este sentimento, agradeceria. — pediu ela.
-Mas é claro Tenshi (anjo). Jamais irei contar algo que sei que não é da minha conta. — cruzou os braços sobre o peito.
-Acho que não foi só os belos olhos vermelhos, os bons ouvidos que você herdou de seu pai, meu caro. — disse ela lhe sorrindo. — Mas também o silêncio.
-Silêncio?
-Você nunca irá contar os segredos que você esconde.
-Espera... O que disse sobre os meus olhos? — disse ele chegando perto de mais de Flare que ficou da cor de seus cabelos.
-E-eu d-disse... Q-que s-seus.... -Ela ficava mais vermelha, pois o Redfox chegava cada vez mais perto. A Scarlet deixou de ficar constrangida, já estava na hora de realmente abrir o coração e deixar que ele fosse preenchido com o amor metálico do garoto a sua frente. — Eu disse que seus olhos são belos. — e sorriu para ele que lhe depositou um beijo na bochecha.
-Obrigado. As pessoas que dizem ue meus olhos não são diabólicos tem o direto de sair comigo. — disse rindo, mas com a face perto da de Flare. — Senhorita Scalet, você me daria a honra de passear comigo por este belo parque de sakuras e rosas que eu terei que plantar. — a menina lhe olhou confusa.
-Como assim terá que plantar rosas?
-Porque elas vão me lembrar sempre do nosso primeiro encontro.
Dentro da guilda mais poderosa de Fairy Tail, a bagunça era geral. Droy e Jet estavam brigando entre si sobre algo de gordos e magros. Mirajane mimava o filho Seiji, enquanto o pai lhe mandava olhares nada agradaveis, Levi lia um livro para a filha mais nova. E tudo parou quando Happy, o exceed azul, entrou pela guilda gritando:
-Chang!!!!!!!!!!!! Se esconda ela vem vin... — o gato teve o rosto amassado contra o piso de mármore da guilda por uma criança de cabelos branco amarrados em suas marias chiquinhas e olhos douraos que espalhavam medo.
-Chang-San sua esposa acaba de chegar. — disse ela com voz cheia de sutileza, uma sutileza que faria seus tímpanos explodirem.
-Akemi-San! — ralhou a guilda inteira.
-Estamos mortos – gritava um.
-Espera, espera... Vamos morrer depois de comer os biscoitos de Mirajane-Sama. — disse outro.
-Sim! — um unissono foi ouvido. A garota que foi ignorada completamente mostrava um punho fechado com veias saltando de sua testa e de seu punho.
-Onde ele está? — perguntou olhando para Lucy.
-Quem? — fez-se de que não sabia do que ela estava falando.
-Vai dizer que não sabe onde o seu filho está?! — gritou.
-Na verdade não sei não.
-Ele foi para uma missão de classe S. — disse Natsu com um dos seus famosos sorrisos.
-Quê?!
-Já disse que el... Ai! — Natsu levou uma pancada de Lucy na cabeça e depois se encolheu um pouco quando a mesma lhe mandou um olhar de poucos amigos.
Sentado no mesmo lugar de sempre obeservando o pôr-do-sol desaparecer lentamente sobr seus olhos. Chang ficou pensando naquilo que tanto o atormentava por dentro. Aquela garota agora fazia parte de seus pensamentos e sempre de alguma forma encontrava algo ou alguém que lembrava ela. Assustou-se um pouco depois de lembrar do que fizera na noite em que fora convidado para jantar na casa de Juvia e Gray.
Vendo-a conzinhar lhe deu sérios pensamentos nada amigavéis que lhe vieram a mente e de tantas coisas que poderia fazer com ela naquela cozinha. Bateu em sua própria cabeça para tira-lo daqueles devaneios. Aquilo não era algo que ele deveria pensar da doce menina que conhecera.
Como alguém como ele. Que gostava de chamar a atenção, que fazia o que bem entendesse, que tinha um cérebro ernorme. Que odiava tantas coisas que eram virtudes naquela garota poderiam lhe chamar tanta a atenção. Como uma garota que nem ao menos sabia o nome daquilo que recebeu dele na noite anterior poderia lhe causar tantas noites mal dormidas apenas para poder ficar pensando nela.
Suspirou quando se lembrou que recebera uma missão de sua classe para fazer. Teria ele que destruir uma guilda das trevas que estava deixando o conselho de cabelo em pé. Sem mencionar a cidade que mais dá lucro para aqueles velhos que não tem nada mais do que fazer. Pegou a folha velha e estendeu a seus olhos, nela tinha os nomes dos magos de classe S da tal guilda. Viu toda a ficha deles e se deparou com algo extremamente hilariante. Seu cérebro já trabalhava de em como poderia terminar facilmente aquela missão.
Levantou-se da grama e passou a caminhar sussurrando uma canção que aprendera quando criança com um dos espíritos de sua mãe.
Juvia estava na janela olhando tudo que o sol tocava. Aquilo que ela sempre pensara em fazer com os filhos que queria ter. Ficou feliz ao saber sobre a gravidez de sua amiga, mas infelizmente sentiu um pontada de ciumes por ela poder ter uma criança.
Juvia se culpa tanto pelas mortes que com o tempo que ficou fora de Fairy Tail houveram, mas ela nem ao menos conseguira esquecer aqueles sentimentos que nutria com aquelas pessoas. Por que doia tanto lembrar nos sorrisos deles quando na verdade não poderia mais vê-los.
-Juvia-San posso conversar com você? — a doce voz da menina que começou a encher aquele copo vazio que tinha dentro de si a fez acordar de seus pensamentos.
-Claro. — disse voltando sua atenção a ela. O sorriso que brotou em seu rosto fora tão forte que até mesmo a menina não deixou de rir.
Mei estava usando o vestido branco que Juvia usara quando entrou na Fairy Tail. Uma blusa branca de gola dobrada ficava debaixo de um corpete azul com alças que ficava sobre a saia do vestido brancoem que nas pontas eram azuis que a cada passo que ela dava faziam parecer ondas e no meio da saia do vestido, uma abertura que mostrava um tecido de cor azul também. O cabelo da menino, mesmo preso no alto de sua cabeça ainda chegava aos tornozelos. A menina ajeita em seu pescoço a fita de mesma coisa com um bóton que tinha o símbolo da Fairy Tail.
-Com quem Mei se parece? — perguntou rindo. Juvia riu.
-Com Juvia é que não.
Gray estava na estrada da sala com um sorriso no rosto. Fora ele quem dera a ideia de tudo aquilo e ria ainda mais quando Mei tentou dançar com Juvia no meio da sala.
Risos. Era disso que esta casa precisava. Juvia secretamente jurou para si mesma que não deixaria aquela menina sair tão fácil de sua vida, pois fora ela quem lhe dera a chance de viver novamente. Juvia não podia pegar petálas que já estavam caídas no chão, pois elas nunca iriam florescer novamente. Mas pensou que se ela regasse a flor murcha, ela poderia voltar a ser bonita.
Tão breve a menina entrou na sua vida e na de Gray e conseguira mudar tanta coisa que ambos achavam impossível de se acontecer. Mesmo ambos os magos ainda se amarem cada vez mais a cada dia, o desejo de terem seus filhos sempre ficou preso dentro de ambos, que agora não poderiam mais ter esta chance.
A risada de Mei fez Gray lembrar que ele também sentia a dor da perda de seu filho. E mais ainda doeria caso ela partisse.
Todos param quando ouvem alguém bater na porta. Gray passou pelas meninas e abriu a porta e quando ia exclamar fora interrompido:
-Gostaria de saber se Mei poderia vir comigo para uma missão de classe S? — perguntou Chang com o mesmo olhar de quando Natsu, seu pai, estava empolgado.
Notas finais
Por que Chang chamou a Mei para ir junto?
Não acharam fofo o momento de Flare e Ryuu?
Beijos
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