Darkness
3 Cap. Ⅲ – morte – (parte Ⅰ – a decisão)
Notas iniciais
Tô fazendo isso pq minha faculdade é tensa, eu fico lá a semana toda [alojamento], e só tenho final de semana com internet que preste! kkkk tenho q aproveitar! Então, lá vai!
Antes de prosseguir irei dar meu parecer sobre a morte, ou seus conceitos. A morte para mim é uma experiência confusa, os humanos nascem, crescem, se reproduzem, ou não, e morrem, eles dizem que esse é o ciclo normal da vida, para mim é apenas desperdício de tempo. Se um dia sua vida vai acabar, qual é o motivo de você ter nascido? Alguns humanos acreditam em reencarnação, é uma idiotice esse tipo de pensamento você morre pra depois nascer de novo, é um raciocínio pouco compreensível. Há aqueles que acreditem em vida pós morte, isso pode ser algo cabível, mas a imortalidade sempre é algo pouco cogitada, exceto por algumas religiões, mas esse assunto poderá ser discutido depois, por hora voltemos ao assunto que os interessa.
Noite calma, fazia frio, a neblina estava muito alta, pouco se via, mal se ouvia.
“Não conte estórias ao vento
Não diga seus pensamentos ao luar
Não morra por amor
Não mate por prazer”
Meus pais voltavam para casa em meio à neblina. Vinham caminhando em silencio, até que este foi rompido por uma proposta da minha suposta mãe:
– Devíamos ter um filho...
– Quê?!
– Devíamos ter...
– Eu entendi! Mas por quê?! Não somos felizes?!
– Não quero morrer sozinha...
Houve uma longa pausa, onde o silêncio reinou por alguns minutos até ser rompido por Edward.
– Você tem a mim!
– Você não viverá para sempre...
– Cuidarei de você!
– Um dia você me deixará...
– Continuarei olhando por você!
– Não sabemos...
– Eu juro!
– Não jure...
– Prometo!
– Não poderás cumprir...
– Como sabes?
– Eu sei...
Caminharam em silêncio por um longo tempo, como se seus pensamentos tentassem fugir do assunto, mas era irremediável, seria impossível não retornar ao assunto, e novamente foi Edward quem o recomeçou.
– Não podemos!
– Por quê?!
– Você sabe, é perigoso.
– Talvez não seja!
– Correríamos perigo.
– Mas como pode, será somente uma criança, uma inocente criança.
– Ela irá crescer.
– Como sabes?
– É a natureza humana.
– Talvez não.
– Talvez não, o quê?
– Você sabe!
– Não, não sei!
– Sim, sabe... Pense!
– Não... Mas não pode ser verdade...
– Sim pode.
Mas uma longa e terrível pausa, agora as pausas não me afetam tanto, mas quando ouvi pela primeira vez essa estória, essas pausas me davam muita raiva, se é que eu sei o que é raiva, já que esse é um sentimento meramente humano. Claro quando não se trata da doença que é transmitida por animais. Angeline propôs novamente, rompendo o silêncio que reinava:
– Devíamos ter um filho...
– Sim devíamos.
Enfim eles chegaram a uma decisão e também chegaram em casa.
“Não conte estórias ao vento
Não diga seus pensamentos ao luar
Não morra por amor
Não mate por prazer”
Notas finais
Mais uma coisa...
Sinceramente, eu acho os diálogos deles péssimos... oq vcs acham?
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