Dark World
7 7. A Esperança é a Última que Morre
Um dia e seis horas mais tarde. 28 de Março, 07h08. Quase todos estavam reunidos na Itália. O Mestre K e o grupo da França estavam em Bologna, Itália, secretamente em hotéis e usando identidades falsas que só eles saberiam reconhecer quem era quem nesse meio.
O Mestre tinha um plano e precisava de todos reunidos, quase duzentos aprendizes do templo, incluindo seus sub-mestres, que é, pouco comparado ao império de Arthur, mas fortes comparados a humanos comuns. Eles estavam divididos em alguns hotéis conectados a internet, fazendo chamadas de áudio e vídeo com um programa mensageiro e utilizando a comunicação mental de alguns que conseguiam realizá-la. E finalmente quando todos estavam prontos o Mestre anunciou:
— Atenção todos. Arthur está em Roma. Descobri a localização exata dele e iremos atacar na calada da noite. Enquanto estive no Brasil, liberei meu real poder e preparei feitiços. Poderei tranquilamente teleportar todos até lá. Cercaremos o local e atacaremos. Quanto aos soldados, sabem o que fazer.
— Mestre, quais são as especialidades de Arthur? Perguntou uma espadachim.
— Arthur é o melhor em manipular o tempo e espaço. Ele pode controlar o tempo facilmente. O tempo é sua arma. Ele pode tanto acelerar quanto desacelerar, atingindo apenas coisas a sua volta, excluindo seres vivos. Ele tem alto poder de persuasão, podendo manipular pessoas através de palavras, convencendo-as de que devem segui-lo. E várias outras coisas que um bruxo pode fazer.
Durante duas horas o Mestre deixou todos informados. Passou imagens da casa que Arthur estava e onde operar cada grupo. Os seguidores do Mestre seriam Erick, Guilherme, Joe e Bastet claro.
Todos estavam prontos. Guilherme vestia sua armadura completa negra que havia guardado na Kananôncia do Vale Meenstigor, um lugar em outra dimensão pertencente à Terra, para guardar tudo o que quiser seguramente. Portava sua espada de lâmina negra com escritas indecifráveis na cor vermelha em um dos lados. Joe também estava preparado, com uma armadura de aço, rígida e resistente, portando uma bela espada templária que pertencera a seu avô e fora dada a ele no templo pelo Mestre. Erick estava da mesma forma que sempre, com sua adaga e uma katana. Já Bastet, estava com sua capa, cobrindo todo o corpo e o capuz escondendo seus cabelos.
— Preparem-se! E, agora! – Gritou confiante o Mestre.
Todos se teleportaram e apareceram a aproximadamente 50 metros da casa de Arthur. Estava cercada, mas vários soldados, ninjas, seguranças estavam a postos para enfrentá-los. Com um sinal na escuta, Arthur ordena: sem piedade. A batalha começa. No ataque, muitos se defendem com o que podem e outros caem. Os mágicos abriam caminho com suas magias elementais, outros passavam invisíveis. O Mestre e seu grupo pulavam de um lado para o outro, atacando e esquivando de golpes até entrar na casa. Essa casa, no estilo da antiga Roma era grande e Arthur poderia estar em qualquer lugar, o Mestre saberia onde.
— Reforços! Gritou um soldado antes de sua morte. Vários aprendizes entravam, correndo pelo jardim até entrar ou ficar fora, dependendo de seus objetivos. Os soldados eram fracos e pereciam rapidamente, mas as armas de fogo também prejudicavam bastante os aprendizes.
Pelo corredor andavam silenciosamente até que foram surpreendidos. Arthur apareceu na frente deles, fazendo-os parar e se posicionar.
— Kami, quanto tempo! Zombou Arthur.
Como resposta, o Mestre jogou shurikens em Arthur, que se desviou de todas. Vendo que não adiantaria, mudou a tática. Com ambas palmas das mãos apontadas para Arthur, ele proferiu fogo, uma enorme e forte rajada de fogo atingiu ele em cheio. Ao parar, viu que ele ainda estava lá de pé, sem um arranhão.
— É tudo que tem? Hahaha! É minha vez!
Antes que Arthur se movesse, Guilherme tomou a frente e o prendeu no vácuo, um cubo invisível estava impedindo que Arthur saísse e até mesmo respirasse. Guilherme o prendeu mais para que não se mexesse e o Mestre então concentrou-se em enviar uma chama verde dentro do cubo. Aumentou a potencia durante alguns segundos e cessou, assim como Guilherme.
Viram apenas fumaça e cinzas. Era o fim de Arthur, mas... Estava muito fácil.
Quando eles iam relaxar, o Mestre K ordenou que mantivessem posições. Cinco sombras apareciam além da fumaça. Eram cinco cópias de Arthur.
— Imaginei isso. Cópias são mais fracas que o original porem não devem ser subestimadas entenderam? Falou o Mestre.
Cada um tomou uma cópia para lutar. Estavam então ocupados e conforme a batalha, dividindo-se cada vez mais. No grande salão o Mestre lutava já compreendido sobre seu rival, ele o destrói com facilidade, saindo com apenas alguns arranhões. Ele pega um pouco da energia da cópia antes dela ser desfeita e rastreia onde na casa esta o verdadeiro. Sem perder tempo correu e pulou para o corredor do segundo andar.
Bastet lutava como nunca, mas seja qual for o ataque dela, parece que não afeta seu adversário. Arthur ataca, ele tem uma incrível e contra-ataca. Bastet tem seus reflexos apuradíssimos, mas não da conta, não é o suficiente. Cai no chão várias vezes e se machuca muito. Coincidentemente, Erick aparece onde Bastet está lutando. Erick está da mesma maneira, mas era é agora uma esperança, pois unidos podem vencer.
— Erick tive uma ideia. Disse Bastet ao ver a espada de Erick. – Vou encantar sua espada, e com um toque nele poderemos derrotá-los.
— Então faça, eu conseguirei novamente.
Erick entrega a espada para Bastet. As duas cópias de Arthur ficam confusas o porquê de o espadachim entregar a espada para a feiticeira. Mentalmente Bastet punha o encantamento, segurando firme e liberando o encanto das mãos para a espada. O Arthur que estava atrás de Erick tenta apunhalá-lo e no exato momento em que ele pensou em sucesso, Erick jogou um mortal para trás e enfiando seu pé violentamente no rosto de Arthur. Arthur saca sua adaga da cinta e difere um golpe no coração. Um já era. Tomou a frente de Bastet encarando o outro.
— Vai demorar muito? Pergunto Erick.
— Um pouco. Mas pelo visto parece que você da conta.
— Não é o que parece. Acredite. Então é hora de lutar, mano a mano.
Erick disparou contra Arthur e passou direto no instante em que foi tentar golpeá-lo e Arthur apareceu mais ao fundo. Bastet atenta entendeu o que houve.
— Erick, cuidado. Parece que cada cópia tem vantagens diferentes. Esse é o mais veloz.
Erick, sem desviar o olhar de Arthur, começa a sequência de golpes. Arthur desviava de todos muito ligeiramente. Em uma delas, Arthur segurou o braço de Erick e o puxou para trás com força, fazendo com que ele caia no chão e receber muitos chutes até se recompor novamente. Erick, persistente continua tentando varias vezes, caindo muito. Até que Arthur, cansado, pega um espadim que carregava e corre até Erick, acertando-o em cheio. Acertaria o coração se ele não tivesse parado com a mão. A dor sufocante da faca perfurando a mão é tão agonizante que ele não grita, mas sua expressão no rosto é assustadora. Ele desmaia. Arthur, mau como é, puxa o espadim coberto de sangue.
Olha pra Bastet com um sorriso psicótico. O encanto não está pronto, falta pouco, mas não é o suficiente. Arthur anda em direção de Bastet. Com dois metros de distância, para e fala:
— Que pena garota, cansei de brincar e todos irão morrer. A culpa é toda sua.
Bastet começando a chorar, faz um imprevisto: ataca Arthur com a espada, falhando no acerto. Arthur desviando da espada para trás, tropeça em Erick. Bastet tem uma esperança, uma chance. Se errasse seria o seu fim. Ela ataca mirando o coração, Arthur ameaça levantar, mas surpreendentemente tem suas pernas presas: Erick as segurava, não largava.
_ Bastet! Agora. *gasp*
O uivo de dor, agonia que Arthur sentia podia ser ouvido a poucas centenas de metros dali. Bastet fincou a espada no coração e então liberou sua energia final para que o feitiço afete completamente Arthur, a cópia começa a derreter até que seu corpo suma completamente. Bastet havia usado muita energia e teria que descansar para se recuperar, além de suas lesões. Ela sentou ao lado de Erick, encostada na parede e colocou Erick deitado em seu colo. Ambos estavam exaustos. Ficariam ali, parados até o fim. Talvez não acordassem mais.
Joe conseguiu derrotar sua cópia com muito esforço em troca de vários cortes, alguns poucos graves. Como vários aprendizes já estavam dentro da casa, Joe pediu algumas ataduras pra um grupo especial para cuidar de feridos. Joe caminha pela casa, voltando e entrando em outros corredores diferentes do que lutou. Viu no corredor mal iluminado dois corpos no chão, duas sombras de alguém sentado com o outro. Ela já previra o pior, andando até eles viu quem eram e tentou acordá-los, foi inútil. Pensou se estariam mortos e então checou o pulso: Estão vivos. Joe irá tirá-los do local.
Guilherme havia derrotado seu rival com pouco custo, sofrendo apenas algumas lesões e cortes leves. Guilherme com o pensamento que todos estariam bem voltou ao salão e subiu pelo mesmo lugar que o Mestre teria ido. O lugar estava lotado de soldados e aprendizes lutando com todas as forças.
Guilherme corria, o corredor parecia não ter fim, parecia ser infinito. Passaram-se alguns minutos até que ele parasse. Ofegante, parou e sentou. Não ouvia mais sons e o corredor aparentemente parecia mais escuro, mesmo com as lâmpadas do teto. Com um pequeno descanso e fôlego recuperado, ele levantou e andou, dando mais atenção aos detalhes, portas, lâmpadas, quadros na parede, tudo. Ele pensou na casa, não poderia ser tão grande assim como viu lá fora. Talvez devesse envolvido em alguma ilusão, que parecia bem real. — Como sairei daqui? Pensou ele.
Com certeza teria que sair rápido. Estava ficando cada vez mais escuro e sufocante, ele estava chegando a perder a sanidade naquele ambiente, E cada vez mais escudo, até que ele percebeu que as lâmpadas não estavam apagando, estavam escurecendo (...).
— É isso! Ele percebeu. Estava sendo envolvido por trevas e para sair, como combater de frente se não com a luz da paz, esperança?
Guilherme se concentrou e a áurea foi surgindo, envolvendo todo seu corpo. Uma áurea branca, mais forte que qualquer luz artificial. Até ele teve que manter os olhos fechados, e quando pode abrir percebeu que não estava mais no corredor.
Parecia um sonho. Viu-se em uma estação de trem, bastante iluminada, toda branca. Havia apenas um banco do outro lado da estação. Lado contrário cuja viu alguém se aproximar, apenas via a sombra devido a luz contra si.
— Mestre Kami?! Como? Por quê?
— Guilherme. Quando você estava envolvido nas trevas, você também estava conosco: Eu e Arthur, na forma de um espírito.
— Entendo, foi isso o que aconteceu. Mas como é possível?
— Nem eu posso explicar isso, mas como palpite, enquanto você vagava nas trevas, seu espírito ficou fraco e se desprendeu, continuando a tentar fazer seu ultimo objetivo. Enquanto seu espírito estava La, entre eu e Arthur, ele estava vulnerável, então tive que fazer isso. Ainda mais depois que você liberou sua áurea, estava mais perigoso. Por favor, lembre-se do amor de seus pais, amigos e vencerá qualquer mal.
— Quer dizer então que estamos mortos?
— Depende. Você pode ficar aqui ou voltar. A escolha é sua, apenas escolha com certeza de que será o que quer.
O Mestre, olhando para o horizonte, após falar com Guilherme da sua despedida:
— Bem, parece que minha hora chegou. Faça suas escolhas com sabedoria.
E assim o Mestre se desmaterializou, até sobrar nada além de lembranças para todos que sabem de sua existência.
Após poucos minutos, Guilherme com a cabeça em um turbilhão de pensamentos aglomerados e pedindo espaço de uma vez, também desaparece da estação. Retorna deitado no chão, abre os olhos e vê o Mestre a metros de distância dele com vários ferimentos, sangue em todo canto e imóvel. Certamente ele sabia que o Kami não retornaria. Chocado e confuso com esses últimos acontecimentos, ele não responde a si. Levanta e vai até seu Mestre. Apenas os dois no lugar. Guilherme não acredita que o Mestre fora derrotado, culpando-se do fato. Ajoelha-se próximo do corpo e passa um curto tempo.
Fica de pé. Não pretende perdoar Arthur e, como novo objetivo pessoal, pretende ver a morte dele assim como seus subordinados. Por suas mãos. A morte do numero dois, que se tornou o numero um.
Arthur havia ido até o terraço. Observando o massacre, pensando na vitória e no mundo que acabara de conquistar, afinal ninguém estaria em seu caminho. Pensava isso até conseguir sentir a presença de Guilherme. Abalado por ele estar vivo, chamou-o mentalmente.
— Você é o novo queridinho do Kami? Ah! Desculpe, não existe mais Mestre. [Seguindo de uma risada maléfica]
— Onde você está? Farei com que pague por isso. [Foi cortado].
— Quem pensa que é garoto? Se nem seu Mestre foi capaz, quem dirá que você conseguiria me vencer? Venha ao terraço para ter o mesmo destino.
Sem pensar duas vezes, Guilherme foi ao encontro dele.
— Quando eu terminar com você vou matar os outros. Um por um bem cruelmente. Alias, deixarei você vivo para testemunhar e depois te mato.
[Um estouro na porta do terraço] e Guilherme apareceu, frente a frente com Arthur. Nesse momento Guilherme estava puro ódio. Guilherme, facilmente provocado, ataca primeiro. Desembainha sua espada e ataca uma, duas, três vezes sem sucesso. Sentia-se muito lento comparado com Arthur. E cada vez mais furioso ele ficava.
No fim do turno, pouco distantes, sua espada foi tomada por chamas negras, da mesma cor que a espada. Ataca tentando combar, errando pela alta habilidade de esquiva de Arthur.
— É tudo que tem garoto? Uma espada pegando fogo é (...).
— Não, tenho muito mais que imagina.
Guilherme, com velocidade, apareceu ao lado de Arthur – olhos humanos não perceberiam – já executando o ataque. Se não fosse a habilidade temporal de Arthur, ele poderia estar morto agora. Arthur retornou do transe antes que Guilherme completasse o ataque, desacelerou o tempo para conseguir se desviar. Foi por muito pouco. Aproveitando a situação para ficar afastado de Guilherme para planejar. Guilherme cortou o ar quando Arthur liberou a habilidade. Sem perder tempo, Arthur joga facas em Guilherme, que bloqueia com a espada. As facas ficaram em chamas negras, derreteram e depois sumiram ainda na queda. Arthur percebe que não poderia ser atingido pela espada, caso contrario seria seu fim então terá que evitá-la sempre.
Guilherme irado libera sua áurea, dessa vez negra e a expande rapidamente. Arthur sente a energia que Guilherme emana e se pergunta como pode ser aquilo possível. Está ficando perigoso pensa ele. E sob seus olhos Guilherme some e aparece em sua frente, Arthur percebe a tempo e se abaixa para evitar o ataque, tenta chutar, mas Guilherme percebe e pula para trás girando o corpo. Arthur simultaneamente sem milésimos de segundo lança uma faca e desacelera o tempo muito pouco após o lançamento. Quando a faca está prestes a atingir o olho de Guilherme, ele surpreende Arthur: se move em velocidade normal, desviando da faca e correndo na direção do vilão.
Essa “velocidade normal” superava a de Arthur. Era sua velocidade rápida no lento tempo manipulado por Arthur. Com quatro metros do alvo, Arthur levanta ambas as mãos e grita:
— Pare!
O tempo volta ao normal, uma barreira invisível aparece entre os dois. Guilherme não para e bate violentamente na barreira, fazendo-a a rachar com a ferocidade de sua espada ainda em mãos. Nesse momento, Arthur vê a espada bem próxima dele. Era a espada que ele havia perdido no Brasil por soldados incompetentes. Então perde a calma.
— Essa espada garoto. Essa é minha espada! Grita furiosamente.
— Essa é a espada que irá tirar sua vida. Responde Guilherme.
— Devolva, vamos!
Infortunavelmente Joe aparece na entrada do terraço, onde Guilherme havia entrado. Guilherme e Arthur percebem.
— Saia daqui rápido! Berrou Guilherme. Efetuando mais golpes para quebrar a barreira e antes que ele consiga atravessar a barreira quebrada, Joe já estava caindo aos braços de Arthur. Tudo foi muito rápido.
— Matarei seu amigo se não entregar a espada e desistir de tudo isso.
Guilherme tentou saber por si a importância da espada e perguntou:
— Por que a quer tanto?
Pensou que Arthur não poderia esconder o significado dela por mais tempo.
— Seu mestre não lhe explicou nada sobre isso? Uma espada é como uma parte importante de seu corpo. Ela faz parte de você e comporta-se perfeitamente de acordo com seu verdadeiro dono. O que não entendo é como você consegue manipulá-la com tamanha sincronia.
— Talvez por que eu seja o dono, minha essência fosse semelhante a sua. Enfim, agora ela é minha e você cairá para ela.
Arthur pede mais uma vez pela devolução, sendo novamente ignorado, coloca uma das mãos sob o peito de Arthur e lhe suga toda a energia vital. Joe envelhece até se tornar pó aos olhos de Guilherme e Arthur zomba dele.
— Adoro energia vital, ganho mais anos de vida. Quanto mais jovens, melhor.
Inconscientemente Guilherme aponta a espada para Arthur e depois para o céu. É criada uma esfera negra de todos os sentimentos acumulados. Ela toma tamanho e fica agitada, como se algo quisesse sair de seu núcleo. Superando os cem metros, Guilherme grita:
— Morra demônio.
Joga a esfera de escuridão e trevas em Arthur, sem movimento, paralisado Arthur não consegue fazer outra coisa se não olhar a esfera vindo em sua direção.
— Isso é o que eu sempre tentei fazer. Como um pirralho conseguiu tão facilmente? [Fechou os olhos].
[Um longo silencio antes da explosão seguindo de um grande clarão]
Uma grande explosão ocorreu assim que a esfera tocou o corpo de Arthur. A escuridão toma quilômetros de sua origem. Tudo que é pego por ela é morto e destruído instantaneamente. Guilherme ainda está lá, inconsciente. Deixa a espada flutuar sob ele e com as mãos para cima, libera de si mesmo mais energia escura para alimentar a espada, tornando tudo pior. Tudo se torna escuro.
A esperança é a última que morre, mas não significa que ela seja imortal, um dia ela morre.
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