Elizabeth tentou não ser tão rude com aquelas palavras. E não pareceu tanto. Selina mordeu seu lábio inferior nervosa, sua filha sempre sabia quando estava acontecendo algo. Como ela conhecia todos ali muito bem, era difícil esconder algo dela. A morena foi se sentar ao lado da mãe no sofá e olhou para a pasta encima da mesa. Ela queria pega-la junto com os papéis que estavam debaixo dela. Porém Lucius as pegou e a guardou em sua pasta preta. Lizzie lamentou-se com aquilo por dentro. Porém esperava a resposta de Lucius que havia ficado no ar.

– Não preocupe Lizzie... São apenas os negócios da empresa.

Lizzie ouvia a mentira dele. Sabia que havia alguma coisa errada ali. Ela olhou para Lucius sorrindo. Ela não gostava nada quando a família dela ficava escondendo problemas dela. A morena resolveu que depois falaria com Alfred. Porque ele sabia sempre de tudo, e ele contava para ela porque sempre achou que ninguém deveria esconder nada dela. Ou seria pior depois. Era isso que Lizzie gostava mais em Alfred.

– Bom, se você diz que não tem nada grave acontecendo... Então é verdade, certo?

Elizabeth apenas disse aquilo para brincar com os dois. Dava para ver claramente que eles escondiam nada. Ela queria rir deles por não saberem nem esconder suas expressões. Ou talvez eles soubessem esconder e ela que era boa demais em ler expressões. Vai saber. Lucius sorriu para ela gentilmente.

– Sim, senhorita. Não há porque desconfiar de mim.

Ele soltou um riso junto com Selina. Lizzie também sorriu mais discretamente e então se levantou do sofá e deu um beijo na testa de sua mãe.

– Então vou deixa-los tratar dos assuntos pendentes.

A morena saiu sandando como se não tivesse interessa na conversa dos dois. O que era uma mentira. Ela queria muito saber o que acontecia. Porém ela deixou isso para depois. Ela procurou pelo seu pai na casa, mas ele não estava ali, estranhou aquilo. Pensou em perguntar para a sua mãe onde ele se encontrava, mas ela estava ocupada cuidando de outros assuntos. Lizzie foi até seu quarto e logo quando chegou nele se jogou na cama. Ela estava cansada, a noite já estava chegando e ela não tinha mais o que fazer. Foi um dia longe e cansativo.

A morena acabou adormecendo daquele jeito mesmo. Estava tão cansada que nem ao mesmo sonhou. Dormiu como uma pedra. Depois de cinco horas ela acordou. Viu que estava tudo escuro e seu braço doía, pois ela havia dormido encima dele. Ela se levantou da cama com um pouco de preguiça e foi até seu banheiro. Ligou a luz e sentiu seus olhos doerem um pouco por causa disso. Foi até a torneira e lavou seu rosto. A água gelada a fez despertar. Ela enxugou seu rosto e saiu do banheiro apagando a luz. Estava tudo escuro ali. Ela ligou a luz do quarto e foi até seu guarda-roupas. Resolveu trocar aquela roupa de sair. Ela ainda estava com seu tênis, não havia acreditado que dormiu com ele. Ela tirou seu tênis e o guardou. Tirou sua roupa e pegou uma roupa mais apropriada para dormir. Colocou uma calça de moletom toda preta e uma regata toda verde escura de algodão que moldava seu corpo. Depois de se vestir ela sentiu que não estava mais com sono. Isso era horrível. Ela foi até a sacada de seu quarto e viu que não havia movimento algum na rua. Ela então olhou para a lua. Estava completamente perfeita. Lizzie voltou para seu quarto e foi até sua escrivaninha e pegou seu laptop e sua câmera fotográfica. Voltou para a sacada com os dois a mão. Os colocou no chão, sentou-se na frente dele e ligou seu laptop.

Enquanto ele iniciava, ela pegou sua câmera e ligou. Logo começou a tirar foto da lua. Uma coisa que ela adorava fazer era tirar fotos. Lizzie tirou algumas dezenas de foto e logo voltou ao seu laptop. Ela abriu o navegador e ficou pensando no que fazer. Logo pensou na cidade de seu pai. Ela não sabia o porquê, mas sabia que algo estava acontecendo lá. Talvez pelo fato do Lucius ter aparecido em sua casa. A morena pesquisou sobre notícias em Gotham City. Para a surpresa dela, apareceram várias notícias com a data de hoje. Ela rapidamente clicou no primeiro link que aparecia e logo redirecionou para a notícia.

“O famoso Manicômio de Gotham City foi destruído, por dentro. A grande prisão onde habitavam os mais loucos e temidos homens presos pelo cavaleiro das trevas foi destruída. Todos os presidiários conseguiram escapar. A cidade está em choque e muitos habitantes já arrumam suas malas para saírem da cidade. Ninguém mais quer ficar um minutos lá. Estão todos aterrorizados. Ninguém se sabe ao certo quem foi que começou a bagunça. Mas o que mais preocupa é, como irão captura-los? Já foi dito que 90% dos presidiários mudaram de aparência e são irreconhecíveis aos olhos dos civis. É nesse momento em que todos queriam que Batman estivesse vivo para nos ajudar.”

A morena leu aquilo chocada. Como eles conseguiram escapar do Arkham? Alfred havia dito para ela que essa prisão era de segurança máxima, pois ali dentro havia os piores assassinos do mundo. Lizzie naquele momento temeu pela cidade que tanto amou, mas nunca conheceu. Mas outra coisa chamou atenção dela naquele texto: Batman. Ela queria saber quem era ele. Precisava saber o que ele fez para Gotham City. A garota então pensou mais uma vez em Alfred, ele morou lá por tantos anos e deveria saber quem ele foi. Naquele momento ela também sentiu medo pelo velhinho que ela tanto amava. Ele poderia correr risco em Gotham City agora, certo?

Lizzie agora entendia o que Lucius veio fazer aqui. Provavelmente com isso acontecendo, o valor das Wayne Enterprises iria cair, ela sabia disso também. Pois a cidade estava sendo aterrorizada. Elizabeth queria muito ir até lá. Ela realmente não se importaria em ir até lá no meio dessa confusão. Ela sabia se defender. Talvez ela não soubesse do perigo que esses homens são. A morena ficou ali pensando mais um pouco sobre aquele caso. Ficou um pouco aflita e queria muito saber o que se passava nesse instante na cidade. Lizzie ficou por mais duas horas usando o computador. Leu algumas coisas importantes. Pesquisou mais notícias sobre Gotham, mas não achou nada. Aproveitou o tempo e resolveu fazer o trabalho da escola. Coisa que ela nunca fazia. Quando deu 1h00m da manhã o sono começou a voltar e ela decidiu ir dormir. Desligou seu laptop e levou para dentro junto com sua câmera. As colocou encima da escrivaninha e foi para a cama. Seria um domingo longo.

Lizzie acordou ás oito horas da manhã. Seus olhos doíam. E ela mais uma vez dormiu encima do seu braço. Odiava aquela sensação. Balançou a cabeça para despertar melhor. Saiu da cama e foi até o banheiro. Resolveu tomar um banho e despiu-se. Tomou uma ducha rápida e quente, pois estava um pouco frio. Terminou de banhar-se e saiu do box enrolada na toalha. Voltou ao seu quarto e foi até sua penteadeira. Prendeu seu cabelo em um rabo de cavalo de lado e resolveu ficar sem maquiagem. Modéstia parte, ela não precisava de maquiagem nenhuma. Tinha um rosto perfeito. Ela se levantou e foi para seu guarda-roupa. Colocou suas peças íntimas. Logo pegou uma calça jeans preta, uma simples blusa azul, seu coturno preto e se vestiu. Olhou-se no espelho e viu que não estava faltando nada. Lizzie saiu do seu quarto e desceu as escadas. Foi até a cozinha e encontrou sua mãe sentada na mesa com Alfred sozinha. Eles estavam conversando algo e logo pararam de falar quando a viram. Lizzie não gostou nada daquilo. Ela sentou-se na cadeira de frente a sua mãe em silêncio.

– Dormiu bem?

Sua mãe perguntou colocando suco de laranja em um copo e entregando a filha. Ela pegou o copo e deu seu primeiro gole. Olhou para Alfred que estava lendo algo no jornal.

– Dormi sim... Onde está meu pai?

Lizzie perguntou com um pouco de preocupação na voz. Selina sentiu aquilo. Alfred olhou para Selina e os dois trocaram um olhar muito tenso e rápido. Lizzie estranhou aquilo. Sentiu seu coração acelerar.

– Ele teve que sair com Lucius esta manhã... Eles têm algumas coisas para resolver.

Selina disse com um sorriso confortante. Lizzie estranhou aquilo. Desde ontem não via seu pai. E isso a incomodava, porque ele não era de ficar muito tempo sem falar com ela.

– Isso é estranho... Eu não o vi ontem e Lucius ainda está na cidade?

Selina sabia que sua filha era esperta. Tão esperta quanto seu pai e ela. Não podia demonstrar nada que ela notaria.

– Ele ficou na cidade apenas esta noite.

Lizzie tomou seu suco e olhou para sua mãe com uma cara de poucos amigos. Selina olhava para ela desconfiada daquele olhar.

– Eu sei que vocês estão escondendo algo de mim.

A morena disse em um suspiro. Ela já estava cheia de sua família ficar escondendo segredos para ela. Selina olhou com uma cara nada boa para ela.

– O que está querendo dizer?

Selina aumentou a voz para reprender sua filha. Porém Lizzie não se incomodava com aquilo nem um pouco. Alfred apenas analisava a morena.

– Você entendeu, mãe. Vocês ficam escondendo coisas de mim. Será que não podem falar logo para mim?

Selina se levantou da cadeira e respirou fundo. Cruzou os braços e olhou para sua filha.

– Não estamos escondendo nada de você.

Lizzie riu daquelas palavras. Mas sua risada foi irônica. E sua mãe entendeu aquilo.

– Vai esconder de mim que Gotham City está desmoronando? Que Arkham foi destruída? Eu já falei que não adianta esconder as coisas de mim!

Selina e Alfred olharam para ela surpresos e espantados por ela saber daquilo. Selina foi até sua filha e segurou em sua mão. Ela temia alguma coisa, mas Lizzie ainda não sabia o que era.

– Como soube disso?

Selina perguntou em um tipo de sussurro. Lizzie olhou nos olhos de sua mãe e viu confusão neles. Sua mãe estava confusa e também com medo de algo.

– Isso não importa. Só me diga uma coisa... Meu pai está em Gotham, não é?

Selina suspirou. Não queria contar nada a ela para não deixa-la preocupada. Mas isso era um fato. E ela iria saber cedo ou tarde.

– Sim, ele foi com Lucius. Mas não se preocupe, ele vai ficar bem.

Lizzie viu incerteza nos olhos dela. Algo estava errado ainda. Ela não gostava nem um pouco daquilo.

– Mãe, eu quero ir para Gotham City.

Selina olhou para ela brava agora. Aquelas palavras eram as piores palavras que Selina poderia ouvir nesse momento. Bruce estava lá, e uma parte de seu coração estava com ele. Ela não aguentaria ver sua filha no meio daquela confusão.

– Nem ouse pensar nisso! Nunca deixarei você ir a Gotham.

Lizzie puxou suas mãos das de sua mãe. E olhou para ela de cara feia.

– Você pode ter certeza que eu irei a Gotham City um dia.

Lizzie saiu andando dali. Deixou sua mãe para trás e saiu da casa. O sol bateu em seu rosto e ela resmungou sozinha. Saiu andando pela calçada. Ela estava brava com aquilo tudo. Seu pai estava em Gotham City e sua mãe havia escondido isso. E pior, justo quando Gotham City estava um caos. O que Bruce estava fazendo lá? A morena começou a pensar em como iria Gotham. Ela então teve uma brilhante idéia. Lizzie tinha dezessete anos, e sabia se virar. Dinheiro não lhe falta em sua poupança. Ela tinha tudo que precisava. Poderia ir sozinha para Gotham. E sem a permissão de sua mãe. A garota sorriu sozinha. Iria fazer isso.

A morena foi em direção à casa de Mia, sua melhor amiga. Precisava contar isso a ela. Com toda a certeza ela não ia gostar, porém Mia não precisava ficar sabendo que tem vários maníacos soltos em Gotham. Ela andou apressada, queria chegar logo na casa dela. Demorou 10 minutos e quando chegou lá viu que a janela de seu quarto estava fechada. Ela ainda estava dormindo. Lizzie riu sozinha e bateu na porta. Sabia que Maria já estava acordada. Ela sempre acorda bem cedinho. Segundos depois a porta se abriu e Maria apareceu sorridente.

– Olá querida! Caiu da cama hoje?

Lizzie riu da piada de Maria. Ela havia mesmo caído da cama, pois sempre acordava tarde.

– Bom, acho que sim! E vim acordar Mia também.

Maria riu.

– Fique a vontade!

Lizzie fechou a porta e subiu as escadas correndo. Foi até a porta do quarto de Mia e abriu. Ela estava dormindo toda coberta. Lizzie foi até ela e sentou ao seu lado. Tirou o cobertor dela e começou a chacoalha-la. Mia acordou rapidamente assustada. Então percebeu que era Lizzie. A morena ria da cara de assustada da amiga. Ela então ficou brava.

– Elizabeth! Você é doida de me acordar assim! Eu quase morri agora.

Lizzie parou de rir e fez uma cara triste. Mia rolou os olhos e bocejou.

– Eu preciso te contar uma coisa muito séria! Por isso vim aqui agora.

Mia olhou para a amiga começando a ficar preocupada. Lizzie estava meio aflita agora.

– O que houve? Algum problema grave?

Lizzie suspirou e olhou nos olhos da amiga. Ela parecia aflita também, mas não sabia a razão.

– Eu vou fugir.

A morena esperou pela reação de Mia, porém ela estava parada ainda tentando entender o que ela havia dito. Parecia que a ficha ainda não havia caído. Alguns segundos depois a expressão de Mia mudou para tristeza.

– Como assim você vai fugir? Para onde? Não me diga que é aquela sua cidade doida!

Lizzie já havia falado um pouco para Mia sobre Gotham City. Mia nunca gostou daquilo. A morena abriu um sorriso fraco. Mia logo notou que estava certa.

– Mia, eu preciso ir.

Mia não queria que ela fosse. Não queria que sua melhor amiga saísse de seu lado.

– Então eu vou com você.

Lizzie olhou nos olhos delas que já estavam quase cheios de lágrimas. Ela odiava vê-la assim.

– Não, Mia. Você vai ficar aqui e cuidar de sua mãe. Eu prometo voltar logo.

Mia deixou uma lágrima cair. Lizzie levou sua mão até o rosto delicado dela e secou aquela lágrima. Ela nunca iria se acostumar de ver Mia longe dela.

– Quando você vai?

Mia perguntou segurando o choro. Lizzie sorriu fraco para ela.

– Esta noite.

Lizzie disse em um sussurro. Mia arregalou os olhos e puxou a amiga para um abraço.

– Porque você tem que fazer isso comigo? O que tem de tão importante nessa droga de cidade?

Lizzie desfez o abraço e sorriu para Mia. Acariciou os cabelos negros dela confortando-a.

– Sinceramente, eu não sei o que vou encontrar lá. Mas eu sinto que preciso ir... Eu prometo não demorar muito, tudo bem?

Mia abaixou a cabeça. Ela permaneceu algum tempo quieta e depois voltou a olhar para ela.

– E a escola?

Lizzie suspirou e olhou para seus próprios pés.

– Você sabe que eu só estou nela por sua causa... Eu posso ir para a faculdade já. Nada irá me atrapalhar. Perdoe-me por fazer isso. Mas eu preciso realmente ir.

Mia olhou para ela e abriu um sorrio forçado. Lizzie queria chorar, mas guardou suas lágrimas para quando sentisse falta de Mia em Gotham City.

– Eu queria que você não fosse... Mas se é isso que você quer, eu não posso fazer nada.

Lizzie sorriu para Mia e apertou as bochechas dela.

– Eu te ligarei todos os dias.

Mia riu de sua amiga.

– Acho bom mesmo!

Elas ficaram conversando por um bom tempo ali. Lizzie passaria essa tarde com sua amiga, pois saberia que logo que colocasse os pés em Gotham, sentiria sua falta. As duas saíram, foram para o shopping e almoçaram em um restaurante que Mia adorava. Mia teve que pagar tudo porque Lizzie não havia trazido nada de sua casa. Isso era realmente desconfortante, ela se sentia nua sem seu celular. A tarde passou bem rápida. Elas resolveram esquecer que Lizzie iria fugir da cidade essa noite, e resolveram fazer coisas que sempre faziam, ou seja, se divertir. Elas sabiam fazer isso muito bem. Quando deu 17h30m, Lizzie decidiu que estava na hora de ir embora. Ela precisava arrumar suas coisas. Mia se despediu dela com um longo abraço. Segurou suas lágrimas para não parecer fraca. Mas Lizzie nunca pensaria isso dela, a morena também estava quase chorando ali. Depois de um longo abraço elas se separaram e Lizzie saiu da casa da amiga deixando uma parte de seu coração ali. Ela andou lentamente até sua casa. Sua mãe deveria estar louca com ela. Ela demorou vinte minutos para chegar a casa. Logo abriu a porta que estava destrancada. Rolou os olhos e trancou a porta. Ouviu vozes na sala e andou até lá. Logo viu Alfred e Selina conversando. Selina olhou para sua filha ao nota-la ali. Percebeu que ela estava um pouco cabisbaixa.

– Onde estava? Você sumiu!

Selina se levantou do sofá e abraçou sua filha. Lizzie retribuiu o abraço forte. E permaneceu em silêncio ali. Ela não queria soltar sua mãe. Sentiria falta dela. Selina achou aquilo estranho.

– Desculpa, mãe. Eu estava com a Mia.

Lizzie se desfez do abraço e olhou para ela e sorriu alegremente. Lizzie sabia muito bem como mudar de humor repentinamente. Ela era uma maravilhosa atriz, ou talvez fosse louca mesmo.

– Tudo bem, filha... Eu deveria ter contado para você. Desculpe-me também.

Lizzie apenas sorriu e assentiu com a cabeça em forma positiva. Ela então acenou para Alfred e depois subiu para seu quarto. A morena entrou no quarto e logo trancou a porta atrás de si. Ela então chorou. Começou a chorar em silêncio. Ela não sabia se chorava de tristeza por ter que deixar sua melhor amiga e seus pais para trás, ou se chorava por alegria de ter coragem de seguir em frente sem medo. Ela estava confusa, porém sabia que não voltaria atrás. Lizzie foi até seu guarda-roupa e pegou sua mochila. Começou a guardar algumas peças de roupas e objetos que precisaria. Pegou seus documentos. Ambos deles. O que dizia que ela era filha de Bruce Wayne e outro falso em que ela era Beth Kyle. Suas lágrimas ainda caiam. Ela se sentia diferente. De alguma forma se sentia mais madura por dar esse passo em sua vida. Ela só esperava não morrer no meio daquele caos.


Notas finais
Wow, desculpem a demora meus amores! Espero que gostem. E muuuuuuuuuuito obrigada por essas duas recomendações! Eu realmente amei *-* Obrigada mesmo!
O que acharam? É agora que a história vai realmente começar!
Bom, como vocês perceberam ali... "Eles estão irreconhecíveis" Eles mudaram um pouco...
Então, quem vocês acham que devem aparecer? Quais vilões?