Dark Love

23 The past is never left behind


Notas iniciais
Boa tarde amoooores, como vaii? espero que gostem do cap ^^ e por favooooooor, comentem poxa :( o próximo capítulo só vem com 1270 comentários! bjss

URSS, Leningrado, 9 de outubro de 1946 — 11h 15 am— Mansão de Edward Cullen Scherbítsky

Uma semana havia se passado, uma semana extremamente calma, o que até era estranho na altura do campeonato.

Edward deixou Isabella dormir até tarde, indo buscar Claire em seu quarto para que eles pudessem acordá-la. Eles entraram de fininho e Edward jogou Claire em cima da cama, enquanto ela ria.

— Bom dia tia Bella! — Ela disse agitada, ficando em cima de Isabella e beijando sua bochecha. Bella sorriu, ainda meio sonolenta, abraçando Claire em seus braços.

— Bom dia minha princesinha. — a menina a abraçou de volta. Bella limpou os olhos e encarou Edward, que as olhava com um sorriso no rosto. Ele se sentia tão feliz em ter as duas mulheres de sua vida ali, bem na sua frente. Ele se sentou na cama, ao lado de Isabella e a abraçou pela cintura, dando um beijo em sua testa.

— Bom dia, querida. — Ele sorriu e ela deitou a cabeça no ombro dele.

— Bom dia, amor. — Ela disse doce e ele a abraçou pelos ombros. Claire ficou pulando na cama.

— Papai, tia Bella. — Ela disse ofegante, ainda pulando. — Vamos... brincar.... lá... fora... — Ela disse entre pulos, fazendo Isabella rir.

— Vamos sapinha, mas pare de pular antes que fique sem ar. — Ela disse brincalhona e Claire parou abruptamente, sentando na cama, seus olhinhos ficaram arregalados.

— Tia Bella, se eu pular eu não respiro nunca mais? — Ela disse alarmada, fazendo Bella sorrir, a trazendo para o colo dela.

— Não querida, você só fica cansada se pular de mais, entende? — Ela sorriu e Claire pareceu entender, suspirando aliviada.

— Ai, ufa! — Ela disse, fazendo Edward e Bella sorrirem.

— Então agora com licença, por que a tia Bella precisa tomar um grande banho. — Ela se levantou da cama, se espreguiçando, o que a deixou enjoada por levantar rapidamente, fazendo ela correr até o banheiro e fechar a porta atrás de si. Edward pediu docemente que Claire descesse e foi até o banheiro, segurando os cabelos de Isabella enquanto ela vomitava.

Ela terminou finalmente e então lavou a boca na pia, escovando os dentes, enquanto ele ainda segurava seu cabelo. Ela puxou a descarga e o encarou, ele a segurava pelos ombros e sorria pra ela. Isabella lhe deu uma careta.

— Pode tirar esse seu sorriso do rosto, Edward. Eu estou quase vomitando a minha alma aqui. — Ela revirou os olhos e ele sorriu mais.

— Isso me deixa feliz, sabe? Saber que tem algo nosso dentro de você, mesmo que te faça vomitar, a criança que esta ai, veio do amor que sentimos um pelo outro. — Ele disse sorrindo, fazendo Isabella ficar com os olhos cheios de lágrimas.

— Só você para amar o meu vômito. — Ela disse chorona, já deixando as lágrimas caírem pelos seus olhos.

— Eu amo tudo em você, minha sujinha. — Ele disse brincalhão, a abraçando. Ela se debateu contra ele, o xingando.

— Vai te catar Edward, sinceramente. — Ela disse brava e ele riu, a segurando pela cintura. — Me solta, a sujinha aqui tem que tomar banho. — Ele disse irritada, carregando a palavra 'sujinha'. Ele riu mais ainda e beijou a bochecha dela.

— Já disse como você fica linda brava? — Ele perguntou bobo, a encarando. Ele não se cansava de olhar pra ela.

— Você não vai achar nada lindo quando eu dar uns belos tapas nessa sua cara debochada. — Ela disse ainda brava, fazendo ele gargalhar.

— Te amo, minha bravinha. — Ele disse doce, a abraçando novamente e beijando o topo de sua cabeça. Isabella suspirou e se aconchegou nele, sorrindo.

— Também amo você. — Ele sorriu, ligando o chuveiro discretamente e entrando com ela no box, molhando os dois, que ainda estavam com roupas.

Bella olhou pra ele com a cara alarmada, desacreditada no que ele tinha feito. E antes que ela pudesse lhe dar um belo tapa, ele a empurrou contra a parede, a beijando em baixo do chuveiro. O corpo de Isabella, que atualmente já estava mais sensível do que o normal, se arrepiou com o contato, o que a fez agarrá-lo pelos cabelos, o puxando para mais perto. Ele a segurou pela cintura, a levantando e colocando suas pernas em volta dele. Como Edward era pelo menos uns 20 cm mais alto que ela, essa posição era infinitamente melhor.

Ele a segurou pela bunda com um braço, a apoiando na parede fria do box, enquanto tirava a camisa com a outra mão com a ajuda de Isabella. Ele voltou a beijá-la, não querendo separar os dois por mais tempo do que o necessário. Ele puxou a camisola molhada dela pra cima, a tirando com facilidade e jogando a peça pesada no chão. Sem muita cerimônia ele desceu com beijos molhados pelo pescoço dela, indo até um dos seus seio e dando a devida atenção á eles. Isabella já sentia a ereção dele em sua bunda, e Jesus, como ela queria se enterrar nele no momento. Ele a chupou, enquanto a água fria caia sobre eles, embaçando um pouco sua visão, mas nada que o fizesse parar. Ela o segurou pelos cabelos mais firmemente, gemendo seu nome enquanto ele mordiscava sua pele sensível. Ele passou a língua pelo meio dos seus seios e foi dar a devida atenção ao outro, que coube igualmente em sua boca. Ele a segurou firmemente pela cintura, e santo Deus, o homem tinha força. Ele a levantando pela bunda, enquanto lambia sua barriga no processo. Colocou as pernas de Isabella em cima de seus ombros, de modo que ele tinha total acesso á sua intimidade, que estava bem na cara dele.

Isabella foi apoiada contra a parede de novo, e ele apertou suas coxas, enquanto começava á lambê-la e a chupá-la.

— Puta merda, Edward. — Ela xingou em êxtase, se segurando no cabelo dele enquanto ele fazia seu trabalho muito bem. Ele mordiscou o clitóris dela, a fazendo gritar seu nome. Sorrindo contra a intimidade dela e a chupando mais forte, fazendo Isabella gozar em sua boca. Por conta da gravidez tudo era muito mais intenso pra ela, e porra, ela nunca tinha tido um orgasmo como esse. Seu corpo todo tremia e seu coração parecia que iria sair do peito.

Ele retirou as pernas bambas dela de seus ombros, a colocando de pé no chão, sustentando-a pela cintura. As mãos dela correram pelas costas dele, as arranhando de leve enquanto ele a beijava. Ela desceu as mãos pela lateral do corpo dele, fazendo-o se arrepiar e tremer em expectativa. Passou as mãos pela barriga dele, subindo e descendo de seu peito até sua cintura baixa, até que ela finalmente chegou onde ele precisava.

O pênis dele já latejava, quase explodindo a cada gemida que ela dizia seu nome. Ela desabotoou as calças dele e as desceu por suas pernas enquanto ele a ajudava a tirar a última peça de roupa entre os dois. Para felicidade dela, ele estava sem cueca, então Isabella o segurou na mão, não conseguindo o pegar por completo, por que meu Deus, o cara era realmente MUITO bem dotado. Ela sorriu travessa quando começou a masturbá-lo e a cabeça dele pendeu para trás, completamente entregue á ela. Ela beijou o queixo dele, mordendo e lambendo em seguida enquanto ela o excitava em baixo. Sua mãos assumiram um ritmo mais rápido, enquanto ela aumentava a pressão em volta de seu pênis, o apertando mais. Ele gemeu o nome dela, empurrando os quadris na direção de sua mão, intensificando o movimento de masturbação. Ele mordeu o ombro dela, abafando um grito. Edward estava quase perto, quando retirou a mão dela e a beijou novamente, apertando sua bunda e a levantando um pouco do chão, alinhando suas intimidades.

Ela abriu as pernas pra ele, o deixando se enterrar completamente nela. O calor entre eles ainda era muito intenso, e o contraste com a agua gelada causava arrepios nos dois, intensificando tudo o que se passava ali. Ele começou com movimentos dolorosamente lentos, entrando em Isabella completamente, saindo quase todo de dentro dela em seguida, retornando com força. Ela gemeu no ouvido dele, enquanto forçava movimentos mais rápidos. Ele lambeu o pescoço dela e a beijou novamente, atendendo seus pedidos e indo mais rápido. O corpo de Isabella batia na parede fria do banheiro, e ela sabia como ficaria marcado ali, mas Cristo, o sexo não poderia ser melhor que isso.

Ela se segurou nos ombros dele com força quando seu orgasmo veio. Toda sua intimidade se apertou sobre o pênis dele, o esmagando e aumentando seu prazer. Ele gemeu e ela gozou pela segunda vez, sentindo sua cabeça girar. Ele a beijou de novo, apertando a cintura dela e a masturbando, ao mesmo tempo em que ele continuava a entrar e sair dela. Ele ficou assim por mais alguns minutos até que seu orgasmo também veio, e ele a beijou com urgência enquanto derramava tudo dentro dela.

Ambos estavam ofegantes quando tudo acabou. Ele encostou a testa molhada na dela e sorriu, lhe dando um selinho demorado. Isabella corou e o encarou, sorrindo como uma boba apaixonada, ainda com os corpos conectados.

— Ou você é realmente muito bom nisso, ou o que dizem sobre os hormônios de grávida intensificarem o sexo é realmente verdade. — Ela disse zombeteira, fazendo ele rir.

— Você pode ter quantos hormônios quiser, mas tem que admitir que eu sou realmente bom no que eu faço. — Ele disse presunçoso, fazendo ela gargalhar.

— Você é um fodido convencido, Edward. — Ele riu e beijou a bochecha molhada dela.

— E você é fodidamente linda, Bella. — Ela revirou os olhos, sorrindo, enquanto ele beijava a ponta de seu nariz frio.

— Agora que você já parou de abusar de mim, posso tomar um banho? — Ela disse fingindo de irritada e ele riu.

— Eu? Abusando de você? Esta louca! — Ele disse, revirando os olhos. Ela levantou as sobrancelhas para ele.

— Eu vim toda inocente tomar um simples banho e você nos jogou aqui dentro, molhando nós dois e abusando de mim, sim. — Ela disse, se fingindo de horrorizada enquanto ele ria.

— Você não existe, sabia? — Ele disse, a encarando com adoração. — Todos os dias eu me pergunto o que fiz para te merecer. — Ele disse com amor, fazendo ela sorrir genuinamente pra ele.

— Eu sou muito boa no que eu faço. — Ela disse divertida, repetindo a frase dele. Edward gargalhou e a beijou mais um vez, separando seus corpos e finamente tomando um banho.

Eles se trocaram e desceram juntos para o almoço, e a cara de Jasper, Alice e Emmett dizia que eles sabiam muito bem o que eles tinham feito. Isabella ruborizou e saiu de fininho depois do almoço, indo brincar com Benjamin e Claire na varanda.

Jasper e Edward foram até o escritório dele, resolver os últimos papéis do divórcio.

— Como o atestado de óbito era falso, já consegui que um delegado amigo meu anulasse tal documento. O que infelizmente te fez um homem casado novamente. — Jasper disse á contragosto, continuando. — Eu dei entrada nos novos papéis de divórcio, anulando seu casamento. Mas você sabe, Tanya precisa assinar. — Ele disse aborrecido, fazendo Edward apoiar a cabeça nas mãos sobre a mesa. Eles não tinha notícias de Tanya á muito tempo, o que os deixava preocupado com o que ela poderia estar tramando.

— O que faremos agora? Eu vou ter que esperar ela ter a boa vontade de reaparecer? — Edward disse irritado, cansado de sempre ser impedido de viver em paz. Jasper suspirou.

— Infelizmente sim, Edward. Não temos nenhum meio de contato com a Tanya, e muito menos sabemos onde ela esta. — Jasper suspirou.

— Por quanto tempo eles ainda vão assombrar a minha vida, Jasper? — Edward disse triste. — Não aguento mais isso, porra. Eu só quero ficar tranquilo com Isabella, Claire e esse bebê que esta vindo, é pedir demais isso? — Ele disse exausto, completamente fadigado da situação.

Alice estava afoita do outro lado da porta, dando toques nervosos na mesma. Jasper se levantou alarmado e abriu a porta, a deixando entrar. Ela parou próxima a mesa de Edward, se apoiando na mesma.

— Tanya esta ai. — Ela disse ofegante por ter corrido. — Ela disse que Carlisle bateu nela e a expulsou de onde eles estavam. Disse que esta arrependida e quer nos ajudar. — Ela disse ainda ofegante, fazendo uma careta.

— Não acredito em algo assim. — Jasper disse com desdém e Edward concordou.

— Nem eu! — Alice confirmou. — Por Deus, essa mulher é uma completa vaca, e eu aposto que isso é um fodido truque. — Alice xingou e Edward a encarou.

— Vamos fingir que acreditamos nela, Alice. Ela precisa achar que estamos como bobos. — Edward disse pensativo e Jasper concordou.

— Sim! Ela precisa repassar a Carlisle que estamos desligados com tudo, o que pode fazer ele relaxar e nos trazer mais provas. — Jasper disse pensativo.

— Mas e se ela descobrir? O que vamos fazer? — Ela disse alarmada, encarando os dois.

— Nós já fizemos muito isso na guerra, amor. Eu e Edward temos experiência. E afinal, Tanya é tão inofensiva quanto parece ser. O mentor de tudo é realmente Carlisle, ela não teria tal capacidade de articulação. Sue pai estave no exército, ele é um comandante, sabe bem como usar estratégias. — Jasper comentou, franzindo o cenho. Edward concordou.

— Sim. E ele acha que estamos tão desesperados á ponto de não ver o quão falsa Tanya pode ser. — Edward comentou, bufando. Alice assentiu.

— Tudo bem então, depois eu falo com Emmett e Bella. — Alice suspirou. — Tanya esta na sala e quer falar com vocês. — Jasper e Edward se entre olharam, suspirando pesadamente. Eles se levantaram e saíram do escritório, indo até a sala. Alice foi até a varanda, indo conversar com Bella e Emmett enquanto as crianças brincavam. Na sala, Edward e Jasper encaravam uma Tanya chorosa e machucada. Eles se sentaram no sofá na frente dela e a encararam, esperando que ela falasse algo.

Ela suspirou pesadamente e limpou os olhos, encarando os dois.

— Eu sinto muito, por tudo. — Ela suspirou, chorando. — Carlisle é um monstro, e eu estava apaixonada por ele, não pude perceber. — Ela disse tentando parecer sincera, mas Edward e Jasper já sabiam como essa falsidade funcionava, eles já passaram por isso no exército.

— Fico feliz que quer se redimir, Tanya. Eu sei que Carlisle é um monstro, e é bom que tenha percebido á tempo, ele poderia ter feito coisas piores á você. — Jasper disse cauteloso, realmente parecendo preocupado. Ela sorriu minimamente.

— Eu sei, Jasper. Obrigada. Eu espero que eu possa voltar a morar aqui? Queria me redimir com minha filha, e com você, Edward. — Ela olhou para ele, sorrindo de canto. — Eu fui tão ruim com você, sumindo daquele jeito e te deixando péssimo, e quando eu voltei ainda fiquei insistindo em algo louco da minha cabeça. — Ela o encarou tristemente. — Me desculpe tentar atrapalhar você e Isabella, ela é uma menina muito doce. — Ela forçou um sorriso e Edward percebeu. Ele trincou o maxilar e sorriu pra ela.

— Tudo bem, Tanya. Você pode ficar aqui conosco, só se comporte, por favor. E Claire, ela é uma menina maravilhosa, merece que você seja uma boa mãe para ela. — Ele disse sério e Tanya chorou mais ainda.

— Eu sei que tenho sido péssima, mas eu quero ser boa pra ela, eu juro. — Ela disse emocionada, quase fazendo Edward acreditar nas palavras dela. Mas infelizmente, ele sabia que pessoas não poderiam mudar assim.

Isabella entrou na sala com Claire segurando em um de seus braços, apreensiva. Edward encontrou os olhos dela e sorriu, a tranquilizando. Depois de tudo o que eles souberam sobre Tanya e Carlisle, isso acabou deixando Isabella com um tanto de medo, ainda mais agora que estava grávida.

Tanya se virou para onde elas estavam, olhando Claire e Isabella. Ela sorriu e abriu os braços, fazendo com que Claire se segurasse mais em Bella.

— Venha, querida. Senti saudades. — Ela disse doce. Claire encarou Bella e escondeu o rosto em sua perna, se agarrando nela. Edward foi até elas e se agachou na altura da filha, fazendo carinho em seu cabelo loiro.

— Querida, você quer vir com o papai? — Ele perguntou, sorrindo pra ela e acariciando uma de suas bochechas.

— Quero ficar com a minha mãe. — Ela disse temerosa, se agarrando mais em Bella.

— Querida, eu posso te levar até sua mãe. — Isabella disse docemente, se abaixando na altura dela, a menina se agarrou no pescoço dela.

— Você é minha mãe, Bella. Eu quero ficar com você. Você cuida de eu. — Ela disse chorosa e Isabella sorriu, a abraçando.

— O certo é "de mim", meu amor. E a sua mamãe é a Tanya, querida. Eu sou a tia Bella. — Ela disse com cuidado para não magoá-la, acariciando seus bracinhos. Claire a encarou e fez um bico enorme.

— Não. Você é minha mamãe! Por favor eu não quero ela de mamãe. — Ela disse chorosa, se agarrando em Isabella. Os olhos dela se encontraram com o de Tanya e ela não foi capaz de dizer nada. Bella se sentia um pouco intrusa, ainda mais com Claire a chamando de mãe na frente de Tanya, que por mais que fosse uma pessoa terrível, ela era mãe. E Isabella imaginava como devia doer escutar algo assim. Edward a encarou e ela sorriu, se segurando em Claire.

— Tudo bem meu amor, vamos subir, sim? Vou ler algo para você. — Ela pegou a menina no colo e levantou do chão, a aconchegando em seu peito. Edward beijou a testa de Bella e acariciou as costas da filha. Ela assentiu, sorrindo pra ele e deu um último olhar em Tanya, que chorava no sofá. Ela subiu até o quarto de Claire e a deitou na cama, pegando algum livro para ler uma história á ela.

Na andar de baixo, Tanya ainda chorava. Edward a encarou, passando a mão pelos cabelos.

— Ela é uma criança, sabe. Ela vê Isabella como a figura materna. E você também nunca foi muito receptiva. — Ele disse com pesar e ela o encarou chorosa.

— Eu sei, eu entendo. Isabella deve estar fazendo um trabalho ótimo com ela. — Ela disse sentida, limpando as lágrimas de suas bochechas e Edward bufou, suspirando.

— Pode ir para seu quarto, Tanya. Depois tente falar com Claire, sim? — Ele disse cansado, tentando amenizar essa situação. Ela se levantou do sofá com os olhos cansado e se arrastou até o pé da escada. Antes de subir ela se virou e encarou Edward e Jasper.

— Eu realmente sinto muito. — Ela disse triste, subindo as escadas. Eles se entreolharam por um momento, pensativos.

— Você acha que ela... — Jasper perguntou pensativo, quase considerando a mudança de Tanya.

— Não sei, você acha? — Edward perguntou sério. Eles se encararam e riram juntos. Nenhum dos dois havia perguntado nada de fato ao outro mas ambos sabiam o que cada um falava, e essa conexão os fez lembrar da época em que lutavam lado a lado.

Edward sorriu e foi pegar uma bebida para ele e o amigo. Ele lhe entregou o whisky e eles se entreolharam, pensativos.

— Agora precisamos ser muito cuidadosos, Edward. Se ela realmente estiver mentindo, qualquer coisa que fizermos ou falarmos vai poder ser usada de pista. E bem, se ela fala a verdade, de qualquer forma, estamos nos prevenindo. — Ele disse cauteloso e Edward concordou, dando um gole em sua bebida.

— Esta certo, Jasper. Sinceramente, eu gostaria que Tanya falasse sério. — Ele disse bufando. — Você viu isso de Claire? Nem eu sabia que ela se sentia dessa forma com Bella. — Ela disse com pesar, sorrindo em seguida. — Mas me deixa feliz, sabe. Isabella é maravilhosa e ver ela e minha filha se dando tão bem. — Ela suspirou, sorrindo novamente.

— Você parece um retardado, camarada. — Jasper disse rindo e Edward lhe deu o dedo do meio. — Sério, você virou um maricas fodido. Não quero nem ver quando o filho de vocês nascer, coitada da Isabella. — Ele gargalhou. — Você vai ser um cara pentelho pra caralho. — Ele riu e Edward revirou os olhos pra ele.

— Eu preciso cuidar da minha família, seu idiota. — Ele disse bravo e Jasper gargalhou. — É sério. Isabella e Claire eram as coisas mais importantes da minha vida, agora esse filho... — Ele disse sorrindo. — Eu sei como eu me senti quando achei que elas estavam mortas, Jasper. E eu vou ser um maldito cuidadoso por que não vou suportar se algo acontecer com Isabella ou meus filhos. — Ele disse pensativo e Jasper se aproximou dele, tocando em um de seus ombros.

— Eu sei Edward. — Ele disse com pesar. A imagem de Edward todo machucado ainda martelava em sua mente. — E eu te admiro por isso cara, de verdade. Eu apenas gosto de zoar com essa sua cara de punheteiro. — Jasper disse rindo e Edward gargalhou. — Mas falando sério, eu estou muito feliz por você. É meu melhor amigo, e minha maior vontade era te ver feliz novamente, irmão. — Ele disse sorrindo, se segurando para não chorar. Ele sabia toda a merda que Edward passou, e não estar com ele todos os momentos ainda o magoava. Edward o encarou, também emocionado. Eles se entreolharam e se abraçaram, rindo.

— Estamos parecendo duas garotas, porra. — Jasper disse á ele, uma lágrima escorrendo por seu rosto enquanto ele ria.

— Estamos mesmo. — Edward concordou, também chorando e rindo ao mesmo tempo. Eles se afastaram e se olharam.

— Nós vamos ser felizes pra caralho, camarada. Quando essa merda toda acabar nós vamos ser muito felizes. — Jasper disse como uma promessa. Era questão de honra, ele devia isso ao amigo. E além de tudo, ele queria seu final feliz com Alice.

Ambos queriam seus merecidos finais tranquilos, mas eles também sabiam que o caminho seria muito longo. Mas nenhum esforço seria demais quando se tratava de suas garotas.

Notas finais
COMENTEEEEEEEEEM MDS