Dark Love

24 Beautiful lie


Notas iniciais
oi xuxuuuus, eu fiquei doente entao me desculpem a demora!! feliz páscoa para vocês!!! e bem, como eu adoro vocês participando de tudo, podiam me ajudar em algo.. quero que vocês comentem qual o sexo do bebê vocês gostariam que fosse o do filho do Edward e da Bella, se vai ser menino, menina ou quem sabe até os dois? haha e comentem também uma ideia de nome para o sexo que escolherem! eu vou escolher um dos nomes que vocês me mandaram ;) ENTÃO COMENTEM MUIIIIIIIITO e desculpem pelo capítulo pequeno, o próximo vai ser realmente grande e preciso de vocês com paciência pra mim haha obrigada e beiijos

**leiam as notas iniciais!!**

URSS, Leningrado, 16 de outubro de 1946 — 9h 20 am— Mansão de Edward Cullen Scherbítsky

Uma semana passou na mansão. Tanya vinha se mostrando realmente arrependida e sua relação com Claire tinha melhorado, mas ela ainda via Isabella como mãe e só conseguia ficar com Tanya quando ela estava por perto.

Edward, Jasper e Emmett não haviam parado com as pesquisas, de qualquer forma. Tudo era feito com mais cautela já que Tanya estava de volta á mansão, mas eles todos sabiam que isso era importante demais para se deixar de lado.

Isabella desceu com Claire nos braços e elas foram até a cozinha. Ela colocou a menina na cadeira de madeira e pegou alguns alimentos para o café da manhã. Enquanto Isabella separava tudo para elas comerem, Claire brincava despreocupada com sua boneca.

— Mamãe, você não acha que eu preciso de uma boneca bebê? Pra eu aprender a cuidar. — Ela disse encarando sua boneca loira. Bella estremeceu um pouco mas depois sorriu. Claire vinha chamando-a de mãe desde que Tanya voltara. Não que ela se importasse, ela realmente amava a menina sentir tal afeição por ela, mas ao mesmo tempo se sentia uma intrusa, ainda mais com Tanya rondando-as o tempo todo.

— Você acha? Bom, você tem sido uma garotinha muito boazinha. Eu acho que posso conversar com o papai sobre isso. — Ela sorriu e Claire bateu palmas.

— Eba! — Ela comemorou, rindo. — Eu vou ter um bebê igual o que tem na sua barriga. — Ela disse animada, mostrando seus dentinhos brancos. Isabella arregalou os olhos e depois sorriu, indo até a mesa e sentando do lado dela.

— Sim querida. — Isabella sorriu maravilhada.

— Eu quero aprender a cuidar pra eu ajudar você. — Ela disse sorrindo, encarando Bella em seguida. — Como ele entrou ai? — Ela perguntou confusa, inclinando sua cabeça paro o lado. Isabella não pode deixar de sorrir para como ela era adorável.

— O papai colocou ele aqui dentro. — Isabella disse envergonhada, suas bochechas ficando vermelhas. Claire arregalou os olhos e encarou Isabella.

— O papai fez você engolir ele? — Ela disse alarmada e Isabella riu, a puxando para seu colo. Edward as observava em silêncio no batente da cozinha. — Eu vou ter que comer o meu bebê também? — Ela perguntou sussurrando, horrorizada.

— Não, querida. Eu não engoli ele. — Ela disse rindo e Claire a encarou. — E você não precisa engolir o seu bebê, também.

— Mas como ele entrou ai? — Ela perguntou confusa e Isabella ficou perdida. Edward viu o desespero dela e deixou escapar um riso. Ela se virou em direção á ele e estreitou os olhos.

— O seu papai pode explicar para você, não é amor? — Isabella disse olhando pra ele, forçando um sorriso. Ele arregalou os olhos e ela riu.

— Papai me conta! — Ela disse animada, saindo do colo de Bella e indo até ele, o puxando pela mão até a mesa da cozinha. Isabella segurou o riso e o encarou.

— É... Bem, filha, o que acontece é que... É, bem.. — Ele começou nervoso e Isabella soltou uma gargalhada. Claire o encarava confusa. Ele olhou para Isabella e bufou, a olhando desesperado por socorro. — Filha, você vai entender quando for mais velha. — Ele disse nervoso e Isabella sorriu.

— Mais velha quanto? Eu queria saber agora. — Ela disse manhosa.

— Mais velha com uns 40 anos. — Ele disse sorrindo e beijando a cabeça dela. Bella gargalhou.

— Você realmente acha... — Ela começou debochada e ele estendeu a mão na direção dela, a parando.

— Me deixe acreditar que minha garotinha vai continuar virgem até sua meia idade, obrigado. — Ele disse preocupado e Isabella riu, se levantando da mesa.

— Papai, o que é virgem? — Claire perguntou confusa e Isabella gargalhou de novo. Ele bufou e passou a mão na testa.

— Eu acho que a tia Alice vai conseguir te explicar, querida. — Ele disse derrotado e Isabella riu, se aproximando. A menina pulou do colo dele e saiu da cozinha, correndo escada acima até o quarto de Alice.

Edward puxou Isabella, que ainda ria, e a sentou em seu colo. Ela passou os braços pelo pescoço dele e sorriu. Ele a segurou pela cintura enquanto acariciava sua coxa por cima do vestido.

— Eu vou ficar louco com essas perguntas. — Ele comentou desesperada e ela riu rapidamente.

— Isso por que ela mal começou. — Ela comentou divertida e ele assentiu, tocando a barriga dela.

— Pense como nosso filho vai nos perguntar as mesmas coisas. — Ele disse maravilhado, sorrindo. Depois a encarou. — Eu estou tão feliz, amor. Eu realmente não tenho como mensurar isso pra você, um filho nosso. — Ele disse sorrindo e ela retribuiu. — Nem preciso lhe dizer que Alice começou a me enlouquecer sobre o casamento, você sabe. — Ele revirou os olhos e ela riu, acariciando os pelos da nuca dele.

— Eu sei, ela já quer ir ver os vestidos comigo, você pode acreditar nisso? — Ela gemeu, revirando os olhos e encaixando a cabeça no pescoço dele, que sorriu.

— Eu posso sim. — Ele riu, parando em seguida. — Eu vou falar com ela hoje, sobre o divórcio. — Ele disse baixo e Isabella se alarmou, levantando a cabeça e o encarando.

— Acha que será um problema? Eu tenho a tido bem receptiva, apesar de Claire insistir em rejeitá-la. — Ela disse com pesar. Eles sabiam que pisavam em ovos com Tanya, mas Bella principalmente se sentia acuada, ela não conseguia mensurar do que ela era capaz. E pelo fato de ser muito ingênua, ela já estava acreditando que Tanya realmente melhorara. Edward bufou e acariciou-lhe as costas.

— Eu não sei, amor. Mas algo é certo, se ela realmente mudou não será um problema assinar o divórcio. E de qualquer forma, se ela estiver mentindo, vai assinar para conseguir nossa confiança, entende? Acho que de qualquer jeito ela vai ficar sem opções. Se ela se nega á algo assim nos da motivos para desconfiança. — Ele deu de ombros e ela mordeu o lábio inferior, pensativa.

— Você acredita que as pessoas não mudam? Quero dizer, você é um exemplo disso. — Ela disse com pesar e ele revirou os olhos.

— Eu nunca fui mau realmente, Bella. Eu podia ser rude com as pessoas mas eu nunca fiz maldades. O que houve na guerra, a matança e tudo, foi uma necessidade de sobrevivência e a luta por um ideal. O meu pai é um doente psicopata e Tanya estava com ele, o que me leva a duvidar que ela seja diferente. — Ele disse com convicção. Ele tinha certeza que ela não mudara.

— Eu não sei, Edward. Eu odeio julgar as pessoas e eu tento ter o melhor delas, as vezes ela realmente se arrependeu... — Ela começou mas ele a cortou, desacreditado.

— Eu realmente duvido disso. Eu acredito em redenção Bella, eu realmente acredito. Mas as coisas que ela fez, ela.... — Ele bufou. — Droga, ela foi capaz de tirar nossa filha de mim, de mentir que ela estava morta. — A voz dele falhou e Isabella lhe acariciou o ombro. — Ela viu o que meu pai fez comigo, a tortura, e ela compactuou com isso. Você não acha que alguém assim é no mínimo um monstro? — Ele disse magoado. Apesar de ter sua filha de volta, algo dele foi quebrado e nunca seria consertado.

— Eu te entendo, e eu sei que é difícil aceitar que as pessoas podem ficar boas depois de terem feito tantas coisas ruins. Mas eu acredito na bondade das pessoas, Edward. Eu acho que se nós sempre levarmos tudo ao extremo, nunca seremos capazes do perdão. Eu aprendi isso com os meus pais, a redenção. E eu acredito que pessoas podem mudar, sim. Pode ser que Tanya esteja realmente mentindo pra nos, mas eu gostaria que ela realmente estivesse falando a verdade. E eu acho que ela merece perdão, você sabe. — Ela suspirou. — Eu demorei para aceitar o que houve com os meus pais, eu quase coloquei uma bala em minha própria cabeça, mas eu consegui perdoar, depois de tudo eu consegui. Eu vejo que o que fizeram comigo e com minha família deixou marcas eternas, mas ao mesmo tempo eu perdoo quem o fez e eu não condeno ninguém. — Ela deu de ombros e ele sorriu, dando lhe um selinho.

— Sua inocência é realmente admirável, leelan. — Ele acariciou o rosto dela, que sorriu.

— Eu acho que ser mãe faz isso com as pessoas. — Ela sorriu. — Quando você carrega uma vida, você tenta ser a melhor pessoa do mundo, sabe? Eu quero ser capaz de passar coisas boas para o nosso filho, ser uma boa mãe. — Ela acariciou a barriga e ele sorriu, beijando-lhe o topo da cabeça.

— Eu era como você. Mas infelizmente, quando vemos coisas feias demais em nossa vida, acabamos desacreditando na bondade das pessoas. — Ele suspirou. — Eu seu coisas de meu pai que lhe tirariam o sono, Bella. Como eu posso acreditar que tem bondade ali? — Ele perguntou triste e ela deu de ombros, o abraçando.

— Eu sinto muito. — Ela disse finalmente. Bella sabia que o fato dele ter descoberto que Carlisle não era seu pai o atormentava, mas eles nunca falaram sobre o assunto realmente. Ele a abraçou e eles ficaram ali, até que alguém entrou na cozinha.

— Oh, me desculpem atrapalhar. — Tanya disse sem jeito, fazendo-os olharem para ela. — Só vim pegar um café, esta frio. — Ela comentou casual e Bella sorriu pra ela, se levantando do colo de Edward e indo até o bule, lhe servindo café.

— Esta aqui. — Ela disse doce e Tanya sorriu.

— Obrigada, Isabella. — Ela sorriu verdadeiramente e Edward bufou, chamando a atenção das duas. Bella o repreendeu com o olhar.

— Preciso falar com você, Tanya. Pode encontrar á mim e Jasper no escritório em meia hora? — Ele perguntou casual, quase rudemente. Ela engoliu em seco e assentiu. — Ótimo. — Ele comentou satisfeito e foi até Isabella, lhe beijando a testa e saindo da cozinha. Elas se olharam e Isabella foi a primeira a sorrir.

— Eu sinto muito... — Ela disse com pesar mas Tanya a parou.

— Eu não esperava menos, realmente. — Ela deu de ombros. — Obrigada por ser boa comigo, Isabella. Você é a única. — Ela suspirou. — Nem minha filha gosta de mim. — Ela pareceu triste e Isabella se aproximou, pegando sua mão livre.

— Eu acho que você já deu um grande passo vindo até aqui, Tanya. É maravilhoso você querer se redimir, e com o tempo Claire se acostuma com você, ela só precisa se sentir amada. E eu estou genuinamente feliz por você ter se arrependido, eu confio em você. — Bella disse tais coisas com tanta convicção que os olhos de Tanya se encheram de lágrimas. Ela apertou a mão de Isabella sobre a sua.

— Obrigada por isso. — Ela lhe deu um meio sorriso e Bella se afastou, arrmando o bule sobre o fogão.

— Preciso subir para arrumar umas coisas no quarto, acho que você já sabe onde fica tudo? — Ela perguntou retoricamente e Tanya assentiu sorrindo. — Ótimo. Então até á tarde. — Ela disse simpática, saindo da cozinha.

Tanya se sentou na cadeira e encarou seu próprio rosto na xícara de metal, se analisando. E naquele momento, ela ficou em dúvida sobre quem era e se valeria a pena.

Edward estava com Jasper no escritório, revendo alguns papéis, quando alguém bateu a porta. Eles se entreolharam, imaginando que seria Tanya. Jasper gritou "entre" e ela abriu a porta timidamente, entrando na sala. Eles indicaram onde ela poderia sentar e Jasper respirou fundo, colocando os papéis em sua direção. Ela encarou os mesmos , confirmando sua dúvidas. Jasper ia começar a falar mas ela o cortou, olhando os papéis.

— Não se incomode, Jasper. Eu só quero saber onde eu assino? — Ela perguntou e eles se espantaram, se olhando. Jasper virou as três folhas e lhe indicou o espaço. Enquanto ela assinava Edward bufou, batendo as palmas das mãos no braço da cadeira estofada.

— Esta falando sério sobre isso, Tanya? Isso foi realmente muito fácil. — Ele disse rude e Jasper o encarou feio.

— Eu quero acabar logo com isso, Edward. Eu sei que ninguém aqui confia em mim... -Ela começou e Edward a cortou.

— Primeira coisa coerente que ouço sair de sua boca. — Ele disse com raiva e Jasper apertou-lhe o braço, tentando contê-lo.

— Olhe, me desculpe, realmente... Me desculpe por tudo. Eu não mensurava o quão ruim o seu pai... O Carlilse poderia ser, e tudo saiu do controle. — Ela respirou fundo. — Eu sinto muito pelo seu sofrimento e por ter tirado Claire de você, e eu sinto muito por voltar r atrapalhar sua vida com a Bella, eu não quero mais causar problemas eu só... — Ela suspirou. — Ele pode me matar se souber sobre isso, que eu sai fora. E eu gostaria de me redimir com a minha filha. Deus, você merece toda a felicidade que eu lhe tirei, e caramba, a Bella é boa demais para toda essa merda. — Ela disse sentida e Edward e Jasper realmente se comoveram com aquilo. — Eu realmente sinto muito, de verdade. Eu não tenho onde ficar, mas se você preferir eu posso ir embora.... — Ela começou mas Jasper interveio.

— Não precisa, Tanya. Esta tudo bem, você pode ficar. Não é, Edward? — Ele encarou o amigo, que a analisava.

— Pode ficar, Tanya. Mas ouça algo, se eu desconfiar ou ver você fazendo algo contra qualquer pessoa aqui dentro, não vai ser meu pai que vai matar você, serei eu. E nós dois sabemos todas as contas que temos para acertar, não é? — Ele disse ameaçador e ela tremeu, assentindo. — Que bom que nos entendemos, e obrigada por assinar. — Ele sorriu ironicamente e ela se levantou ainda trêmula, saindo da sala.

Jasper e Edward se entreolharam pensativos, mas nenhum comentou sobre o assunto. Jasper analisou os papéis assinados e os colocou em um envelope para levar á cidade no dia seguinte.

Ele e Edward conversaram sobre coisas aleatórias até que Emmett os encontrou, então os três voltaram ás investigações. O relógio já marcava por volta das 18h e Edward bufou, cansado. Ele só queria sair dali e passar realmente um tempo com Isabella.

— Acho que por hoje é o bastante, camaradas. — Ele suspirou, se levantando e estalando suas costas. — Eu realmente preciso de um descanso com Isabella. — Ele disse sonado e Jasper riu.

— Oh sim, eu sei como você descansa. — Jasper fechou as mãos em punhos ao lado do quadril, as movendo para frente e para trás, simulando um movimento de sexo. Edward gargalhou e Emmett bufou. — Qual é cara, você realmente acha que a cegonha trouxe o bebê de Bella? — Jasper perguntou á Emmett, que bufava.

— Eu não preciso ouvir o que minha irmã e Edward fazem realmente. — Ele disse bravo e Jasper gargalhou.

— Porra, eles são como coelhos. Nem com a Bella grávida o Edward dá um descanço! Até pela biblioteca eles andaram passando. — Ele comentou com nojo e Edward gargalhou.

— Porra, eu leio livros lá, seus merdas. — Emmett disse enojado e eles gargalharam.

— Chega de falarem sobre minha vida sexual, muito obrigado. — Edward disse ainda rindo, arrumando a camisa e se preparando para sair.

— Só por favor, maneirem nos gemidos. O meu quarto e o de Alice fica ao lado do de vocês, e tem noites que nós apenas temos sono. — Jasper disse derrotado e Edward gargalhou.

— Eu vou tentar manter minha boca ocupada. — Edward comentou sério e Emmett fechou o cenho, o que fez Jasper gargalhar.

— Seu fodido, saia logo daqui! — Jasper disse rindo, o empurrando pelos ombros. Ele gargalhou e saiu do escritório, encontrando Alice no corredor.

— Alice, onde esta Isabella? — Ele perguntou sorrindo e ela retribuiu.

— Estava com Benjamin e Claire na varanda. Vou ficar com eles um pouco para ela descansar com você. — Ela disse sugestiva e Edward riu.

— Até você? — Ele perguntou desacreditado e ela deu de ombros, indo até a varanda. Ele suspirou e subiu as escadas, indo até seu quarto.

Tirou seus sapatos e blusa, jogando-a em uma poltrona. Ele desfez o cinto mas não o tirou realmente e foi até a cama, arrumando a mesma. Isabella entrou e sorriu, vendo sua linda bunda pela calça curvada em sua direção.

— Amor, eu já lhe disse como sou apaixonada pela sua bunda? Sinceramente, como você malha? — Ela disse rindo, entrando e trancando a porta atrás de si. — Eu já tentei ter uma bunda dessa mas não obtive sucesso. — Ela disse triste e ele se virou, rindo. Andou até ela e a pegou pela cintura, a agarrando e a levando para a cama. Ele se sentou e a colocou em seu colo de barriga para baixo. Ela riu e ele levantou sua vestido até acima do bumbum. Ele abaixou sua roupa de baixo e encarou sua bunda branca, dando uma mordida ali. Ela gritou de surpresa e depois riu.

— Ai! — Ela exclamou. — Seu ogro, isso dói! — Ela reclamou e ele riu, a levantando.

— Sua bunda é infinitamente mais linda e saborosa do que a minha, amor. — Ele disse travesso, beijando-lhe a boca. Ela sorriu e o segurou pelos ombros.

— Eu realmente não sei sobre isso, ainda não lhe dei uma devida mordida. — Ela deu de ombros e ele gargalhou.

— Eu acho que podíamos começar agora, hm? — Ele sussurrou no ouvido dela, agarrando seus cabelos. — Tem tantas coisas em você que eu gostaria de morder. — Ele disse com a voz rouca sob o pescoço dela, a fazendo arrepiar. Ela sorriu e apertou os braços nus dele.

— De repente me deu uma fome... — Ela comentou sugestiva e ele gargalhou, a jogando na cama e ficando sobre ela.

E ele nunca teve uma refeição tão saborosa em toda sua vida.

Notas finais
*LEIAM AS NOTAS INICIAIS! E COMENTEMMM