Dark Love

30 Justified end


Notas iniciais
Voltei antes porque quero finalizar logo a fic, pois tem fic nova vindo e preciso voltar com heartbeat, né meninas? espero que gostem do capítulo e comentem!! acho que a fic so tera mais um capítulo, então aproveitem ♥ beijosss e boa leitura

URSS, Leningrado, 17 de maio de 1947 – 20h32 pm — Mansão de Edward Cullen Scherbítsky.

1 mês depois.

Jasper abriu a porta da mansão, dando espaço para que Edward entrasse. Ele tinha Bella nos braços e ela carregava o filho deles, Charlie.

Depois que foram admitidos no hospital, Bella e o bebê precisaram se internar por um mês, pois como o local do parto não estava higienizado, precisou de um cuidado maior com os dois. O bebê precisou ficar um tempo na incubadora, e Isabella precisou se recuperar do trauma do sequestro, assim como o terror psicológico, do parto estressante e de sua quase morte. Ela respirou fundo e o encarou, sorrindo.

Quando Edward deu mais alguns passos, um grande grito veio da sala, dando um susto nos três. Todo mundo que eles conheciam estava ali, inclusive os amigos de Bella, assim como alguns colegas de guerra de Edward. Os olhos de Bella se encheram de lágrimas e Edward a colocou no chão. Claire soltou na mão de Alice e correu para o pai, pulando no colo dele. Ele beijou a cabeça dela e pegou na mão de Bella, andando com ela para o centro da sala.

Todos vieram até eles, os abraçando, dando bênçãos e desejando felicidades. Charlie se agitou no colo de Isabella e ela o ninou em seu peito, pedindo licença delicadamente e indo até a biblioteca. O local estava em um silêncio tão agradável que ela conseguiu respirar fundo. Depois do que houve com ela, depois do tempo no hospital, várias pessoas a sua volta a fazia sentir sufocada.

Ela se sentou em uma cadeira e encarou o bebê em seu colo, sua pequena criatura, uma parte de si. Ela sorriu para o filho, querendo chorar de novo. O mês havia sido muito emocional pra ela, onde qualquer felicidade a fazia querer chorar. Depois das coisas horríveis que ela presenciou, qualquer pequeno feixe de felicidade já era o suficiente pra ela. Charlie sorriu para ela, mostrando sua gengiva rosada, fazendo ela sorrir abertamente. Ele colocou a pequena mão sobre a blusa dela, como se pedisse algo. Ela sorriu de novo e acariciou sua cabeça delicadamente.

— Já quer mamar novamente, bebê? – Ele fez um barulho estranho e ela riu, abaixando a blusa e o sutiã, o trazendo para perto. Ele foi ávido, mamando enquanto segurava o dedo indicador de Isabella. O momento era algo mágico, único. Ela nunca pensou que fosse capaz de amar alguém dessa forma. É algo tão grande, sublime, magnânimo. Não haviam palavras para descrever aquele pequeno momento de felicidade. Ela havia criado uma vida, e pra ela, se tornou a coisa mais linda do mundo.

A porta da biblioteca abriu silenciosamente. Edward entrou sorrateiro, se aproximando dos dois. Ele encarou Bella por um momento, e ela estava tão linda amamentando, seu semblante tão calmo e feliz, que o peito dele se aqueceu. Depois de todas as coisas ruins e sofridas que haviam acontecido, aquele momento de paz era algo para se admirar. Ela percebeu a presença de alguém e levantou o olhar, o encarando. Ele se aproximou e se ajoelhou ao lado da cadeira que ela estava sentada.

— Também fugiu? – Ela o encarou divertida e ele revirou os olhos.

— Você me abandonou, mulher. Me deixou para os lobos. – Ele disse fingindo de triste e ela riu.

— Alguém estava com fome. – Ela encarou o bebê em seus braços e Edward sorriu.

— Eu amo Alice por essa ideia dela, mas eu apenas queria um momento calmo com a minha família. – Ele disse bufando e Bella passou a mão pelos cabelos dele, fazendo carinho ali. Edward era enorme, quase 2 metros de altura, mas ali, ajoelhado ao lado dela, ele parecia tão indefeso que ela não pode deixar de sorrir.

— Você foi muito corajoso. – Ela disse de repente e ele levantou o olhar. – Se lembra o dia que me contou sobre a sua tatuagem? Que ela representava tudo o que você nunca foi? Eu me lembro o que disse sobre coragem, que você não á tinha. – Ela suspirou, sentindo o nó na garganta – Você á tem, Edward. Você já tinha antes, mas não aceitava isso. Você me deu a maior prova da sua coragem e do seu amor naquele depósito. Eu sei que você me procurou todos os dias e que não desistiu por nenhum segundo. Eu te amo tanto por isso, amor. Quando você apareceu lá, eu realmente já não importava com mais nada. Eu poderia morrer ali, onde a última coisa que eu veria seria o seu rosto, e me pareceu uma forma linda de morrer, afinal. – Ela sorriu, acariciando o rosto dele enquanto lágrimas corriam pelo seu rosto. – Eu nunca senti tanto amor e esperança como naquele momento, eu me senti segura só por você estar ali comigo, e toda a dor não importava de nada. Eu nunca em minha vida vou poder agradecer o amor que você escolheu me dar, e a sua vida, que escolheu compartilhar comigo. Eu te amo tanto que não cabe no meu peito. – Ela chorou mais, soluçando. Ele sorriu, com lágrimas no rosto também, e se inclinou na direção dela, segurando em sua nuca e a beijando com todo amor que ele tinha.

— Eu te amo muito, Bella. – Ele disse, se separando dela e encostando a testa dos dois. — Eu nem sei mensurar isso pra você. E nós estamos aqui hoje por sua causa, porque você nunca desistiu de mim, nem nos meus piores dias. É por sua causa que estamos aqui, por que você é uma lutadora, é determinada, e é a mulher da minha vida. – Ele disse emocionado e ela sorriu. Charlie reclamou, tocando Isabella com suas pequenas mãos, fazendo ela sorriu e se distanciar de Edward. Ela tirou o bebê de seu peito e ajeitou as roupas, o colocando em pé para arrotar. Edward ficou encarando os dois, pensativo.

— Quer tentar? – Ela perguntou animada, mordendo o lábio inferior. Ele a encarou com um pouco de medo, se levantando e pegando o pequeno em seus braços. Ele parecia menor ainda em suas grandes mãos. Isabella se levantou e segurou no braço dele, o fazendo sentar. Edward sentou com o maior cuidado, segurando na cabeça de Charlie. Ele colocou o menino com a cabeça em seu ombro.

— Assim? – Ele perguntou nervoso e ela sorriu, assentindo. – E agora? – Ele a encarou ainda com medo de machucar seu pequeno alien.

— Precisar dar tapinhas de leve nas costas dele, bem devagarzinho. – Ela disse e ele levou a mão para as costas do bebê, batendo tão lentamente que Isabella riu. – Amor, pode ir um pouco mais fortinho, ele precisa arrotar. Assim parece um carinho. – Ela disse rindo, segurando no ombro dele.

— Ok. – Ele disse nervoso, dando tapinhas mais firmes nas costas do bebê. Encarou Isabella e ela tinha um olhar encorajador. Logo depois, Charlie arrotou, fazendo bolinhas com a boca depois. Edward sorriu e o segurou, colocando-o de frente para si. – O primeiro arroto com o papai! – Ele disse com voz infantil e ela sorriu mais abertamente. – Eu vou te ensinar a arrotar o alfabeto! – Ele disse animado, ainda com voz infantil e o bebê riu. Isabella negou com a cabeça.

— Você não vai transformar meu filho em um pequeno porquinho, Edward. – Ela disse brava e ele fingiu uma cara triste. – Não adianta me olhar desse jeito, não! – Ela disse mandona e ele encarou o filho.

— Sua mãe é brava, garoto! – Ele disse sério, se aproximando do ouvido do bebê depois. – Vou te ensinar a arrotar os números também. – Ele sussurrou, piscando para Charlie, que riu.

— Edward! – Bella o repreendeu, brava. – Vou te por de castigo. – Ela disse brincalhona e ele riu travesso, se levantando e colocando Charlie em um bercinho que tinha ali. Eles tinham colocando um berço em praticamente todos os cômodos da casa, por que Alice dizia que era uma prevenção. Ele voltou em na direção dela, a encarando com um meio sorriso.

— Vai me castigar? – Ele perguntou no ouvido dela, fazendo ela se arrepiar.

— Só se você for um menino mau. – Ela disse mandona e ele riu, a segurando pela cintura.

— E vai me bater? – Ele sussurrou, mordendo a orelha dela. Bella riu e deu um tapa estalado na bunda dele, fazendo-o rir. – Eu gosto quando você é bruta comigo. – Ele disse sacana e ela gargalhou, empurrando ele na direção da poltrona, fazendo ele se sentar e sentando em cima. Ela o encarou por um momento, o adorando, e depois beijou toda a extensão do rosto dele, demorando nas cicatrizes que ela aprendeu a amar, assim como ele.

Edward acariciou o rosto dela e eles olharam um no olho do outro, e foi como se a eternidade estivesse ali, no meio daquele olhar. Ele sorriu e se mexeu na poltrona, pegando uma caixinha em seu bolso. Ela ficou parada o encarando, segurando em seus ombros. Ele sorriu sem jeito, intercalando entre a caixinha e o rosto dela.

— Eu tinha preparado um outro momento pra isso, mas eu apenas te amo tanto e não consegui esperar. – Ele começou a dizer, sorrindo. Ela arregalou os olhos.

— Edward, o que... – Ela começou a falar, mas ele colocou um dedo indicador na boca dela, a segurando pela cintura e levantando os dois da poltrona. Ele sentou Isabella e se ajoelhou na frente dela.

— Este sou eu te pedindo em casamento de novo. Minha vez de me declarar pra você. – Ele disse com os olhos brilhando, sorrindo pra ela. – Eu acho que já te disse isso algumas muitas vezes, mas você é a luz da minha vida, literalmente. Eu sempre fui um homem de bem com a vida, e depois que eu perdi tudo isso, eu achei que nunca mais seria eu novamente, mas você mudou isso, leelan. Com seu jeito irritantemente insistente, com a sua cara brava e seus olhos verdes, e então chegou um momento em que eu estava completamente apaixonado por você. – Ele disse sorrindo enquanto ela já chorava. – E eu te tinha em minha cabeça todos os dias, tinha você me rondando o dia todo, e a noite, eu sempre ia te ver dormir porque aquele momento era quando eu sentia a maior paz da minha vida. Você trouxe a minha vida de volta, Bella. Eu provavelmente morreria naquele quarto, no escuro, mas você veio como um furação e destruiu todas as minhas barreiras, me trazendo de volta para a realidade. Eu te amo por isso. Por ser você, por não ter desistido de mim quando todo mundo desistiu, por brigar comigo quando eu era um completo idiota e por ser doce comigo mesmo quando eu não merecia. – Ele sorriu, lembrando dos momentos deles, desde o começo. – Você foi a primeira pessoa que me fez sorrir em um ano, e eu nunca vou conseguir esquecer o dia que você apareceu na minha vida, chutando a minha porta e me dizendo umas verdades. – Ele riu, lembrando de como ela foi petulante. Bella riu em meio ao choro, limpando o rosto com as mãos. – Você me deu a coisa mais preciosa do mundo, um filho. E eu estou aqui, ajoelhado na sua frente, te pedindo pra passar o resto da sua vida comigo, por que sinceramente, você sabe que eu morreria sem você, e mais nada teria sentido pra mim. – Ele abriu a caixinha em sua mão e estendeu na direção dela. Era um anel de prata e tinha um flor no mesmo, cheia de cristais cravados na mesma. Ele pegou o anel da caixinha, segurando a mão dela em seguida. – Eu pedi para fazerem na forma de uma rosa brava, mas eu não tenho certeza se ficou correto. – Ele disse sem jeito e ela sorriu mais abertamente. Aquilo simbolizava tudo deles, e nada melhor do que a flor dos dois pra representar isso. – Eu quero você, hoje, sempre e nas nossas próximas vidas. Isabella Swan, você aceita aturar este homem bobo, idiota, cabeçudo e com uma linda bunda que te ama mais do que tudo nesse mundo? – Ele perguntou sorrindo e ela riu, assentindo com a cabeça, incapaz de falar qualquer coisa. Ele colocou o anel no dedo anelar dela, que já tremia. Antes que ele terminasse, ela se jogou nos braços dele, derrubando os dois no chão. Ele riu, e depois Bella já o beijava desesperadamente. Ele rolou sobre ela no chão, fazendo-a rir. Então eles estavam chorando, rindo e se beijando.

Alice entrou na biblioteca, sua barriga já sendo bem aparente. Ela encarou os dois no chão e cruzou os braços, batendo o pé impaciente.

— Posso saber o que fazem no chão quando tem 20 pessoas lá fora querendo vê-los? – Ela perguntou brava e eles riram mais.

— A gente vai casar, Alice! – Ele disse rindo e Alice revirou os olhos se aproximando.

— Não acredito que pediu a mão dela aqui! E o nosso plano? – Ela disse triste, encarando os dois no chão. Edward se levantou e estendeu as mãos para Bella, a puxando para cima. Ele a abraçou pelos ombros e beijou o topo da cabeça dela.

— Desculpe, irmãzinha. Eu sou um cara ansioso. – Ele disse, sorrindo de orelha a orelha. Ela bufou e encarou Isabella.

— Eu vou ajudar no vestido, né? – Ela perguntou meio incerta, e Bella sorriu abertamente, indo até ela e abraçando apertado.

— Claro que sim, cunhadinha. – Ela disse sorrindo e Alice bateu palmas, voltando a abraçá-la depois.

— Ótimo! – Elas se separaram. – E por favor, não façam mais nada sem mim, ok? Eu já tenho tantas ideias pra isso, esperei o casamento de vocês tanto tempo, eu nem acredito que vai acontecer. – Ela disse animada. – Mas por favor, podem voltar pra lá? – Ela voltou a cara de brava, encarando os dois.

— Ai Allie, por favor. – Edward fez uma cara de dor. – Nós acabamos de voltar do hospital, a gente queria ficar um tempo sozinhos, sem ter que dar atenção pra todo mundo. – Ele bufou e ela assentiu.

— Tudo bem, eu marco outro dia. Desculpem, eu fiquei tão empolgada que vocês estariam de volta.

— Eu sei Alice, tudo bem. – Bella disse doce. – Mas nós queríamos curtir nossos filhos um pouquinho. – Ela sorriu, recebendo um sorriso deslumbrado de Alice.

— Vocês falando assim é tão lindo que vou mandar todos embora agora mesmo. – Ela disse, já saindo pela porta. Eles sorriram um para o outro e foram até o bercinho, Bella pegando Charlie no colo. Então eles saíram da biblioteca e Bella subiu, enquanto Edward pegava Claire na sala. Finalmente a família estava junta de novo, e finalmente a paz estava ali.

URSS, 18 de maio de 1947 – 6h45 am — Petak Island Prison.

Carlisle respirou fundo, socando a parede de concreto novamente.

A gravação incriminava ele sobre tudo, sendo dispensado um julgamento. Jasper entregou tudo o que tinha coletado de informações dele, e a gravação de Tanya ajudou bastante. O relato dos oficiais que encontraram Isabella e os demais no cativeiro, também serviu para um aumento de pena.

Carlisle conseguiu pegar 274 anos de prisão por seus crimes. E para infelicidade dele, as notícias no presídio corriam rápido demais, e em duas semanas todos os presos sabiam quem ele era e o que ele tinha feito. Por um mês ele conseguiu se manter na cela particular, mas Esme entrou com um processo e o dinheiro dele havia acabado. Ele perdeu seu advogado, perdendo suas regalias na penitenciária.

Os guardar o levaram até as celas de conjunto, lhe entregando seu novo uniforme cinza. Ele entrou á contragosto, respirando fundo enquanto os 5 presos o encaravam. Ali ficavam os piores homens. Petak Island era o lugar onde os piores dos piores ficavam, e Carlisle sabia que estava frito. Um dor guardas passou e ele espremeu o rosto entre as barras de metal.

— Ei, onde eu vou me trocar? – Ele perguntou indignado. Ali os homens tinham horário até para ir no banheiro. O guarda riu e nem se importou de olhar pra ele, gritando a resposta.

— Ai mesmo! – E saiu andando. Ele bufou e se virou para os colegas de cela, que levantaram e se aproximaram dele.

— Esta envergonhado, loirinho? – O mais alto perguntou. Ele tinha o corpo coberto de tatuagens, assim como o rosto. Sua cara era assustadora e seus músculos chegavam a ser maiores que sua cabeça. Carlisle engoliu em seco. – A menininha não fala, rapazes. – Ele disse e os outros riram. O homem se aproximou dele, tocando uma mecha de seu cabelo. Carlisle virou o rosto. – Você vai ser a nossa putinha, loirinho. E é bom ser resistente, os garotos aqui gostam de umas festinhas. – Ele disse sombrio e Carlisle tremeu. Os outros homens riram, se aproximando. Dois deles foram pra cima dele, o segurando pelos braços. Ele se debateu.

— Me soltem seus bichas do caralho! Eu vou matar todos vocês! – Ele se debateu e os homens o seguraram mais, o arrastando até uma cama velha. O homem tatuado riu.

— Nós que vamos te matar de tanto comer o seu rabo. – Ele disse, gargalhando. – Vamos ver essa bunda branca, rapazes. – Os dois homens o colocaram na cama de costas, abaixando suas calças. Ele gritou por ajuda mas nenhum policial se incomodou de ver, eles sabiam o que acontecia na prisão, mas era muito além do trabalho deles proteger as bundas dos outros. Carlisle continuou gritando enquanto o homem tatuado lhe tomava por trás, gargalhando no processo.

Carlisle desejou morrer, mas a morte seria um favor muito grande que Edward poderia ter dado á ele. Qualquer um naquele depósito poderia ter feito justiça com as próprias mãos, mas seria bondade demais com ele. Pelo menos ali, na prisão, ele começaria a entender o que tinha feito. E nesse caso, nenhuma justiça caíra melhor do que provar do próprio veneno.

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Tanya estava em uma penitenciária feminina, também. Mas a pena dela havia sido reduzida pela ajuda no caso de Carlisle. No final, ela conseguiu se redimir pelo mal que tinha causado, pelo menos parcialmente. No começo, a ideia era apenas sequestrar Bella, mas quando ela viu a filha envolvida demais, as coisas acabaram mudando. E bem, ela nunca conseguiu odiar Isabella realmente, mas o terror de Carlisle sobre ela, as vezes conseguia ser maior do que sua própria sanidade. Mas o tempo que ela passou com Bella e Claire haviam sidos preciosos demais pra ela. E a filha que ela antigamente rejeitava, pois ela foi obrigada a engravidar de um homem que nunca amou, passou a ser o mais novo amor de sua vida, e se tornou a única pessoa por quem valeria a pena passar pela cadeia. Claire precisava que ela se tornasse melhor, e com sorte, ela poderia sair em pouco tempo e cumprir pena em liberdade por meio de trabalhos sociais e afins.

Emmett levou um tiro, mas felizmente ele conseguiu se safar do pior. Ainda esta no hospital em recuperação, mas seu braço já estava bem melhor. Ele acabou rompendo um ligamento e danificando o músculo, e a recuperação da retirada da bala ainda estava em andamento. Bella havia contado a ele o que Tanya tinha feito por ela e por todos, e no fim, a piedade pareceu algo melhor para Emmett do que o ódio cru. E no fim, ele ainda esperava poder ver Tanya e encontrar nela a mulher por quem ele se apaixonou, sem mentiras e sem enganações. E tudo indicava que ela havia mudado para melhor, para a sorte dele. Eles trocavam cartas, já que Emmett ainda não podia visitá-la, e ambos concordaram em começar do zero. E honestamente, era maravilhoso poder conhecê-la como se fosse a primeira vez, da forma mais verdadeira e pessoal, e então finalmente ele tinha visto a alma dela. E quando nos apaixonamos por almas e não por corpos, bem, é difícil deixar ir. Então ele se segurava nela e ela nele. E com sorte, ele sairia do hospital e ela de prisão, então eles poderiam viver juntos algo verdadeiro e completo.

No fim, o bem sempre triunfa sobre o mal. E não é ser piegas ou tentar fazer todo mundo engolir um final feliz, é apenas a vida como ela é. Você pode ser a pior pessoa do mundo e sempre se dar bem, mas eventualmente nós pagamos por tudo o que fazemos. E as vezes pode parecer que fazer o que é correto não te dá o que você espera, mas precisamos aprender a ver que quando fazemos coisas boas, recebemos coisas boas de alguma forma. Sei que as vezes parece que tudo de errado acontece com você, e que por mais que você seja a pessoa mais correta do mundo, o mundo insiste em te destruir. Mas isso é apenas um teste, isso prova que tem alguém olhando por você e te colocando a prova á todo momento, pois só os mais fortes conseguem sobreviver ás piores misérias e tomar o melhor disso. Edward e Bella foi assim, ambos sofreram por coisas brutais. Ela foi forte o bastante pra se manter boa, ele se deixou levar pelas tragédias da vida. E talvez, sempre haja uma Bella para tirar o melhor do Edward que temos em nós mesmos. Alguém que sempre vai nos mostrar o lado bom da vida, mesmo ela estando em seu pior estado. Então, o amor supera tudo, realmente. E só por meio dele nós podemos conseguir a felicidade plena.

Edward e Bella conseguiram sua felicidade, só falta vocês conseguirem as suas. E lembrem, o amor é e sempre será maior que toda dor, pois ele é capaz de curar tudo.

FIM

Notas finais
acaboooooou meus amoreeeeeeeees! eu vou colocar um epílogo bem grandão pra vocês, ta? talvez eu divida em duas partes, não sei. MAS OBRIGADA MUITO POR TODO MUNDO QUE ME ACOMPANHOU, DE VERDADE, foi muito importante! ainda não me abandonem, falta mais um pouquinho desse nosso casal maravilhoso!! COMENTEM MUITOOOOO beeijos