Dark Love
31 Epilogue
Notas iniciais
URSS, Leningrado, 4 de maio de 1948 – 18:14 pm — Mansão de Edward Cullen Scherbítsky
— Oh meu Deus, Bella. Você esta deslumbrante, querida. – Esme disse, começando a chorar. Alice a encarava da mesma forma, chorando também. Ela balançava a filha no colo, a ninando. Eles estavam casando um ano depois, exatamente no dia em que se conheceram. Não quiseram esperar apenas por esse motivo, mas porque a gravidez de Alice teve algumas complicações, então eles acabaram adiando o casamento, mas finalmente havia chego o grande dia. E eles iriam se casar dois anos depois de se verem pela primeira vez, e nada podia ser mais perfeito que isso.
Isabella sorriu, se virando para o grande espelho no quarto dela e ficando sem ar com a visão. O vestido era a coisa mais deslumbrante que ela já tinha visto na vida. Ele era rendado até a altura da cintura dela, terminando em V, as mangas compridas e rendadas, assim como o decote redondo. A parte de baixo era volumosa, e a barra do vestido era toda bordada também. Seu véu ia até o chão, e toda a volta dele tinha o mesmo bordado do vestido. Ela quase chorou ao se ver naquele vestido, e no mesmo momento pensou em seus pais, em como eles iam adorar vê-la se casando. Seus olhos ficaram marejados e Alice e Esme foram até ela, a abraçando pelos ombros e a encarando pelo espelho.
— Eu já imagino em quem esta pensando. – Esme disse emocionada. – E eu sei que nunca posso me desculpar o bastante, assim como eu nunca vou poder suprir a falta deles, mas saiba que eu amo você como uma filha, Isabella. – Ela disse, chorando. Uma lágrima caiu pelo rosto de Bella e ela se virou para Esme, a segurando pelos ombros e sorrindo.
— Não foi sua culpa, nada. E eu agradeço muito por agora tem uma mãe como você, Esme. – Ela sorriu chorosa e Esme limpou seu rosto delicadamente maquiado. – Eu sei que eles estão aqui, agora. Eu os tenho em meu coração e isso é algo que nunca vai mudar. E hoje é o dia mais feliz da minha vida, e não quero ninguém chorando ou se culpando das coisas, sim? Nós já passamos por tanto, e agora merecemos a nossa felicidade. – Ela disse sorrindo e Esme a acompanhou.
— Sim, chega de choro! – Alice disse agitada, entregando Nessie para Esme segurar. Ela pegou ela pelos ombros e a sentou em uma cadeira. – Deixe-me arrumar sua maquiagem. E por favor, não chore até todos te verem perfeita, obrigada. – Ela disse brava e Bella sorriu, fechando os olhos para Alice arrumar sua maquiagem.
Assim que ela terminou, Claire e Roza entraram no quarto. Ela tinha Charlie nos braços enquanto Claire corria até Isabella. Ela a abraçou e Bella a pegou no colo, beijando sua bochecha.
— Querida, você está linda! – Bella disse sorridente e a menina deu uma volta, recebendo palmas de todas as mulheres ali. O vestido de Claire era como uma miniatura do de Bella, também bordado até a cintura, seguindo uma saia de tule em baixo. A menina, que já estava com 8 anos, foi conversar animadamente com Esme enquanto Isabella foi até Roza, a abraçando pelos ombros e encarando o bebê no colo dela. – Oh meu Deus! – Ela disse quase chorando de novo, pegando Charlie em seu colo enquanto ele sorriu pra ela. Ele estava vestido de terno e seus cabelos chocolate estavam penteados para trás. Ele parecia um pequeno homem e Bella sorriu abertamente, o abraçando. O bebê riu e começou a puxar o véu dela, fazendo todas rir.
— Todos já estão ai, querida. Edward esta roendo todas as unhas dele. – Roza disse divertida e Bella tremeu. Ela estava tão nervosa!
Alice trouxe o carrinho de bebê e Bella delicadamente colocou Charlie ali. Alice deu um beijo na cabeça de Nessie e a colocou com ele no carrinho branco. Bateram na porta e Roza a abriu, se certificando quem era antes. Emmett entrou com Benjamin, ambos com um sorriso largo no rosto.
— Bella! – Emmett disse emocionado, correndo até ela e abraçando, a levantando do chão. – Você parece alguma princesa de um conto de fadas. Esta tão bonita, irmã. – Ele disse doce. Benjamin foi até ela e também não poupou elogios, abraçando a irmã. Ele já estava em seus 10 anos e Isabella tremeu por um momento, o tempo passava rápido demais.
Ela respirou fundo e Esme saiu do quarto com Roza, já indo com ela até o jardim. Jasper estava ao lado de fora, esperando para descer com o carrinho e com as crianças. Alice pegou o grande buquê de rosas bravas e entregou para Isabella, saindo do quarto. Todos desceram as escadas, saindo pela porta de entrada, e então só havia Bella e Emmett ali. Ele a encarou e sorriu pra ela, com os olhos molhados.
— Você não pode chorar, grandão. Eu preciso me manter inteira aqui. – Ela disse divertida, já ficando com os olhos cheios de lágrimas. Ele colocou a mão sobre os olhos e as lágrimas correram por ali. Bella o abraçou forte. Depois te todo o horror que eles passaram por anos, depois de todas as coisas ruins, era surreal para todos que agora a felicidade estava ali.
— Eu nunca achei que te veria de novo, e hoje eu vou te levar até o altar. – Ele disse emocionado, segurando no rosto dela. – Eu tenho algo para você. – Ele mexeu no bolso do terno, retirando um colar de dentro. Ele era em prata e em forma de coração. Ele entregou para Bella, que sorriu. – Abra. – Ela sorriu mais amplamente e abriu a jóia, deixando lágrimas descerem pelo seu rosto. Em cada metade do coração havia uma foto. Uma de seu pai e outra de sua mãe. Ela o encarou e sorriu, se virando de costas para ele.
— Coloque em mim, Emm. – Ela disse emocionada e ele pegou o colar de suas mãos, colocando em seu pescoço. Ela se virou para ele e o abraçou de novo, limpando o rosto. – Isso significa o mundo pra mim, obrigada. – Ela disse com a voz embargada, recebendo um beijo na bochecha. Eles respiraram fundo e Emmett segurou na maçaneta da porta.
— Pronta? – Ele perguntou nervoso e ela assentiu, segurando em seu braço.
Ele abriu a porta e Alice estava próxima. Então ela lançou um sinal para os músicos e eles começaram algo lento. Claire e Benjamin foram na frente, levando o carrinho com Charlie e Nessie dentro. O caminho até o altar era longo, e o começo era cheio de arbustos com flores, e era algo tão lindo que deixou Bella sem ar. Ela ainda não tinha visto realmente, e era mais perfeito do que ela havia sonhado. As crianças chegaram no altar, sendo amparadas por Esme e Roza.
No momento seguinte, Alice deu seu último sinal, correndo para o altar. Emmett e Bella esperaram mais um pouco então eles fizeram a curva no jardim, ficando no campo de visão de todos á diante.
Eles andaram lentamente pelo caminho de madeira, enquanto Isabella encarava cada detalhe dali. Na árvore acima deles haviam várias velas penduradas, o que deixava tudo mágico e perfeito. Eles chegaram na segunda parte do caminho, e então Bella pode enxergar Edward a esperando. Os olhos dele se arregalaram e ele sorriu abertamente. Ela se segurou mais firme em Emmett com medo de desmaiar. O homem da sua vida estava lá, malditamente lindo, esperando por ela. Ela sorriu abertamente e ele começou a chorar, sendo amparado por Jasper, que dava leve tapas em seu ombro. Ele chorava e sorria pra ela, ansioso para que ela chegasse logo.
Bella passou por todos os convidados, finalmente chegando até o altar. Neste havia um anel cheio de flores, emoldurando o mesmo. Edward desceu os 3 degraus e foi de encontro á eles. Emmett virou Isabella para ele, a segurando pelo rosto e beijando-lhe a testa. Ele segurou na mão dela e se virou para Edward, segurando a mão dele.
— Se a magoar eu acabo com o seu traseiro. – Ele disse um pouco alto, fazendo alguns convidados rirem, assim como Edward. Emmett juntou a mão dos dois e Edward entrelaçou os dedos deles, dando um beijo delicado na bochecha dela. Ela corou e eles subiram os degraus, ficando de frente para o padre. Eles se olharam por um momento, e era como só houvesse os dois ali. Ele sorriu, ainda chorando. Para ele, ainda era algo surreal demais estar se casando com a mulher que ama, dois anos depois deles terem se conhecido. Isabella também já chorava, pois a maquiagem já não importava mais, ela estava com ele agora.
A cerimônia correu leve, e depois de 40 minutos eles foram declarados marido e mulher. Ele se virou para ela, a puxando pela cintura e sorrindo.
— Eu te amo, leelan. – Ele disse apenas para que ela ouvisse. Bella sorriu e enrolou os braços no pescoço dele, o trazendo para perto.
— Eu te amo, Edward. – Ele sorriu abertamente, a beijando apaixonadamente, sem realmente ligar para os convidados. Eles devem ter ficado um bom tempo ali, por que depois de alguns minutos Alice já tocava o ombro de Edward, o pedindo pra parar. Eles riram, parando de se beijar e ele a encarou de novo, nunca cansado de olhar pra ela. Beijou sua testa e eles se viraram para os convidados, descendo do altar abraçados, passando pelos convidados. Estes estavam com várias pétalas de rosa brava nas mãos e conforme eles iam passando, as pétalas eram jogadas nos dois. E nenhum deles podia pensar em um momento mais feliz que aquele.
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A decoração do local era de tirar o fôlego. Eles estavam na pista, dançando de um lado pro outro, lentamente. Bella abriu os olhos e encarou os convidados na pista. Claire e Benjamin dançavam desajeitadamente um com outro, tentando imitá-los. Alice e Jasper pareciam dois adolescentes apaixonados, se beijando como no colegial. Emmett e Tanya dançavam lentamente, se encarando com sorrisos no rosto. Roza e Ivanov estavam abraçados, enquanto ela descansava a cabeça no peito dele, ambos de olhos fechados. Esme dançava com um o pai de Jasper, que estava viúvo. Ela sorriu abertamente, levantando a cabeça do ombro de Edward o encarando. Os anos iam se passar e ela nunca cansaria de olhar pra ele.
— Esta todo mundo tão feliz. – Ela disse sorridente e ele a acompanhou, tocando sua bochecha.
— Eu não consigo prestar atenção em mais ninguém. – Ele deu de ombros, dando um selinho nela, que revirou os olhos. – Me diz algo, ainda falta muito tempo pra curtirmos nossa lua de mel? Eu quero você sem esse vestido enorme. – Ele reclamou com uma careta e ela riu, negando com a cabeça.
— Ainda tenho que jogar o buquê, tem o jantar para servir, o nosso bolo e o baile que Alice inventou, com umas músicas mais agitadas ou algo assim. – Ela comentou sorrindo e ele bufou. – Eu sei amor, também queria pegar na sua bunda agora, mas infelizmente. – Ela disse se fingindo de triste e ele fez um bico.
— Eu não consigo nem achar sua bunda de baixo de tanto pano. – Ele bufou frustrado e ela riu, beijando a mandíbula dele.
— Nós temos todo o tempo do mundo, amor. – Ela disse doce e ele sorriu. O peito de Bella ficou acelerado e ela respirou fundo. – Eu tenho algo pra você. Espera um momento? – Ela perguntou nervosa e ele sorriu, segurando sua mão e parando a dança dos dois.
— O que foi, amor? – Ele sorriu em vê-la afoita.
— Não se mexa. – Ela disse agitada, se soltando dele e andando rapidamente até a mesa dos dois, abrindo sua bolsa de pérolas e pegando algo dentro. Ela colocou as mãos atrás de si e voltou pra ele, que a segurou pela cintura.
— O que foi, Bella? – Ele perguntou nervoso e ela sorriu como uma boba, seu peito tamborilando. Ela tirou as mãos de suas costas e abriu uma delas. Dentro havia uma chupeta, o que fez Edward franzir a testa. – Por que esta me dando a chupeta de Charlie? – Ele perguntou confuso e ela o encarou com expectativa, abaixando a chupeta na altura de sua barriga. – Bella... – Ele chamou pelo nome dela, já entendendo o que ela dizia.
— Já estou atrasada á um mês. Ontem o médico veio até em casa e ele me disse que vamos ter um bebê. – Ela disse animada e ele começou a gargalhar, a segurando firme pela cintura e a girando no ar. Ela riu enquanto ele a colocava de volta no chão, atacando sua boca com um beijo afoito e apaixonado. Todos bateram palmas mas sem realmente entender nada. Quando eles se separaram, ele a abraçou e ela enterrou o rosto em seu peito.
— Vamos ter outro alien. – Ele gritou e ela gargalhou, o abraçando pela cintura e o beijando de novo. Ninguém entendeu nada, então Alice revirou os olhos.
— Ele quis dizer que vão ter um bebê, gente. – Ela gritou de volta normalmente, sem prestar atenção no que dizia, sua ficha caindo em seguida. – Porra! Eu vou ser tia de novo! – Então ela gritou animada e todos riram.
Novamente ainda era como se só houvesse os dois ali. Ele segurou o rosto dela nas mãos e a beijou de novo, colocando todo o amor que ela sentia ali. Logo, um filme começou a passar na cabeça dele enquanto a beijava.
“— Temo que a senhorita não seja minha mãe, portanto não mande em mim. – Ele disse birrento, e Isabella bufou alto.
— Escute, senhor. Eu sou a única pessoa que o senhor tem agora, então acho bom me tratar bem. E eu temo, senhor Cullen, que mesmo que o senhor não queira fazer fisioterapia, eu vou obrigá-lo a fazê-la, nem que eu entre no quarto do senhor no meio da noite e a faça contra sua vontade. E por favor, quantos anos o senhor tem? Cinco? Posso não ser sua mãe, mas estou aqui para cuidar-te, então pare de dar uma de criança birrenta, e aceite a minha ajuda de bom grado. – Ela disse nervosa. Meu Deus, que homem mais teimoso! Isabella cruzou os braços e Edward a encarou divertido, um mínimo sorriso brotando em seus lábios. Menos de 10 minutos e a senhorita Swan já o tinha feito sorrir, mesmo que minimamente, algo que ele não fazia á mais de um ano.”
“Edward respirou fundo novamente e fechou os olhos, apenas se limitando á apreciar o toque aveludado e delicado de Isabella.
— Os dragões antigamente eram classificados como a besta-fera das trevas na Europa. – Edward riu irônico. Ele se sentia uma fera das trevas, afinal. – Mas precisamente, significa o poder e a força, o equilíbrio na vida, liberdade, a coragem. – Ele sorriu sem humor. – E todas essas coisas eu venho tentando resgatar para mim mesmo, a tatuagem só esta ai para me lembrar que eu não sou nada do que ela representa. – Ele disse num sussurro. A dor em seu peito o esmagando e o fazendo querer gritar. Os olhos de Isabella se encheram de lágrimas, mas dessa vez foi por compaixão. Ela gostaria tanto de acabar com o sofrimento que ele guardava, o tornando tranquilo e sereno novamente. Ele respirou fundo, mas algumas lágrimas ainda caíram pelo seu rosto. Isabella o segurou pelos ombros, dando um aperto encorajador nos mesmos.
— Eu tenho certeza que você é forte e corajoso. Esta tatuagem representa tudo o que você é, Edward. – Foi a primeira vez que ela o chamou de Edward, o que não passou despercebido para ambos. Mas em um momento tão íntimo como aquele, como usar formalidades? – Não se menospreze á tal ponto. – Ela disse confiante. Isabella sabe que ele é capaz de se reerguer, ela confia nele, tem esperanças. Edward pegou uma das luvas pretas em cima da pia e colocou em uma de suas mãos, estas repletas de cicatrizes, e então a colocou sobre a mão dela, que ainda estava em seu ombro, um claro sinal de ‘obrigada pelas palavras’, mas ele não disse nada á respeito.”
“Então, sem pensar muito, ele se aproximou e finalmente tocou seus lábios nos da garota que vinha o confundido a pouco mais de um mês. Foi como fogos de artifício, como um raio de sol em um dia chuvoso, como a primeira flor de primavera desabrochando no fim do inverno. Foi um simples tocar de lábios, doce, gentil, mas que logo se fez urgente e angustiante. Isabella timidamente passou a língua pelo lábio inferior dele, o que o fez abrir a boca e recebê-la. O beijo começou lento, ela correu os dedos pelo braço de Edward, sentindo suas cicatrizes no processo, o que a fez querer chorar. Ela segurou-lhe pelo cabelo cobre e o trouxe para mais perto. Edward pousou sua mão livre na cintura delicada dela, a apertando suavemente, o que a fez gemer. Isabella nunca tivera um homem, na verdade nunca teve tempo para tal, ela sempre foi dedicada demais aos estudos para pensar em qualquer outra coisa. Ela teve alguns homens, sim, mas nada que passasse de trocas de beijos inocentes, isso era muito mais quente.
Em um movimento rápido e impulsivo, ele a trouxe para seu colo, as pernas de Isabella uma de cada lado de seu corpo. Ele a abraçou pela cintura e a trouxe para mais perto de si, os lábios nunca deixando os seus. O beijo que até então era de descobertas, se tomou uma exploração quase invasiva demais. Edward mordeu o lábio inferior de Isabella, o que a fez segurar mais firmemente em seus cabelos. Ela acariciou-lhe o rosto, passando as unhas curtas por sua barba mal feita. Ela chupou-lhe a língua e ele apertou-a mais forte no quadril.”
“Edward a aproximou mais de si e colou as testas dos dois, fechando os olhos no mesmo momento. Isabella fechou seus olhos também, se deixando levar pela sensação de tê-lo perto.
— Senti sua falta, leelan. – Ele sussurrou, afagando as bochechas de Bella e limpando suas lágrimas. – Você é tão quente. Estou cansado de ser frio, Bella. Me mantenha aquecido, só por alguns segundos. Por dentro e por fora. Eu não aguento mais ser frio. – Ele disse baixinho, quase como uma súplica. E no momento seguinte, os lábios de Edward tocaram os seus e então ela teve certeza de que estava perdidamente apaixonada. E se ele quisesse, ela o aqueceria para sempre.”
“— Nós já passamos por muitas coisas, não é? — Ele disse sorrindo. — Eu me lembro de você entrando pela primeira vez no meu quarto. — Ele riu minimamente. — Eu fiquei intrigado em como alguém tão pequeno podia ser tão mandão. — Bella riu com o comentário dele. Ambos estavam olhando para suas mãos, que agora estavam unidas.
— Eu te achei um ogro. — Ele riu alto. — Sério. — Ela fez um bico. — Eu entendia tudo pelo que você passava, mas ao mesmo tempo eu tinha raiva do seu mártir. — Ela deu de ombros e sorriu de canto. — Eu me lembro da primeira vez que você mostrou seu rosto pra mim. Não no dia que brigamos, mas quando você se permitiu aceitar. — Ela o encarou. — Eu acho que naquele dia eu amei você. — Ele sorriu pra ela, afagando sua bochecha.
— Eu acho que a amei quando você passou por aquela porta, brigando comigo e se fazendo presente. Quando você se importou em me ver bem quando todos já tinha desistido. — Ela sorriu de volta.
— Eu sabia que você era bom, Edward. E isso me fez não desistir. — Ela riu. — Na verdade, depois do dia em que eu vi a sua bunda, tudo mudou aqui dentro de mim. — Ela disse séria, fazendo ele rir.
— Eu digo o mesmo sobre os seus seios. — Ele disse sério também, fazendo Isabella levantar a mão para dar-lhe um tapa, mas ele a pegou no ar e deitou sobre ela na cama, segurando sua mão sobre sua cabeça. Ela ofegou e sorriu pra ele.
— Bastardo. — Ela disse fingindo de brava.
— Eu adoro quando você xinga. — Ele riu e beijou o pescoço dela, levando a mão de Isabella para o topo de sua cabeça, prendendo as duas ali. Ele subiu os beijos para sua bochecha, indo até a orelha, mordendo o lóbulo da mesma. Ela suspirou e ele sorriu. — Fica comigo hoje, Bella. — Ele sussurrou no ouvido dela, a arrepiando.”
“— Eu preciso lhe contar algo. — Ela sorriu e seus olhos já se encheram de lágrimas. Ele a encarou apreensivo, esperando pelo pior. — Nós vamos ter um bebê, amor. — Ela ela disse doce, o encarando com carinho. As palavras dela pegaram ele como um baque, e nada poderia o ter preparado para tal notícia.
Ele começou a tremer enquanto um sorriso maior que seu próprio rosto se formava em seus lábios. Ele segurou o rosto dela nas mãos, já chorando.
— Você... você está grávida? Bella, meu Deus, amor! — Ele riu, abraçando ela e chorando em seu pescoço. Ela começou a chorar também, se agarrando nele. Ele se soltou dela e agachou na sua frente, acariciando sua barriga, deslumbrado. Ele beijou o ventre dela sob a roupa e ela sorriu, acariciando os cabelos ruivos dele. Ele a encarou, sorrindo e com o rosto já inchado pelo choro, ela sorrio da cara dele, chorando também.
— Eu não acredito que você... Nós.... Meu Deus, vamos ter um bebê! — Ele disse alarmado, rindo. — Eu vou ser pai de novo, meu Deus. — Ele disse animado, rindo mais ainda, fazendo Isabella rir. — Bella eu ainda não estou acreditando! Jesus, leelan. -Ele levantou do chão, a abraçando e a levantando da cama, girando-a no quarto. Ela riu enquanto ele gritava animado. — Eu vou ser pai! — Ele gritou novamente, sorrindo. Depois colocou ela no chão, segurando seu rosto e a encarando nos olhos. — Obrigado, querida. — Ele acariciou a bochecha dela, a encarando mais profundamente. — Eu te amo, muito! E Deus, eu vou amar tanto essa criança, amor. Eu vou cuidar de vocês, eu juro. Nada vai acontecer com nenhum de vocês, eu prometo. Eu vou ser o melhor pai do mundo, e o melhor marido também. — Ele disse sorrindo, enquanto Isabella arregalava os olhos cheios de lágrimas para ele.
— Edward, o que... — Ela ficou sem palavra enquanto ele tirava uma caixa do bolso.
— Eu já ia fazer isso, você sabe. — Ele sorriu pra ela, que já chorava novamente. — Estava esperando o momento certo. Eu ia preparar um jantar pra nós, como quando eu lhe pedi desculpas, você lembra? — Ele perguntou doce e ela sorriu, assentindo. — Mas não há momento mais lindo do que esse. — Ele sorriu de novo, se ajoelhando na frente dela. Bella colocou a mão sobre a boca, tapando-a e chorando compulsivamente, enquanto ele beijava a sua mão. Ela limpou o rosto e sorriu pra ele. — Dizer que te amo nunca será o suficiente. — Ele sorriu, também emocionado. — Eu esperei por muito tempo encontrar alguem que pudesse me completar. Eu passei pela dor, pela miséria e pela imensa tristeza de uma família destruída, e quando tudo parecia que iria acabar em cinza, você veio e trouxe a luz para mim novamente. Você é o meu sol, Bella. Você ilumina os meus dias. Desde quando você entrou pela porta do meu quarto, toda mandona e autoritária, eu sabia que te amaria como um louco dependente, que eu te amaria incondicionalmente. Você chegou como um anjo, e me reergueu da escuridão. Eu devo minha vida á você, devo meus sorriso á você e minha plena felicidade á você. Eu quero passar o resto dos meus dias contigo, amor. Eu quero poder ser o homem da sua vida. — Ele sorriu, emocionado. Isabella já estava em soluços, chorando e sorrindo ao mesmo tempo. — Você me aceita, Bella? — Ele perguntou, chorando mais, enquanto ela sorriu. — Você aceita se casar comigo? — Ele perguntou nervoso e Isabella sorriu, limpando os olhos. Ela ficou de joelhos, se abaixando na altura dele. Ela beijou-lhe a palma, acariciando-lhe o rosto e limpando as lágrimas que tinham ali.
— Eu te aceito, Edward. Aceito ser sua pelo resto da vida. — Ela sorriu, passando os braços pelo pescoço dele. Edward ficou meio atônito com o 'sim', mas logo depois já a abraçava pela cintura, a trazendo para o mais próximo de si que podia. Eles se abraçaram, encostando um na testa do outro em seguida. Ele sorriu, acariciando o rosto dela, adorando-a, e depois a beijou com todo amor que ele tinha. Foi o beijo mais doce e calmo que eles já deram, e a delicadeza de tal ato quase fez Isabella chorar novamente. Eles se olharam, sorrindo um para o outro. “
“— Você terá que morrer para se livrar de mim, Sr. Cullen. – Ela disse espirituosa e ele riu, se aproximando dela e a abraçando pelos ombros.
— Isso soa bem para mim, vendo que eu pretendo morrer nos meados dos meus 100 anos. – Ele deus de ombros e ela sorriu. – Apesar de que, — Ele se ajeitou nos braços dela, colocando algumas mexas de cabelo atrás de sua orelha. – Não acredito que apenas uma vida seja o bastante. – Ele disse docemente. – Mas por hora eu posso me contentar. – Ele sorriu novamente e aproximou o rosto do dela, beijando seus lábios gelados pelo frio, estes que ficaram instantaneamente quentes.”
“- Este sou eu te pedindo em casamento de novo. [...]
— Eu quero você, hoje, sempre e nas nossas próximas vidas. Isabella Swan, você aceita aturar este homem bobo, idiota, cabeçudo e com uma linda bunda que te ama mais do que tudo nesse mundo? – Ele perguntou sorrindo e ela riu, assentindo com a cabeça, incapaz de falar qualquer coisa. Ele colocou o anel no dedo anelar dela, que já tremia. Antes que ele terminasse, ela se jogou nos braços dele, derrubando os dois no chão. Ele riu, e depois Bella já o beijava desesperadamente. Ele rolou sobre ela no chão, fazendo-a rir. Então eles estavam chorando, rindo e se beijando.”
Eles se separaram e ela a encarou nos olhos profundamente, podendo ver através deles e vendo sua alma. Ele a encarou com adoração, assim como ela. Eles sorriram um para o outro e ele afagou o rosto dela novamente, sem se cansar um único momento de olhá-la.
— Então, Sra. Cullen, pronta pra ficar o resto da sua vida comigo? Não que eu fosse deixar você sair por aquela porta ou algo assim. Eu acho que seria capaz de te prender no meu quarto. – Ele disse sério e ela riu, o encarando.
— Estou pronta pra isso desde o dia que eu coloquei os olhos em você, Edward. E uh, eu adoraria que você me prendesse no seu quarto, você sabe, nós já conhecemos a minha libido na gravidez, né? – Ela comentou safada e ele gargalhou.
— Oh sim, eu tenho algo para isso em baixo do meu terno, leelan. – Ele disse safado e ela sorriu, mordendo o lábio inferior e se aproximando do ouvido dele.
— Nós podemos fugir para biblioteca de novo. – Ela sussurrou e ele sorriu, a segurando pela cintura. Edward olhou para os dois lados, a encarando de novo.
— Não vejo Alice em lugar nenhum, vamos. – Ele sussurrou de volta e ela riu. Edward pegou em sua mão e a arrancou para fora da pista. Eles conseguiram dar 10 passos em direção da porta.
— Onde pensam que vão? – Alice gritou nervosa e eles se viraram pra ela, ambos com caretas no rosto.
— Alice... – Ele lamentou.
— Por favor... – Ela pediu manhosa. Alice alternou o olhar entre os dois, bufando e jogando os braços pro alto, se dando por vencida.
— Eu nunca consigo segurar vocês em um lugar por muito tempo, de qualquer forma. – Ela bufou e os encarou. – Vão logo para o maldito quarto do sexo, eu deixei algo pronto no primeiro andar, ao lado da biblioteca. Me agradeçam depois. – Ela piscou pra eles. Edward riu e pegou Bella no colo com um pouco de dificuldade por causa da roupa. Ela riu e segurou no pescoço dele.
— Obrigada, Allie. – Ele disse sorrindo e Bella lançou um beijo estalado para a cunhada.
— Eu odeio vocês, é sério. – Ela disse brava e eles riram. Edward se virou e começou a andar com Bella em direção á casa. – Por favor manerem no barulho, tem pessoas aqui! – Ela gritou pra eles, que gargalharam.
— Vamos tentar! – Bella gritou de volta, rindo. Ele andou com ela até a mansão, então Bella abriu a porta. Ele a carregou no colo até o quarto que Alice disse, se abaixando para Isabella abrir a porta. Eles se entreolharam e sorriam um para o outro. Ele a colocou sobre o chão, colando os corpos dos dois e a encarando firmemente. Acariciou a maçã do seu rosto, sorrindo.
— Eu te amo, Bella. – Ele disse com todo o amor que ele sentia, se é que era possível colocar tudo em palavras. Ela sorriu.
— Eu te amo também, Edward. – Eles sorriram um para o outro então ele começou a beijá-la. Edward chutou a porta com o pé, a fechando.
Então eles estavam ali, dentro daquele quarto, colocando todo o seu amor para fora. E nada na vida pareceu mais completo e certo como aquele momento.
No fim, a vida estava dando de volta á ambos toda a felicidade que eles mereciam. Depois de tantas dificuldades, depois do amor ter sido colocado á prova várias vezes, era finalmente a hora da calmaria e de toda a paz do mundo. E a eternidade deles era só uma pequena parte da grande vida que eles teriam juntos.
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